Come Bite Me
14 Cap. 14 - I know you want me...
Notas iniciais
Estou tão feliz, sabiam? Feliz de saber que voces estão gostando da história,e que sempre estão mandando reviews, e agora tenho uma recomendação. Não vou parar de escrever por causa de vocês! Muito obrigada *-*
- Espera, você mora lá? – Lizie o encara assustada — Por que?
- Lá é o único Instituto que tem pelas redondezas, e eu SEMPRE morei lá. Não tem motivo, na verdade.
- Ah, ótimo... – A menina disse, estressada – Vou dividir uma casa com você? – Ela riu sem humor – Só pode estar brincando.
- Temos sorte de que lá é bem grande, e se dermos mais sorte ainda, nossos quartos serão distantes.
- Amém!
- Ei... E eu? – Disse Simon, com a voz distante.
- O que que tem você, inútil? – James diz, fazendo Simon virar os olhos.
- Aonde vou ficar? Na minha casa?
- É, Simon... Não posso deixar você se arriscar mais, e morando num Instituto, voce seria uma presa fácil. Uma hora teria que sair de lá, e os inimigos saberão. Fique na sua casa, por favor. Não quero que se envolva.
- Acontece que eu já estou envolvido, Lizie – Simon diz, aumentando tom de voz – Acabei de ver vocês dois lutarem com um Renegado, ou sei lá o que seja. Não vou ficar parado em casa, enquanto sei que vocês... – Ele hesita, e corrige a ultima fala – você está solta por aí, quase morrendo.
Elizabeth olhou para o garoto com um olhar preocupado. Ele se preocupava mesmo com ela, mas era muito arriscado levá-lo para o Instituto. Seria melhor para ele deixá-lo aonde pertence.
- Simon, me desculpa. Vá pra casa.
O garoto a olhou triste, e andou em direção a porta. Com um aperto no coração, Lizie o abraçou, sussurrando um ‘’ vou sentir sua falta ‘’ em seu ouvido. E ela realmente iria.
Ouvindo o garoto bater a porta da casa dela, ela voltou a olhar para James, que ia em direção a janela. Ele estava prestes a pular.
- Ei... Para onde vai?
- Primeiro vou matar algo... Depois vou pra casa. Pra onde mais eu iria?
- E vai me deixar... Aqui? Sozinha?
A garota se sentiu estranha ao dizer isso. James riu.
- Ficar sozinha nunca foi seu problema. – Ele ficou de pé na no quarto dela novamente, saindo da janela.
- Ah, se quiser vai. – Ela disse, ficando estressada – Não dependo de você.
Ele andou lentamente na direção dela, com um olhar sedutor. A cada passo que ele avançava, ela dava um pra trás, até ficar encurralada na parede. Ele pôs as mãos na parede,acima dos ombros da garota, prendendo-a. Seus rostos estavam a milímetros de distancia. Distancia o suficiente para beijá-la assim que falasse. Distancia suficiente para Lizie correr o perigo. Ela tentava sair dali, mas não dava. Seu corpo não obedecia.
- Sabe que depende... – Ele diz, roçando os lábios agora no pescoço da garota. – Você só não quer admitir que me quer aqui... – Ele beija a região, fazendo Lizie fechar os olhos. Era de sua nascença querer o proibido. – Há tempos você não sente algo assim. Desde quando seu precioso Andrew te deixou, não é? Se não me quer aqui, caçadora, por que não me empurra,ou me fala pra sair?
Ela queria, mas não dava. Sentir os lábios de James em seu pescoço era demais pra ela, mesmo sabendo que não sentia nada por ele.
- Me fala pra parar... – Ele agora subia uma trilha de beijos, desde o ombro, até sua face. Ele parou no canto da boca, e a olhou nos olhos. Os olhos de James estavam vermelhos de desejo. Pelo menos, ela achava que era desejo.
Ela se perguntou como ele sabia de sua história, mas deixou pra mais tarde. Não queria perguntar nada agora. Até que ela associou o que ele estava falando. Ele sabia sobre Andrew. Andrew.
Isso foi o suficiente para fazê-la acordar.
Com um simples empurro, Elizabeth fez James parar do outro lado do quarto, numa expressão surpresa. Ele sorria. Parece que ele queria aquilo.
- Quem é você pra saber algo da minha vida? Aliás, como você sabe da minha vida?
- Sei de muitas coisas sobre você,Campbell... – Ele avançou rapidamente na garota, a prendendo de vez na parede novamente, mas dessa vez, com os braços presos. As pernas de James prenderam as dela. Não tinha escapatória. Sua boca foi em direção ao seu pescoço de novo, e ele sussurrou – E também sei, que nesse exato minuto, nesse exato segundo... –Ele mordeu o lóbulo da orelha dela, fazendo-a suspirar. Não sabia se era raiva, ou pura excitação. — ... Você me deseja.
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