Como Eu Quero
108 Minha Doida Querida do Meu Coração
Notas iniciais
Sary on
-Jú?
-Não, não o elefante dumbo! O que você acha Saryelle?
-No começo tive duvidas por causa das suas orelhas de abano, agora com todo esse tratamento de rainha tenho CER-TE-ZA que é você. (gargalhei)
-Vai demorar muito ou coisa devagar de raciocínio?
-Não, chego ai em meia hora.
Drake me olhou como se me repreendesse.
-Jú chego em 40 minutos (dei a língua pra ele)
-Tá, cuida que eu to com fome o Dani ta me deixando louca e o Carlos não faz merda nenhuma pra segurar o Daniel.
Ouvi-a berrando ao celular.
-DAAANIEEELLL, EU TO NO TELEFONE, DEIXA EU FALAAARR! MERDA!
-Ei, você bebeu, grita LOOONGE DO TEEELEEFONEEEEE! Louca.
-Saryelle não roube meu juízo, e agiliza em nome do Senhor.
Desligou o telefone na minha cara. Júlia é mais grossa que porta de igreja.
-Preciso sair, vou buscar a Jú no aeroporto. (disse me aproximando deles na sala)
-Pensei que ela chegaria a tarde? (disse Drake)
-Eu também, ela tem o juízo afetado, mais é uma pessoa boa. (rimos)
Subi pra trocar de roupa e o Drake entrou no quarto.
-Se você quiser o Calvin pode te levar.
-Não eu vou dirigindo.
-Não vá correr Sary, uma hora dessas o transito é horrível, pode ser perigoso.
-Meu amor, relaxa prometo que não vou dirigir como ontem ta bom, sou boa motorista. (nos beijamos demoradamente e saímos do quarto)
-Adíos a todos.
-Até Sary
Sai e entrei no carro em direção ao aeroporto, o transito tava de fazer raiva. A Jú vai me matar e depois triturar. 25 minutos presa no congestionamento e fora o tempo do percurso, enfim estacionei. Entrei no saguão e os vi, Jú de costas no banco, Carlos mais parecia irmão do Dani que pai.
-CHEGUEI POVO QUE ME AMA! (dei um pulinho, abri os braços e o sorriso)
-Saryelle, EU TO COM FOME e você chega quase de madrugada.
-Júlia minha filha melhore! Tem certeza que você não quer ir para o México concorrer a uma vaga de atriz? (falei murchando o abraço e o sorriso)
-Abuso me da logo um abraço.
Nos abraçamos com força, pra mim fazia milênios que não recedia um abraço daqueles, era bom sentir um abraço seguro e verdadeiro de alguém como ela.
-Daniiii, tia Sary.
Ele saiu quase que voando do colo do Carlos e veio correndo até mim.
-Tia... Tia... Tia.
-Oi meu bochechudo, não corre, assim você cai.
Ele pulou nos meus braços e me agarrou pelos braços e cintura, parecia um macaquinho.
-Meu amor como você esta lindo.
-Tia Sary senti saudade.
-Eu também meu amor, a tia Sary também.
Ele se agarrou com toda força que tinha, não pude evitar e comecei a chorar feito boba, ele se afastou um pouco e olhou pra o Carlos.
-Oi... Carlos (respirei fundo) faz tempo que não nos víamos, (nos abraçamos)
-Papai me dá.
Carlos foi até a bolsa e pegou alguns chocolates e pós na mãozinha do Dani.
-Tia... Te amo. Feliz ano novo.
-Meu amor... Amor da minha vidaaaaa (dei vários beijinhos no rosto dele o fazendo rir)
-Tá tudo muito bom, lindo, uma graça, porem eu ainda to vesga de fome, vamos logo.
-Jú meu amor como você é delicada. (Carlos falou sorrindo)
-Por que você não comeu nada por aqui, Jú?
-Quero comida, não porcaria.
-Hoje você ta tão chata que até o seu reflexo no espelho não te suporta (rimos), vamos.
-Amém! (falou ela)
Todos nos seus lugares no carro em tão partimos par a casa do Drake, Jú e eu falávamos sem parar.
-Será que vocês beberam água de chocalho? Cara que matracas, tinha esquecido esse detalhe, pare de falar duas matracas. (rimos)
-Ou meu amigo, não reclama não, quando nos casamos você já sabia como era a situação.
A volta para a casa do Drake foi regada a conversas altas e risadas.
CONTINUA...
Notas finais
luci
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