Notas iniciais
Yo minna! Perdão pela demora amores. Estavamos sem tempo para escrever, mas não deixariamos a fanfic abandonada num canto obscuro. XD Muito obrigada leitoras lindas, pelos lindos reviews *---* Nós amamos de coração! :) Boa leitura... o/ —-------------- Oii pessoas lindas *-* então vim pedir desculpas pela demora, mas como a Nai já disse estávamos sem tempo, mas não vamos demorar tanto assim pra postar o proximo cap. Continuei correndo porque a Alicia me pediu, disse que queria que continuássemos, então aí está. Dedico pra Alicia *-* Pamella P.

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—Eu trouxe!
Sara se levantou e passou pela mesa da professora.
—Ora, temos uma aluna interessada em seu futuro.
—A Sara é louca, isso sim.
Mike passou por ela a lhe deu um tapa na cabeça, que foi retribuído por ela.
—Vai se catar!
Ele saiu da sala rindo e a morena voltou sua atenção a professora.
—Então, quando acha que posso ser chamada?
—Em breve minha querida, é minha melhor aluna, muito esperta. Vou indica-la ao diretor adjunto e tenho certeza que ele não tardara a chama-la
—Fico muito feliz, agora tenho de ir.
—Tudo bem querida até mais.
—Até.

Sara deixou a sala muito feliz. Estava aguardando por um emprego no Laboratório de Criminalística, sua professora prometeu ajuda-la. Estava quase no fim de seu curso, faltavam apenas duas semanas para sua formatura. Formatura esta que passaria sozinha, sem família, nem amigos.
Olhou em seu celular, já estava tarde. Entrou em seu carro e foi em direção a seu trabalho.

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—Srta. Sidle?
—Sim, sou eu.
—Conrad Ecklie. Sou diretor adjunto do Laboratório de Criminalística.
—Ah sim, aguardava sua ligação.
—Sim. Gostaria de marcar uma entrevista para a Srta. Amanhã, as 3 p.m?
—Tudo bem, perfeito.
—Até mais então.
—Até.

—Ah não creio, eu fui chamada.
Sara falava sozinha em frente ao espelho, não aguentava de felicidade. Alicia entrou no ‘camarim’ para retocar o batom.
—O que foi Sara? Parece estar feliz.
—Tenho uma entrevista de emprego.
—Onde? No tal Laboratório de policia?
—Sim.
—Fico feliz por você. Vai ter uma chance de sair desse lugar
—Por que não tenta trabalhar como outra coisa, ou pode tentar bancar uma faculdade com seu salario como eu fiz.
—Sara! Cai na real, você ganha muito mais que eu! Agora deixa de conversa e vamos voltar ao trabalho. A ruiva a puxou pelo braço para fora.

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— Boa tarde, eu tenho uma entrevista com Conrad – leu um papel – Ecklie
—Me acompanhe, por favor
Judy levantou e fez um gesto para que Sara a seguisse. Bateu na porta.


—Com licença. Ecklie essa Srta. Tem uma entrevista com você
—Sim Judy, obrigado
Judy se retirou e Sara entrou. Trajava uma calça preta social, uma camiseta branca de botões e um scarpin preto.
—Srta. Sidle?
—Sara, por favor.
—Muito bem Sara, sente-se

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A morena pulava pelos corredores como a louca que era. Tinha conseguido a vaga com Ecklie. Estava tão contente, finalmente teria um emprego de verdade. Estava saltitando por um corredor todo cheio de vidros, quando bateu em alguém.
—Desculpa.
—Não foi nada.


Ela se levantou e observou o rosto do belo homem. Aparentava ter por volta dos 50 anos, cabelos grisalhos e o olhar mais belo que já vira em toda sua vida, mergulhados em seu rosto estavam dois olhos tão azuis que pareciam ter sido retirados da imensidão do oceano mais azul, mais belo e mais lindo que existia. Que chegavam a ser intimidadores.
—Você quem é? A morena gaguejou.
—Grissom. E a Srta?.
—Sara. Sara Sidle. Nada de senhorita. Fui contratada para trabalhar como CSI de campo. — Falou em disparada, mostrando o orgulho de ter sido contratada.
—Sara meus parabéns. Também trabalho em campo.
—Ora vejo que conheci um colega.
—Não. Sou seu supervisor.
A morena corou, mas disfarçou.
—Ah sim. Agora preciso ir para casa. Até mais Grissom.
—Até Sidle.
Ela saiu toda sorridente, ainda pulando como uma retardada. Estava lembrando daqueles olhos azuis, e recordou de outro par de olhos azuis. Naquele momento lhe deu uma vontade imensa de chorar, seus olhos começaram a arder e ela começou a correr pelos corredores, um tanto perdida. Trombou com uma mulher quando virava o ultimo corredor, derrubo-a no chão e continuou andando.


—Hey! Não olha por onde anda não?!


Sara reconheceu a voz e virando-se viu Catherine caída no chão. Ficou fitando-a e ela fez o mesmo. Naquele momento sentiu um misto de felicidade e surpresa.


—Sara?

Go crazy, crazy, baby, I go crazy

You turn it on

Then you're gone

Yeah you drive me

Crazy, crazy, crazy for you baby

What can I do, honey I feel like the color blue...


—Catherine?!
—O que faz aqui?!
—O que você faz aqui?! — disse dando tônalidade ao você.
—Eu trabalho aqui!
—Eu também...
A morena ficou paralisada, não sabia o que dizer. Sua garganta tinha um nó imenso, que parecia nunca se dissolver. Catherine se levantou e se aproximou da morena.

—Precisamos conversar.

[-Continua-] ...

Notas finais
Ficou pequeno, mas foi o que deu pessoal. O proximo será maior, e acho que não demorará tanto. Me culpem foi eu que enrolei tanto, a Pam que nos salvou, ela que tem as idéias e escreve tudinho! *--* Deixem reviews e ganhem 1 dia com o Dr. Robbins (meu sonho). Digam se estão gostando, idéias, sugestões, criticas serão bem vindas! Bjus ;* —___________ Aaa eu espero memso que tenham gostado, psé psé o proximo vai ser maior. Beijão ♥ Pamella P.