Combo Ninos contra o Divino do Caos
28 Capítulo 28 - Começando o plano
Notas iniciais
Depois de treinarem por algumas horas, Serio, Azul e Paco ainda estavam praticando alguns golpes, mesmo estando muito cansados.
— Muito bem. Chega de treino por hoje. – Disse o Cabeça Velha enquanto se aproximava. Ao ouvirem isso, os três se sentaram no chão, demonstrando bastante cansaço. – Se quiserem estar bem amanhã, é melhor descansarem.
— Ei. Onde está a Pilar? Faz uns dez minutos que eu não a vejo. – Disse a Azul enquanto ela e os outros olhavam em volta.
-A, sim. A Pilar está me ajudando a fazer o jantar. – Disse o Cabeça Velha enquanto pulava na direção em que tinha vindo.
— O nosso jantar está sendo feito por uma garota que gosta de comer insetos e outras coisas ainda vivas, e por uma cabeça falante. – Disse o Serio enquanto os três estavam espantados.
— Desde que a nossa comida não esteja se mexendo, eu não vou reclamar. – Disse o Paco, ainda espantado.
— Ei! Venham logo para verem o quarto de vocês! – O Cabeça Velha exclamou para os três.
— Quarto? – Paco perguntou curioso.
— Sim. – Disse o Cabeça Velha apertando alguns botões em uma das pilastras. Então uma das paredes se abre, como se fosse uma porta. Ao olharem dentro do lugar, eles viram que tinham quatro camas lá. – Grinto fez esse quarto, para uma ocasião em que vocês precisassem dormir aqui. Quem diria que seria uma situação tão delicada como a que estamos. Bem... Aproveitem o quarto. – Disse o Cabeça Velha seguindo para outra direção.
Ao verem o quarto, os três entraram e cada um escolheu uma cama.
— Nossa. O Grinto consegue pensar em muitas coisas. – Disse o Paco se sentando em sua cama.
— É verdade. – Disse a Azul enquanto se deitava na cama dela.
— Com certeza. – Disse o Serio, enquanto também se deitava em sua cama.
— Nossa! Que lugar legal. – Disse a Pilar na porta do quarto.
— Pilar? Não era para você estar fazendo o jantar? – Paco perguntou assustado pela Pilar estar lá.
— Já terminei de fazer o jantar. Agora é só esperar esquentar, enquanto isso, o Cabeça Velha disse que eu poderia vir aqui para ver o quarto. Se quiserem já podem preparar os pratos. – Disse a Pilar para os três.
— Já vou até lá. – Disse o Paco correndo até o local.
— Pilar. Por acaso você colocou algum inseto ou alguma coisa que ainda poderia estar viva enquanto comemos? – Azul perguntou para a Pilar.
— Não. O Cabeça Velha não me deixou colocar nenhum dos meus ingredientes especiais no jantar. – Disse a Pilar um pouco irritada com o Cabeça Velha.
— Então eu vou lá me preparar para o jantar. – Disse a Azul indo até a porta. – E você, Serio? Não vem?
— Daqui a pouco eu vou. Só vou descansar um pouco aqui antes. – Disse o Serio para a Azul, que concordou e saiu do quarto.
Depois que a Azul saiu, Pilar olha para o Serio, então ela sai do quarto e volta depois de alguns minutos.
— Bem... Parece que a partir de amanhã, as coisas vão mudar bastante, não é? – Pilar pergunta para o Serio.
— É mesmo. – Disse o Serio se levantando da cama.
— Muitas coisas vão acontecer. Haverão muitas lutas... Talvez essa possa ser sua melhor chance... – Disse a Pilar para o Serio enquanto sorria. Enquanto falava, Pilar ficava em pé, com as mãos nas costas.
— Melhor chance de que? – Serio perguntou curioso.
— De falar para a Azul que você ama ela. – Disse a Pilar para o Serio, assustando-o.
— O... Que?... Eu... Amando a... Azul? Por... Por que você... Acha isso? – Serio perguntou completamente sem jeito.
— Uma das minhas pistas é que, assim que eu falei isso, você começou a agir de forma incomum. – Disse a Pilar apenas observando como o Serio estava agindo.
— De todas as suas idéias malucas, essa é a maior de todas. De onde você tirou essa idéia? – Serio perguntou com os braços cruzados, fingindo não saber do que ela estava falando. De repente, Pilar tira os braços de trás das costas e mostra que estava segurando o cartão que o Serio iria dar para a Azul no dia do amigo. – O... Onde você conse... Quer dizer. O que é isso? – Serio perguntou sem jeito novamente.
— É um cartão que eu encontrei jogado no lixo, no dia do amigo, logo depois de te ver andando cabisbaixo. – Disse a Pilar enquanto sorria. – Resolvi guardar para uma ocasião importante.
— Bem... É... Era dia do amigo... E eu... Bem... É que... – Serio não sabia o que dizer.
— Para com isso Serio. Por acaso você acha que não dá pra perceber como você sempre gosta de ficar perto da Azul, como você é tão próximo dela... Até o Grinto já sabe. O Paco e o Cabeça Velha apenas não sabem porque eles apenas usam a cabeça para bater em pedras. – Disse a Pilar olhando firmemente para o Serio.
— Tem razão... Eu amo a Azul. O jeito que ela é bonita, esperta, divertida. – Disse o Serio se sentando em sua cama.
— Então diga isso para ela. – Disse a Pilar.
— E se ela não gostar de mim do mesmo jeito? – Serio perguntou.
— O único jeito de descobrir é falando para ela. Essa pode ser a sua melhor chance. Amanhã muita coisa vai acontecer. É melhor você falar para ela agora. – Disse a Pilar entregando o cartão para o Serio.
— Tem razão. Obrigado Pilar. – Disse o Serio enquanto se levantava.
Depois disso, os dois foram até onde os outros estavam.
— O jantar ainda não saiu? – Pilar perguntou.
— Não. Mas já deve estar quase pronto. – Disse o Paco com uma expressão de fome.
— Azul. – Disse o Serio enquanto se aproximava da Azul. – Posso falar com você por um momento?
— Claro. – Disse a Azul enquanto se levantava, então os dois seguiram até o quarto. – O que foi?
— Bem... – Serio não sabia exatamente como começar. – Por acaso você se lembra do dia em que nos conhecemos?
— Com certeza. Me lembro de quando nos vimos, e você quase foi atingido por uma bola de novanock. – Disse a Azul enquanto os dois riam em voz baixa.
— Bem... Sabe... Desde aquele dia que nos conhecemos, você acabou se tornando a minha melhor amiga. – Disse o Serio enquanto os dois se entreolhavam.
— Você também se tornou o meu melhor amigo. – Disse a Azul sorrindo para o Serio, fazendo-o sorrir também.
— Mas, para dizer a verdade, durante todo esse tempo, tem uma coisa que eu gostaria muito de te dizer... – Disse o Serio enquanto se preparava para dizer o que sentia. – A verdade é que eu...
— Ei! Então vocês dois estão aí! Venham logo! O jantar está pronto! – Exclamava o Cabeça Velha, interrompendo o Serio.
— Certo. Apenas espere um pouco. – Disse a Azul, querendo saber o que o Serio queria dizer.
— Nada disso. Vamos logo, antes que a comida esfrie! – Exclamou o Cabeça Velha.
— Terminamos a nossa conversa depois. – Disse a Azul para o Serio.
— Claro. – Disse o Serio e os dois seguiram o Cabeça Velha até onde os outros estavam.
Depois de chegarem lá, o Cabeça Velha levou o jantar, carregando encima da cabeça e entregou para que todos pudessem pegar.
Passou-se algum tempo e todos estavam comendo, então o Cabeça Velha os interrompeu.
— Muito bem... Lembrem-se crianças, amanhã nós vamos finalmente enfrentar aquela gosma ambulante! – Exclamou o Cabeça Velha e os quatro concordaram. – Mas antes de irmos enfrentá-lo e ajudar o Grinto, temos que lembrar dos cidadãos, por isso, amanhã, vocês quatro vão procurar os habitantes de Nova Nitza e ajudá-los.
— E quanto a você? – Azul perguntou curiosa, despertando a curiosidade dos outros.
— Eu já vou começar a enfrentar aquela coisa. – Disse o Cabeça Velha firmemente para os quatro, espantando-os.
— Mas eu pensei que iríamos enfrentá-lo juntos. – Disse o Paco sem entender.
— Temos que enfrentá-lo juntos, não pode ir atrás dele sozinho! – Exclamou a Pilar.
— Vamos todos juntos! – Serio exclamou.
-Escutem! – O Cabeça Velha gritou, chamando a atenção dos quatro. – Vocês quatro são os Combo Niños. É a missão de vocês proteger e ajudar os habitantes da cidade, não é a minha. Não mais. Os habitantes são a missão de vocês. O Grinto é a minha missão. – Ao ouvirem isso, os quatro perceberam que o Cabeça Velha estava muito preocupado com o Grinto e queria muito ir ajudá-lo. Vendo isso, os quatro concordaram.
— Logo depois de ajudarmos os cidadãos. Vamos nos juntar a você para dar uma surra no Destroctos. – Disse o Paco confiantemente e os outros concordaram, fazendo o Cabeça Velha sorrir.
— Certo. Vejo que vocês entenderam bem. – Disse o Cabeça Velha para os quatro. – Mas lembrem-se, hoje vocês devem descansar, por isso, assim que acabarem de jantar, quero que vocês vão direto para a cama de cada um de vocês e vão dormir, entenderam?!
— Sim! – Exclamaram os quatro.
Depois disso, os quatro terminaram de comer e depois, sendo vigiados pelo Cabeça Velha, foram para o quarto e se prepararam para dormir. Então cada um foi para a sua cama e dormiram.
Vendo isso, o Cabeça Velha, os observa e depois vai até o Campo de Treino e se prepara para o dia seguinte.
Mudando de cena:
No dia seguinte, todos acordaram, se prepararam, colocaram as mascaras e os braceletes e depois se juntaram no centro do salão de treino.
— Muito bem! Espero que todos estejam prontos! – Exclamou o Cabeça Velha para os quatro que concordaram.
Então, o Cabeça Velha, que estava com o agogô dourado e o bastão do Grinto na boca. Vendo que todos estavam prontos, ele atinge o chão com o bastão, transportando-os para a biblioteca.
— Está bastante... Quieto. – Disse a Pilar olhando em volta.
— Muito quieto. – Disse o Paco, também olhando em volta.
— Vamos. – Disse o Cabeça Velha e os quatro o seguiram até a porta.
Assim que chegaram na porta, que estava fechada, o Cabeça Velha a atinge, fazendo-a abrir.
No momento em que a porta se abriu, os quatro ficaram pasmos ao ver em volta. Toda a cidade escura, com nuvens negras, prédios quebrados e alguns caídos, apenas dando para ouvir o som do vento e de alguns pedaços de prédios, que caíam.
Enquanto olhava em volta, Azul, de repente, se lembrou do sonho que ela teve, quando eles foram para a outra dimensão. Lembrando que em seu sonho, ela viu Nova Nitza com essa mesma aparência assustadora. Ela também se lembra que viu quatro rostos diferentes, mas agora os rostos pareciam familiares. Então ela vê que o rosto marrom era, na verdade o rosto do Pedrita, o rosto azul era o rosto do Maremotuz, o rosto vermelho era o do Magmaz e o rosto cinza era o do Ciclonos.
Depois Azul se lembra de ter visto, em seu sonho, dois olhos vermelhos assustadores e ouvido um rugido, então ela percebe que esses olhos e o rugido eram do Destroctos, quando os quatro o enfrentaram pela primeira vez, quando ele estava com toda a força.
— Azul. Vamos. – Disse o Serio, chamando a atenção da Azul, fazendo com que ela voltasse a si;
— Certo. Desculpe. – Disse a Azul, voltando a andar junto com os outros.
Passando algum tempo, enquanto andavam, Paco olha para cima, e vê um prédio enorme, que ele nunca tinha visto antes.
— Olhem. Que prédio é esse? – Paco perguntou, mostrando aos outros.
— Deve ser o prédio onde o Destroctos está. – Disse o Cabeça Velha, surpreendendo os outros. – Provavelmente ele escolheu um prédio bem alto e usou sua gosma para deixá-lo ainda maior. – Ouvindo isso, os quatro olhavam surpresos para o prédio. – Um prédio bem alto, para poder ver a cidade do jeito que ele deixou. É bem o jeito dele.
— Pelo menos vai ser mais fácil de achar depois que encontrarmos os cidadãos e ajudá-los. – Disse a Azul e os outros concordaram.
— Provavelmente eles devem estar sendo feitos de prisioneiros agora. – Disse o Cabeça Velha enquanto eles andavam.
De repente, enquanto andavam, Serio vê uma coisa na parede de um dos prédios.
— Olhem só. O que é aquilo? – Serio perguntou mostrando para os outros, o que parecia ser um ovo enorme preso na parede.
— Gosmento. Legal. – Disse a Pilar enquanto cutucava o tal ovo.
— Espere um pouco. Olhem lá dentro. – Disse a Azul apontando para dentro do ovo e eles vêem que parece ter uma pessoa lá dentro. – Estou reconhecendo quem está aí dentro... – Disse a Azul enquanto olhava para o ovo.
— É o Miguel! – Paco exclamou vendo que era o amigo deles, flutuando dentro do ovo.
— Rápido, vamos tirá-lo de dentro dessa coisa. – Disse o Serio enquanto os quatro colocavam a mão dentro do ovo para poder tirar o Miguel de lá.
Assim que conseguiram segurá-lo, os quatro o puxaram, com dificuldade, fazendo com que o ovo se abrisse, e eles conseguiram tirar o Miguel de lá, mas o Miguel estava desacordado e com uma pequena gosma na nuca.
— O que é isso? – Azul perguntou, vendo a pequena gosma na nuca do Miguel.
— É uma gosma do Destroctos que o está deixando inconsciente. Para tirar isso dele, temos que derrotar o Destroctos. – O Cabeça Velha explicou enquanto pulava pela rua.
— Então vamos. – Disse o Paco confiante.
— Lembrem-se do que combinamos. Olhem. – Disse o Cabeça Velha, na esquina do quarteirão onde eles estavam. Então os quatro foram até lá e, quando chegaram, viram um monte daqueles ovos, nas paredes dos prédios e no chão. – Soltem todos os cidadãos dessas coisas. Assim que fizerem isso, vão até o prédio, que eu estarei lá, enfrentado aquela gosma irritante.
Ouvindo isso, os quatro se entreolharam e concordaram com o Cabeça Velha, que seguiu em direção ao prédio.
Depois de um tempo, pulando na direção do prédio, o Cabeça Velha olha para a direção, onde os Combo Niños estavam, e fica pensativo por algum tempo.
— Esses quatro vão precisar de ajuda. – Disse o Cabeça Velha pensativo.
Mudando de cena:
Enquanto isso, os quatro estavam rasgando alguns dos ovos, soltando as pessoas que estavam presas neles.
Nesse momento, sem que os quatro vissem, uma gosma, no telhado de um prédio começou a se levantar e tomou a forma de uma criatura que tinha dois braços com garras muito grandes e afiadas, uma boca grande com dentes enormes e afiados e que não possuía pernas.
Essa criatura olhou para eles e começou a gritar, chamando a atenção deles.
— O que é aquilo? – Paco perguntou, olhando para a criatura, que pulou na direção deles.
— Não faço idéia. Mas está vindo para cá! – Serio exclamou e os quatro saíram de onde estavam e a criatura caiu no chão.
Assim que caiu, a criatura se levanta e se vira para a direção dos quatro.
— Vamos dar um jeito nessa coisa e depois libertar o resto das pessoas daqueles ovos estranhos. – Disse a Pilar e os outros concordaram.
Então os quatro foram na direção da criatura e a atacaram. Primeiro Paco atacou com um chute, mas a criatura ficou com o corpo mais fino, desviando do ataque do Paco, depois Pilar tentou atacar por cima, mas a criatura, novamente, desviou e tentou atacar a Pilar com suas garras, mas ela conseguiu pular para trás a tempo.
Depois disso, Azul se aproximou da criatura e tentou atingi-la com uma série de golpes, mas a criatura conseguiu desviar de todos enquanto arredava para trás. Nesse momento, Serio corre até a criatura pelo lado e a atinge com um chute, empurrando a criatura para o outro lado.
Vendo isso, Paco pulou na direção da criatura e a atingiu com um chute abaixo do rosto, lançando a criatura para trás, fazendo-a cair no chão. Então os quatro apenas viram a criatura caída.
— Agora vamos ir ajudar as pessoas. – Disse a Azul e os quatro concordaram.
No momento em que os quatro foram continuar a ajudar as pessoas, a criatura continuou caída, de repente a parte abaixo dos braços da criatura se levanta sem o resto e se transforma em uma criatura completa.
A parte dos braços para cima faz o mesmo, se transformando em uma criatura completa também. Fazendo com que se tornassem duas criaturas, então as duas começaram a gritar chamando a atenção dos quatro, que se viraram para a direção das criaturas e se surpreenderam por serem duas.
— O que aconteceu? – Paco perguntou assustado.
Enquanto os quatro não sabiam o que dizer, as criaturas se aproximavam.
Mudando de cena:
Nesse momento, o Cabeça Velha conseguiu chegar ao prédio. Chegando lá, ele olha para cima e vê o quanto tem que subir.
Vendo isso, ele coloca o agogô dourado que estava segurando, do lado do prédio, um pouco escondido, depois ele se prepara e pula na parede do prédio e segura com os dentes, tomando cuidado para não soltar o bastão do Grinto que estava em sua boca.
Mudando de cena:
Agora os Combo Niños estavam enfrentando as duas criaturas. Primeiro Paco atingiu uma delas com um chute na nuca, mas, de repente, quando a criatura abaixa a cabeça para frente, sai outra cabeça e rapidamente essa cabeça se solta e forma outra criatura, que segura o Paco pela perna e o lança para trás.
Depois Serio correu na direção de outra criatura e a atinge na barriga, com um chute, nesse momento, sai outra criatura das costas da que foi atingida e rapidamente, a criatura que sai, se aproxima do Serio e o atinge com um soco, lançando-o na direção do Paco.
Assim que isso ocorreu, Azul corre até uma das criaturas, que tenta atingi-la com as garras, mas Azul se abaixa e depois levanta as duas pernas, atingindo a criatura no queixo. Mas, assim que isso aconteceu, outra cabeça sai do topo da cabeça da criatura que foi atingida e rapidamente sai da criatura, formando outra, que segura a Azul pelo pé e a lança para onde o Serio e o Paco estavam.
Enquanto isso, Pilar corre e atinge outra criatura na testa. No momento que a criatura foi atingida, outra sai pela barriga dela, segurando a Pilar pelo pescoço e lançando-a na direção dos outros.
— Não dá para entender. Sempre que atingimos essas criaturas, elas se multiplicam. – Disse a Azul, vendo que agora tinham mais criaturas.
— Sem contar que outras dessas criaturas também aparecem dos prédios e das ruas. – Disse o Paco, vendo mais criaturas.
— O que mais podemos fazer? – Pilar perguntou enquanto as criaturas se aproximavam.
— Pessoal. É impressão minha, ou essas coisas parecem com fome? – Serio perguntou, vendo que as criaturas lambiam os dentes enquanto se aproximavam.
— Se quisermos derrotar essas coisas, teremos que nos transformar. – Disse o Paco, vendo a situação em que estavam.
— Não. Temos que esperar para quando formos enfrentar o Destroctos. – Disse a Pilar, alertando o Paco.
— Mas como poderemos enfrentar essas coisas? – Paco perguntou.
De repente as criaturas pulam na direção dos quatro, que, sem saber o que mais poderiam fazer, se preparam para tocar nos braceletes, mas se segurando para tentar achar outra solução.
As criaturas se aproximam cada vez mais, de repente, são atingidas por um soco e são lançadas para trás. Vendo isso, os Combo Niños ficam confusos com o que aconteceu, então eles olham para trás e vêem o Búfalo.
Assim que vêem que o búfalo estava lá, os quatro se assustam, de repente mais criaturas vão na direção deles, mas o búfalo as atinge novamente.
Depois disso aparecem mais criaturas ainda e tentam atacar, de repente Duplíco aparece e, corre, encostando em várias criaturas, de repente ele fica na forma das criaturas, mas bem maior que elas e depois começa a atacá-las.
Logo depois, o Inseto Gigante faz com que seus insetos se juntem, formando o inseto imenso que ele gosta de controlar e depois usa esse inseto para atacar outras criaturas.
Enquanto isso outras criaturas estavam tentando atacar o Búfalo, que se defendia, então outras pularam na direção dele, nesse momento, ele se vira para essas criaturas, com a boca aberta e acaba engolindo algumas dela.
— Até que é gostoso. Vamos ver se todos vocês tem esse mesmo gosto. – Disse o Búfalo enquanto corria atrás de mais criaturas.
Em outra parte o Gasoso usa seu fedor para atordoar algumas criaturas, enquanto elas eram atingidas pelo Cachorro Cérebro.
Nesse momento, outras criaturas se aproximavam do bebê dragão, mas assim que chegaram perto, ele começa a chorar, fazendo um terremoto e algumas criaturas acabaram caindo dentro das rachaduras que apareciam.
— Quem está mexendo com o meu bebê? – Perguntou a mãe dragão, que apareceu e atingiu as outras criaturas.
Enquanto isso, em outra parte, estavam várias criaturas se aproximando da Selvassa.
— Preparem para sentirem um gosto da natureza. – Disse a Selvassa, fazendo com que algumas arvores atingissem as criaturas que se aproximavam dela.
Nesse momento, o Esportivo pegou uma bola de novanock e deu um chute nela, atingindo várias criaturas na cabeça. Enquanto isso, outras criaturas se aproximavam no El Geco, que desenhou um monstro enorme no chão e o fez ganhar vida e o fez atingir as criaturas, lançando-as para trás.
Em outra parte, Ave e Loro fazem com que suas penas atinjam outras criaturas, fazendo-as ficar com raiva umas das outras. Nesse momento, outras criaturas se aproximavam da Bejinho Beijinho, que fez com que as criaturas ficassem apaixonadas por ela e depois as atingiu, lançando-as. Enquanto isso, algumas criaturas estavam dançando umas com as outras, sendo controladas pelo Cérebrus.
Enquanto isso, outras criaturas corriam na direção da Lady Sorte, que apenas as atingiu com seus raios, de repente cai um pedaço de um prédio encima dessas criaturas. Nesse momento, outras criaturas estavam tentando atacar a Mama Conda, que atingiu algumas com sua calda e outras criaturas eram atingidas pelos filhotes.
— Oi Azul. – Disse a Cervia, se aproximando da Azul.
— Oi Cervia. Há quanto tempo. – Disse a Azul sorrindo ao ver a Cervia.
— O que está acontecendo? – Paco perguntou, enquanto via as lutas acontecendo.
— Estamos dando uma força. – Disse o Búfalo enquanto comia algumas criaturas.
— Mas, por que vocês fariam isso? – Azul perguntou curiosa.
— Se Destroctos tomar essa cidade, não poderemos ter a nossa chance de fazer isso. – Disse a Lady Sorte.
— Por isso queremos dar um jeito nele. – Disse o inseto Gigante.
— Mas como vocês chegaram aqui? – Serio perguntou sem entender.
— O Bernie, asas de dragão nos trouxe para cá. – Disse o Elefanto enquanto atingia outras criaturas.
— O Cabeça velha os soltou para vir nos ajudar? – Pilar perguntou confusa.
— Sim. Agora terminem a missão de vocês para que possam dar um jeito no Destroctos. – Disse a Selvassa enquanto enfrentava mais algumas criaturas.
Mudando de cena:
O Cabeça Velha conseguiu chegar ao último andar. Assim que chegou, ele entrou no prédio e começou a procurar.
— Grinto. Grinto. – Chamava o Cabeça Velha. De repente ele vê o Grinto sentado no chão, com a cabeça abaixada, com os braços acorrentados, parecendo inconsciente. – Grinto! – Gritou o Cabeça Velha pulando na direção do Grinto rapidamente.
— Que tocante. A velha cabeça de pedra veio salvar seu aprendiz. – O Cabeça Velha ouvia a voz do Destroctos, de repente cai um monte de gosma do teto, entre o Cabeça Velha e o Grinto, depois essa gosma tomou forma, revelando ser o Destroctos. – Mas me diga. Por acaso você acha mesmo que pode me derrotar? – Destroctos pergunta sorrindo, enquanto olha para o Cabeça Velha.
Continua...
Fale com o autor