Como Eu Quero

32 Ele Cuida de Mim


Notas iniciais
Essa é a última do fim de semana.

Bruno on

-Sary? Sary...

Quando desci do carro a vi escorregando pela lateral e corri para segura lá, ela estava desmaiada, a sentei no banco do passageiro e tentei reanima lá, pouco tempo depois vi suas mãos se mexendo.

-Sary, acorda vai, fala comigo.

Ela apenas mexia as mãos, não podia ficar com ela na rua, então coloquei o sinto de segurança nela e dirigi até o Mirage. Ela ainda estava desacordada o que me preocupava. Assim que virei à esquina pude ser a fachada do Mirage.

-Até que enfim.

Parei o carro e dei a volta para a outra porta, dei as chaves ao manobrista e a carreguei comigo.

-Oi, preciso saber o número do quarto dessa moça, por favor. (falei ao recepcionista)

-4º andar quarto 08 quase no fim do corredor, precisa de alguma coisa Srº?

-Não!

Entrei no elevador a olhava entre meus braços sem proteção alguma.

-4º andar, ótimo, fim do corredor... Nossa não tinha nada mais distante?

Peguei o cartão magnético e abri a porta, a deitei calmamente na cama, tirei suas sapatilhas e acomodei bem, tirei meus óculos e chapéu. Fui pra perto dela e chamava seu nome baixinho, até que ouvi um gemido que formava meu nome.

-Sary, meu amor acorda eu to aqui, olha pra mim.

Os olhos dela estavam pesados mais ela conseguiu abri lós.

-Bruno? O que houve? Onde estamos?

-Já estava preocupado, você não queria acordar. Estamos no Mirage. Não faça mais isso (a abracei com força)

-Tá bom quando eu desmaiar eu aviso com antecedência. (ela deu meio sorriso e retribuiu o abraço)

-Você precisa comer alguma coisa. Vou pedir alguma coisa pra nós.

Ela não falou nada enquanto esperávamos pedido, ela estava deitada na cama, sem se mexer. Então me aproximei dela e ouvi soluços.

-Sary, não chora, não fica assim, vem cá.

A levantei na cama e a abracei, enquanto ela soluçava forte, optei por não falar nada, às vezes é bom desabafar, até os durões choram porque com ela seria diferente. Eu estou aqui meu amor e só saiu quando você estiver do jeito que te conheci. Ela se afastou e com o rosto molhado olhou pro chão.

-Me desculpa, atrapalhei o dia de todo mundo.

Ergui sua cabeça para que olhasse pra mim, mais os olhos passeavam por todo o quarto, menos pra mim.

-Sary olha pra mim, não precisa pedir desculpas nem ficar com vergonha, isso acontece, minha querida.

Ouvi o meu celular tocar. Olhei para ela que já suspeitava quem era.

-Oi Alice. Eu estou no Mirage, é o hotel. A Sary passou mal no estúdio e eu a trouxe para o hotel, não ela não esta bem e não pode ficar sozinha, olha depois conversamos.

Quando me virei ela estava deitada na mesma posição.

-SERVIÇO DE QUARTO!

Atendi a porta e trouxe o carrinho pra perto da cama.

-Vem, vira pra cá, o lanche chegou.

Ela se virou e fitou a bandeja com uma cara de rejeição.

-Que cara é essa mulher, parece que a comida ta fazendo careta pra você. Logo você que come como um dragão, não sei pra onde vai tanta comida (eu ri)

-É que... Sei lá...

-Nada disso, anda começa dando uma mordida no morango vai. (levei o morango a boca dela)

Ela aceitou o morango e ria enquanto mastigava.

-Vai comendo esses aqui e me dá as uvas. (falei puxando as uvas pra perto de mim)

-Ei nada disso, quero uva também, me da algumas pelo menos, Bruno. (Sary veio pra perto de mim e caiu sobre o meu corpo)

Paramos e nos fitamos por alguns instantes, senti sua respiração tão ofegante quanto a minha. Ela se aproximou e quando eu pensei que íamos nos beijar ela parou.

-Ei disse que queria as uvas, não disse? (ela roubou da minha mão as uvas)

-Isso é golpe muito baixo sabia, me da às uvas e come os morangos.

-Que coisa mais feia Bruno Mars, você um BILIONARIO brigando comigo que estou doente por causa de uvas e morangos. (rimos)

-Como você é dramática, não, seria ótima atriz. Iai como fica? (apontou com os olhos para as frutas)

-AA!! Isso é fácil. (ela simplesmente colocou um pouco dos morangos junto das uvas e vez o mesmo com as uvas) pronto, nem doeu, egoísta. (ela sorriu)

Comemos as frutas e abri a bolsa dela

-Mexendo nas minhas coisas e nem pra disfarçar? (falou com um falso tom de chateação)

-Antes que você enjoei de novo, não posso desejar você sem tomar o medicamento. Lembra? (peguei a caixa com comprimidos e entreguei pra ela com água)

-Nossa você é pior que minha mãe. (ela tomou o remédio e eu me sentei no sofá na sua frente)

-Vem pra cá Bruno.

-É melhor você ficar ai sozinha, assim você fica mais a vontade.

-Uma cama desse tamanho, acho que se os meninos viessem pra cá ainda sim eu ficava a vontade. (ela riu)

-Anda Bruno, prometo que não vou te morder se é isso que pensa. (ela bateu na cama e eu não pude resistir)

Tirei os tênis e me deitei próximo a ela, que se aconchegou no meu braço.

-Gosto quando fica assim, bem pertinho de mim. (a abracei a trazendo mais par aperto)

-Também gosto, me protege... Me esquenta. Sinto sua falta Bruno. (Sary dizia enquanto se apertava ainda mais a mim)

-Sary meu amor! (foi à única coisa que eu pude falar, depois de beijar sua testa eu não conseguia ser tão honesto quanto ela sentimentalmente falando).

A respiração dela estava calma ela adormeceu junto a mim, estava tão gostoso ficar com ela que tinha esquecido de voltar pra reunião, também já passava das13 da tarde eu ficaria com ela até o momento que fosse preciso.

CONTINUA...

Notas finais
Prometo postar no proxímo entre um estudo e outro.
kkkkkk
kiss 4u amores de mi vida