Come to Me

1 Capítulo Único


Notas iniciais
Oi, nenês! Nem dá para acreditar que estou aqui. A pessoa nem bem começa uma fic (Lost in Chaos) e já escreve uma one suhdusdh, só rindo mesmo. Bem que Clara (Gessikk) havia me avisado que escrever fic vicia.
Enfim, como eu disse, é uma one. E ela foi criada na minha cabeça sábado. Eu estava em um aniversario e uma amiga minha estava me contando algo e foi quando vi algumas cenas na festa que me inspiravam na hora. Escrevi essa one desde domingo, mas fiquei mudando algumas coisas e terminei ontem. Mas o problema era, que nome/título essa one teria? Eu já havia pensando em pôr de alguma música que me ajudou a escrever. No entanto, umas duas me ajudaram iksdusdh.

Foram essas:
• Charli XCX - Boom Clap
• She Wants Revenge - Not Just a Girl
• Beyoncé - Xo

Mas "boom clap" conquistou demais não só meu coração como a one também, foi quando decidi pôr o nome dessa one a frase que tem na música. Vejam as letras dessas músicas e escutem também esses hinos ♥

Estou nervosa como sempre fico, mas espero realmente que vocês gostem! Boa leitura! ♥

Lydia Martin

E ele está ali, o garoto mais lindo que meus olhos afirmaram não ter visto uma visão tão magnifica antes.

Só o vi uma vez na vida e eu nunca mais esqueci e nem esquecerei essa vez. Será que ele lembra dessa última vez? Será que ele lembra de mim?

Tenho certeza que não, quem é o maluco que se lembraria de mim?

Uma menina de dezoito anos que nunca beijou na existência, mas em todo lugar que vai caça um rapaz belo para só se imaginar o beijando!?

Sei que sou bonita e que talvez cause algum interesse, mas sou travada, não tenho coragem nenhuma de chegar em um menino e dizer o quanto quero que ele me beije.

Sou idiota demais para aceitar o convite de algum garoto que provavelmente seja sem juízo para nos beijarmos em qualquer lugar por aí.

Só sirvo mesmo para observar o rapaz escolhido da noite, e pela segunda vez na minha vida esse moreno alto terá essa desonra.

Há duas semanas quando nos vimos estávamos em outra festa de aniversário como essa aqui. O que me faz pensar que talvez seja sorte ou coincidência estamos novamente em um evento parecido.

Seja o que for, agradeço por isso.

Achei nunca mais o ver, o que seria uma pena. Imaginei tantos beijos nossos...

Aliás, o que ele faz aqui? É amigo de quem para estar aqui? Queria que fosse por minha causa, queria que fosse por ele não conseguir esquecer mais meu olhar como não esqueço o dele.

Mas ele não deve nem saber que sou a irmã do aniversariante dessa festa nada agradável.

A convicção que ele não mora aqui é uma das certezas que tenho. A beleza dele é muito extraordinária para esse lugar insano merecer.

Quero ir para o meu quarto, mas como da última vez, continuo o fitando agora como se nada e nem ninguém estivesse ao meu redor. As vezes tento disfarçar, mas falho miseravelmente como agora.

Os olhos dele acabaram de cruzar com os meus e eu literalmente me vi cair de uma ribanceira. Ela é alta e estou sem saber o que fazer ao ter que decidir pular ou voltar para onde os obstáculos estão.

Pular seria fugir dele, voltar seria ir para cama.

Preferi ficar ali parada estudando o fundo daquele rio dourado da íris dele, mesmo com o vazio negro da luz dificultando tal privilegio.

Ele desviou da minha atenção desenvolvendo sua tranquilidade de antes olhando para meu irmão e a namorada dele dançando uma dança qualquer que chamou reparo de muitos.

Comigo isso não funcionou.

Minha total concentração se estendeu naquele moreno, que parecia estar tão sozinho no canto da sala a alguns poucos centímetros longe de mim.

Queria parar de ser tão acanhada e poder chegar perto dele, mas isso é tão impossível.

Nunca conversei com ele e sei que infelizmente, isso vai passar só de uma vontade inacabável.

Como será o seu aroma? Será que é doce como ele aparenta ser? Ou refrescante como a risada inibida dele deve ser?

Meu coração vai sempre se desmanchar com a quietude que esse branquelo emite. Parece viajar olhando aquela dança cansativa.

Meu Deus! Ele acabou de tocar em seu cabelo. Acho que irei falecer.

Isso foi tão, mas tão sexy.

Que perfeição.

Meus pés estão lutando contra meu medo estupido que não deixa eu dar nenhum passo na intenção de me aproximar dele.

O seu beijo deve ser tão alucinante como o corpo dele é.

Ainda sozinha onde estava, o vi andar para mais próximo a mim.

Até andando parece um deus. Como pode?

Queria não ter visto tal cena. Ele tocou por trás a cintura de uma morena alta que parecia muito animada.

Algo já havia me dito que tinha cinquenta por cento de chances de ele ter uma namorada e bem, esses números idiotas acertaram.

Só porque eu gostei dele sem ao mesmo ter conhecido a sua bela por dentro.

Só porque pensei nele nessas últimas semanas desejando o encontrar mais que tudo, por mais que só para o olha-lo de longe.

Já me acostumei com isso. A vida não gosta de ser minha amiga.

Ele poderia ouvir meus pensamentos? Tomara que sim.

Por favor, tira suas mãos dela.

É, ele não ouve.

Por que ele está mirando o olhar com uma certa raiva em uma pessoa que com dificuldade, identifiquei ser um homem?

A luz quase apagada embaraçou minha visão. Mas continuei acompanhando o olhar do moreno naquele homem.

Não entendi o porquê da raiva do mais novo.

Foi quando percebi aquele nojento velho me comendo com os olhos.

O homem alto e barbudo reparou minha atenção nele e veio marchando ao meu encontro com o globo ocular enorme transmitindo lascívia e causando pavor em mim.

Queria que a parede onde eu estava encostada me engolisse.

O que eu poderia fazer agora?

Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come nunca fez tanto sentido como agora.

Fechei meus olhos fortemente abraçando minha barriga com minhas mãos pequenas. Tentar me proteger de alguma forma agora é o alvo.

Nunca imaginei que isso um dia iria acontecer comigo.

A vontade de correr daqui é assustadora, mas nem para isso meu corpo me obedece.

Quando senti mãos quentinhas tocarem meu antebraço quis morrer, mesmo querendo saber o porquê de serem tão aquecidas.

Não acredito que essas mãos é daquele nojento.

Meu coração parecia tocar tambor a cada minuto que aqueles dedos dedilhavam meu corpo ido em direção as costas das minhas mãos.

Suspirei alto tentando me afastar daquele toque que miseramente era bom.

— Ei, calma! Está tudo bem agora. — aquela voz não parecia pertencer a um homem asqueroso, mas de um meigo.

Ainda com receio, abri aos poucos meus olhos me deparando com ele diante de mim.

Ele. Ele. Ele.

Segurei minha respiração com o peito tocando agora bateria descontroladamente.

Percorri o avistar naquele recinto conhecido por mim e que agora parecia um tanto inexplorado, vendo o homem presentemente furioso sair da minha casa me deixando um pouco aliviada.

— Fica calma, ok? Ele não vai fazer nada com você, não vou deixar. — o moreno me acalmava ainda com aquele toque em mim, evidenciando tranquilidade ao meu peito que começou a tocar afinadamente.

Voltei toda minha atenção a ele todo preocupado comigo.

Por que tão perfeito?

Por que agindo assim comigo?

Confirmei com a cabeça tentando respirar normalmente com ele tão perto de mim.

— Não precisa ficar mais nervosa, Lydia.

Como não ficar? O homem mais lindo que já vi está na minha frente falando comigo, o qual acabou de me salvar de um desequilibrado?

Opa, como ele sabe meu nome?

A ilusão de imaginar ele procurando saber meu nome dessa vez foi menor que a minha curiosidade.

— Como você sabe meu nome?

— Sei muitas coisas sobre você, Lydia. — ele pronunciava meu nome como se fosse uma canção que amava repetir constantemente.

Então eu errei ao ter pensado que ele não se lembraria de mim?

O que ele sabe sobre mim exatamente?

Não consigo perguntar com ele tirando o pouco da saúde mental que tenho ao me olhar desse jeito arrebatador.

— A proposito meu nome é Stiles. Stiles Stilinski. — me informou sorrindo e meu Deus, que sorriso divino. Queria sorrir junto, mas murchei quando senti falta das mãos dele em mim.

Murmurei um “hum” jurando ter escutado esse nome antes. Meu irmão deve ter o mencionado e como sou lenta nem lembro nada da conversa.

Não acredito que irei ter que investigar meu irmão Isaac sobre esse moreno misterioso que só pode querer acabar comigo de tanta ternura.

Ele acabou de me proteger e eu preciso o agradecer por isso.

— Obrigada por te me salvo. Não sei o que seria de mim se você não tivesse intervindo. — consegui falar olhando o solo sem luz.

— Agradeça a minha irmã Allison, se eu não fosse para perto dela não teria visto aquele imbecil te desejando com a finalidade de te atacar. — sua voz ainda sustava raiva.

E eu só estou na dúvida em o que comemorar.

Dele talvez ter ciúmes de mim? Ou da morena ser apenas irmã dele?

— Nunca deixaria algo de ruim acontecer com você. — ele finalizou sua fala me deixando completamente sem ar arquitetando enterrar minha cabeça no chão.

O que eu poderia responder depois disso?

— Se divertindo muito? — Para disfarçar percebendo meu desconforto, o moreno mudou de assunto se encostando na parede ao meu lado direito.

— Não, e acho que nem você. — Tentando esconder meu nervosismo, falei desfazendo o abraço que eu tinha feito em minha barriga seca, observando por fim as pessoas bebendo na minha frente.

— Engano seu. Estava me divertindo e muito.

— Com o que? Você estava tão distraído e quieto. — bonito, ele causou curiosidade e ainda me fez revelar o quanto o analiso.

— Com um olhar conhecido voltado a mim a noite inteira como da última vez. Isso me certificou que o costume dessa garota me interessou ainda mais. — engoli em seco e meus cílios pararam de piscar.

Ele sabe que o encaro. Meus poros parecem pegar fogo com essa afirmação.

Tenho quase certeza que ele deu um inegável sorriso brincalhão, mesmo eu olhando reto sem acreditar ainda que ele está aqui.

O que ele deve pensar de mim agora?

— Ok. Deixa eu te acalmar novamente. — Tremi ao senti suas mãos tocarem em mim novamente, dessa vez pegando em minha mão.

Que sensação incrível.

— Aceita dançar comigo? — Digeriu não só o corpo em minha direção, mas o olhar também.

Será que ele sentiu meu suor se agarrando a mão dele?

— Não sei dançar. — minha voz quase não saiu.

Se eu morria de vergonha longe dele e imagine tão perto?

— Eu também não, mas será legal. Vamos? — não entendi a insistência dele, nem me conhecia e nem tinha intimidade pra isso.

Mas só de estar perto dele ver estrelas de perto era algo comum.

E sinceramente, eu quero que esse tocar de mãos passe disso.

— Está bem, eu aceito sua sentença de morte. — Ele riu e começou a caminhar de mãos dadas comigo pela sala da minha casa que parecia mais uma boate.

Seria errado fugir com ele agora?

Que bom, que meus pais não estão em casa para impedir isso.

...

Assim que nos aproximamos da pista de dança, uma música romântica invadiu nossos ouvidos. E a tremedeira em meu corpo começou, me alertando o quanto estou prestes a morrer.

Quando senti as mãos de Stiles arrodear minha cintura, quis cair com a força obtida do choque e essa força aumentou mais quando ele se aproximou demais de mim.

Gelei, observando ele tão perto da minha face vermelha como um tomate maduro.

Há pouca luz onde estamos, mas pude nadar finalmente no dourado dos olhos de Stiles. Nadei fundo e imaginei meus dedos tocando aquelas pintinhas que pareciam uma âncora evitando me deixar ir com as correntes marítimas na íris dele.

Ignorei tudo, tomando coragem e tocando nos ombros largos de Stilinski.

Começamos a nos movimentarmos e ele se aproximou ainda mais de mim.

Quase desmaiei com o perfume que emanava dele. Tão cheiroso que dá vontade de cheirar o corpo dele inteiro.

Suspirei com sua voz sussurrando no meu pescoço mudando o sentido e partindo para meu ouvido.

— Eu sei que você está a fim de mim. E eu também estou a fim de você. Suas encaradas te denunciaram da mesma forma que aconteceu da última vez. Você nem percebe, mas eu também te encaro. — meu corpo amoleceu com as chamas de vergonha.

Não, eu não acredito.

Ele afim de mim?

Por que sempre deixo minha timidez mudar o rumo da minha vida?

— Desde quando nos vimos não parei de lembrar do seu olhar. Não parei mesmo. Não dormir em paz até descobrir quem é você. — se calou, e depois continuou a falar. — Achei que eu pudesse estar doido por nunca ter sentido isso por outro alguém, ainda mais pela primeira que vi. Mas eu sinto algo por você e isso é tão bom. — Suas mãos apertaram delicadamente minha cintura.

Ele não pode estar sentindo o mesmo que eu. Ninguém nunca sente. Por que ele sentiria?

Realmente não acredito que ele perdeu o tempo precioso dele pensando em mim. Isso é tão inacreditável.

Estou tentando digeri cada palavra com o amor dele se absorvendo de mim.

— Você sente o mesmo? — com carinho exporto na pergunta de Stiles me derreti como um sorvete em calor infernal.

Eu tinha que ser realmente sincera?!

Minha língua tem que me obedecer agora, ela tem.

— Sinto. — deitei minha cabeça gentilmente no ombro aconchegado dele e falei com meu travesseiro mentalmente que eu não precisava mais dele.

Stiles me trazia paz.

Nós nem havíamos nos beijado e pela primeira vez não me importei tanto com isso, porque ele me fazia esquecer de tudo que eu acreditava ou que deixei de acreditar.

Sem ele perceber tirava a vergonha de mim aos poucos de uma maneira surpreendente, de uma maneira que ninguém antes tentou.

— Eu não sei, mas eu preciso te conhecer. E... eu sei que é tímida e eu quero te ajudar nisso. Claro, não mudando sua personalidade, mas quero que essa timidez não te atrapalhe como costuma. — sua voz era doce e invadia meu ouvindo como cafuné nos dias frios.

Com certeza ele deve saber que nunca beijei na vida.

Alguns minutos atrás, de fato eu iria querer sumir depois dessa revelação, no entanto Stiles com seu poder trouxe calma para minha vergonha.

Ele me queria e ainda queria me ajudar?

Será que ele é real?

— Lydia, eu só vim para essa festa por sua causa. Eu precisava vim te ver e te falar tudo isso. Não quero te machucar e nem nada do tipo. Só quero entender esse sentimento que sinto por você e te ajudar também. — ele desgrudou nossos corpos fazendo o meu protestar.

Stiles está olhando sem piscar para mim. Senti minhas bochechas queimarem, olhei para o chão tentando achar algo que me distraísse.

— Você é tão linda. — levantou meu queixo me fazendo encara-lo. E eu pude ver a sinceridade dele.

E você é tão lindo, Stiles.

— Eu te quero tanto. — as palavras pareciam flores voando no campo com a leveza do vento passando em meus cabelos.

E eu te quero tanto, Stiles.

— Eu quero tanto beijar você. — A música do local não importava mais, mas sim a batida frenética que voltou a se apresentar no meu coração.

E eu quero tanto te beijar, Stiles.

Eu desejei mais que tudo que ele se achegasse mais. Que ele tocasse aqueles lábios finos dele nos meus grossos.

Quando sair do trance, ele não estava mais presente.

Fiquei desesperada.

Ele não podia simplesmente me dizer tudo que disse e sair assim.

Ele me queria também.

Ele queria me beijar também e saiu daqui sem ter feito esse ato?!

Ninguém nunca quis isso comigo como ele. Ninguém nunca tentou fazer o que ele fez comigo.

E dessa vez eu não posso deixar ele escapar.

...

Procurei ele no meio da multidão e só encontrei pessoas cheias de si mesmas. Procurei ele por toda minha casa e nada de encontra-lo.

Corri para frente da minha casa me lembrando que não tinha o procurado ali. Tênis é a melhor coisa já feita comprovei essa noite.

Quando finalmente cheguei, respirei sem parar devido a corrida, buscando ar puro dos meus pulmões cansados.

Quis chorar ao olhar ao redor e não o acha-lo. Foi quando de repente o vi virado de costas para uma arvore a pouca distância de onde eu estava.

A rua estava vazia, nunca agradeci tanto por isso.

Corri mais uma vez sentindo a adrenalina correr nas minhas veias. Estava indo ao seu encontro com tudo.

Eu só queria ele. Eu queria beijar ele e eu não tinha a eternidade para isso.

Não podia perder tempo.

Não dessa vez. Não com ele.

Cheguei perto Stiles, tocando em seu braço o virando.

Tenho quase certeza que tudo foi de propósito, não imaginei que a ideia dele de tentar me ajudar fosse tão séria.

Não me importei e só disse o que eu tanto desejava, quebrando minha timidez que tanto ele queria que eu quebrasse:

— Me beija, Stiles. — respirei fundo ao dizer, em seguida sorrio ao o olhar ainda mais sorridente que eu.

O seu rosto reluzente é tudo o que eu vejo.

— Eu sabia que você viria. — Lentamente ele se aproximou colocando as mãos em ambos lados do meu rosto, de uma forma que os lábios dele ficaram a milímetros de distância dos meus.

Não sabia o que fazer, mas parecia que com ele eu sabia exatamente o que fazer nesses momentos.

Fechei meus olhos esperando o mar de afeto me possuir.

Esgotando o espaço entre nós, ele me beijou. E eu queria derreter ali com aquele beijo maravilhoso nunca experimentado por mim.

Seus lábios eram gentis e a sua língua passeava com delicadeza pela minha boca.

Eu com minhas mãos na cintura dele quis me achegar mais e assim fiz. Não queria e nem quero sair daqui nunca mais.

Imaginar que beijar ele seria tão bom passou pela minha cabeça, mas não tão mágico assim. Foi sem dúvida, melhor do que eu imaginei.

Os dedos desse moreno charmoso estão fazendo caricias em meu rosto. E que dedos maravilhosos.

Ele definitivamente é todo maravilhoso.

Nem acredito que estou sendo beijada por alguém que eu tanto queria. Estou tão entregue a isso. Me sinto tão liberta.

Stiles me libertou.

Ele decorou o preto e branco da minha vida de colorido em apenas uma noite. Não quero acreditar, mas senti as palavras ditas por eles anteriormente sendo verdades nesse beijo tão corajoso.

Coragem, ação a qual foi despertava por ele.

Queria que o tempo passasse para todos, menos para nós dois.

Ele finalizou o beijou e não foi eu que desejei isso, mas sim que ele me beijasse novamente. Já suspeitava ficar viciada nos beijos de Stiles, mas não tanto.

Onde tem artifícios por aqui? Porque finalmente fui beijava e muito bem beijada.

Sorri com minha felicidade exposta ainda de olhos fechados, sem perceber Stiles se distanciando de mim.

Abri meus olhos ainda em êxtase.

— Isso foi tão maravilhoso, Lydia. — suspirava ele, sorrindo que nem um bobo. Eu o entendia, mas meus lábios necessitavam beijar os deles novamente.

— Eu quero de novo. — quebrei novamente minha timidez.

— Venha até a mim.

A paixão incorporada em Stiles me colidiu.

Em passos firmes fui até ele.

Eu beijei Stiles Stilinski. E novamente me libertei dos meus medos e de todos os meus acanhamentos insignificantes.

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!