Collection Of Erotic Tales
4 Capítulo 4 - Délirio
Notas iniciais
Desejo uma ótima leitura a todos.
Delírio.
Lexia Morgan 30 anos uma romancista conceituada esta em um período nada bom. Seus romances todos estão parados, seu casamento bem na realidade ela esta passando por um divórcio conturbado, onde seu marido congelou suas contas, ficou com a casa e ela esta presa a tudo e nada ao mesmo tempo.
Seu refugio e abrigo é a casa de seu amigo de infância Alex Colton 35 anos um músico, escritor, roteirista e diretor de filmes e musicais. Um tanto mulherengo mais um grande amigo, muito fiel a ela. Sua beleza, charme e simpatia não lhe dão sossego para ter um bom relacionamento.
-Lexia esta em casa? – perguntou Alex quando chegou de sua caminhada matinal.
-Sim. – gritou em resposta no escritório do amigo.
-Milagre você no escritório. – disse bebendo sua água, sentado no pequeno sofá de seu escritório.
-Sim. Espero que não se incomode por estar usando seu escritório.
-Me casa, su casa. – respondeu sorrindo.
-Quanta gentileza sua. – disse sorrindo, tirando sua atenção minimamente do monitor de seu Notbook.
-Mais me conta foi produtivo esse tempo no escritório?
-Muito você não imagina. Terminei meu último conto da coletânea de contos que eu estava escrevendo. – disse feliz.
-Meus parabéns. – Alex encontrava-se feliz por ela, enfim conseguir concluir seu trabalho.
-Obrigado mais vamos vê no que vai dar primeiro para comemoramos depois. Acabei de mandar umas amostras para Caroline. – Lexia não deixava de ficar ansiosa toda vez que tinha que ter algum trabalho aprovado.
-Não se preocupe vai da tudo certo. – Alex tranqüilizava uma Lexia carregada de problemas.
-Assim espero.
- Só faltava um e você terminou nessa manhã? – perguntou curioso.
-Não faltavam dez e comecei isso ontem de madrugada e terminei uns 15min depois que você saiu. – Lexia ainda estava surpresa com sua volta repentina de escrita.
-Sua inspiração voltou. Fico feliz por isso. Mais do que se trata a coletânea de contos?
-Era... É... – Lexia de repente lembrou que não havia contado para seu amigo do que se tratava essa sua coletânea.
-O que foi Lexia? Você só faz isso quando esta com vergonha.
-Er que só agora lembrei que eu não havia lhe contado o que era.
-Então me conte.
-Podemos deixar, para quando soubermos se ele será aprovado?
-Podemos se você me deixareu ler pelo menos um conto.
-Chantagem não vale.
-Então será o que? Eu leio ou você conta?
-Arg! Mais você consegue ser chato quando quer hein!
-Ainda não me disse.
-É uma coletânea de contos eróticos. – disse derrotada, por sua vergonha.
-Contos eróticos? Preciso ler. – disse indo para o notbook de sua amiga.
-Não. Por favor, não. – pediu com uma vergonha mortal encarando-o.
-Ahh! Qual é Lexia, já passamos por coisas inusitadas e diferentes. – insistia por ler um conto se quer.
- Dormir nus debaixo do mesmo cobertor quando estávamos na faculdade não conta.
-Por que não conta?
-Nunca tivemos sexo na faculdade. Muitas loucuras sim, mais sexo nunca. – ela respondia e cada vez ficava mais envergonhada.
-E por que não tivemos? – perguntou mudando o ar do escritório.
Lexia não respondeu de uma vez, essa ela tomou um ar ponderou na resposta e decidiu falar algo mais sensato naquele no prezado momento.
-Nossa amizade, sempre a colocamos acima de tudo, acima até de uma noite de prazer. – seu corpo tremia internamente dizendo em resposta que isso era uma grande mentira.
-Só por isso?
-Sim. – foi tudo que ela conseguiu responder com o rosto de Alex tão próximo do seu.
Um silêncio bestial se instalou no escritório. A pequena distância que existia entre eles era mínima possível. Em frações de segundos a verdade passou como um filme para Lexia, mostrando as noites em que ela sonhou sendo envolvida pelos braços e corpo do moreno a sua frente. As noites em claro que passaram se amando em seus sonhos e desejos secretos. As incontáveis vezes que se satisfez com a lembrança de uma única noite quente que tiveram.
Perturbada pelos sentimentos que de repente lhe atacou, ela simplesmente afastou-se dele e caminhou em silencio para outra parte da grande casa afastada dele, onde pudesse pensar mais tranquilamente e recobrar suas forças. Como seria terrível admitir que em uma noite em que estavam bêbados pudesse ser algo que ainda mexia com ambos.
Oh céus o que eu faço agora? Mais cedo o mais tarde ele vai saber o conteúdo dos contos. E nesse dia estarei frita.
Lexia não sabia o que fazer, seu constrangimento era grande. Ela sabia que assim que ele lesse o livro quando publicado entenderia que o cara quente e a garota ou mulher apaixonada nada mais era do que eles mesmos. O quão ridícula ela sentia-se por escrever uma coletânea de contos baseado em uma series de fantasias de noites loucas e quentes que queria ter com ele. Como ela estava envergonhada de demonstrar um personagem que só gozava com o marido quando imaginava que era seu amigo/irmão/amante que estava com ela.
Na altura do campeonato ela conseguiu entender que o livro era o amor e paixão que ela nutria por Alex durante todos esses anos de amizade. O que eu devo fazer? Pensou encostando a cabeça no vidro da janela que dava de frente para rua.
-Sua boca era quente e molhada, mais não em comparação com meu sexo molhado e pulsante que desejava sua língua imediatamente. Eu estava à mercê dele, a mercê do seu desejo sobre mim e de mim. Mesmo leves, por causa da bebida, isso não mudava o fato de saber o que eu queria o que ele queria. Desejávamos-nos não seria errado saciar esse desejo seria?
Congelada Lexia estava congelada em seu lugar. Não acreditava que ele havia lido um de seus contos, mas de todos, ele escolheu citar a noite deles.
-Na sua cama, eu estava nua na sua cama. Cama que eu sempre soube que nenhuma outra havia deitado nela. Eu seria a primeira estar ali e ele seria o meu primeiro, o que me ensinaria o universo do prazer.
-Por favor, não continue.
-Esse conto é muito bom só que falta algo nele.
-Não continue, por favor. – suplicou mais uma vez.
-Eu estava prestes a me tornar sua amiga/amante. Seu corpo estava sobre o meu, sentia-o entre minhas pernas, seus toques íntimos já havia me deixado louca de desejo. “agora entendo por que todas sempre falaram bem dele” Ele estava me olhando fixamente quando sentir ele se enterrando lentamente em mim. “O que seria de mim agora?” Seus movimentos lentos e profundos pareciam saber o que minha alma queria. Teria que ser forte para não lhe dizer eu te amo em qualquer momento...
-Basta. – Lexia disse virando-se bruscamente em direção a ele com um olhar atordoado.
-Então era um “eu te amo” que você iria dizer naquela noite? – Alex olhava-a penetrante com uma expectativa disfarçada.
-Não. – Lexia respondeu seria.
-Não?
-Não. Eu não queria. Eu sempre quis lhe dizer que o que sinto é bem mais forte.
Mais que merda eu to fazendo? Por que eu não calo a minha boca e dou o fora daqui?
-Bem mais forte quanto? – perguntou ele enquanto caminhava em sua direção.
Mais que porra eu diria agora? Que se dane não tem como ficar pior.
-Ao ponto de estar com um e sentir prazer pensando em você. – Lexia não imaginava que se sentiria tão aliviada por dizer isso.
Sem nem dizer uma palavra em passos largos Alex diminuiu a distância entre eles e a tomou para si sem dizer nenhuma palavra em um beijo profundo. Sedenta por ele ela gemia entre beijo sem nem ao menos saber o que poderia acontecer, onde tudo daria e o que seria entre eles, ela estava entregue antes mesmo dele perguntar.
Enquanto eles se beijavam ele desfazia habilmente o no do cós do moleton que ela estava usando, a calça caiu no chão. Ele afastou sua calcinha para o lado e enterrou seus dedos em sua intimidade.
-Hooo Deus! – lamuriou Lexia.
Seus dedos a invadiram em ritimo provocante, enquanto isso ele deleitava-se em seus seios com a boca e com uma de suas mãos livres. Sem muitas palavras ele se afastou trouxe o puff para perto deles, terminou de despi-la colocou uma de suas pernas em cima do puff agachou-se entre suas pernas e disse:
-Você queria que nos vissem através de uma janela nos amando, vou fazer melhor eles irão nós vê fudendo.
Sua língua estava lhe deixando louca, quente e molhada fazendo movimentos circulares, de vai e vem, penetrando-a. Ele sugava seu clitóris, fodia com língua e dedos. Lexia só tinha forças para gemer e clamar por mais e segurar sua cabeça entre suas pernas. Chegou rápido ao prazer e ele tomou todo seu liquido.
-Empina para mim. – pediu ele depois de bebê-la por completo.
Com os corpos grudados na janela ele tomava-a por trás fortemente, seus seios ficavam marcados na janela. Lexia não sabia o que sentia: seu corpo mente e alma era uma mistura confusa de sentimentos. Vendo que muito rápido ela novamente chegaria ao ápice, ele diminuiu o ritimo, levou-a até o sofá e novamente como em uma noite remota no passado eles se deliciaram em um sexo gostoso e mágico.
Notas finais
Beijos e um muito obrigado a todos...
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