O roçagar dos lençóis em meio às suas pernas, o suor. Ar que parecia rarefeito. Kiba sentia-se nu, e num piscar de olhos estava. O peito inquieto, a respiração anelante. Calor, sentia-se quente, tocado, mordido, desejado. A própria mão a alcançar o meio das pernas, a masturbação não sendo frutífera a saciar os desejos, usando os dedos também para que outros pontos fossem alcançados.

“Nada saciará você, que não eu”, as mãos tocando sua pele, a voz grave, o aroma pungente do alpha. A mordida forte em seu ombro.

Acordou sozinho, aos berros, suado e duro.

Mas não sentia-se só.