Coletânea de minhas Poesias 3: Coexistência
3 Como o vento
Respostas simples, cheias de mentirasCaindo sobre a terra que governaAs mais puras feridas internasSão o mau que assola meu tempoSem ventos tento correrPara não perecerNesta vida cheia de falsas ideiasSobre quem é que esta certo ou erradoEstamos perdidos no passadoQue tentamos enterrarEm um mundo cheio de egoísmoEm prol do capitalismoVivemos para querer ser alguémRezamos e dizemos amémMas esquecemos de fazer o bemSão mentiras e mais mentirasQue nos perseguem até hojeSão elas nossas maiores feridasComo ainda somos jovensViemos entender nossa existênciaSuperando a coexistênciaPresentes em nossas falas e vida
Procurando uma verdadeira saídaCheia de altos e baixosCaminhando sobre os temposQue passamos juntosMinhas lembranças se vão como o ventoInvento histórias para viverE para não morrerEntre minhas palavrasSão elas que me sustentamElas que me seguemElas que me erguemE na contra-mãoSomos vazios, sem coraçãoCaminhando de olhos fechados na escuridão
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