Notas iniciais
Lumus! Oi oi gente! To felicíssima aqui! Quero agradecer a Fangirl Books Lover e Mary Claire Weasley por comentarem a fic. Vocês pediram e esta ai mais um capítulo. Especialmente para vocês :) Era para ser a busca pela primeira Horcrux já, mas decidi adiar porque ia ficar muito grande o cap. Mas o proximo se nada mudar vai ser a busca pela primeira horcrux. Espero que Gostem! Boa Leitura! :)

Pedro Pettigrew

–Pedro o que esta acontecendo com você? – Ash pergunta.

–Nada – falo dando de ombros e observando a paisagem.

Depois de um dia cansativo de aulas consegui roubar Ashley de suas amigas e a trouxe para ver o por do sol comigo.

–Você não me engana Pedro Pettigrew – ela diz toda autoritária.

Volto meu olhar para ela que esta sentada ao meu lado. Seu rosto esta num misto de preocupação com irritação. Tão linda.

Sorri para ela nos aproximando mais e selando nossos lábios num beijo calmo, onde demonstrei todo o carinho que eu tenho por ela. Quando o bendito ar fez falto colei nossas testas e observei cada traço de seu rosto.

–Nada esta acontecendo amor – sussurro e ela bufa incrédula.

–Pe desde a festa na casa do James você esta estranho, aquele dia você parecia tão abatido. E ultimamente sempre que nos encontramos você esta pensativo. Quando pergunto o que tanto pensa você simplesmente diz que não é nada ou desconversa. Mas eu quero que saiba que eu me preocupo e muito com você e que você pode me contar tudo o que esta acontecendo – Ashley despeja tudo seriamente.

Suspiro.

–Eu...- começo, mas vejo o olhar que ela me lança e novamente suspiro – Realmente tem algo que esta tirando minha concentração ultimamente – confesso.

–Eu sabia! – Ash diz – O que é?

–Eu não posso contar – digo e ela me olha tão profundamente, como se conseguisse ler todos os meus pensamentos.

–Certo eu não vou mais ficar te enchendo com esse assunto então, mas eu quero que você saiba que eu vou sempre estar aqui para te ouvir e não te julgarei, independente do que esteja acontecendo – Ashley diz e aperta minha mão levemente e sorri, confirmo.

–Eu sei, só que a historia é tão complicada que eu não consigo contar, não agora – falo – Eu quero tanto te contar, mas sei que me odiaria se descobrisse tudo.

–Eu nunca te odiaria – Ashley fala e me abraça forte – Nunca.

Eu queria tanto contar a verdade para ela.

–Eu tenho medo – confessei – Tenho medo de perder minha família, meus amigos, tudo que é importante para mim e principalmente você. Eu morro de medo de ter perder.

–Hey calma – Ash me aperta mais em seus braços quando sente meu primeiro soluço – Você nunca vai me perder.

–É tudo tão difícil Ash, você não tem noção – exclamo irritado com essa historia – Eu me odeio pelo que me tornei, me odeio por todas as coisas que terei de fazer.

–O que você se tornou? – ela pergunta baixinho e eu suspiro.

–Um monstro – falo e me solto de seus braços acolhedores, seu rosto é pura preocupação – Me tornei um monstro – repito.

–Impossível – Ash fala – Me desculpe por isso.

–Eu não tenho que te desculpar, você não fez nada – falo meio confuso.

–É claro que fiz, eu sou uma idiota mesmo, devia ter percebido que esse assunto é muito delicado para você – ela afaga minha bochecha e eu fecho os olhos ao sentir seu toque tão suave e sempre bem vindo – Sei que quando estiver pronto você vai me contar.

Será? Será que um dia terei coragem suficiente de contar o verdadeiro monstro que ela namora?

–Obrigado – falo e ela sorri.

Ashley se enroscou em mim e assistimos o por do sol abraçados.

–Vamos voltar para o castelo, o jantar já deve estar sendo servido – Ash tira-me de meus pensamentos agitados.

–Claro – pego nossas mochilas e entrelaço nossos dedos enquanto voltamos para o castelo.

Vamos para o salão principal onde o jantar já esta sendo servido, entrego a mochila de Ashley e vou para a mesa da Grifinoria.

Sento-me junto de meus amigos em silencio e começo a encher meu prato.

–O que aconteceu cara? – Sirius pergunta ao meu lado, dou de ombros.

–Acho que vou contar para Ash a minha situação – sussurro apenas para os três ouvirem.

–Certeza? – James pergunta e eu confirmo.

–Eu preciso.

–É um passo importante – Remus diz – Sei como se sente e vai dar tudo certo, quando contei a verdade para Doe achei que seria o fim, mas ela me aceitou do jeito que eu sou e hoje estamos bem e juntos.

–A única diferença entre nós caro Aluado é que você não teve escolhas com o seu problema, diferente de mim.

–Então me diga Wormtail quais escolhas você teve? Ver sua família ser torturada na sua frente? Morrer? – Aluado pergunta me olhando serio, abaixo a cabeça – Nós não tivemos escolhas Pedro. Nunca quisemos ser o que somos hoje, não é tão diferente assim.

Pensando por esse lado pode ate ser verdade, mas não faz eu me sentir melhor.

–Ainda me sinto um monstro – comento e Remus ri.

–Eu te disse, não somos tão diferentes. Sei como é se sentir um monstro – Aluado fala cansado.

–Vocês dois são as piores companhias que alguém pode ter para jantar – James diz brincalhão e nos rimos.

–Como se ver você comendo de boca aberta fosse muito melhor – Sirius diz sarcástico e James faz sua cara de indignado.

–Eu não como de boca aberta – James fala e da uma garfada em seu purê de batatas e mastiga de boca aberta propositalmente.

–Credo Prongs perdi ate a fome agora – exclamo e nos rimos.

–Como se isso fosse possivel – Moony diz gargalhando.

–Ah vai catar pulgas no Sirius! – digo rindo.

–Não me coloca nessa não! – Sirius diz – Aliais ate que seria uma boa ideia, ultimamente sempre sinto uma coceirinha quando me transformo – ele segreda cocando a orelha.

Explodimos os quatros em estrondosas gargalhadas que chamaram a atenção de varias pessoas para nos.

–É claro que eu te ajudo Padfoot – Remus diz rindo – Mas você vai ter que tirar as minhas também.

–Ai já é maldade Moony – Sirius diz.

–Vocês são ridículos – exclamo enquanto terminamos nosso jantar.

Tomamos o caminho para a Torre até que um garotinho desconhecido nos para.

–Dumbledore quer ver os quatro na sala dele o mais rápido possivel – ele diz e sai correndo.

–O que será que ele quer? – James pergunta.

–Será que são noticias ....vocês sabem – Sirius indaga.

–Eu não sei, mas provavelmente sim – Remus diz.

–Bom vamos descobrir – falo e finalmente vamos para a sala do diretor.

Batemos na porta e ouvimos ele dizer:

–Entre.

Sentamos nas já familiares cadeiras em frente a mesa do diretor e esperamos ele começar a falar.

–Primeiramente boa noite – Dumbledore nos cumprimente.

–Boa Noite – dizemos juntos.

–Eu os chamei aqui para que pudéssemos esclarecer os assuntos tanto sobre as Relíquias da Morte e também sobre as Horcruxes – Dumbledore diz e eu apurei meus ouvidos – Andei conversando com Olivaras e ele me deu as informações que Voldemort tanto buscava.

‘Ele esta tentando se fortalecer e para isso quer ter em mãos as Relíquias da Morte, todos conhecemos o conto dos três irmãos e sabemos suas historias. Voldemort se tornaria o senhor da morte caso tivesse em mãos a Varinha das Varinhas, a Pedra da Ressurreição e a Capa da Invisibilidade.’

‘Estava lendo novamente as informações que Hermione nos mandou e sei que temos duas das Relíquias conosco, que são a varinha e a capa, a ultima das Relíquias é também uma horcrux. Devemos juntar as Relíquias da Morte e as guardar num lugar seguro’

–Desculpe interromper diretor, mas o que o senhor quer dizer quando fala que temos duas das Relíquias da Morte? O senhor já as localizou? – Remus pergunta.

–Quero dizer senhor Lupin que eu tenho a Varinhas das Varinhas e seu amigo James Potter tem a Capa da Invisibilidade – ele diz.

–O que? – James exclama – Acho que isso é um engano diretor.

–Não a engano algum, sei de sua capa da invisibilidade e sei que ela é uma das Relíquias, foi passada de geração em geração, de pai para filho ate chegar a você James. E quando duelei com Grindelwald e venci a varinha passou a ser minha. Agora precisamos recuperar a Pedra da Ressurreição.

–E como faremos isso, Voldemort deve guardá-la a sete chaves se ela é uma horcrux – falo.

–Na verdade ele não sabe sobre a pedra, a muito ela foi colocada num anel que passou pelas gerações da família Gaunt, que é a família de Voldemort. Quando ele a fez uma horcrux nunca chegou a saber que tinha uma das Relíquias da Morte em mãos, para ele era apenas mais um objeto de valor.

‘Agora o anel esta escondido na cabana abandonada dos Gaunt, onde ele achou que ninguém ira procurar.

–Tudo bem já sabemos sobre as Relíquias da Morte – Sirius diz – Mas e as horcruxes? Realmente são sete? Como as encontraremos?

–Na verdade no nosso tempo existem apenas cinco horcruxes, pois a cobra será feita horcrux só na guerra e Harry se tornara acidentalmente uma horcrux em poucos anos.

–Isso facilita as coisas para nos – digo e o diretor concorda.

–Realmente facilita, ainda assim precisamos encontrá-las e matar Voldemort – Dumbledore diz.

–Quando começaremos as buscas? – pergunto.

–Sexta a noite, vamos começar pelo anel – Dumbledore fala e nos concordamos – Levarei vocês até a cabana e juntos a acharemos e a destruiremos.

–E como vamos destruí-la? – Remus pergunta.

–Com a espada de Godric Gryffindor – Dumbledore diz e se levanta caminhando ate uma estante onde a espada esta repousada, ela a segura durante instante e depois se volta para nos – Espero que ainda posso contar com vocês.

–Com certeza – exclamamos juntos.

–Ótimo, sexta depois que todos estiverem dormindo nos encontramos na Torre de Astronomia, levem somente o necessário.

Notas finais
Gostaram? Quando será que o Pedro vai contar toda a verdade para a Ashley? Já passou da hora não acha? E essa busca pelas horcruxes? Será que vai dar ruim? bom até o próximo galerinha do mal! Beijocas! Nox!