Sonhos livres, sem liberdade

Desenvolvimento de erros mutáveis

Ocultado da face da verdade

Dos sonhos intocáveis

Em contraste sem cor e sem vida

São transcritas em nossas almas

Insaciável em sonhos ou em mentiras

São essas duas coisas que o acalma

Restos de escuros em meu ser

Transcorrendo o meu espírito

Em Sonhos cheio de mentiras para viver

Nos olhos do meu corpo ferido

E nas batalhas cheia de medos

Não sei se é real ou não

Apenas adormeço cedo

Para que eu possa cair em Ilusão

Sortilégio é minha sentença

Neste abismo entre o real e o surreal

Poder sonhar com vivência

De um mundo não natural

Minhas mãos estão cheias de ilusões

Deste sonhos sutis

Derramados em meus corações

De maneiras vinis

E em um dia pretendo despertar

Deste mundo prolifero

Cheio de mentiras ao acorda

Deste mundo imperfeito