Notas iniciais
Essa poesia é uma homenagem as vitimas do 13 de agosto em Paris, França e as vitimas de Mariana, MG.

Armas cheias de gritos, lama por todo o chão

Ambos cheios de sangue e angustia

Famílias destruídas, terror incansável

Em um mundo instável

Cidades abaladas pelo caos gritantes

E a cada instante vejo o erro surgir

Diante dos olhos incrédulos

Mesmo estando cegos

Lágrimas insurgentes escorrem pelo resto

A cada gota, um desgosto

De cada criança morta no tempo

Enterrada fora do templo

E nas ruas escuras e quentes

Manchada com o sangue

As feridas marcantes a cada curva

Se limpa com o gotejar da chuva

Bombas explosivas, impunidade repugnante

E nesse instante vemos nossa fraqueza

Ser fragmentada em caos e agonia

Em meros dias

De um acaso do destino

Sendo esse o cruel inimigo

De todos os humanos

E a ele saudamos!