Como Matar Deuses?

3 Portal for the worst.


Amanheceu no mundo humano, porém, aquela pequena dimensão ainda era de noite, não havia mudado muita coisa. A escuridão não acabava, não importando o horário.

Todos haviam descido, cada um trajando um sobretudo com uma gorro pretos, cobrindo praticamente todo o rosto.

Orange se encontrava no laboratório, fazendo alguns ajustes em um aparato de ferro, que estava preso ao teto, juntamente com mais três, ao chão, formando perfeitamente um triângulo. Os outros entraram no laboratório, olhando o que o cientista fazia.

-Estão todos preparados, certo? Depois daqui, não será possível voltar, até que o objetivo seja concluído.

-Er... Porque estamos usando essa capa de merda? — Indagou Volpe, com seu tom de voz ignorante.

-Após passarem pelos portais, a primeira camada de tecido do corpo é desintegrada, independente de ser pele, ou roupas. Não quero ninguém nu ou em carne viva após atravessarem isso.

-Como quiser. — Respondeu Volpe,

Orange foi até seu notebook, pressionando algumas teclas aleatórias, então, três feixes de luz são disparados da ponta dos equipamentos, unindo-se, dando abertura a uma porta de madeira preta enorme e luxuosa, que se abria lentamente, mostrando uma espécie de fenda dimensional.

-Microcâmeras estão implantadas na retina de todos... Iremos gravar o ocorrido em ambos os locais, para que eu possa concluir minha pesquisa depois. Cada um irá ser enviado para o local com o ser com os poderes mais próximos dos seus, então, aproveitem o máximo para treinar e melhorar suas habilidades. Alguém tem algo a dizer antes da partida?

-Não gosto de participar de suas experiências, Orange; você é desumano. — Retrucou Matrune, fitando Orange seriamente.

-Ah, pessoal, vamos lá, vai ser divertido, e vamos bater em muita gente! — Disse Cobal animado.

-Bom, sobrevivam todos. Nada mais a dizer, vamos. — Finalizou Hankaruko.

Ambos iam em direção ao portal, sumindo da sala. Orange foi o último, desligando o notebook. Após isso, o portal se fechou.