Coletânea de minhas Poesias 3: Coexistência
15 Caos e Agonia
Notas iniciais
Essa poesia é uma homenagem as vitimas do 13 de agosto em Paris, França e as vitimas de Mariana, MG.
Armas cheias de gritos, lama por todo o chão
Ambos cheios de sangue e angustiaFamílias destruídas, terror incansávelEm um mundo instávelCidades abaladas pelo caos gritantesE a cada instante vejo o erro surgirDiante dos olhos incrédulosMesmo estando cegosLágrimas insurgentes escorrem pelo restoA cada gota, um desgostoDe cada criança morta no tempoEnterrada fora do temploE nas ruas escuras e quentesManchada com o sangueAs feridas marcantes a cada curvaSe limpa com o gotejar da chuvaBombas explosivas, impunidade repugnanteE nesse instante vemos nossa fraquezaSer fragmentada em caos e agoniaEm meros diasDe um acaso do destinoSendo esse o cruel inimigoDe todos os humanosE a ele saudamos!
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