Collection Of Erotic Tales

8 Capítulo 8 - Um Sonho Gostoso


Notas iniciais
Não era esse conto que eu ia postar, mais pra não deixar vocês na mão resolvi postar algo. Já que vocês são super gentis comigo e tem tanta paciência. Então vamos deixar de enrolação e vamos ao que interteça vamos a leitura. Uma ótima leitura a todos.

Estava deitada na minha cama em dúvida se eu abria ou não a carta que estava em minhas mãos. E assim fiquei deitada na minha cama até quando um dos meus primos que moravam comigo bateu na minha porta do meu quarto e entrou sem eu ao menos responder.

Mateus estava trajando só sua calça do pijama que ele sempre usa marcando sempre o V de sua cintura. Sua pele morena, seus olhos verdes claros, seus cabelos cortado de maneira despojada, seu sorriso de menino travesso ele só estava cada dia mais lindo ainda.

–Não consegui abri essa maldita carta ainda! – disse balançando o envelope em minhas mãos

–Deu para perceber Liv. – Mateus disse sorrindo fraco.

–Isso já esta me enchendo, estou para lá do meu limite.

Reponde colocando a carta na gaveta do criado mudo e voltei a deitar na cama de peito para cima. Mateus veio silenciosamente para cama e também e deitou-se ao meu lado do mesmo jeito que eu estava.

–Calma. Vai ficar tudo bem ok! Vai ver o que tem nela nem é tudo isso. -respondeu segurando minha mão.

Virei-me para ele e coloquei minha cabeça em seu ombro direito. De mãos dadas levei-as até o seu peito deixando-as repousarem por ali. Sempre fomos muito unidos mais de uns tempos pra cá estamos diferentes.

–Você tem tanta paciência comigo, eu sou uma bagunça só.

–Você é a bagunça que me ajudou bastante a deixar de pensar só em mim e olhar um pouco mais para minha família, olhar para você, olhar melhor até para mim mesmo. -disse fazendo carinho no meu braço com sua mão livre.

Ficamos deitados na cama abraçados sem nada dizer, a sensação de calmaria que a muito eu tinha desejado enfim fazia parte dessa noite e era um alivio até para minha alma. Em meio a tanto silencio e tranquilidade, obtive respostas que a muito eu queria. Levantei o rosto e não fiquei surpresa em encarar o par de olhos verdes mais profundos que eu já havia visto em toda minha existência.

A ligação que tínhamos construído ultimamente era forte, era tão forte que não precisamos de palavras, para tão rapidamente trocarmos beijos com carinho, amor e luxuria. O beijo calmo e tranquilo estava ganhando vida própria, nossas mãos em nada eram calmas ou inibidas, elas estavam nos dando às primícias do prazer com os seus toques.

Mateus distribuía beijos da minha mandíbula até o decote da minha blusa. Suas mãos apertavam minhas coxas por cima do jeans apertado com vontade, foi quando senti minha boca sendo tomados por lábios, macios e prazerosos. Abri os olhos só para ter certeza de quem era e não me surpreende em consta que era – Eric o irmão gêmeo não idêntico de Mateus – Tinha surgido sabe lá céus de onde. Sua mão entrou no meu decote envolvendo meu seio em sua mão, tocando com a pressão necessária me arrancando um gemido.

Não sabia como mais suas habilidades em ficar sem roupa, eram incríveis. Não sabia em que momento eu tinha perdido minhas roupas mais eu só sabia que estávamos nus, mais Mateus e Eric havia trocado suas posições. Mateus beijava meu ventre e Eric devorava meus seios, enquanto eu masturbava-os com minhas mãos. Ambos me penetram juntamente com seus dedos e me levavam a loucura e a um orgasmo incrível.

Ter a visão deles provando o meu gosto em seus dedos me levou ao delírio. Ambos tomaram minha boca para si. Senti as mãos de Eric separar minhas pernas e ele suspirar alto só em ter a visão de meu sexo completamente exposto para si. Tremi quando senti seu hálito acariciar minha fenda molhada de desejo. Soltei um suspiro sofrido junto com um gemido abafado pelos beijos de Mateus. Sua língua acariciava a minha enquanto a de Eric me provava com gosto.

–Mateus assim é bem melhor de se provar. – Eric disse parando a sua doce tortura.

Mateus deixou minha boca para desfrutar o gosto do meu mel que escorria pela minha fenda, tamanho era a minha excitação. Sentir os dedos de Mateus abrindo-me deixando-me mais exposta e provando sugando-me os meus grandes e pequenos lábios. Eric voltou a sugar-me e fazer movimentos de vai e vem com a língua enquanto Mateus sugava meu botãozinho.

Eu me agarrava aos lençóis, tentava fechar as pernas para vê se o que eu sentia passaria ou aumentaria de uma vez por todas. E mais uma vez vi estrelas e antes mesmo de me recuperar Mateus estava de volta devorando minha boca e Eric ficando entre minhas pernas. Eu já não era mais a mesma desde o momento que eu beijei o Mateus na minha cama.

Uma vontade louca de poder provar o gosto deles me veio em cheio e sem delongas trouxe o membro grande, grosso e rijo de Mateus até minha boca. Sem nunca ter feito nada disso antes fiz o que imaginava que era o certo a se fazer. Passei a língua na ponta na cabecinha, sentir corpo de Mateus se enrijecer, fiz isso mais algumas vezes lentamente fui aumentando o ritmo até começar um vai e vem o colocando quase que completo na boca. Mateus me guiava o ritmo com sua mão entrelaçada no meu cabelo. Sentir que ele logo chegaria a seu limite, porém ele parou.

Eric por sua vez me fez tremer quando sentir seu meu membro ser pincelado na minha intimidade, até que por fim o ele penetrou-me muito lentamente. Fiquei esperando a tal da miserável da dor que muitos falaram mais ao contrario disso eu me sentir completa, me sentir preenchida...

Eric sorriu safado e satisfeito ao ver que a tão temível dor não me aconteceu, ele logo foi aumentando o ritmo e eu estava adorando cada vez ele ia mais e mais fundo, cada vez era mais gostoso. Envolvi minhas pernas, envolta de sua cintura querendo mais contado, querendo mais prazer. Antes de eu chegar ao ápice mais uma vez ambos trocaram de lugar.

Senti o gosto de Eric em minha boca e não era ruim era uma mistura de agre doce. Ditei-me de lado na cama ficando de frente pra Eric e de costas para o Mateus, Eric mais uma vez me tomava para si, enquanto Mateus devorava meus seios e eu sentia seus dedos no meu buraquinho. Fiquei meio tensa nesse momento.

–Não se preocupe, não doera nada, assim como não doeu aqui. – disse tocando em minha fenda e friccionando meu clitóris.

–Tudo bem eu confio em você. – disse beijando-o.

Eric me puxou para cima dele assim eu fiquei sentada, Mateus inclinou meu corpo mais para frente me fazendo ficar mais empinada para ele. Mateus penetrou-me delicadamente e mais uma vez por sorte (até que fim) não sentir nenhuma dor só prazer. Amamo-nos madrugada adentro ambos trocando de lugares, alternando nossos movimentos, ora rápido e selvagem, ora lento e gentil. Ao ápice de mais um orgasmo e todos satisfeitos cairmos por cansaço na cama e caímos na inconsciência quando o amanhecer ameaçava surgir.

Eric e Mateus eram habilidosos.

Acordei as 03h00min da madrugada molhada de suor em cima da minha cama tremendo de desejo e muito decepcionada por que nada daquilo tinha sido verdade.

Notas finais
Espero que vocês tenha gostado. Estou trabalhando em mais dois próximos contos só peço um pouco de calma minha gente, por que o tempo é muito corrido pra mim fazer várias ciosas. Mais não se preocupem eu não me esqueci de vocês de jeito nenhum viu. Por favor se não for pedir demais comentem. Desde agradeço a (o)todos(as)
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.