Num momento como aquele, Kiba não estava para as sensaborias de sua mãe, apesar de amá-la. Eram desculpas, sofismos! Ele queria algo direto, portanto não controlou a língua:

“Tá me dizendo que existe a porra de um livro?”

O tabefe na nuca e o puxão de orelha foi merecido.

“Olha a língua, moleque!”

Olhou. Pena que não olhou o terreno pelo qual caminhava lado a lado com a mãe. Tropeçou e sequer soube o que o atingiu assim, uma pedra? Raiz de alguma plantação?

Morro abaixo ele foi.

“Isso que dá ser desbocado!”

“Pelo menos eu não sou mentiroso!”

Notas finais
Sim, no caminho Tsume tá contando AOS POUCOS o que ela "sabe" pro Kiba.