Notas iniciais
Heey Amoras, como vão? Queria me desculpar por atrasar o capítulo, esses dias não consegui escrever uma palavra sequer, meu melhor amigo entrou em coma profundo em recorrência do Câncer que se espalhou além de ter feito nesse fim de semana um transplante de rins de urgência, ou seja, esses dias estava impossível escrever ou pensar em qualquer coisa, creio que vocês entendam. Eu simplesmente estou apaixonada por esse capítulo, espero que gostem tanto como eu gostei. Agora deixa de enrolação creio que vocês querem logo o capítulo. Boa Leitura

– Kath! — Chamei minha prima pela milésima vez — Vamos, o Damon já está lá embaixo!

– Estou pronta! — Avisou saindo do banheiro

– Finalmente! — Revirei os olhos

Peguei a bolsa que estava em cima do sofá fechei o apartamento enquanto a Kath chamava o Elevador que estava no térreo, moro no 30° andar, ia demorar.

– Não sei pra que se arrumar tanto — Disse revirando os olhos

– Não estou muito arrumada! — Se defendeu, ela estava vestindo um vestido vermelho de seda marcado na cintura, uma sandália de salto preto e os cabelos cacheados como sempre — Não vou sair como uma mendiga também.

– Sei! — Dei um sorriso de lado malicioso — Tem nome toda essa arrumação, Stefan Pierce!

– Cala boca, Elena! — Pediu revirando os olhos — E você, tá toda arrumada também, senão tivesse noiva diria que também está se arrumando para alguém, Damon Salvatore! — Falou destilando malícia

– Como você disse, estou noiva! — E nem estava tão arrumada assim, coloquei um vestido de alcinha branco, um cardigã verde oliva claro e uma sandália cor da pele.

– Mas não te impede de dá uns pegas no pai da sua filha!

– KATHERINE! — Olhei vermelha pra ela — Olha o que você tá falando sua louca! Estou noiva do Elijah, tenho um compromisso sério com ele!

– Você esqueceu uma coisa! — Falou olhando as unhas pretas

– O que?

– De falar que ama ele! — Deu um sorriso sacana e eu revirei os olhos.

– Cala boca, Senhora Pierce!

– Senhora Salvatore!

– PIERCE!

– SALVATORE!

– PIER... — Fui interrompida pelo barulho do elevador, olhamos uma para a outra e começamos a gargalhar com a nossa infantilidade.

Pegamos o elevador e descemos uma brigando com a outra como duas crianças, quando cheguei na portaria Ammy veio correndo até mim e abraçou minha cintura.

– Mamãe! — Abaixei e peguei ela no colo

– Estava morrendo de saudades — Dei um beijo no seu rosto

– Mas você me viu ontem, Mamãe! — Revirou os olhos

– Por isso mesmo, ontem faz tanto tempo! — Coloquei ela no chão

– Madrinha! — Abraçou a Kath

– Oi Damon! — Sorri pro Damon

– Oi Lena! — Ele se aproximou de mim — Se me permite, está linda — Eu corei até a raiz do cabelo e a Kath que estava com a Ammy me olhou maliciosa.

– Vamos? — Perguntei me virando para a Kath e a minha filha, que estava com uma roupa adorável, um vestido rosa plissado de chiffon.

Ammy saiu aos pulos puxando a madrinha pelos braços até o carro, eu tinha conversado com ela e pelo o que eu soube estava sendo menos "marrenta" com o pai.

Todos entramos no carro do Damon, fui na frente com ele e a Kath com a Ammy atrás, Damon prendeu a nossa filha na cadeirinha, entrou no carro e deu partida. Quando estávamos saindo da cidade ouvimos a Ammy.

–Papai, coloca música! — Ela pediu, Damon parou no acostamento olhou pra mim com os olhos marejados, olhei para trás e Ammy estava brincando com a Gaivota de pano dela.

– Como filha? — Ele perguntou, estava com um sorriso bobo

– Música, papai! — Ela pediu como se fosse obvio.

Olhei para a Kath que estava com um sorriso enorme.

– Claro, meu amor! Quer ouvir o que? — Ele perguntou ainda sem acreditar, aquela era a primeira vez que a Ammy chamava o Damon de pai.

– Hmmm... — Ela pensou por um momento — Mãe, qual o nome daquela banda legal que a gente sempre ouvia em Londres?

– Beatles, querida! — Sorri respondendo.

– Isso, põe Beatles pai! — Ela pediu, Damon fechou os olhos, eu sabia de como era incrível nossos filhos nos chamarem de pai/mãe pela primeira vez.

Damon colocou "Hey Jude" e minha filha começou a cantarolar baixinho. Ele estava com um sorriso e um brilho no olhar que podia iluminar o mundo, Ammy tinha o chamado de pai, e foi tão natural, que ela mal percebeu.

A viagem de ida para a fazenda dos Salvatores foi tranquila, Damon para fazer as vontades da filha, como qualquer pai coruja, tocou toda a discografia dos Beatles e Ammy junto com o pai cantarolava, eu ficava olhando os dois, e eram tão parecidos em tudo.

– Ual! — Foi a vez da minha filha exclamar — Aqui que meus avós mora, pai?

– Sim filha! — Damon sorriu, cada vez que ela o chamava de pai ele sorria bobo — Você vai adorar seus avós.

A estrada para a casa principal dos Salvatores era linda, parecia um bosque, quando chegamos na mansão dos Salvatores os pais do Damon estavam nos esperando na entrada da casa.

Kath se soltou do cinto de segurança e soltou a Ammy da cadeirinha assim que parou o carro e ajudou ela a descer.

– Ammy, querida vêm cá! — Pediu o Damon — Essa aqui é sua avó Jane e seu avô Giuseppe.

Ela estava corada, se escondeu atrás da perna do pai e sorriu sem jeito

– Oi.

– Oi princesa — Foi a vez da Dona Jane falar, ela estava com um lenço na cabeça, mas tinha aquele sorriso bondoso no rosto — Eu sou sua vovó, mas você me chama assim se você quiser. E aquele ali é seu vovó.

– Oie principessa — Seu Giuseppe disse em Italiano o que fez Ammy rir

– Oi vovó e vovô! — Ela sorriu eles se derreteram

– Elena, querida, tudo bem? — Me perguntou a Dona Jane, lhe dei um abraço de depois outro no seu Giuseppe

– Está sim, lembra da minha prima Katherine? — Perguntei apresentando a Kath

– Sim, do casamento do mais novo dos Mikaelson — Mãe do Damon sorriu — Está linda querida!

– Porque não entramos todos? — Perguntou o Damon pegando a mão da Ammy

– Vamos, suas irmãs com as crianças então lá dentro — Avisou Seu Giuseppe

Entramos todos na mansão dos Salvatores, ainda me lembro do meu último almoço aqui, e lembro bem que foi o motivo da minha Ammy existir, um frio percorreu minha espinha ao lembrar daquela noite.

– Ammy, essas aqui são suas tias, Rose e April — Damon apresentou as irmãs que deram um beijo no rosto da sobrinha — Esses aqui são seus primos, Noah, Bella e a Charlie — Ammy sorriu, ela não tinha muitas crianças para brincar, e do nada ganhou mais 3 primos novos.

Eles correram para o jardim para brincar, até mesmo a menor que era a Bella, que devia ter no máximo uns 2 anos e meio.

– Ela é um amor, Elena! — Elogiou a April — E não nega ser uma Salvatore, Mãe não é a cara do Damon quando era criança? — Perguntou á mãe dela encantada com a sobrinha

– Posso dizer que a Ammy é uma mistura sua April com o Damon — Sorriu, pelo jeito Dona Jane era uma avó coruja.

– E o Stefan, não vai vir? — Perguntei e olhei diretamente para a Kath que ficou vermelha

– Ele teve um contratempo e vai chegar um pouco atrasado — Explicou a Rose se sentando do meu lado — Tanto tempo Lena — Ela sorriu

– Digo o mesmo, o Noah está enorme e a sua caçula é linda, digo o mesmo da Bella, April! — Sorri. Continuamos a conversar, até que pedi licença para ir ver a Ammy no quintal.

Ela estava brincando junto com a Charlie, os homens, Seu Giuseppe, Damon, Mason, marido da Rose, e o Vítor, marido da April, estavam conversando olhando as crianças.

Encostei em uma árvore olhando a cena das crianças brincando no imenso jardim, até que senti um hálito quente no meu pescoço e dei um pulo assustada, Damon me olhou com vergonha e depois sorriu.

– Desculpa, não queria te assustar! — Se desculpou

– Tudo bem! — Sorri corada — Parabéns, ela te chamou de pai!

– É, foi incrível, nunca achei que uma palavra tão pequena ia mudar a minha vida! — Sorriu bobo

– É realmente incrível! — Olhei para os meus pés — Me desculpa, você podia está com ela desde muito tempo, e eu te roubei isso!

– Eii... Elena, olha pra mim — Ele segurou meu queixo me fez olhar nos olhos dele, estremeci quando meus olhos se encontraram com o dele — Já passou, okey?

– Okey! — Ele mordeu os lábios e se aproximou de mim, eu o conhecia o bastante para saber o que ele iria fazer, não conseguia me mexer.

Ele estava cada vez mais próximo de mim, seu hálito de hortelã já se misturava com o meu, não sei de onde arranjei forças mas consegui me esquivar dos seus braços, sai andando e não olhei para trás. Parei quando percebi que não tinha ninguém ao meu redor, foi mais que comprovado, seria um almoço difícil.

Notas finais
Heey, Gostaram? Terá a parte II, eu amei esse capítulo. Se caso eu não poste antes das festas de Natal, queria desejar um Feliz Natal a todas minhas leitoras, muita luz e paz á todas. E de presente de natal, mereço Reviews? Recomendações? Quero agradecer a todos os reviews do passado, quem Ler 'A seleção' deve ter percebido que estou respondendo todos, farei o mesmo com aqui e Positive. Beijos
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.