Com amor, sempre Júlia

"Folheando a Júlia menina, ouvi um barulho abafado vindo de debaixo da cama. Respirei fundo. Suspendi o tecido fino da lucidez que se arrastava sobre o piso e bisbilhotei. A claridade da janela ajudava o escuro formado, a se desfazer. Era o meu eu, escondidinho em uma caixa apertada, debatendo-se contra a tampa, querendo se libertar."
Classificação Livre
Drama Poesia Romance
Maíra Viana

Sinopse

Notas adicionais

Escrito por
Maíra Viana


Classificação Livre
Livro concluído
Publicado em 6 de nov. de 2015 15:24
Atualizado em 6 de nov. de 2015 15:24
1354 palavras

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