Coletânea de minhas Poesias 3: Coexistência
26 (IN)Equação da mentira
Lúcido em transito constante
Ergui meu ego em uma equação
Sem uma incógnita perfeita e relutante
Os tempos ali serão
Os medos podem me conter
Mas meus livros escondem o silêncio
Mas o mundo pode querer me foder
Durante o resto do meu sofremimento
Castros e pinheiros trazem novamente a causa
Mas eu tenho de olhar e entender
Que os radianos veem em nossos paralelos
Refrações cheias de falsa malícia
Mas tudo conspira em nossos meios
Como o valor de pi
Delta é o radiano no meu livro livre
De muitos caos e ordens libertária
Congelando nossos medos em sorrisos
Vivemos mentindo em variáveis imutáveis
Apenas por prazer ou por ilusão
Mentimos por prazer
Foi apenas por prazer e mentiras que cheguei aqui, liberte-se da verdade
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