Come Here
1 Capítulo 1
Notas iniciais
e é, puta lemon sexy e com uns momentos meios sadomaso, porque né, marida queria assim. Espero que gostem ;; Nem gosto de kyumin, mas curti a fic e çççç qqq Boa leitura ♥
Caminhava lentamente por entre as várias pessoas amontoadas naquele corredor, todas me encaravam com certa estranheza, afinal, Cho KyuHyun não era uma pessoa comumente vista em lugares lotados de pessoas, a não ser que tivesse algum tipo de relação a ter com todos. O que não era o caso. Estava ali tão somente para ver meu hyung, que diziam estar em uma briga, novamente... Suspirei, sorrindo de canto. Não era como se não gostasse da ‘nova personalidade’ de meu hyung, mas SungMin era realmente adorável quando tímido. Pena que só se mostrava assim perante a mim, e só... E nem era sempre, por sinal.
Empurrei alguns alunos que ainda se mantinham no caminho, logo avistando o meu pequeno hyung. Estava suado, descabelado e de roupa desalinhada, uma marca roxa no braço e só, enquanto seu oponente, KangIn, um aluno do terceiro ano, apenas tinha uma pequena ferida no canto da boca e a respiração alterada.
Entrei no círculo, apenas encarando o brutamontes e esse se manteve calado. Fui até SungMin, o pegando pelo braço com força e o arrastando dali, sentindo certa resistência e ouvindo seus esperneios, mas apenas o ignorando. Atravessamos novamente a multidão de gente, e depois de mais alguns segundos, estávamos no banheiro da escola.
-Mania irritante de brigar com pessoas mais fortes que você! – Falei, levemente alterado, batendo a porta e nos deixando a sós ali.
-Não precisava me tirar de lá Kyu... – Disse, um monumental bico se formando em seus lábios enquanto recostava o corpo nos azulejos brancos e gelados.
-Da próxima vez, não irei tirar mesmo. – Falei sério, indo até sua frente e pondo uma mão em seu rosto e fazendo um leve carinho com o polegar – Mas nós não queremos que esse rosto tão lindo seja machucado novamente, não é? – Falei, manso, o típico sorriso de canto voltando a se desenhar em meus lábios.
-Uhum... – Murmurou, seus olhos encarando os meus intensamente, suas mãos se agarrando ao meu pescoço. – Não queremos... – Sorriu minimamente, roçando a ponta do seu nariz no meu, sua respiração se chocando com a minha.
Pus a outra mão na sua cintura, logo o puxando bruscamente e colando nossos corpos, ainda sem de fato colar nossos lábios. Mordi levemente seu lábio inferior, vendo-o fechar os olhos e suspirar, lindo. Desci um pouco, mordendo seu queixo, sentindo seu corpo se arrepiar, e logo tratei de descer meus lábios por seu pescoço, dando leves mordidas e chupões, ouvindo um gemido em tom mínimo escapar pelos lábios dele.
Senti suas mãos puxarem brutamente meu cabelo, me fazendo voltar a olhar em seus olhos, e em questão de segundos, nossas bocas já se chocavam violentamente, onde nossas línguas se atreviam a guerrear entre si a procura de mais espaço. Sua boca era doce, sempre doce, viciante... Separamo-nos alguns minutos depois, a falta de ar se tornando insuportável, a boca do Minnie se encontrava inchada e a minha não devia estar assim tão diferente.
Sorri, vendo-o fazer o mesmo, logo pondo-se a se arrumar enquanto eu apenas arrumava meu cabelo, saindo na sua frente do banheiro. Era sempre assim, era um desejo tão grande e tão avassalador... Não era amor, nós nos amávamos como irmãos, havia tão somente esse desejo insano que queimava na nossa pele sempre que chegávamos próximos demais um do outro. Éramos amigos desde a infância, minha mãe e seu pai eram primos de terceiro grau, o que não nos conferia parentesco nenhum, mas ambos crescemos juntos e sempre fomos assim, e esse desejo só começara a aparecer com a chegada da adolescência. Ambos nunca demos tanta importância a isso.
Entrei na minha sala de aula, ouvindo um longo e irritante sermão por ter entrado 7 minutos após o fim do intervalo. Sentei na minha cadeira e me pus a ignorá-lo, tal como sempre.
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Sentei-me no sofá, olhando pro teto, não havia porra nenhuma a se fazer, a não ser simplesmente olhar para o teto! Odiava quando KyuHyun não saía no mesmo horário que eu e vinha jogar Playstation comigo. Ele morava duas casas ao lado, mas ainda assim, não era todo dia que nós nos víamos. Suspirei, reiniciando mais uma vez o jogo e logo perdendo novamente, me levado ao estresse total e absoluto.
-PORRA! – Gritei, não havia ninguém em casa mesmo, meu pai e minha mãe só chegariam no dia seguinte, já que estavam em uma viagem de trabalho para uma cidade vizinha. Corri ao telefone, discando o número que eu já conhecia até do avesso, escutando o mesmo chamar, uma, duas, três vezes, e nada de alguém atender. Já estava prestes a desistir quando finalmente ouvi a voz conhecida do outro lado.
-Isso tudo é uma saudade? – Perguntou debochado.
-Cala a boca. Vem pra cá, não tem nada pra fazer aqui... – Falei, manhoso, ouvindo-o rir baixinho e logo murmurar positivamente – Ta, mas nem demora, acho que vai chover.
Desliguei, logo tratando de ir tomar meu banho. Saí andando pela casa, espalhando peças de roupas por onde passava e me jogando de baixo do chuveiro. KyuHyun tinha a chave de casa, dane-se. A água gelada me deixava mais calmo. Abaixei a cabeça, deixando com que a água batesse na minha nuca, soltando um longo suspiro de satisfação. Meu corpo nu se arrepiava levemente com aquilo, adorava a sensação do bater da água em mim.
Senti duas mãos envolverem minha cintura, e nem sequer me assustei, já sabia quem era, na verdade, achei até que ele chegaria antes de eu terminar de tirar minha roupa. Sorri, fazendo menção de me virar, mas os braços dele me prenderam na posição que estava.
-Fica assim, eu gosto. – Falou roucamente no meu ouvido, sugando o lóbulo da minha orelha direita, me fazendo arrepiar minimamente, e logo continuar na mesma posição. Seus lábios iam descendo, mordendo meu ombro, minha costa, e eu apenas fechei meus olhos novamente e me deixei levar – Meu professor quase arrancou minha cabeça hoje hyung! – Falou, entre um beijo e uma mordida, me fazendo rir minimamente- E a culpa é sua... Por ser tão irresistível assim... – Falou manhosamente, logo suas mãos indo até meu quadril e o puxando levemente contra si, me fazendo sentir o volume por baixo de um pano fino e molhado, que deduzi ser sua boxe. Ofeguei baixinho, mordendo o lábio inferior – Você percebe agora o efeito de você em mim? – Ele dizia, rebolando contra minha entrada, me fazendo gemer languidamente – Você não faz idéia do quanto você é fodidamente gostoso, não é? – Sua risada baixa e sarcástica, eu amava isso...
Minhas mãos, que antes seguravam seus pulsos, se espalmaram na parede, e um gemido longo deixou minha garganta, tão somente por minha imaginação já ter ido longe demais.
-Me mostre então, Kyu. – Falei, sentindo suas mãos me virarem bruscamente, me fazendo chocar contra a parede gelada. Encarei aqueles olhos que tanto me hipnotizavam, e os lábios que tanto atormentavam meus sonhos, os fios negros molhados caindo sobre sua face e delineando seu rosto perfeito, pude sentir uma ponta no baixo-ventre, me fazendo morder o lábio inferior. – Me fode.
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Sorri, descendo uma mão até uma nádega do outro, vendo-o gemer baixo e controlado. Puxei-o mais pra mim, roçando nossas ereções recém-formadas, a minha ainda por sob o pano. Gememos em uníssono, e logo eu puxava seu quadril mais vezes contra mim, brincando com o auto-controle do maior.
Senti uma de suas mãos puxar o meu cabelo, me fazendo gemer languidamente, logo tirando a mão de seu glúteo e agarrando, sem aviso algum, o membro pulsante do mais velho, fazendo movimentos lentos de vai-e-vem, ouvindo seus gemidos finalmente começarem a escapar.
Sua mão puxara novamente meu cabelo, e mais do que automaticamente minha mão foi até o seu rosto, apertando com força seu queixo, formando uma espécie de bico, o forçando a me encarar.
-Você. Você fica quieto. Ouviu? – Falei ríspido, dando um tapa em sua face, vendo seu rosto virar novamente em minha direção com os olhos brilhando luxúria.
-Mas e se eu não quiser ficar quieto Kyu? – Falou, mordendo o lábio inferior enquanto uma de suas mãos ia até minha costa e a arranhava com força, provavelmente estaria sangrando depois. Quem liga? Gemi, mas logo voltei a minha posição inicial, sorrindo minimamente.
-Se não ficar bem quietinho, bebê vai se machucar. – Falei com falsa calma, vendo-o respirar fundo, aproximando sua boca do meu ouvido.
-Me machuca então Kyuuu... – Disse, arrastando obscenamente meu nome, me fazendo arrepiar por completo.
Peguei-o pelo colo e saí de dentro do box, sem me preocupar em desligar o chuveiro, saindo do pequeno cômodo e chegando ao longo corredor do primeiro piso da casa do outro. O prensei na parede logo a nossa frente, ouvindo-o ofegar pelo ato violento. Deixei que minha boca voltasse a estuprar sua pele, agora mordendo e sugando e deixando marcas em sua pele clara. Ouvia os ofegos dele, e porque caralhos ele tinha que ficar se controlando?! Eu queria ouvi-lo gemer meu nome e gritar por mais e mais, que gritasse por me ter!
O soltei, deixando que voltasse ao chão, e mais uma vez nós paramos, era incrível a atração que eu tinha por aqueles olhos e era inegável que era o mesmo com ele. Sorri, minimamente, ao percebê-lo perdido ao me observar, gostava disso, aumentava ainda mais o meu nada pequeno ego.
Suas delicadas mãos subiram a altura do meu rosto, ambas traçando o contorno da minha face sem de fato tocá-la. Fechei meus olhos, apenas deixando que ele fizesse o que quisesse, todos teriam seu momento ali. Ainda de olhos fechados, senti sua respiração se chocar contra meu rosto, aquele cheirinho doce me invadindo e me fazendo sorrir ainda mais largo inconscientemente. Finalmente, senti o calor da sua pele na minha pele, a ponta de seus dedos tracejando meus lábios, subindo para minha bochecha e descendo para meu pescoço, me dando um leve arrepio.
-Você é tão lindo Kyu... – Ouvi sua voz rouca, sua mão voltando ao meu rosto, em concha, descendo de meus olhos ao meu queixo, subindo para trás da minha orelha- Tão perfeito...
E subitamente tudo parou, seus lábios encontraram os meus, e um beijo lento se iniciou, minha língua se entrelaçava a sua sem pressa alguma, e nem parecíamos os dois que estavam prestes engolirem um ao outro. Pus minhas mãos na sua cintura, o puxando delicadamente para mim, sentindo-o enlaçar meu pescoço com os braços. Suguei levemente seu lábio inferior, e sua mão puxou levemente meu cabelo. Era inevitável não voltarmos ao nosso estado inicial, então logo já estávamos novamente grudados na parede.
Minhas mãos viajavam em cada uma das coxas maravilhosas de SungMin, as apertando e por várias vezes a arranhando com força, ouvindo os gemidos do outro finalmente começarem a sair mais espontaneamente. O membro esquecido do outro pulsava contra meu abdômen, me dando um frio na barriga e uma excitação extra ao senti-lo tão necessitado. Mas ele não era o único ali que precisava de atenção.
-Me chupa. – Falei autoritário após separar nossas bocas, vendo-o imediatamente se ajoelhar no chão. Foi arranhando toda a extensão da minha barriga, deixando marcas vermelhas pela minha pele alva, e logo chegava a borda da boxe branca, puxando o elástico com força e o fazendo bater dolorosamente contra a minha pele. Mordi o lábio inferior, ansioso. Lentamente ele desceu aquele pedaço de pano, liberando finalmente meu membro gotejante. Ao sentir o pano chegar finalmente aos meus pés, o chutei para longe, deixando um gemido esganiçado escapar quando senti a ponta dos lábios do outro rodearem minha glande- Ahhhh Minnie...
Ele brincava com meu falo como se fosse um pirulito, subindo e descendo com a ponta da língua, sugando a glande e as vezes raspando os dentes pela extensão do mesmo, mas sem de fato engoli-lo. Pus minha mão direita em seus fios negros, a esquerda estava na parede para o meu apoio. Fazia carícias em seus cabelos e ele continuava a brincar, me arrancando mais e mais gemidos enquanto meu corpo parecia queimar vivo.
Achei que fosse morrer de prazer e espanto quando senti seus lábios envolverem meu membro por completo, dando uma sucção forte. Deixei que os gemidos e os palavrões rasgassem minha garganta sem me conter, minha mão empurrando levemente a cabeça dele contra o pedaço de carne latejante em suas mãos, incentivando-o a continuar.
Logo sentia-o trabalhar, sua língua fazendo movimentos circulatórios enquanto sua cabeça ia e vinha, dando sucções fortes e arrebatadoras na minha glande. Senti-o repentinamente parar, abri os olhos e já iria brigar com o mesmo, mas antes que fizesse menção do mesmo, ele começou a me masturbar com a mão direita, me fazendo voltar a gemer, enquanto que com a mão esquerda masturbava a si mesmo.
Seria uma cena inesquecível para quem quer que visse, eu com a testa colada na parede gemendo loucamente todos os palavrões possíveis e existentes enquanto o mais velho se encontrava aos meus pés masturbando a mim e a si próprio. Devia ter chamado alguém para gravar isso...
Desci minha mão direita até seu rosto, o apertando e malinando, batendo e deixando marcas, eu gostava disso, ele também. Pus minhas mãos em seus cabelos e o puxei para cima, vendo-o gemer de prazer e dor. Colei minha boca a sua assim que ele chegou, e sentindo o meu próprio gosto ali, iniciei mais um de nossos beijos selvagens, onde nossas bocas eram tão violentas e insanas que em algum momento dali se sentiu o gosto ferroso do sangue, e nem ao menos se sabia de quem era, porque nossos corpos pareciam tão somente um de tão unidos.
Mordi seu lábio inferior com força, agora sim tendo consciência da ferida que eu havia deixado ali e que a mesma sangrava. Gemi deliciado com o gosto dos seus lábios com o gosto do seu sangue. O agarrei pela cintura e voltei a me movimentar com ele, e ainda nos beijando e agarrando, começamos a subir as escadas para o segundo andar.
Ele se segurava no corrimão enquanto eu ia guiando os nossos corpos, e assim íamos subindo lentamente, minha ereção roçando na sua e nos fazendo ter espasmos de prazer ali. Eu atacava seu pescoço quando senti seu corpo se desequilibrar e por muita sorte, não caímos para trás, e sim para frente, no caso, a minha frente. Senti o baque do seu corpo contra a escada, e um gemido dolorido do mesmo, e por alguns instantes senti pena e até pensei em perguntar se ele estaria bem, mas ao perceber de fato a posição que estávamos, sinceramente, mandei a preocupação à merda.
Vi seus olhos me encararem por alguns segundos, e logo ele percebeu o mesmo que eu, me fazendo rir em tom baixo, logo deitando meu corpo sobre o corpo e na escada mesmo, voltando a agarrá-lo. A situação era basicamente essa: Ele estava nu, de pernas abertas, comigo sob ele, igualmente nu, ambos jogados na escada. Pra que cama?!
Senti-o mais uma vez enlaçar as pernas em minha cintura, e por mais que a posição em si não fosse confortável, por estamos em uma escada, nenhum dos dois queria esperar mais. Levei meus dedos a sua boca, vendo-o chupar um por um como se fossem os mais maravilhosos pirulitos existentes, deixando-os extremamente encharcados. Suas mãos agarram minha costa com força, enquanto eu descia minha mão até sua entrada. Me pus a massagear a mesma, vendo-o gemer alto em baixo de mim, mas sem de fato entrar no mesmo.
-Cho KyuHyun, me fod-de ago-agora. – Falou, com a voz falha e um meio sorriso, deixando os gemidos escaparem livremente de sua garganta.
Introduzi de uma única vez o primeiro dedo, vendo-o dar um gemido mais alto, enfiando as unhas na minha costa com força. Me pus a fazer movimentos circulatórios ali, alargando-o. Os gemidos do mais velho no meu ouvido me deixavam a beira da loucura, mas eu ainda teria que esperar, nem meu lado sádico me permitiria machucá-lo nesse momento. Inseri meu segundo dígito, vendo a expressão do maior se contorcer com a fina dor, mas continuei com os movimentos, ele não era virgem a um bom tempo, eu que havia tirado sua virgindade –e o inverso também- então não doeria tanto assim. Mais algum tempo e o terceiro dígito entrou, senti-o morder meu ombro, mas não por estar sentindo dor demais, eu sabia que ele gostava, ele me mordia para me provocar, deixar marcas.
Comecei a mover meus dígitos dentro dele, entrando e saindo, vez ou outra voltando aos movimentos circulatórios, vendo-o logo relaxar de vez e começar a gemer livremente de prazer. Retirei rapidamente meus dedos e ainda mais rapidamente do que antes, introduzi meu membro dentro do mesmo, gemendo alto ao sentir o calor do interior do outro. Seu corpo se retesou completamente, estrangulando meu membro, e ambos gemíamos de prazer, adorava o lado masoquista do meu hyung.
Sem esperar muito, comecei a me movimentar dentro dele, indo devagar e com força, enquanto o maior se apoiava em um dos degraus para que não machucasse demais sua costa. Estocava com firmeza, logo achando seu ponto sensível, ouvindo um gemido mais alto escapar de seus lábios enquanto uma de suas mãos descia por meu tronco arranhando-o completamente, como se tivesse ainda alguma parte do meu corpo que não tivesse alguma marca desse demônio, tsc.
Continuei estocando com força ali, nossos gemidos ecoando por toda a casa vazia. Sentia a necessidade de um contato ainda mais profundo, e por mais que eu adorasse ficar por cima, eu queria ir mais fundo nele, e naquela posição naquele lugar, não havia outra opção... Saí de dentro do mesmo, sentando na escada e o puxando, vendo-o se engatar no meu colo, rebolando sobre meu membro sem de fato deixar que ele o penetrasse, me fazendo voltar a gemer alto.
Suas mãos puxaram meu cabelo, me fazendo olhá-lo, e eu pude ver novamente aqueles olhos de brilho tão enigmáticos e encantadores, que me faziam perder horas de sono todas as noites... Me puxou bruscamente, colando nossos lábios novamente em mais um ósculo promiscuo e luxurioso, nossas línguas se encontrando violentamente, e enquanto eu apenas o beijava, ele desceu seu corpo de uma vez, deixando que eu o penetrasse de uma vez, me fazendo separar o ósculo para dar um quase grito pelo espanto do prazer repentino em mim.
Ele rebolava, subindo e descendo com força e rapidez, nossas testas colas e suadas e nossas bocas próximas, eu via seus olhos entreabertos e sua boca escancarada enquanto a cada vez que descia e meu membro batia em sua próstata um gemido longo, alto e arrastado rasgava sua garganta e ia de encontro aos meus gemidos roucos. Pus as mãos no seu quadril, cravando as unhas ali e fazendo menção de apertar bastante, sentindo alguns filetes de sangue escorrerem por meus dedos.
Logo, o ambiente todo já parecia pegar fogo, nossos corpos queimavam e gritavam de desejo cada vez mais, e em mais alguns minutos, simplesmente senti-o se desfazer, melando nossos corpos, se contraindo e estrangulando novamente meu membro, me fazendo ter igualmente o orgasmo. Gemi seu nome, gemi com toda a força o seu nome...
Ainda me mantive alguns segundos de olhos fechados, tentando normalizar a respiração, enquanto o outro se mantinha ainda no meu colo. Abri meus olhos, encarando a face afogueada de SungMin e o sorriso terno com o qual ele me presenteava. Fiz com que ele virasse de costa para mim, observando as várias marcas roxas em sua costa, marcas de linhas roxas das escadas, arranhões que sangravam minimamente, alguns filetes escorrendo por sua pele alva. Me pus a beijar delicadamente cada uma das marcas, ouvindo rir baixinho.
-Me desculpe por isso, hn? – Falei, me referindo as marcas, vendo-o se voltar a minha frente novamente, seus olhos me encarando e um lindo sorriso largo em seus lábios, sussurrou ‘tudo bem’ e continuou me olhando, mas logo começou a rir, me deixando confuso, mas logo me explicando:
-Nós nem chegamos ao quarto Kyu! – Disse, me fazendo rir. O puxei, selando seus lábios com um leve selinho, vendo-o fazer menção de tentar sair de cima de mim, mas logo o segurei, vendo-o me encarar confuso – O que?
-Não seja por isso, vamos ao quarto então. – Falei simples, o pegando pelas pernas e o fazendo se agarrar em mim, enquanto me levantava e terminava de subir a escada.
-Você é um maníaco Kyu, só pode... – Disse, rindo baixo enquanto mordia levemente minha orelha.
-Só eu não é? – Falei, chutando a porta do quarto do maior. Ouvi sua risada, e logo estávamos rolando novamente entre os lençóis da cama dele.
De certo que eu não sei o que é meu sentimento por ele, e menos ainda o dele por mim, mas quem liga? Se no final, eu ouvisse o seu riso e soubesse que está tudo bem, por mim então, está ótimo assim.
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