Coletânea de minhas Poesias 3: Coexistência
24 Inspiração
Precisei de inspiração para escreverUma inspiração farsa e falhaMas não quis nem saberQue me apaixonei pela sua falaArmas apontadas ao papel finoE as poesias tem nome, agora nem as tenhoAo longe escuto os sinosDos medos infortuno que me mantenhoAfundo meus medos nas santas drogasDa cafeína ao cigarros e ao álcoolPara pode escrever nos dias de agoraAs memórias que me consome como ácidoMe matando lentamente em vidaPor falta de uma imagem felizE nos papeis, hoje vejo mentirasQue me feriu por dentro de uma raizNas chamas lentas e iluminadasSinto meus erros transpassar o pepelE nas poesias não declaradasSão agora condenadas ao meu Réu
Inspiração de uma laço falhoEncontrei entre as bitucas de cigarrosAgora vejo de todos os ladosque pertenço ao mundo errado
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