Como NÃO se apaixonar por um semi-deus
1 Primeiro dia?! Bênção ou desastre?
Notas iniciais
Hey, People. Animados pro primeiro capítulo?
Escrevi com muito carinho pra vocês *_*
Escrevi com muito carinho pra vocês *_*
Meu nome é Natállya e bom , o resto você acompanha.
Acordei hoje amaldiçoando a pessoa que criou o despertador e toda e qualquer pessoa que tenha ajudado o infeliz. Eu simplesmente odeio com todas as minhas forças acordar cedo, simplesmente odeio. Levantei-me praticamente rastejando até o banheiro, onde escovei meus dentes arrumei o furacão que eu chamo de cabelo e voltei pro quarto arrumei minha mochila e me vesti praticamente dormindo.Sai correndo de casa e fui até a casa da minha madrinha que é em frente a minha, chamar a desmiolada da minha prima. Entrei correndo como um furacão na casa e fui direto ao seu quarto.Cheguei lá e a criatura estava passando batom calmamente em frente o espelho, a puxei pelo braço, só deixando espaço pra ela pegar a mochila. Já estávamos do lado de fora._ Criatura de Deus, — vixe, vai fazer barraco- PORQUE RAIOS VOCÊ ME TIROU DE CASA CORRENDO? — ela começou a gritar._ Cala a boca e corre, a gente tá atrasada.- eu disse voltando a correr.Dez minutos depois a gente chegou na escola, bem a tempo de ....TRIIIIIIIIIIM.Oh Good, porque eu ainda tento?!Mas paramos no portão. Nossa escola era Verde e cinza. Mas, agora estava vermelho e azul?! WTF?!_ A gente tá na escola certa?- perguntei a Maria minha prima._ Sim, lá. Agora vem.- ela disse me puxando para o ginásio.Entramos no ginásio, ele estava lotado._ Grrrrrrrrrrrr....- ouvi um grosnado. Ou eu tô louca ou muito encrencada, não descarto nenhum dos dois. Nós duas viramos._ Aaaaaaaaaaaaah. — simplesmente tem um MINOTAURO na nossa frente, todos parecem muito calmos. Eles são dementes? Olha o tamanho desse bicho.Quando ele ia nos atacar, eu vejo uma garota de pele branca, cabelos negros com mechas azuis e roupas esfarrapadas enfiar uma espada de ouro direto em seu coração._ Hoje não, meu querido- ela diz sarcasticamente, enquanto o monstro urrava.Porém ele tentou vir de novo. Maria se postou a minha frente e jogou um raio de luz no monstro. Isso mesmo um RAIO DE LUZ, que fez com que o mesmo caísse do outro lado do ginásio._ O que...- eu sabia o que ela diria, mas a gente não tinha tempo não agora._ Não importa. Vem logo.- eu a chamei enquanto passava pela multidões de alunos, qual é, eles eram tão dementes, não viam o Minotauro caído do outro lado da sala ?? Que por sinal parecia estar se recuperando.Esse pensamento só fez com que eu agarrasse a mão de minha prima e corresse mais rápido, até que chegamos em um beco sem saída, perto da escola, ótimo, porque ele foi aparecer justo agora?? Pelos deuses!Ficamos paradas igual duas idiotas, olhando pra única saída daquele beco horrivel, olhei para Maria, ela arregalou os olhos e apontou para frente.Me fazendo olhar, e encontrar a mesma garota que eu havia visto a pouco tempo, só que agora estava acompanhada de um garoto negro, de cabelos negros e crespos, ele usava muletas, e ela não estava mais com a espada._ Vocês?!- eu disse e apontei pra eles- Quem são vocês? Por que razão tinha um MINOTAURO na nossa escola? Por quê RAIOS AQUELE BANDO DE BAITOLA, NÃO VIA ELE?- eu comecei a ficar histérica, foi quando um raio cruzou o céu._ Desculpe, Zeus. — eu disse._ Então você sabe.- a garota comentou._ Não, não sei de nada e nem quero saber._ Precisamos conversar com vocês.- o garoto disse._ Não, vocês precisam ir embora, AGORA._ Não, vai tem jeito, ou conversam com a gente por bem ou por mal, vocês decidem.- a garota disse._ A gente não conhece vocês.- Maria argumentou._ Venham logo.- eles disseram e começaram a andar em direção a saída do beco.- ou fiquem aí e sejam comidas de monstros.Mesmo relutante os seguimos. Até porque as opções não eram lá agradáveis. Eles nos levaram para uma lanchonete bem perto dali, com paredes verde claro, ela tinha um ar caseiro e reconfortante e estava razoavelmente cheio, o que nos dava certa vantagem caso eles fossem assassinos. Sentamos em uma mesa mais no canto, olhamos o cardápio e pedimos._ Meu nome é Thalia, Thalia Grace.- disse a menina._ Eu sou Grover.- o outro disse._ Eu sou..._ Maria Eduarda e ela é Natállya.- Thalia interrompeu._ Como você sabe?-perguntei, aquilo tava começando a me dar medo._ Não importa, isso vai ser meio difícil de dizer, mas...- Grover falou. _ Vocês são semideusas. — Thalia continuou.Sabe aquele momento em que você está dormindo e sonha que está caindo? Ocorre quase uma parada cardíaca. Eu estava assim, porém aquilo era real, não um sonho, embora aquilo me parecia impossível.Sabe o que eu fiz? Eu comecei a rir, literalmente, uma risada sarcástica, que fez os dois a minha frente me olharem estranho._ Vocês estão zoando com a minha cara, né?- disse com descrença._ Olha.- Thalia disse e estalou os dedos, na mesma hora um raio atravessou o céu.- Filha de Zeus._ Eu não acredito.- Maria disse com a boca escancarada._Quer saber tô indo, isso tá muito estranho.- me levantei da cadeira junto com Maria e fomos até a porta, nem esperamos a comida.Eles nos seguiram até em casa. Cheguei lá e bati na porta.
_ Oi, já...- minha mãe começou, mas paralisou quando viu quem estava atrás de nos.Entramos em casa e sentamos em forma de roda no sofá._ Elas já sabem.- disse Grover._ Já? Mas ainda são tão novinhas._ Qual é? Sério, que você está acreditando nisso,mãe? _ Sim, porque é verdade.- foi como se jogassem um balde de gelo em mim, aquilo era verdade.- Sabe seu pai?- ela perguntou e eu assenti.- Então, ele vão continuar sendo seu pai, mas não é de sangue.De nenhuma das duas.- eu olhei pra Maria e começamos a chorar compulsivamente. Como assim a pessoa que a gente sempre chamou de PAI não é nosso pai?_ E eles sabem?- perguntei, ela assentiu.- E agora?- perguntei olhando para os dois que somente observavam a cena._ Já que são mesmo semideusas, vão ter que ir para o acampamento o mais rápido possível, tipo Agora.- Thalia gritou._ Não._ Vocês têm que ir, tanto pra se proteger, quanto pra proteger seus pais.- ele disse apontando pra minha mãe._ Ok.- eu disse baixinho fungando._ Vão se arrumar que eu levo vocês, hoje.- disse minha mãe.- vou avisar a Cleide, não se preocupe Maria Eduarda.A Maria foi pra casa arrumar as coisas, sua mãe estava no trabalho. Eu fui pro meu quarto e taquei tudo, literalmente nas minhas duas malas. Por fim, peguei meu celular e deixei uma mesagem pra meu pai:"- Pai, te amo. "Desci com as malas e depois subi de novo e troquei meu uniforme por uma calça, uma blusa azul — marinho e uma jaqueta.Desci e fui direto pra garagem, onde minha mãe e os garotos colocavam as malas no carro, minha prima já estava dentro do mesmo. Todos entramos, eu estava tensa demais pra qualquer coisa.Quando chegamos perto de uma floresta, ouvimos mais rugidos e eles estavam mais perto, minha mãe parou n beira de estrada e disse._ Vai logo. — ela disse._ Mas. ..- minha frase ficou no ar porque na mesma hora Grover me puxou pra fora do carro e me jogou as malas, que tirou de lá não sei como.Os rugidos estavam mais perto e Minha mãe já havia partido com o carro, adentramos a densa floresta, correndo e se equilibrando com as malas na mão, paramos em frente a um local em que as árvores faziam forma de arco, a primeira a passar foi Thalia e Grover._ Venham.Maria entrou direto, eu hesitei. Será mesmo que era aquilo que eu queria? Ser quase morta por um daqueles monstros praticamente todo dia? Me distrai, enquanto os rugidos tornavam — se mais intenso._ Vem logo.- Thalia gritou, fiz que não. Enquanto um rugido ainda mais alto se ouviu._ Tudo bem. Eu sou, Thalia Grace, filha de Zeus e autorizo a entrada de Natállya Mendanha no acampamento.- dito isso eu entrei agora não corria mais risco, de passar ou não naquele teste._ Thalia, obrigado por autorizar minha entrada, eu disse escorando na Maria._ Ah, claro, mas eu não fiz nada._ Como assim?_ Não tem como eu autoriza a entrada de alguém, você entrou porque é uma semideusa.- ela disse sorrindo de orelha a orelha._ Sua bitch. — gritei e ela começou a rir._ Vamos logo.- Grover gritou correndo para uma grande casa bem perto de nós. Thalia bateu na porta:_ Tem alguém aí?- perguntou.Um homem barbudo de pele clara abriu a porta._ Thalia? Grover? Mas vocês não está em uma missão para...- ele se interrompeu quando seus olhos focaram eu e Maria.- Entrem, o Dionísio está aí._ Quem raios é Dionísio?- perguntei._ Olha o respeito garota.- disse um cara um pouco barbudo e gordo._ Esse é o Dionísio.- sussurro sarcasticamente, quando o homem entrou na sala, que parecia mais um escritório com aquela cor creme e uma mesa cheia de papéis no meio da sala. Ou seja, é meio que óbvio que aqui é um escritório._ Quem são vocês? — ele disse fingindo desinteresse._ Elas são Natállya e Maria Eduarda. A propósito meu nome é Quiron, sou diretor do acampamento.- disse o homem que nos recebeu EDUCADAMENTE, diferente desse aí chamado Dionísio._ Então Natasha e Maria Clara...- ele errou nosso nome de propósito._ É Natállya e Maria Eduarda.- o interrompi rispidamente. _ Tanto faz.- ele desdenhou._ Não, tanto faz não, é o meu nome e peço educadamente que me chame por ele, pois é o único que eu tenho.- respondi, vi que Thalia e Grover arregalaram os olhos, e Quiron dar uma risada discreta, Maria me olhou como se dissesse " Tá louca filhona? "_ Gostei de você. — ele disse fazendo os três atrás de mim suspirarem e Quiron sorrir confiante.- Bom, como não foram reclamadas terão que dormir no chalé de Hermes.- ele completou._ Tudo bem. Mas porque no chalé de Hermes?- Maria perguntou._ Bom, porque é lá que ficam todos os semideuses que ainda não foram reclamados. — ele disse.- E se eu fosse vocês , iria dormir já são 11:30. Todos já estão deitados, tem duas camas pra vocês lá. Agora, vocês dois — apontou para os dois atrás de nós- levem- nas para descansar.Dito isso nos saímos daquele escritório, e caminhamos até uma casa de madeira com um caduceu no teto._ Então é aí q vocês vão ficar.- eles disseram e eu não escutei mais nada só entrei, e achei as duas camas vazias então me deitei em uma e dormi. Qual é? Eu tive um dia estressante e tava morrendo de sono._ Acorda!- ouvi essa voz dentro do meu sonho. O que é que está acontecendo?_ Não, mãe. Só mais cinco minutinhos.- resmunguei automaticamente e virei para o outro lado da cama._ Eu não sou sua mãe, levanta.- a outra pessoa disse atrapalhando meu sono.Pensando bem, agora que ela falou, até que essa voz não se parece com a da minha mãe. Abri os olhos lentamente, quando vi uma menina de cabelos louros-castanho e olhos pretos olhando pra mim. Com um susto, dei um pulo da cama e cai no chão._ Como você entrou no meu quarto?- perguntei quando cai de barriga no chão._ Esse não é o seu quarto, quer ajuda?- perguntou a garota. Eu me levantei e olhei em volta, era uma casa de madeira com várias camas, com lençóis na cor creme, enfim normal._ Sou Elizabeth, mas pode me chamar de Elisa, filha de Hermes.- ela disse com um sorriso. Pude ver minha prima saindo do banheiro de cabelo solte e vestido amarelo._ Sou Natállya.- respondi — a é depois me virei para Maria.- Bom dia, flor do dia._ Bom dia, já conheceu a Eliza? — ela perguntou.Concordei com a cabeça._ Agora, se eu fosse você eu iria arrumar, pois todos já foram só falta nos três.- Elizabeth se referiu a mim.Fui direito ao banheiro, tomei um banho rápido e vesti meu macaquito verde com uma blusa branca, coloquei as sapatilhas, trancei o cabelo e escovei os dentes._ Pronto.- disse indo em direção a saída do chalé, elas me seguiram.Como não sou burra nem nada, deixei que Elizabeth nos guiasse até a sala de jantar.Lá era mesmo parecido com um acampamento! (Sério? Nem pensei nisso.)Era uma tenda gigante, literalmente. Onde em baixo tinham várias mesas extensas de madeira com bancos. E no meio uma grande mesa com a comida.Adentramos o lugar, quase todos já tinham começado a comer. Passamos direto pela mesa onde Thalia e Grover estavam sentados, ainda bem que eles não perceberam nossa presença, aliás, ninguém ali parecia ter percebido, eles estavam mais concentrados em suas próprias vidas do que na dos outros, para perceber duas novatos sendo guiadas por uma caloura, por um... como deve ser chamado mesmo? Hum, refeitório.Ela nos levou até a mesa e eu juro, tinha tanta comida que dava pra um batalhão. Eu fui olhando as opções, que por sinal eram muitas e não tive pressa já que éramos as únicas ao redor da mesa e eu estava por último. Acabei optando por pão de queijo, leite com café, chocolate e maçã , já estamos quase no final quando passamos por uma bacia cheia de peixes, fiz careta instantaneamente. Elisa me olhou._ Que foi?- ela perguntou confusa. Antes que eu pudesse responder Maria me interrompeu. _ Ela não gosta de peixe, meio que tem trauma.- explicou.Deixa eu explicar melhor, quando eu tinha uns 9 anos, fui comer um peixe e acabei me engasgando, pra conseguir tinha o espinho só meia hora depois, com muito choro. Eu quase morri, tô falando sério. Desde então odeio comer peixe. Qual é? Eu preso pela minha vida.Mas voltando ao assunto, Elisa me encarava com curiosidade e arrisco dizer até divertimento._ Engraçado, aqui no acampamento os únicos que não comem peixe são os filhos de Poseidon. Eles dizem que é contra a ética, comer seus próprios parentes e, tal.- ela disse.Eu ia perguntar a quem exatamente ela se referia, mas as pessoas começaram a vir na direção da mesa para repetir, Elisa apressou se.
_ Vamos, ainda temos que fazer algo antes de comer.A seguimos em silêncio, até o lado de fora da tenda com os pratos em direção a uma fogueira parecia um ritual sagrado.Ela chegou bem perto do fogo, pegou um pouco de sua comida e fechou os olhos, segundos depois os abriu e veio ao nosso socorro._ É assim, vocês pegam parte do que comem e jogam ao mesmo tempo em que agradecem os deuses mentalmente, como uma oferenda.- ela explicou.Maria foi a primeira já que estava em minha frente. Alguns segundos depois, era a minha vez. Fui até lá e joguei uma parte generosa da comida do meu prato nas chamas. _ Eu agradeço, à vocês deuses, isso é como um sonho. Eu só espero que meu pai olimpiano se revele, mas mesmo assim obrigado.- disse de olhos fechados.Assim que os abri novamente, segui as meninas até a tenda novamente. Estávamos indo em direção a mesa de Hermes. Graças aos céus, Thalia nem Grover havia nos visto ainda._ Meninas! Meninas!- ouvi vários gritos, de quem eu já sabia a dona. Encarei minha prima, tínhamos duas opções parar ou correr em direção a Thalia, chamando a atenção de todos, mostrando que éramos novatas, ou continuar andando até a nossa mesa, sentar e comer, fingindo que não era coma gente, talvez nem fosse, pense tem muitas garotas nesse acampamento. Escolhemos, sabiamente a segunda opção, já que Eliza parecia nem notar o escândalo de Thalia, ou nem tão sabiamente, pois a mesma garota que gritava veio parar na nossa frente ( sabe — se lá como) impedindo- nos de passar, com cara de poucos amigos._ Não me ouviram não?- ela resmungou.Eu e Maria sorrimos amarelo._ Não?- perguntei sugestivamente.Ela revirou os olhos._ Não, claro que não.- disse balançando a cabeça em tom zombeteiro. Logo virou- se para Elisa.-Elisa, querida, você fez um ótimo trabalho as trazendo até aqui, mas daqui pra frente eu tomo conta, okay?- perguntou em tom autoritário._ Claro que sim, na mesa dos populares. — ela falou quase num murmúrio indo até a mesa de Hermes, deixando- nos sozinhas._ Vocês.- Thalia praticamente gritou.- Venham, vão se sentar comigo e meus amigos.O que nos faríamos? A seguiríamos, claro. Porque nossa guia pessoal nos deixou na mão de uma doida escandalosa. Porém, me arrependi no momento e que me virei. A doida já estava em frente a uma mesa, quase cheia. Só, que esse escândalo, dessa doida fez com que todos nós olhassem com curiosidade. Parabéns! Você conseguiu chamar a atenção de todos. Eu te mato, Thalia Grace. Nem que seja a última coisa que eu faça.Com minhas pernas parecendo gelatina caminhei em direção a mesa. Olhei para minha prima ela estava do mesmo modo que eu, ou seja, sem chance de socorros.Finalmente, chegamos até a mesa, era como se aqueles olhares estivessem fincados em meu corpo.Thalia que ainda estava em pé, começou a apresentação._ Pessoal, essas são as meninas, Natállya e Maria Eduarda.- ela começou._ Garotas, esse é o pessoal. Claire Holdings, — ela disse, quando uma garota de pele parda, olhos verdes e cabelos loiros, levantou a mão com um grande sorriso, ela era linda- filha de Afrodite, como dá pra perceber.- Thalia disse sorrindo. Eu definitivamente já gostava das duas.- Annabeth Chase, ou só Annie-uma garota de pele clara, com cabelos loiros e olhos cinza acidentados, levantou as mãos, balançando- as apressadamente. — Filha de Athena. Andrew Peter, ou só Drew. — um garoto de pele clara com cabelos castanhos e olhos verdes, levantou- se, ele precisa forte... e isso que eu ouvi de Thalia foi um suspiro. Acho que todas as meninas da mesa perceberam porque a encaramos com sorrisos sarcásticos, enquanto ela nos olhava de forma ameaçadora.- er.... filho de Apolo.- ela se atrapalhou um pouco e eu mordi os lábios pra não rir.- Tyson Jackson- ela continuou. Um garoto branco com cabelos castanhos e olhos pretos se levantou, ele era forte e espera... outro suspiro, só que dessa vez não dá menina ao nosso lado, mas de Claire. Isso mesmo minha gente de Claire, eu e minha prima nos encaramos alguns segundos mordendo os lábios para não rir. Thalia pigarreou- filho de Poseidon.Oh, então ele era um dos ditos cujos filhos de Poseidon._ Percy Jackson. — ela disse e um menino de cabelos pretos e olhos verdes se levantou, diante de assobios e risadinhas, pelo canto do olho vi uma Annie toda vermelha aparentemente de raiva, quase gargalhei ali mesmo.- filho de Poseidon.- oh, outro filho.- David Miller, ou só Dave- um garoto de pele clara , cabelos pretos e olhos cor de mel, se levantou e fitou Maria de cima em baixo, enquanto a mesma quase babava._ Caham.-chamei a atenção pra mim, quando Maria percebeu o que estava fazendo corou, ficou mais vermelha que um tomate. Quase ri, porém eu preso pela minha vida e sei do que ela é capaz. De anjo só tem a cara.- Filho de quem?_ Athena.- ela disse, Maria não ouvia mais nada de novo, só tinha olhos pro tal Dave.- O Grover vocês já conhecem.- ela disse com desdém, o que me fez rir.- E por último mas não menos importante, Logan Grace.-ela disse, um garoto se levantou ele era loiro de olhos azuis bem claros e pelos deuses, aquilo era um deus grego. Diante de vários suspiros assobios, risadas, ele sorria. Me olhou de cima a baixo, como se me analisasse. Caraca, qual é o problema desse acampamento só tem garoto gato.Ele abriu a boca pra falar de alguma coisa. Porém, um voz estridente soou atrás de mim._ Amooooor.- a coisinha gritou correndo em direção ao mesmo. Ela usava um vestido rosa choque tinha cabelos loiros e olhos castanhos. E sim, ela parecia uma barbie.Só que antes que a mesma chegasse nele. O mesmo a segurou pelo braço._ Amor?- ela perguntou confusa._ Pelos deuses foi só uma noite. Nós não temos nada, vaza daqui. — ele foi grosseiro com a coisinha, que saiu chorando. Fiquei até com dó. E sabe o que o garoto fez? Simplesmente se sentou na cabeceira da mesa, enquanto os outros também faziam o mesmo, enquanto eu fazia o mesmo.Garoto sem escrúpulos, acho que minha surpresa foi clara, pois ele me lançou um sorriso zombeteiro e irônico, como se mandasse ali._ Tadinha da garota, precisava tratar ela assim?- perguntei. Tá bom, que a garota tem uma voz chata, mas parecia legal._ Você não tem nada a ver com a minha vida.- ele resmungou._ Quando ela interfere na dos outros sim.- eu disse._ Primeiro, ela sabia que terminaria assim, segundo, não foi nada pessoal, eu faria, isso com qualquer uma, não sou de namorar. Ninguém consegue resistir, ou seja qualquer uma até uma como você.- ele retrucou. Ah, esse garoto certamente não deve prezar a própria vida, pra me desafiar assim, ninguém em sã consciência faz isso. Esse deve ter fumado flor de lotus. Eu já devia estar vermelha, não de vergonha, por ele ter insinuado que eu era uma vadia, mas sim de raiva._ Garotas, temos que encomendar um caixão. Porque se tem uma coisa da qual eu tenho certeza é que não se deve irritar a Natállya, a menos que você queira visitar os deuses mais cedo.- Maria disse._ Nossa, assim você me ofende.- me fiz de ofendida. — Eu sou um anjo.- pisquei os olhos várias vezes fingindo inocência._ De anjo minha querida, você só tem a cara.- Quem disse foi Thalia._ Er.... Logan eu sinto te dizer mas você está ferrado.- Annie disse._ Ela não me faria nada.- ele disse provocando. Apenas, me levantei peguei a maçã._ Se eu fosse você não contaria com isso, muito menos com a sorte.- amecei. — Se eu fosse você começaria a dormir com um olho aberto.Comecei a andar em direção a porta._ Ninguém me dá as costas.- ele gritou. Parei, me e virei ficando de frente pra ele bem perto da saída prós chalés._ Veja e aprenda então.- disse e me virei novamente, caminhando em direção ao chalé de Hermes e comendo a maçã, ignorando os cochichos que se formavam.Agora sim, eu estava disposta a vingar todas aquelas garotas a qual ele já fez isso. Eu tornaria um inferno, todos os dias de Logan Grace. Ele merecia cair do trono.Cheguei no chalé de Hermes, a maioria já estava ali, mas eu não tava com paciência pra mais apresentações então fui direto pra " minha" cama, onde vi Eliza vestindo uma calça._ Porque tá trocando de roupa?- perguntei, enquanto me jogava na cama._ Treino.- respondeu indo em direção ao banheiro. Por sorte todos os outros estavam ocupados pra notar minha presença ou a de Maria, quando a mesma passou correndo pela porta da frente._ A gente precisa ir?- Gritei pra Eliza que estava dentro do banheiro._ Se quiserem sobreviver aqui, sim.- ela respondeu em tom sério, ou seja não era brincadeira. Ferrou, danou — se.Fui direto a minha mala e tirei minha calça jeans, vestindo- a logo em seguida, prevenção é tudo. Maria fazia o mesmo.Terminei de me trocar e corri para o banheiro, escovando os dentes e prendi meu cabelo num rabo de cavalo._ Pronta?- perguntei pra Maria. Que já estava em pé, passando as mãos no cabelo._ Claro. Sqn.- ela respondeu e eu ri. Porque toda vez que estou nervosa eu começo a rir? É estranho.Quando Eliza saiu do banheiro, ela já estava quase pronta, resolvemos esperá — la, já que a gente não sabia onde era.Porém, ouvimos batidas na porta, Eu esperei que as pessoas perto da porta ouvissem mais não, nem sinal. As batidas continuavam só que dessa vez mais forte. Eu e Maria andamos até a porta e a abrimos, levando um susto._ Ah que bom, já estão prontas!- Thalia disse e nos puxou com força pra fora, nos arrastando. _ Sabem eu acho que posso acabar precisando dos meus braços aqui no acampamento, querida Lia.- eu disse e puxei meus braços e Maria fez o mesmo. A seguimos em direção aos amigos dela e no caso nossos também._ Oie, Annie. O que a gente vai fazer?- perguntei quando parei ao seu lado._ Aparentemente, pega bandeira- ela disse._ Sério?- perguntei sorrindo com certeza meus olhos já estavam brilhando, ela confirmou._ Ah, olha o senhor D! — ela praticamente gritou chamando a atenção de todos. Quem raios é senhor D? Quando de repente, o mesmo cara barbudo e gordo, que nos recebeu ontem, subiu em algo que me lembra o palco. Só podia ser essa criatura, mesmo! Quiron logo subiu no " palco ". E começaram um discurso cansativo, sobre o que é ser um semideus, ao qual eu quase não ouvi, já que até o Dionísio parecia entediado. _ Ele é doido.- sussurrei pra Annie e Thalia, quando percebi que ninguém do nosso grupo ouvia nada do que eles diziam.Maria conversava com Claire, e os meninos conversavam entre si._ Sim é , mas não deixa ele ouvir você falar isso, se não tá ferrada.- Annie disse._ Ih, ele gosta dela, depois dela ter enfrentado ele.- Thalia disse rindo._ Você..... en-enfrentou o Dionísio?- ela perguntou gaguejando e com a boca totalmente escancarada, fiz que sim com a cabeça._ É verdade, se eu ....- Thalia começou._ Garotas, estou vendo que se deram bem.- disse Dionísio, nos chamando a atenção.- Agora, deixem a conversa pra depois, vamos explicar como vai ser.-ele disse e nós demos sorrisos amarelos, enquanto todos nós olhavam._ Bom,hoje vamos treinar com pega bandeira. Como nós temos novatas,- disse Quiron. Sério? Ele tinha que lembrar?- a divisão será diferente, serão meninas contra meninos. Temos o total de 236 semideuses, vai dar certo. A única regra é: não vale ferir o oponente.- ele explicou.Todas as meninas seguiram para um lado, enquanto os meninos iam pro outro. Começaram a vestir uma armadura, onde tinha penas vermelhas no capacete.Thalia nos entregou uma e vestimos. _ Thalia, que peso que tem isso. Parece que tô carregando uma de mim, nisso.- Maria reclamou eu Concordei e ela riu._ Logo, logo vocês se acostumam.As meninas logo se aglomeraram num canto, formando uma rodinha. Cheguei mais perto e pude ver Thalia e Annie no centro da rodinha. Elas estavam fazendo um esquema e pelo que eu descobri as duas são as melhores garotas nesses jogos.Elas decidiram um esquema, que eu não vou explicar porque vai dar trabalho._ Eu preciso de pelo menos uma garota pra ir comigo e com a Annie pegar a bandeira.- Lia disse, interrompendo minha linha de pensamento.Seguiram se uma sequência de " não posso " logo depois. As únicas que ficaram quietas foram nós duas e acho que as outras perceberam pois se viraram logo pra nós.Acho que já sabem quem acabou ficando pra ajudar, né?!Lá estávamos nós, todas lindas (sqn), adentrando aquela floresta, enquanto as outras defendiam e atacavam o outro time. Literalmente atacavam, porque estavam usando espadas.( Não, que isso estavam usando mulas!!)Nós quatro estávamos andando juntas pela floresta sem dar um pio, afinal, não queríamos chamar atenção. Porém, quando um ser pulou direto na nossa frente tivemos que gritar.Quando pude ver melhor o rosto do cidadão e aqueles olhos verdes, só podia ser aquele ser. Era Percy.
_ TÁ DOIDO SEU FILHO DE HERA?- gritei com o garoto a minha frente, afinal, ele queria me matar do coração._ Não, era só uma brincadeirinha.- ele disse com um sorriso maroto nos lábios olhando Annie, enquanto segurava seus pulsos._ SEU SER ACÉFALO, DESPROVIDO DE MAÇA CINZENTA, AMEBA! !- gritou Annie, enquanto tentava dar murros no outro já que tinha se soltado, sabe se lá como.Thalia nos puxou dali quase que imediatamente._ Ela se vira com ele.- sibilou pra nós, referindo — se a Annie, enquanto corríamos em direção ao outro lado daquela floresta gigante, passando por "casais" lutando. Eu e Lia estávamos quase morrendo ali, porém Maria corria como se não houvesse amanhã, ela parecia ser movida a bateria.Na floresta haviam muitas árvores, porém estava um dia ensolarado e o sol sempre achava brechas ali no meio.Corremos aquela floresta gigante e acredite, eu acho que perdi um rim pelo meu caminho de tão grande que era a floresta. Paramos quando avistamos a bandeira azul, as árvores abriam — se para um campo, que dava direto para um mar ( como se fosse uma praia), e a bandeira estava no campo. Só que estava sem ninguém protegê — la, o que era estranho, MUITO estranho, só pra saberem, Ok? O aconteceu em seguida foi mais estranho._ Olá, garotas.- alguém falou e nós viramos assustadas. Encarando quem? Ah, sim o Dave, por quem a Maria quase babava quando se virou ( sorte minha,ela não ler pensamentos) e a pessoa que eu mais odiava nesse mundo, Logan Grace, com um sorriso irônico nos lábios. Eles estavam com as mesmas armaduras que usávamos, porém seus chapéus tinham penas azuis.Sabe, as vezes eu acho que os deuses gostam de tirar uma com a minha cara, só acho._ É... Olá?! — perguntei com uma cara de ferrou para as meninas que assentiram.Os dois a nossa frente começaram a andar em nossa direção com sorrisos maníacos no rosto e nós começamos a recuar em direção ao mar. Você deve estar se perguntando, "mas vocês estão com medo deles?" Só pra deixar claro, cada um empunhava uma espada de ouro e a única que tinha uma espada aqui era a Lia,ainda bem, porque eu sou tão bem lutando quanto uma lontra tentando aprender King fu, sem brincadeira, acho que era capaz de cortar minha própria cabeça com aquilo.Mas voltando ao assunto...Lá estávamos nós, bem na beirada, literalmente, do mar._ Então garotas, o que vai ser?- Dave disse com um sorriso irônico nos lábios, o que me dava vontade de esmurrar a cara daquele ser._ O que a gente faz ?-Lia perguntou nos olhando.Eu parei pra pensar, no que era melhor, ( tentar)lutar com eles e depois correr, ou pular no lago e mesmo com esse calor correr o risco de pegar uma epidemia. "_ Pula."- ouvi uma voz dentro da minha cabeça que, com toda certeza, não era à minha consciência. Ótimo, agora também falo com espírito. O que falta? O batman aparecer aqui e falar que eu sou sobrinha dele?"_ Pula" — a voz insistia , enquanto eu olhava de relance pra água.-"ou então fiquem aí e lutem com eles, aposto que você se sairia bem, isso se vc mesma não se cortasse."- a voz disse com uma ironia que eu conhecia muito bem, era exatamente a mesma que eu usava quando estava impaciente ou irritada._ Quando eu disser três, vocês pulam, Ok? -sussurrei de modo que só as duas ouvissem, elas concordaram._ Três.- eu disse e pulamos de costas as três no mar. Eu havia fechado os olhos, esperando que aquela água gelada viesse de encontro a minha pele, o que não aconteceu, fazendo — me abrir os olhos e encarar a cara espantada de Maria e a sorridente de Lia, pois a água estava morna e conseguíamos respirar lá dentro.Esperamos até Dave resolver avisar Quiron que já estávamos tempo demais debaixo da água, foi quando Dave passou por entre as árvores,( Lia conseguia ver, de onde estava o que acontecia na superfície ) que pulamos pra fora da água, dando um susto em Grace, que logo empunhou novamente a espada.Thalia travou uma guerra com o mesmo enquanto eu e Maria íamos sorrateiramente em direção a bandeira azul. Demorou poucos segundos para conseguimos encostar na mesma, mas quando o fizemos, suspiramos aliviadas, afinal, de um jeito ou de outro havíamos ganhado._ GANHAMOOOOOS!!- esbravejamos ao levantar a bandeira, fazendo com que os dois a nossa frente parassem de brigar e nos olhassem. Lia correu até nós com um sorriso no rosto, deixando pra trás um Grace com a expressão irritada e frustrada ao mesmo tempo.Em pouco tempo, formou — se um motim em nossa volta, porém eu só consegui rir da expressão confusa do Dave quando chegou com Quiron, enquanto as meninas comemoravam.Quiron sorria orgulhoso enquanto abria espaço entre as pessoas, vindo em nossa direção._ Bom, estou muito orgulhoso de vocês, garotas!- ele esbravejou, fazendo os garotos reviraram os olhos. Humpf, invejosos.- Mostraram que são verdadeiras guerreiras!Ele ia continuar a falar, só que uma garota o interrompeu, ela era alta, tinha cabelos ruivos e olhava com descrença pro "homem"._ É o que a gente ganha?- ela perguntou com uma voz estridente, fazendo Maria estremecer o meu lado._ Vocês terão o dia livre de treinamento amanhã.- ele disse e logo foi seguido de gritos agudos das meninas e vaias dos garotos, que ele esperou pacientemente acabarem — Todos vocês, terão a tarde livre e já para o refeitório que o almoço será servido.- gritou enquanto saia, sendo seguido por vários semideuses esfomeados.Eu e Lia íamos sair, quando Maria nos puxou pela gola da blusa._ Temos que esperar o resto das garotas.- ela contestou._ Temos não. — dissemos juntas e logo depois fizemos biquinhos e caras de cachorro que caiu da mudança._ Por favorzinho.- eu e Thalia começamos a repetir várias vezes, enquanto ela fazia que não.Por obra do destino ou não, quando ela fechou os olhos e suspirou, acabou nos soltando, e é claro, aproveitamos a brecha e comemos como se nossa vida dependesse daquilo em direção ao refeitório, com uma certa morena irada atrás de nós. Quando eu e Thalia avistamos o refeitório, gritamos com toda força que nos restava._ COMIDAAA. — fazendo com que todos nos olhassem quando adentramos o refeitório e ajoelhamos em frente a mesa com o banquete._ Graças aos deuses!- comemoramos ~ lê -se quase chorando de alegria.~Porém, todo esse momento lindo acabou quando uma certa morena, chegou correndo, parando somente para apoiar- se nos joelhos, para respirar, chamando mais uma vez a atenção de todos._ Eu juro.... por tudo..... que é mais sagrado..... que eu... vou matar... vocês duas!- ela ameaçou apontando pra nós duas, que rimos e fomos nos servir.Eu peguei um prato e comecei a escolher o que queria, acabei ficando com um pouco de arroz e strogonoff de frango. Terminamos e eu e Lia fomos em direção a fogueira, agradecer, para logo depois, irmos em direção a mesa.Onde eu tive a visão do paraíso. Sabe porque?Tinha uma garrafa de Coca-Cola bem no meio da nossa mesa ( a de Zeus,Ok? ). Vc deve estar se perguntando, e daí? Bom, digamos que eu sou VICIADA em Coca Cola desde pequena e sigamos que bem, quando eu bebo eu fico meio AEREA, da última vez, disseram que eu comecei a pular igual pipoca, além de falar coisa nada a ver e rir igual uma louca. E bem, meus pais meio que me proibiram por um tempo.Bom, voltando dos meus devaneios, eu fui chegando perto da nossa mesa, seguindo Thalia._ Ah, você está bem?- Annabeth me perguntou quando me sentei, todos já estavam a mesa e eu com certeza estava encarando a garrafa como se nunca tivesse visto uma.Maria que estava sentada ao meu lado dessa vez, seguiu meu olhar e parou na garrafa, já entendendo o porque de eu estar daquele jeito._ Não.- ela falou decididamente._ Pooooor favooor.- fiz bico e arrastei as palavras tentando convencê — la. Ela não queria me deixar tomar refrigerante, vê se pode?! É quase um crime ou um pecado.Todos nós olhavam confusos, então ela tratou logo de explicar._ Ela meio que tem um problema com Coca Cola.- ela disse se referindo a mim.-É tipo as pessoas alcoólicas, só que o vício dela é de Coca Cola e acredite, ela pode ser bem pior que gente bêbada. — ela disse e vi a compreensão passar por todos. Droga, eles estavam entendendo e iam ajudá -la, ou seja, Maria Eduarda 1x0 Natállya.Aproveitei a distração de todos e tentei pegar a garrafa, porém alguém foi mais rápido e a tomou de mim. Olhei pra cima e pude ver Percy com uma cara de preocupação pra mim._ Me dá.- praticamente rosnei pra ele.- AGORA.-gritei, eu já estava estressada. Todos me conhecem, se você presa mesmo a sua vida nunca, nunquinha, tire algo que eu goste de mim._ Não, você não pode.- ele contestou._ Perseus, por todos os raios de Zeus me dá essa garrafa, AGORA. Ou eu não me responsabilizo pelo que sou capaz de fazer, acredite.- eu comecei séria, mas logo depois sorri como uma maníaca ( que é por algum motivo é o meu sorriso que dá mais medo nas pessoas), enquanto tentava pegar a garrafa dele, que já estava de pé e havia erguido a garrafa pra eu não pegar e eu pulava.Eu por acaso já disse que ODEIO pessoas altas?!Principalmente, quando você é baixinha e o poste resolve tirar uma com a sua cara. E todo mundo, não dá nossa mesa, sim do refeitório, nos olhava, deixando tudo mais ridículo.Eu percebi que eles não iam mesmo me deixar pegar, então suspirei cansada e me joguei no meu banco.Mas se estão achando que eu desisti, vou te dizer uma coisa:Natállya Mendanha não desiste. E está pra nascer a pessoa que vai me tirar o refrigerante e eu deixar isso barato, esta para nascer.Me levantei mais uma vez, assustando — os já que os mesmos já tinham começado a comer e conversar e Perseus tinha escondido minha garrafa de refrigerante. Fui até a mesa mais próxima, a qual eu vi um refrigerante, que por coincidência, era a mesa de Hefesto.Fui até a ponta da mesa, onde pude ver um garoto de pele branca, cabelos castanhos e olhos pretos sentados e devo dizer, ele era lindo._ Será... que você pode me dar um refrigerante.- disse mordendo de leve meu lábio inferior._ C- Claro.- o garoto gaguejou, o que me fez ter vontade de rir, já que o mesmo também tinha corado.Ele pegou a garrafa e colocou um pouco de refrigerante.Quando ele se sentou de novo, eu me abaixei e lhe dei um beijo na bochecha, deixando — o extremamente vermelho._ Muito obrigada.- sussurrei em seu ouvido, antes de caminhar até minha mesa com o copo em mãos, todos lá me olharam como se eu fosse doida, porém eu apenas me joguei na cadeira pronta para começar apenas comer._ Ah só mais um aviso,- disse sorrindo pra eles, enquanto me olhavam.- se um de vocês tentar pegar meu refrigerante eu juro por todos os deuses, até pelas barbas de Merlin, que eu farei a pessoa se arrepender de ter nascido.- eu disse com um sorriso maroto no rosto , quando eles me olharam surpresos e com olhos arregalados.O almoço correu bem, todos ficamos conversando, quando percebemos éramos os únicos no refeitório.Maria se levantou junto com os outros da mesa, deixando somente eu (que por sinal ainda tava comendo), Thalia e Andrew.Thalia e Andrew estavam se encarando sentados na mesa, mesmo já tendo levado os pratos sujos.Passado alguns minutos com a gente em absoluto silêncio, eu terminei de comer e os dois continuavam se encarando e aquilo estava ficando estranho, muito estranho.Me levantei de modo que fizesse bastante barulho, pra ver se eles lembravam que eu ainda tava lá. E deu certo, pois Lia quase caiu do banco, enquanto Andrew se virava automaticamente pra mim._ É... eu vou levar isso lá, ok?- perguntei levantando o prato em minhas mãos, indicando-o. Os dois simplesmente deram um aceno com a cabeça.Me virei e andei em direção a cozinha do refeitório onde uma mulher terminava de lavar os pratos e pegou os que estavam comigo.Me virei e comecei a andar em direção a mesa para chamá-los quando percebi que, Lia estava sentada na mesa sozinha, olhando pra entrada do refeitório. Olhei para o mesmo lugar onde eu vi Drew, andando em direção à uma loira peituda, que aparentemente tinha acabado de entrar. Tive uma idéia. Eu já sabia o que fazer, minha idéia podia ser considerada um grande passo pra humanidade, já que eu estava tentando juntar duas mulas.Corri como se fosse uma louca,desviando das mesas, até chegar em Thals, onde praticamente a derrubei da cadeira, enquanto a tentava arrastar, em direção à saída._ Calma, Natállya!!-ela reclamou, mas eu a puxei mais forte e ela percebeu que se não corresse seria arrastada, então começou a correr.Eu só tinha foco na saída. Por isso, quase não percebi que passei o "casalzinho", porém Thalia me puxou fazendo com que ficasse de frente para as costas da loira peituda. Lia era esperta, pelo menos parte do meu plano ela já havia entendido.A loira ainda não conseguia nos ver, mas Andrew que estava na frente dela nos encarava com os olhos arregalados. Fazendo um sinal de "vaza daqui" sem que a garota percebesse.Ignorei e continuei meu plano._ Ora, ora, Drew não vai nos apresentar sua nova amiga?- fingi uma repreensão,enquanto Lia assistia calada, o desespero de Andrew, e a cara de confusão da garota.Ela era loira, dos olhos pretos, da pele branca, e usava um vestido vermelho escarlate tão curto e justo, que eu não sei como ela ainda tava respirando._ Quem são essas?- a garota perguntou fazendo uma voz manhosa ( que quase me fez vomitar tudo que eu havia comido) e um semblante de nojo no rosto, enquanto nos olhava.Já Andrew, nos olhava com os olhos semicerrados e suspirou fundo antes de dizer, o que me fez prender a risada, ( qual é?! Eu adoro irritar as pessoas)._ São Thalia Grace, filha de Zeus e Natállya Mendanha, uma amiga.- ele disse entre dentes.Ignorei a cara dele e encarei a garota a minha frente:_ Qual é o seu nome?- perguntei docemente._ Fernanda, uma ninfa.- ela respondeu com orgulho, enquanto puxava o vestido pra cima, quase mostrando a calcinha ." Por que não faz top-less, logo, ou então fica pelada, dá menos trabalho que ter que fazer um funeral, pois eu te juro, ela não tá respirando!!!"- pensei._ Faz jus ao nome.- fingi murmurar para que eles ouvissem. Thalia e Drew só ouviam._ Como??- ela perguntou com uma voz mas estridente que choro de bebê._ Não, é que sabe, na minha avó tinham animais aí eu chamei a que eu mais gostava de Fernanda!- disse sorrindo._ Awn... que animal?- ela perguntou._ Uma galinha.- respondi e Thalia e eu explodimos em gargalhadas, enquanto Drew e Fernanda, ficavam vermelhos._ Do que você me chamou?!- ela gritou. E tentou pular em cima de mim, mas Drew segurou seus braços._ Ué? Na evolução das galinhas,elas aprendem a falar, mas danificou a audição?- perguntei prendendo a risada. Enquanto Thalia estava roxa de tanto rir. _ Você me chamou de galinha e de surda?- gritou indignada._ É parece que nessa evolução também retiram toda a massa cinzenta, só que em você deve que não tinha nenhuma, aí dificultou o processo.- respondi calmamente, porém quase me matando de rir._ Você tá me chamando de burra? Andrew, você vai deixar essa pirralha me chamar assim?- ela gritou indignada, enquanto encarava o garoto. Eu também o encarei, só que com as sobrancelhas arqueadas, como se o desafiasse. Ele paralisou e eu percebi que ele não responderia. Affs! _ Filha, dá pra ir ciscar em outro lugar ou tá difícil?- perguntei e a garota saiu pisando duro e bufando.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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