Coloring The Life - Um Restart Na Vida

5 Talento+Restart+Guitar Hero+Carisma = Amolecer


Notas iniciais
aai gente, obrigada por todos esses reviews, e por estarem gostando da Fic ! Se quiser me ajudar a construir o enredo da história segue @_Leeticia_M e me dêem sugestões. PAOSKAPOSPOSAKS . Amo muito vocês s2'

É. Lanza tinha me lembrado da minha mãe. OK. Esqueci da promessa e me fechei de novo. Eu estava com uma dor de cabeça horrível, e não conseguia ficar no meio daquela baderna, que era dentro daquela van.

- Sério. — murmurei — preciso ir pra casa.

- Por que? — Koba olhou para mim.

- Estou morrendo de dor de cabeça. — Pressionei meus dedos contra minha cabeça.

- Tem alguém na sua casa? — Lanza se sentou ao meu lado.

- Não. — Suspirei, sentindo aquele perfume doce do Lanza.

- Então você vai ficar aqui com a gente sim ! — ele passou o braço pela minha nuca.

Ou, ou, ou. Esse Pe Lanza acha que já é íntimo é? Empurrei seu braço delicadamente, e fui um pouco para o lado do Koba, que brisava. Ele percebeu o que eu quis fazer e foi para o fundo da van.

- Apple. Apple, hey Apple ! — ouvia o Thomas falar no fundo.

Cara , eu amava muito esse vídeo. Comecei a rir e o Koba foi na minha onda.

- Ah Thomas, vai catar apples da amazônia vai. — Virei para trás tentando dar um patada, mas não deu muito certo.

Todos riram, inclusive ele. Ah só um esforço vai? Ah não vou me derreter por essa bandinha ! Ou será que sim? Ai DROGA !

- Aun. — apertei as bochechas do Thomas

Lanza parou de rir na hora.

- Passou sua dor de cabeça, Manuella? — ele disse empurrando Thomas para trás

- Sim. — Pe Lu ficou atrás do Pe Lanza e apontou para ele, apenas mexendo os lábios. "Ciumento!" , revirei os olhos

Ele nem me conhece. Como ficaria com ciúmes?

- Nós chegamos né? — eu apontei para a janela, onde meninas batiam na van, com suas roupas coloridas. — Se eu quiser um marca texto já sei onde vir pegar.

- Ei. Não vou considerar isso como uma ofensa. — Pe Lu pigarreou.

- Considere o quê quiser, Pedro Lucas. — eu olhava pela janela.

- Vem aqui Manuella. — ele entrelaçou meus braços nos seus.

-Ou , ou, ou ! O que você pensa que está fazendo, Lanza? — dei um tapa na mão dele.

- Calma. — Ele fez uma careta. — Á não ser que você queira ser quase morta pelas fãs e sair quase pelada...

- Mas elas nem me conhecem !

- Mas você está com a restart. — Pe Lanza colocou a mão para fora da janela, que foi agarrada por várias fãs

- Tudo bem então né. — Fiz uma careta ao ver Lanza oferecer o braço de novo.

- Vou abrir a porta. — O empresário Alertou.

Vários gritos foram ouvidos de fora, e a banda quase sumiu no meio das fãs enlouquecidas. As fãs de olhavam de um jeito estranho, pelo fato de eu estar com o braço entrelaçado com o de Lanza. Não sei como não vomitei.

Foi bem o que Lanza tinha dito. Até MINHA roupa estava rasgada. Entramos no hotel, e consegui ouvir meu celular tocar.

- Ok Lanza, já estamos aqui dentro. — fiz uma careta e soltei meu braço.

Atendi o celular, era a Alícia.

- ACABEI DE TE VER NA TELEVISÃO! — Ela gritou

- O QUÊ? — Gritei de volta, mas furiosa. Thomas olhou para mim fazendo uma careta.

- De braços dados com o Lanza. Tô sabendo hein? — Ela me desafiou.

- Depois eu te explico isso. — imitei o barulho de qem está vomitando e grudei no vidro da porta.

Cara, eu não tinha prestado atenção. Tinham VÁRIAS câmeras apontando para o hotel.

- Manuella, vem, vamos subir ! — Thomas chegou atrás de mim.

Desliguei o celular sem falar tchau para a Alícia e acompanhei a caixinha de lápis de cor.

Pegamos o elevador e paramos no décimo quinto lugar. Os garotos foram dançando e rodando pelo corredor inteiro, até Thomas e Lanza entrarem em um quarto e, Pe Lu e Koba entrarem em outro. "Deus. O quê eu fiz pra merecer?" pensava para mim mesma.

- Vem cá, Manu. — Thomas apareceu na porta de novo.

- Cara ! Essa "TV" é boa pra gente jogar hein? — Vi Pe Lanza Admirando a televisão pregada na parede.

- Já deixaram as malas aqui. — Thomas apontou para a mala.

- Espera, do que vocês estão falando? — Sentei em uma das camas, não sou nem um pouco folgada.

- Guitar Hero. — Pe Lanza colocou a mala gigante do meu lado.

- Ah cara. — soquei a cama e os garotos olharam incrédulos para mim. — EU AMO ESSE JOGO!

Pe Lanza sorriu. Abriu a mala, de onde tirou duas guitarras, e jogou uma para mim.

- Joga enquanto nosso empresário não vem com o resto das papeladas. — ele sorriu e conectou tudo na televisão.

- E você, Thomas? — Olhei para ele mexendo numa mala verde.

- você acha que eu jogaria guitar hero com mais o quê? — ele tirou a bateria do guitar hero de lá e colocou sobre a mesa que estava praticamente de frente para a televisão.

Passamos um bom tempo jogando, no expert, até que o empresário da Restart entra com uma mala de escritório no quarto

- Manuella, por favor... — O empresário me chamou da porta.

Foram mais perguntas, até eu topar. Dentro de dois meses eu estaria recebendo o dinheiro e poderia pular fora para tentar outro emprego, já que eu estaria mais conhecida.

- Bom gente, tudo acertado, então. Falou, até domingo. — Ia entrando lá para pegar minha mochila, e planejava voltar só no domingo, que teria show de noite.

- Espera Manuella, fica aqui ! — Pedro disse antes que eu pudesse pgar minha bolsa.

- é, Manu. Dorme aqui. — AI DEUS, EU MEREÇO ISSO? SÉRIO? Cadê minha faca para me matar, quando eu preciso.

- Mas eu nem trouxe troca de roupa. — "Digam então pode ir ! " "Digam então pode ir ! "

- Eu te empresto uma camiseta, deve ficar feito um vestido pra você. — Thomas tocava a "bateria" do guitar hero.

- Não, deixa. Eu peço para a minha prima me trazer umas roupas. — O quê foi que eu disse?

Peguei meu telefone.

-Alô, Alícia?

- fala, emo.

- me traz umas roupas pra mim por favor?

- Quê?

- Você sabe em que hotel os coloridos estão.

- vou aivsar a recepcionista pra deixar ela entrar. — Pe Lanza sussurrou pegou o interfone.