Colorido

8 The Entertainment City


Notas iniciais
Oi mores!! Tudo bem? Então gente, nesse capítulo eu tive a ajuda das minhas parceiras do crime: Padfoot e Moony! Muito obrigada meninas! Prongs loves you! Sem mais enrolação, vamos para o capítulo! Eu juro solenemente não fazer nada de bom! *aparata para as notas finais*

Megan P.O.V:

Minha cabeça dói... MUITO! O que houve? Me levantei da minha cama esfregando o local dolorido na minha cabeça, procurando pelo meu criado mudo, só que assim que o encontrei as memórias me voltaram e tudo que consegui dizer foi:

— BLIIIIIIIIIIIIIIIIIIISS!!

— Xiiiiu! Estamos no meio da madrugada!

Abaixei meu tom de voz e perguntei:

— Era realmente necessário bater na minha cabeça?

Bliss não se dignou a me responder, só me deu um thumbs up, simplesmente bufei e perguntei:

— Já chegamos em Phoenix? Foi mais rápido do que eu imaginei!

Jocelyn levantou da cama em 90 graus e me olhou com olhos arregalados

— O que foi?

— Então... hããã... sobre isso...

— Estamos em Vegas. Podemos voltar a dormir agora coisa?

Falou Bliss. Jo desabou na cama tentando evitar meus gritos, COMO ASSIM ESTAMOS EM LAS VEGAS?! ALGUÉM ME EXPLICA!

— O Evan está no quarto ao lado, pergunta pra ele e vê se daí fica quietinha, tá?

Senti raiva consumir todo meu corpo enquanto eu marchava para o quarto da esquerda . Arrombei a porta sem pensar duas vezes e gritei:

— EVAN SEU IDIOTA SEM CÉREBRO! O QUE VOCÊ...

O casal de velhinhos que estava no quarto quase morreu do coração.

— Ops! Haha... desculpe... quarto errado... boa noite.

Fechei a porta do quarto muito constrangida e fui para dois quartos para a direita agora sim tendo a certeza que eu encontraria o retardado que provavelmente nos trouxe para cá, e aproveitei para praticar os meus poderes, congelei a porta e a destruí logo em seguida. Entrei no quarto, procurando pela minha presa, o encontrei dormindo esparramado na cama- como uma estrela-do-mar- e avancei no bicho idiota, quando me aproximei ouvi ele resmungando:

— Ress, desliga o ar condicionado... tá muito frio...

— Claro, mas logo depois de te matar!

Minha resposta foi... um ronco, UM FUCKING RONCO! Ele voltou a dormir! Ele se cobriu até a cabeça para evitar o frio que emanava de mim, só que em vez de deixa-lo em paz, me lembrei de uma coisinha que poderia me ajudar a dar uma lição nele, peguei seu lençol, amarrei as extremidades e comecei a arrasta-lo para fora do quarto, o único sinal de vida que recebi foi um resmungo do garoto dentro da trouxa que fiz. O levei até o parapeito e- de lá eu o taquei na piscina, que estava logo abaixo, assim que o joguei, vi Ress e T.J correndo para o meu lado para ver se aquela coisa estava viva, averiguamos o fato assim que ele emergiu da água e gritou:

— Tá louca é? Eu podia ter morrido!?

Simplesmente sorri para ele, me virei para os dois garotos surpresos ao meu lado e falei:

— Aaahh! Isso foi relaxante! Boa noite meninos! Sonhem com Evans sendo torturados!

Deixei eles tentando digerir o que acabou de acontecer e fui explorar o novo local, já dormi demais para o meu gosto.

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Jocelyn P.O.V:

Bliss e eu acordamos com alguém xingando bem alto. Minha companheira voltou a dormir, já eu, me levantei e fui atrás de Megan, ela parecia estressada quando acordou, a encontrei no refeitório- onde acontecia uma mostra de gastronomia mundial- se empanturrando com nachos mexicanos, me aproximei dela perguntando:

— E aí? Está mais calma?

— Super, ainda mais depois da lição que dei naquele cocô de pessoa!

—... que “cocô de pessoa”?

— O Evan, claro! Taquei ele na piscina do hotel.

Sinto minha boca se escancarar lentamente antes de perguntar o que tinha acontecido- exatamente- horas atrás. Depois de uma breve explicação da Megan, que estava mais entretida em saborear cada um dos aperitivos da mostra, decidi voltar para os quartos só para checar se o Evan estava bem. Não que ele não tivesse merecido... mas meu Deus.

Fui ao quarto dos garotos, onde lá se encontravam Ress e T.J. Perguntei a eles onde estava Evan, e eles apontaram para a porta trancada do banheiro. Eles estavam de saída para explorar o hotel. Disse a eles que esperaria mais um pouco para conferir se estava tudo bem com ele, apesar de eles terem testemunhado o próprio retornando ao dormitório encharcado, sem ferimentos, mas xingando Deus e o mundo – mais especificamente a Megan.

Os três deixam o quarto. Quando escuto o clique da maçaneta, começo a rodear o quarto, tentando captar os detalhes de seu design e estética. O cômodo estava razoavelmente arrumado, mas havia peças de roupa ou revistas espalhadas por todos os cantos.

Estava tão ocupada apreciando o trabalho dos designers que quase não percebi o chuveiro sendo fechado. Me coloquei em frente à porta e arrumei minha postura tentando ensaiar o que eu iria falar para ele, ouvi um clique e ergui o rosto... não esperava ver o que eu vi...

Evan estava enxugando seu cabelo... seminu...só com sua parte de baixo enrolada numa toalha. Entrei em apneia e abaixei meu rosto na hora, sentindo meu rosto corar na hora e minhas orelhas ficarem quentes. Só depois de alguns segundos, Evan pareceu me notar, parando na minha frente.

— Ah, Jo... E aí? O que você está fazendo aqui?

— E-Eu... Err... – Tento parecer mais calma, embora estivesse gelando por dentro. – S-Só vim conferir se você estava bem. O-Ouvi dizer que a Megan te jogou, e tudo. Haha... e-eu acho que vou...

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Evan P.O.V:

Assim que Jo se virou para ir embora, ela caiu de cara no chão, o que me deixou ligeiramente surpreso. Corri para checar se ela estava bem, seu pulso estava um pouco fora do normal e ela estava inconsciente, em sua testa havia um corte superficial, mas que estava sangrando. Me vesti rapidamente e a carreguei para a minha cama para eu poder dar um jeito naquele ferimento. Por que será que ela desmaiou, em primeiro lugar? Será que ela já estava passando mal antes de vir aqui? Anyway... eu sou o único que está aqui para ajuda-la no momento, então, vamos lá, né?

Dei uma olhada no armarinho do banheiro, para procurar um desinfetante, e encontrei um – só que da idade da pedra. Ai, cara... isso vai doer. Levei o extrato do Inferno – também conhecido como Merthiolate – para o quarto, me sentei na cama onde Jo estava desmaiada e – com toda a delicadeza que consegui invocar no momento – apliquei o remédio no corte, e quase, na mesma hora, ela resmungou, franzindo o rosto. Me lembro que quando eu me machucava, meu pai aplicava este mesmo remédio e eu fazia a mesma careta. Para me deixar feliz, ele beijava meu machucado dizendo que em alguns dias eu estaria melhor, graças ao amor do papai. Vendo Jo reagir desse mesmo jeito – quase como um reflexo – beijei sua testa bem como meu pai faria.

Depois disso, me afastei da cama, guardei o remédio de volta no armarinho e deixei o quarto. No corredor, começo me dirigir ao saguão dos elevadores. Levo uma das mãos os cabelos, me sentindo meio confuso. Fazia tempo que não lembrava desses momentos com meu pai, mas mais do que isso, não sabia porque tinha repetido uma coisa — que uma vez já tinha me feito muito feliz — com a Jocelyn. Eu mal a conhecia! Bom... conversamos um pouco durante a vinda para cá, mas ainda não éramos amigos, no máximo colegas. Não sei dizer o que aconteceu comigo... ai ai, é melhor eu descobrir o que é que está me amolecendo logo, senão logo serei como o T.J.

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Jared P.O.V:

Fui à mostra de livros do Hotel Flamingo, e devo dizer, fiquei impressionado com a variedade de obras literárias naquele acervo. Peguei emprestado um box da Agatha Christie e resolvi lê-lo enquanto relaxava na jacuzzi. Só que eu não contava que a água estivesse tão quente ao ponto de embaçar meus óculos. Alcancei minha calça, tirei meu óculos e abri o estojo de lentes de contato. Eu estava muito perto de colocar a lente do olho esquerdo, porém, nos últimos milímetros ela resolveu escorregar do meu dedo para dentro da jacuzzi. Desesperado, mergulhei, apalpando cada centímetro daquela maldita banheira para metidos.

Depois de uma boa meia-hora, imergi com a lente, finalmente recuperada. Terminei o que comecei e apalpei a borda da jacuzzi para encontrar o estojo de lentes, mas tive a infeliz sorte de empurrar o recipiente para dentro d’água. AAAAARGH!!! DE NOVO NÃO!

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Alastor P.O.V:

Essas crianças tiveram sorte da última vez que nos encontramos, mas eles que não se enganem, a escuridão está chegando, e dessa vez eles estão sem a luz do seu lado.

Notas finais
Então dearies, o que acharam dos acontecimentos na Sin City? Me contem nos comentários! Faça uma Prongs feliz! Vou tentar postar um capítulo por semana, mas não garanto nada -com a minha facul começando e tals. Isso é tudo pessoal! Até a próxima! Mau feito, feito! *aparata para a cama, Prongs está desmaiada...*