Coletânea de minhas Poesias 3: Coexistência
5 Nevoeiro
O cinza mais denso
Nesta floresta verde-mar
No desvaneios intenso
Representa os medos
Daqueles que querem errar
Mas desconhecem o defeito
Rastros de um passageiro
Perdido nessa selva sombria
Escondida nesse nevoeiro
Sepultado no seu ultimo dia
Denso e sem forma alguma
Assim é névoa que esconde
Nos caminhos de alma nenhuma
Aos poucos ela se some
Levando consigo a esperança
De uma vida feliz
Nas sombras da aliança
Que me escondeu as vidas
Nesse intenso nevoeiro
Que ainda esconde as feridas
Rastros ocultados pela ganância humana
No neveiro que domina nossa mente
Nos deixando inocentes com uma criança
São dores afogadas em lembranças esquecidas
De mentiras esclarecidas e vidas de mentiras
São tudo fruto da imaginação que possuímos
Mentiras, iguais os muros que construímos
Pois eles também se ocultam às nevoas que surgem
Das mentiras impostas o resumem
Nossas vidas como um jogo sem fim
Ainda tento acreditar em você ou em mim
Mas mesmo assim, aos poucos me deferi
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