Come Morning Light

15 Você Tem Que Pagar


Notas iniciais
Demorei um pouquinho para postar de novo não é? Me desculpem, mas eu já avisei algumas vezes, que eu estou terminando a primeira parte do meu TCC então esta um pouco difícil. Mas não deixarei de postar e vou tentar fazer isso o mais rápido que conseguir.
Boa leitura e espero que gostem. =)

Minha mãe sempre me dizia que o cara certo era aquele que nos deixasse perdidamente apaixonada e que tivéssemos que lutar para conquistá-lo fazendo ele reconhecer não só o que é superficial mas sim o interior. Ela dizia "quando as coisas vem facilmente para você, elas vão embora facilmente também."

E assim lembrava enquanto pensava sobre JeongMin. O que eu havia feito? Essa frase ficava repetindo e ecoando em minha mente a todo momento e o que havia acontecido hoje mais cedo não saia de minha mente.

Como Ren havia aparecido do nada, bem em minha frente? Não conseguia entender como ele poderia estar lá, exatamente naquele momento, na verdade não podia raciocinar direito para que conseguisse entender qualquer coisa.

Quando havia visto Ren naquele momento me senti amortecida, tudo que eu conseguia escutar era meu coração que batia acelerado e descompassado. Minha garganta parecia ter se fechado e eu não sentia o ar passar por meus pulmões.

Ren me olhava fixamente, diretamente em meus olhos, sua expressão de dor passando aos poucos para expressão nenhuma.

Depois como se não tivesse visto nada ele endireitou os ombros se virou e saiu lentamente sem nenhuma palavra e sem mais nenhum olhar.
Sua expressão vazia me incomodava e só de me lembrar começava a sentir como se meu coração estivesse sendo segurado firme por mãos fortes que o apertavam lentamente, era como uma dor, incomoda e silenciosa, assim como havia me sentido mais cedo...



[flash-back On]
Assim que Ren saiu pela porta eu pude tentar respirar de novo e agora eu escutava um zumbido que ecoava em minha mente.

– Kallie? Kallie?? — JeongMin me chamava e passava suas mãos na frente de meus olhos. — Kallie, você esta bem?


– Uhm?? — indaguei distraída. — Ah, sim, estou. — Disse desanimada olhando para minhas mãos.

O que eu estava fazendo? Assim como a dor incomoda em meu peito eu começava a sentir nojo, nojo de mim mesma, por estar ali e por ter beijado JeongMin, não por ele em si, mas por tê-lo usado, usado para tentar esclarecer minhas confusões e usado por um simples capricho.
Eu começava a me lembrar das vezes que já haviam brincado com meus sentimentos assim, sem se importar com quem cataria os cacos quando meus sentimentos se despedaçassem.

Eu havia feito algo horrível, e não via como concertar isso sem deixar JeongMin chateado.

A verdade é que não era ele que eu queria ali do meu lado, mesmo me sentindo bem com ele, eu não sentia o frio na barriga nem meus pensamentos ficarem confusos com seus sorrisos.

JeongMin era apenas um amigo para mim. E eu insensível o suficiente para usá-lo primeiro e depois enxergar isso. Me sentia podre.

– Que foi? Esta dormindo sentada? — JeongMin sorria perguntando enquanto me olhava.


– Não... Jeong, eu não estou me sentindo muito bem, acho melhor eu ir embora. — Eu disse envergonhada ainda olhando para minhas mãos.


– Ah mas já, esperava que nós pudéssemos ver um filme ainda. — Ele dizia desanimado.


Eu não conseguia dizer nada e devia estar com uma expressão lamentável.


– Aaah, fica para outro dia então, você não parece muito bem mesmo, esta pálida. — Ele disse em um tom preocupado. — Volte para casa e descanse, certo?


– Uhum. — Confirmei fracamente.

[flash-back Off]

Havia me despedido de JeongMin como um lixo, mas eu não podia continuar fingindo estar tudo bem para agradá-lo, no final eu iria ter que fazer algo sobre isso.

Voltava para casa rastejante, agora eu começava mesmo a me sentir doente, a expressão triste e de dor que Ren tinha em seus olhos doía, mas então lembrava de seu semblante vazio de quando estava saindo da sorveteria e aquilo me corroia por dentro.

Outra noite mal dormida, eu me sentia um zumbi enquanto andava cambaleando para os lados em direção a produtora.

Outro dia agoniante na mesma semana era para acabar com qualquer um, e novamente eu estava insegura e com medo de esbarrar com Ren, não é como se eu pudesse evitar, eu e Ren começaríamos as gravações do drama em alguns dias e nós precisávamos passar as falas, podíamos fazer isso sozinhos, mas se já estivéssemos entrosados nas gravações seria mais profissional, então Kibum deixou bem claro nós devíamos ensaiar.

Entrei na produtora, dessa vez sem tentar me esconder ou procurar pela cabeleira loira, se fosse para eu encontrar Ren agora, isso aconteceria de qualquer forma.
Fui para o vestiário e Cléo estava lá, parecia contente.

– Kallie, você ficou sabendo da novidade? — Ela dizia animada enquanto eu acenava negativamente. — Parece que nós finalmente vamos nos mudar para um dormitório.
– Serio? — Me interessei instantaneamente. — Não achava que iríamos mudar para um dormitório tão cedo, já que todas nos moramos bem perto da produtora.
– Sim, eu achava que não iria acontecer também, mas imagina, nós todas morando juntas, vai ser muito divertido. — Ela falava agitada.

Cléo parecia estar sempre acelerada, como se não conseguisse ficar quieta. Quando todas estávamos cansadas ela era a única que continuava ali firme e forte, isso as vezes era irritante, já que enquanto o treinador conseguia ver disposição ele não parava de nos mandar ir "de novo, de novo e de novo."

– É acho que vai. — Eu disse sorrindo poucamente.

– Vai ser uma droga isso sim. — Disse Seo Jun com sua voz cortante, surgindo do nada e me encarando com um olhar de nojo e desgosto.

– Pare com isso Jun, vai ser legal sim, vamos nos divertir bastante. — Cléo falava tentando quebrar o clima ruim.

– Sim, claro, vamos assistir o drama da Kallie todas juntas, super empolgante. — Ela disse logo depois colocando o dedo na boca encenando um "vomito".

Peguei minhas coisas e sai do vestiário, eu não entendia o porque Seo Jun era tão fria e grossa comigo, mas não fazia questão de responder suas grosserias, o que acabava a deixando ainda mais raivosa as vezes.


Passamos a tarde toda e o começo da noite ensaiando para o nosso "comeback", dessa vez com o single "Tha Dark Side", todas estavam empolgadas com o novo conceito e eu acabava de ficar sabendo que teria que tingir meu cabelo de vermelho sangue vivo, aquilo realmente me assustava.

Nos devíamos parecer poderosas, frias e impiedosas no próximo MV, e isso parecia realmente divertido, mas o cabelo todo vermelho me assustava e eu já imaginava as piadinhas que Mith faria comigo.

O que me deixava mais tranqüila é que o vermelho provavelmente não duraria muito já que no drama eu devia ter uma aparência meiga e doce.

O ruim seria se eu acabasse gostando do vermelho, o que achava um pouco difícil já que era uma mudança drástica, e eu estava um pouco cansada de mudanças drásticas.


Quando o ensaio terminou eu resolvi ir para a sala de instrumentos e ensaiar a musica que eu e Ren teríamos que cantar. Era começo de noite por volta das oito horas e eu não conseguia escutar barulho algum, parecia que a produtora estava vazia, parecia deserta, os corredores levemente escuros e o som de meus passos ecoavam por eles.

Continuei andando em direção a sala de instrumentos pensando na musica que eu cantaria com Ren. Havia aprendido a tocá-la no violão então conseguiria muito bem ensaiar sozinha.

Pensava sobre as notas quando escutei barulhos de passos alem dos meus ecoarem pelo corredor comprido, olhei para trás e parecia não ter ninguém alem de mim ali. Estranho, pensei.

Me virei e voltei a andar, então escutei o mesmo barulho de passos, olhei para trás novamente e ainda não via ninguém. Estou doida, pensei, devia ser a noite mal dormida, estava escutando coisas, só podia ser. Voltei a andar novamente entrando no banheiro que havia no caminho.

Entrei no banheiro pensando em Ren e porque eu não havia o encontrado hoje ainda, acendi a luz me deparando com o espelho, meu reflexo e sobre eles enormes letras escritas em um vermelho brilhante e escorrido.


"VOCÊ TEM QUE PAGAR!".


O susto e o medo tomaram conta de mim, havia uma navalha ensangüentada em cima da pia e sangue escorrido por todo o chão.

O desespero tomou conta de mim e só consegui pensar em correr, sai do banheiro e corri sentindo lagrimas acumularem em meus olhos, parecia escutar passos atrás de mim novamente como se estivessem me perseguindo.

Eu via a frente a curva do corredor e me preparava para virar sentindo o medo me dominar e me imaginando sendo puxada para trás a qualquer momento.

Antes de virar tentei olhar para trás e só consegui ver um vulto preto. Foi quando esbarrei em algo.


–AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!


Meu grito ecoou ardido e agoniante pelo corredor, abri meus olhos que estavam fechados pelo susto do impacto e me deparei com Ren com olhos assustados.

Eu me sentia apavorada e Ren agora parecia igual, seus olhos estavam esbugalhados e ele rodeava seus braços em minha volta me apoiando pois eu havia ido direto de encontro a seu corpo. Mas eu não conseguia pensar em mais nada naquele momento, só queria sair dali.


– Ren, vamos, vem vamos! — Eu disse alto e chorosa pegando sua mão e o puxando enquanto tentava continuar a correr. — Temos que sair daqui!


– Kallie, para, o que esta acontecendo? Espera! — Ele dizia assustado enquanto corria contrariado atrás de mim. — KALLIE, PARA! — Ele por fim gritou parando e me puxando fazendo com que eu fosse de encontro a ele novamente.


– Ren, vamos, temos que sair daqui. — Eu falava tentando me soltar de suas mãos que agora seguravam firmemente meus braços.


– Kallie, fala devagar, o que esta acontecendo? — Ele me perguntou olhando em meus olhos.


– Tinha alguém aqui, correndo a..atrás de mim. — Eu falava soluçando. — Tinha sangue. — Eu disse fracamente enquanto tremia pelo nervosismo.


– O que? Não tem ninguém aqui. — Ele disse olhando para trás. — Eu não vi ninguém atrás de você.


– Tinha alguém, eu sei, eu vi. — Eu falava desesperada.


– Não parece ter ninguém aqui Kallie. — Ele me olhava preocupado e falava calmamente. — Não chore, quer que eu volte e olhe?


– NÃOO! Você não pode ir lá sozinho! — Eu falava ainda desesperada e com os olhos transbordando.


– Então vem, vamos juntos, você vai ver, não tem ninguém. — Ele falava olhando em meus olhos.


Eu olhei alem dele e o corredor estava deserto, o que tinha acontecido? Eu acenei positivamente e Ren segurou minha mão se virando em me puxando levemente para que eu o seguisse.

Andamos até o final do corredor e olhamos cuidadosamente espiando o corredor de onde eu tinha vindo, não havia ninguém.


– Viu, não tem ninguém! — Ele falava ainda olhando o corredor.


– Ren, se alguém estava atrás de mim, pode estar escondido em qualquer lugar, aqui tem umas mil salas. — Eu falava agoniada olhando o banheiro que ficava no meio do corredor. — Preciso ver no banheiro.


– O que? Porque o banheiro? — Ele perguntava enquanto eu o puxava de vagar ainda segurando sua mão.


Andamos vagarosamente pelo corredor olhando cuidadosamente dentro das salas que tinham as janelas de vidro possibilitando nossa visão. Chegamos em frente ao banheiro e eu parei, sentia medo de continuar e ver aquela cena novamente.


– O que foi? Você não queria olhar no banheiro, vai lá! — Ele falou impaciente.


– Si..sim. — Eu disse dando um passo ainda segurando sua mão e o puxando junto comigo, mas senti ele protestar e o olhei.


– Que? Eu não vou entrar no banheiro feminino! — Ele exclamou indignado.


– Por favor Ren, vamos comigo? — Eu disse segurando sua mão com as minhas duas e olhando em seus olhos.


– Argh! Ta! Vamos logo antes que alguém me veja aqui.


Eu o esperei para que ele entrasse ao meu lado, não queria entrar primeiro e sentia um calafrio gelado passar por minha espinha só de imaginar o espelho. Entramos e acendi a luz.


– Mas... mas o que esta acontecendo?? — Eu olhava o mesmo espelho e só via meu reflexo e o de Ren. Não tinha sangue em lugar algum, nem no espelho nem no chão.


O que estava acontecendo comigo? Agora eu estava alucinando? Como eu posso ter imaginado tudo isso? Eu tive um ataque de pânico por nada?

Eu sentia novamente as lagrimas escorrerem quentes por meu rosto e tampei minha boca com uma de minhas mãos, pois minha vontade naquele momento, era de chorar como uma criança.


–Olha, não tem nada aqui também, os boxs estão vazios. — Disse Ren voltando depois de ter ido olhar os boxs do banheiro. Ele se virou e me olhou pronto para falar novamente mas parou assim que viu meu rosto. — Kallie, o que foi? — Ele perguntou preocupado vindo rapidamente até mim.


– Me diga Kallie, o que você tem? — Ele disse segurando meus braços novamente para chamar minha atenção.


Eu foquei minha visão em seu rosto e ele parecia aflito, mas eu não conseguia falar, sentia que se abrisse a boca eu urraria de chorar, e eu não queria fazer aquilo, não ali com Ren pelo menos.


– Já sei, foi o susto, não foi? — Ele perguntou carinhosamente, como se estivesse falando com uma criança levando suas mãos até meu rosto e enxugando minhas lagrimas com seu polegar enquanto acariciava as maças de meu rosto com seu dedos finos e delicados.


Eu acenei positivamente fungando levemente enquanto fechava meus olhos deixando mais lagrimas caírem. Então ele me puxou me envolvendo em um abraço acolhedor enquanto passava a mão cuidadosamente sobre meus cabelos.


– Passou, passou, passou. — Ele falava de forma meiga em meus ouvidos me fazendo querer chorar ainda mais.


Eu não me lembrava a ultima vez que alguém tinha me abraçado e me consolado assim, nem meus pais faziam isso por mim, isso me deixava mais frágil que o normal e despertava todas as minhas grandes carências.

Envolvi meus braços ao redor de sua cintura aproveitando o carinho enquanto afundava meu rosto entre seu ombro e pescoço e percebi que ele pareceu se arrepiar levemente, também pude sentir seu perfume que era doce e refrescante ao mesmo tempo, seu cheiro era muito bom.


– Esta melhor? — Ren perguntou depois de algum tempo quando já me sentia calma me despertando, então percebi a situação em que estávamos.

– Sim, estou. — Eu disse fracamente, me afastando instantaneamente o fazendo adotar sua expressão vazia.


– Vamos sair daqui então? — Ele perguntou serio.


Eu acenei e saímos do banheiro, Ren deu a idéia de irmos tomar um lanche ou café e acabamos indo parar na Hooty.

Quando chegamos avistei Kai de longe, que lodo depois de nos sentarmos me viu também e acenou sorrindo. Acenei de volta para ele forçando um sorriso simpático pois naquele momento eu ainda estava estranhamente mal pelo que havia acontecido anteriormente.

O aceno que dei para Kai não passou despercebido por Ren, que logo seguiu meu olhar curioso estranhamente adotando uma expressão carrancuda depois de perceber Kai.


– Nós vamos passar as falas? — Perguntei desanimada depois de um momento vendo Ren formar outra expressão estranha, surpresa? ou talvez indignação? Mas logo depois voltando a sua expressão vazia.


– Pode ser. — Ele disse pegando sua mochila e tirando seu script dela.

– Vamos começar da parte que eu tento te convencer a continuar na escola e fazer o dueto comigo? — Eu perguntei normalmente o vendo fazer uma expressão curiosa, então continuei. — Estou com duvida de que tipo de expressão e emoção eu devia demonstrar. — Falava olhando as falas daquela cena em meus script.


– Sim, pode ser. — Disse sem emoção. — Você começa.



– Você não pode desistir Shin, você tem que ser forte e continuar, a vida não é assim, quando você encontra um obstáculo você tem que passar por cima e fazer o que for preciso para e...– Travei por ter esquecido o resto da fala e olhei para meu script. — ... e fazer o que for preciso para evoluir, não tem como pegar um atalho e continuar evoluindo, tudo precisa de esforço.– Eu falava dando uma emoção de melancolia e desespero em minha voz, pois a personagem não queria de forma alguma que "Shin" fosse embora.

– O que você sabe sobre esforço? Você nunca precisou se esforçar verdadeiramente por algo.– Ren disse com seu rosto e sua voz completamente sem expressão e emoção.


– Serio? — Eu falei seca. — Nossa Ren você esta indo realmente muito bem. — Falei fria e irônica o vendo me ignorar e ler ou fingir ler seu script. — Você vai mesmo continuar assim?


– E você, vai mesmo continuar assim? — Ele disse grosso e alterado depois olhando para o lado.


Do que ele estava falando? Segui seu olhar e ele caia em Kai, que nos observava de longe.


– Parece que o cara ali quer estar no meu lugar, então acho melhor eu não atrapalhar! — Ren disse frio e grosso novamente, pegando seu script e colocando na bolsa.


– Ren, do que você esta falando? — Eu disse desesperada levantando e segurando seu pulso para que ele não fosse sem ao menos falar algo coerente.


– VOCÊ, que parece não se contentar com um cara só, sua... sua... sua GALINHA! — Ele disse em um rompante soltando seu pulso e saindo marchando da cafeteria me deixando no mínimo confusa.


O que foi aquilo? Galinha? O que aquele garoto estava pensando para falar comigo assim? Isso não vai ficar assim, não mesmo.


Fui até Kai acertar a conta que por sinal sobrou para mim.


– Hey Kallie, tudo bem? — Ele perguntou assim que cheguei no caixa.

– Sim sim. — Falei sorrindo poucamente, estava aérea.


– A Mith não veio com você hoje, aconteceu algo? — Ele perguntou curioso chamando minha atenção.


– Ah, não, eu vim passar umas falas com meu colega de trabalho. — Falei controlando minha raiva por lembrar de Ren.


– Ah sim, achei que ela viria também, vocês sempre vem juntas. Enfim, mas tarde ligo para ela. — Ele disse sorrindo simpático.


Sai da cafeteria intrigada sobre o que havia acontecido, Ren olhava na direção de Kai com uma expressão nada amigável, e não foi apenas uma vez, mas por que? E ainda me chamou de, galinha? A raiva me consumia e eu previa outra noite mal dormida.


Notas finais
Gostaram? Criticas e duvidas?
Ren, bipolar ou não? kkkk
Esse capítulo me deixou muitas duvidas, as vezes eu penso que por eu estar imaginando e escrevendo talvez eu não esteja dando poucos detalhes para que vocês imaginem a cena +/- da forma como ela deveria acontecer.
Então se vocês acham que eu deveria dar mais detalhes podem falar que vou tentar melhorar.