Notas iniciais
gente, consegui - graças a uma suuuper amiga minha - uma ideia perfeita pra alongar a fic e decidi que vou escrever até ficar tão chato que vocês vão parar de mandar reviews. mas eu vou tentar fazer uma fic interativa, o que quer dizer que vocês vão poder votar e decidir o futuro de algumas coisas aqui, ok ? HAHAHAH' bom, decidi fazer isso porque vocês querem tanto que eu alongue a fic que seria muita zoeira minha acabar em cinco capítulos - o que era a minha previsão.

Então, só me resta desejar boa leitura

-Tom ? — Jenny repetiu olhando fundo nos olhos de Miranda.

-Me desculpe amor... — Miranda disse venenosa — tenho que ir, tem umas certas pessoas aqui a quem nós não devemos satisfação...

-Quem ? — o kaulitz perguntou do outro lado da linha.

-Ninguém importante. — ela sorriu — vou desligar... eu te amo, MEU namorado.

Miranda fechou o celular e encarou bem firme os olhos azuis de Jenny, que naquele momento estavam meio cinza, meio verde.

-Ele. não. é. seu. namorado. — Jenny estava com raiva.

-Ah, fofinha, ele é SIM. — Miranda se gabou.

-Duvido muito que ele vá gostar de alguém como você. — Jenny sorriu — mas se bem... — ela olhou Miranda de cima a baixo, novamente ela usava uma roupa típica dela. um mini vestido prata com uma bota de cano longo preta e o cabelo solto. nos lábios um batom rosa chiclete e os olhos muito, muito pintados — se bem... — repetiu — que o Tom anda com uma certa tendência a se apaixonar por piranhas, sem classe e metidas a bonequinhas de luxo, — foi a vez de Jenny envenenar a voz — mas que infelizmente... não passam daquelas bonecas infláveis de sex shop. — Jenny riu com indiferença e Thomás e Filipe olhavam pra ela sem entender nada.

Miranda ouviu o insulto boquiaberta e fechou os olhos, como se mastigasse tudo aquilo.

BONECA INFLÁVEL ?Aquela piranha metida a besta ia pagar com a língua pelo que estava dizendo.

As pessoas ao redor tentavam disfarçar o riso e Miranda ficava cada vez mais azul de tanta raiva.

No apartamento de Jenny, nos EUA...

O pai de Jenny estava sentado apreciando o vinho tinto e um bom livro, totalmente relaxado, jogado no sofá da sala.

Ele aproveitava um dos raros momentos de lazer que tinha.

A campainha tocou, ele ficou puto. Se levantou com calma pra atender a merda da porta.

-Quem... — ele arregalou os olhos ao ver quem estava parada lá.

-Surpreso em me ver ? — a mulher disse.

E ele não respondeu.

No apartamento de Gustav, na Alemanha...

-Cara, o Tom tá puto, isso está mais claro que o fato de que as vacas dão leite. — Gustav disse.

-E queijo. — confirmou Georg.

-Mas as vacas não dão queijo. — Bill negou de forma óbvia.

-Claro que dão ! — brigou — Você acha que o queijo é feito de que ?Da lã dos carneirinhos felizes ? — ele torceu o nariz.

Bill ignorou e suspirou.

-O que podemos fazer ?

-Não sei. — disse Gustav — mas pode ser que ele esteja afim dela. quer dizer, da Jenny.

-Não. eu acho muito pouco provável. o Tom não se apaixona. ele pode achar que sim, mas o que ele diz que é amor, eu chamo de problemas sérios de carência sexual.

-É. — Gustav concordou.

-Tudo bem, então o que podemos fazer ?Ele esta abalado, não esta com paciencia pra nada, vive de mau-humor... ele tá um porre total.

-Ah, nem é.

-Cara, eu peguei ele assistindo a noviça rebelde na tv ontem...

-Po, então a situação tá complicada, mais do que a gente pensou. — disse Gustav.

-Ei! Qual o problema com a noviça ? — Georg se manifestou e Bill ficou pensando em como uma pessoa consegue ser tão pata.

-Ok. VOLTANDO. — ele começou — Temos que fazer alguma coisa.

-Porque nós não tentamos não tentar nada ? — disse Gustav — A gente já se meteu demais e não estamos ajudando. temos que ser realistas, pior que a gente só o Georg pra dar conselho amoroso.

-Ok. não vou me meter mais então. — Bill fez pirraça.

Gustav bufou e Georg se levantou atrás de um sanduíche.

De volta ao apartamento dos Rice...

-Jessica, eu não esperava... — o sr.Rice começou.

-Jack, eu quero falar com a Jenny.

-Olha, Jess, eu sinto muito, mas não vai ser possível.

-Você não pode me proibir de ver a minha filha pra sempre. — brigou.

Jessica era alta, loira e tinha a pele morena. ela tinha um rosto fino e traços bem marcados, um nariz pequeno, mas lábios grandes. A mulher usava um vestido branco com uma estampa praiana e acessórios dourados, além de uma maxibolsa. Ela tinha um jeito leve e ao mesmo tempo firme.

-Ela não está aqui. — Jack falou entredentes.

-Eu espero ela chegar. — sorriu.

-Pode esperar sentada. — ele ia fechar a porta, mas ela parou com o pé.

-Nós temos que conversar, Jack.

-Não temos mais nada o que conversar.

-Eu quero a minha filha. — ela parecia amargurada.

-E eu quero que você vá embora. AGORA. — ele forçou a porta.

-Eu não vou a lugar nenhum. — disse com a voz agressiva.

-Tudo bem então. — ele escancarou a porta e ela entrou, observando atentamente o local.

Notas finais
bom ?