Shino, Kiba notou, tinha uma vida tarimbada Mas não o impediria de colocar cartas na mesa. Queria respostas!

Cruzou os braços enquanto, de rosto fixo ao dele, Shino admitia tê-lo marcado. Admitia também estar sempre de olho, abelhas lhe servindo as informações.

Pediu então um tempo para si. Para organizar a mente, Shino cedeu. Quando se viu só, folheou o livro. Morte e Vida, destinados, maldição.

Não achou, entretanto, nada que indicasse o fim daquilo. Também não sabia o quê procurar.

Lendo que era uma antiga divindade doada ao deus do solstício, fugiu de tudo aquilo, mais uma vez.