Coletânea de minhas Poesias 3: Coexistência
13 Lua (Escondida)
O silêncio calmo da noite
Esconde a beleza do luarAtravés das sombras das nuvensEstamos a desejarQue fiquemos onde estarLuzes, mancham o céuEsconde os brilhos das estrelasQue parecem estar presas ao véuEsse véu que revelaA angustia que sinto sem vocêMeus tempos estarão se perdendoAo tentar observar a nitidezDos pontos escondidosPelas nuvens e pelas luzes dos homensForçando-me a desistirEsconder-te, ô Lua SangrentaMostre-me tua belezaRevele-se apenas mais uma sedentaCom suas centenas de milhões seguidorasOu tuas irmãs maiores e mais distantesVenha, deleite-se comigoVenha, por favor, sejamos mais que amigosVenha, Grandiosa LuaIlumine minha ruaMas a culpa não é suaÉ da inveja do homemEle tem inveja de seu brilhoDa sua luz e da sua belezaInveja a ti, assim como as estrelasLua, Lua, Sei como se senteOfuscada pela claridade artificialEm um mundo superficialOnde ser naturalÉ usar o não "Natural"
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