Colecionista De Canções
10 Capítulo X- Connected by Destination
Notas iniciais
Como havia avisado esse capítulo terminei bem em cima da hora e por isso não consegui postar o capítulo antes de meia noite, pois terminei ele quase agora e estava lendo para ver se estava bom e arrumar um errinho.
Peço desculpas pelo atraso de um dia, mas é que estava sem ideias para esse capítulo e só consegui fazê-lo em cima da hora, não gostei muito dele não acho que ele seja um dos melhores, mas espero que vocês gostem;
Recebi mais uma linda recomendação da Yuno Gasai e por isso o capítulo de hoje é dedicado a ela. Obrigada pela linda recomendação flor eu amei.
Semana passada eu pedi conselhos a vocês e quero agradecer a
Cherry Haruno
NaruHina- minha pupila.
Yuno Gasai.
Nana Uchiha.
e Clara Castro- Nova leitora.
Obrigada meninas me ajudaram muito, eu consegui falar com ele e me sinto muito bem em ter conseguido conversar sem travar. Obrigada amo vocês.
Sem mais delongas eu deixo vocês com Colecionista. Nos vemos nas notas finais.
Connected by Destination
Sakura se encontrava agora no restaurante conversando com Tsunade sobre o estado de sua mãe. A loira sabia como a mãe da rosada era doente e vivia sendo internada, não poderia negar um pedido desses e se caso a mãe dela não sobrevivesse negaria a filha vê-la uma última vez? Assim permitiu que Sakura fosse ver a mãe, mas dessa vez por pouquíssimo tempo.
- Sakura sabes que não posso deixa-la ir por muito tempo não é?
- Sei Tsunade-sama agradeço muito por me deixar ir prometo voltar logo.
- Sakura eu vou pagar os gastos com sua mãe.
- Tsunade-sama não posso aceitar que a senhora pague meus gastos.
- Aceite, por favor, querida.
- Obrigada Tsunade-sama.
- De nada Sakura.
Sakura saiu do escritório pronta para se dirigir para casa. Seu coração batia forte e apressado estava desesperada e preocupada com sua mãe. Seus olhos tinham o brilho ofuscado, não conseguia para de pensar em como sua mãe estaria.
Saindo do restaurante Sakura encontra Yusuke encostado no carro a esperando. Ele se aproximou dela e perguntou se estava bem.
- Vou ficar depois que ver minha mãe.
- Bom Sakura sobre isso, eu sei que não nos conhecemos há muito tempo, mas se você não se importar eu gostaria de acompanha-la.
- Me acompanhar?
- Se você não se incomodar.
- Você nunca me incomoda. Obrigada.
- Vamos? Você precisa fazer suas malas. – Sasuke/Yusuke sorriu para Sakura e segurou em sua mão lhe dizendo. – Não se preocupe tudo vai ficar bem. – Assim os dois partiram para a casa de Sakura, essa viagem deve prometer muitas surpresas.
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Pov’s Sakura.
Eu não sabia o que fazer nem o que pensar, meus pensamentos ferviam e me deixavam ainda mais perplexa. Mais uma vez minha mãe foi para o hospital internada com estado grave e dessa vez nem sei a causa já que a enfermeira que me ligou não deu muitos detalhes.
Estou agora no carro de Yusuke indo para meu apartamento para fazer minhas malas. Liguei para Ino e pedi para ela comprar as passagens. Por incrível que pareça Yusuke vai comigo, e não entendo bem o por que, mas me sinto segura e bem sabendo que ele estará lá do meu lado para qualquer coisa que venha a acontecer.
É tão estranho quando eu paro para pensar e reflito como um desconhecido que me salvou de um ataque pode abalar tanto minhas estruturas. Yusuke chegou por acaso na minha vida e agora desejo que ele nunca saia de perto de mim. O que seria isso que estou sentindo?
Cheguei em casa em pouco tempo subi as escadas apressadamente e Yusuke bom ele foi para dele fazer suas malas também. Entrei em casa como um furacão, dirigi-me até meu quarto, peguei uma mala e comecei a colocar o necessário nela, peguei algum dinheiro que eu tinha guardado meus documentos e deixei tudo arrumado em cima da cama.
Decidi tomar um banho antes de ir, peguei uma roupa e fui ao banheiro. Não demorei muito, pois o tempo não está ao meu favor; Ino conseguiu as passagens para um voo daqui a 3 horas e como para o aeroporto mesmo de carro não é nada perto me arrumei rapidamente.
Logo uma buzina começa a ser ouvida com toda certeza é ele. Dei um beijo na minha pequena e outro em Ino peguei a mala e fui em direção à porta. Quando a abri tive uma surpresa Yusuke estava me esperando e mais que depressa ele pegou a mala da minha mão.
- Yusuke não precisa eu posso levar.
- Não Sakura eu faço questão de levar.
Dando um último tchau para as duas que ficaram na porta me vendo sumir escadaria abaixo eu me despedi de Ino e Hana. Entrei no carro que não era o dele, mas sim um táxi, Yusuke depois de colocar a mala no porta-malas entrou no veículo e assim o motorista deu a partida.
O trajeto até o aeroporto foi em silêncio minha cabeça está tão cheia e pesada de pensamentos que não conseguia me concentrar em um assunto e por isso me focava na paisagem ou em outra coisa.
Só que a verdade é que meu coração se aperta a cada instante só de imaginar que minha mãe pode morrer. Se ela partir ficarei sozinha no mundo já que o meu pai se é que posso chama-lo assim abandonou minha mãe logo depois que eu nasci.
Minha mãe foi uma grande bailarina, meu sonho era ser uma também, mas me apaixonei pela música e ela virou meu objetivo e depois que comecei a ouvir as composições de Sasuke eu me decidi em seguir com a carreira de cantora.
Mas voltando a minha mãe como eu disse ela foi uma grande bailarina, eu disse foi porque depois que eu nasci ela decidiu deixar a carreira para se dedicar a mim e me sinto mal em saber disso, afinal ela ainda poderia estar dançando nos palcos como sempre amou fazer e talvez assim ela não estivesse tão doente.
Minha mãe tem 35 anos ela ainda é jovem, tem uma vida inteira pela frente, mas já sofre de problemas pulmonares, respiratórios entre outros problemas. Seus tratamentos são caros e se não fosse a Tsunade-sama que é como uma segunda mãe para mim nem sei o que teria acontecido com a minha.
Muitas hipóteses passaram por minha cabeça, e para espantar esses pensamentos tão ruins só uma coisa conseguia me acalmar e era ouvir as músicas dele, Uchiha Sasuke.
Peguei meu ipod, coloquei os fones e comecei a escutar uma música dele. A minha preferida Abrazame. Fechei os olhos e sem me dar conta acabei mergulhando nas lembranças daquela noite com Yusuke. Fiquei inerte com esses momentos e como desejei que aquele beijo tivesse acontecido.
Senti que um dos meus fones foi tirado e despertei. Quando olhei para ele vi que estava sorrindo e fiquei a admirar aquele lindo sorriso que por alguma razão eu sentia que era especialmente para mim.
- O que está ouvindo?
- As músicas de um compositor famoso.
- Qual?
- Uchiha Sasuke, amo suas músicas. – O sorriso no rosto dele se alargou não entendi o por que e ele colocou o fone que tinha em mãos no ouvido e começou a escutar comigo.
- Se importa que eu escute também?
Apenas meneei com a cabeça que não e voltei ao meu mundo paralelo. De repente enquanto escutava as músicas de Sasuke comecei a perceber uma certa semelhança com a dele, a de Yusuke.
Posso está ficando paranoica, mas os dois tem a mesma voz, a voz que me acalma, que me tranquiliza, a voz que consegue fazer tudo a minha volta parar e apenas se encontrar nela.
- Yusuke-sama?- O chamei.
- Sim Sakura.
- Eu reparei que vocês dois tem as vozes muito parecidas.
- Nós dois quem?
-Você e o Sasuke-san- Yusuke ficou pálido e surpreso, será que o que disse o incomodou?- Mas isso é algo bom afinal somente vocês dois tem o poder de me tranquilizar. — Sorri para ele e acariciei seu rosto e logo aquele sorriso especial voltou a se revelar para mim.
- Obrigado Sakura.
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Mal Sakura imagina que essas duas vozes que a acalmam tão bem pertencem à mesma pessoa.
Pov’s Sakura off.
Os dois chegaram ao aeroporto, desceram do táxi, pegaram suas malas e Sasuke/Yusuke fez questão de pagar a corrida mesmo com os protestos de sakura. Ambos se dirigiram a bancada para realizar o checking.
Não demorou muito e os dois já haviam despachado as malas e agora esperavam o horário da decolagem. Como era estranho ele está ali com alguém que conheceu em tão pouquíssimo tempo, e mais estranho ainda era ele se preocupar com uma interesseira, um caso como ele mesmo costumava a dizer a si próprio mesmo que tudo dissesse o contrário Sasuke não queria admitir, mas estava sim se apaixonando por Sakura Haruno.
Quem sabe com essa viagem novos sentimentos possam florescer.
Pov’s Sasuke.
Eu me encontro agora sentado em uma das salas de espera do aeroporto do lado de Sakura. É tão estranho me ver aqui, mas ao mesmo tempo sinto que é aqui que eu deveria estar, ao lado dela.
Foi surpreendente quando a vi tão inerte e tão tranquila só por ouvir minhas músicas, ou melhor, minha voz. Mas com isso fiquei preocupado, pois Sakura percebeu as semelhanças entre minha voz e a de Sasuke. Eu não quero que esses momentos tão bons terminem agora, não agora que a cada dia eu vou me surpreendendo mais com ela e descobrindo que talvez minha primeira consciência esteja certa e ela não seja um simples casinho de uma noite, ou uma interesseira.
Seus olhos esmeraldinos fitavam o relógio digital do painel, seu brilho tão ofuscado e os doces e sinceros sorrisos agora se encontram apagados.
O anuncio que o voo 3270 com destino a Londres iria partir foi anunciado, eu e Sakura fomos indo até o portão de embarque e assim mostramos nossas passagens e fomos em direção ao avião.
Entramos no avião e procuramos por nossas poltronas, não demorou muito e já havíamos nos acomodado, Sakura do meu lado e minha poltrona ficava na janela. O avião começou a decolar e a cidade a ficar cada vez menor, avista realmente era linda e mais linda ainda era a garota que estava do meu lado.
Sua cabeça repousava em meu ombro e eu podia sentir o perfume suave que vinha dela. Ergui minha mão até sua cabeça e comecei a passar os dedos pelas finas mechas róseas. Senti que ela foi adormecendo aos poucos então a abracei adormecendo logo em seguida. Essa viagem será longa.
Algumas horas depois...
O avião aterrissou, acordei com Sakura abraçada a mim, seus olhos verdes me fitavam com certa confusão, mas ainda sim seus lábios se adornavam em encantador e doce sorriso.
- Chegamos Sakura.
- Já estamos em Londres?
- Sim.
Uma voz que considerei irritante se fez presente nos alto-falantes do avião.
- Senhores passageiros, acabamos de aterrissar no aeroporto de Londres, retirem seus cintos e podem pegar suas bagagens. Obrigada por voar com a gente, bom passeio e até a próxima.
Levantamo-nos de nossas poltronas e assim saímos do avião. Entrando no aeroporto fomos em direção onde as bagagens estavam sendo despachadas. Pegamos as nossas e assim seguimos em direção à saída atrás de um táxi.
Encontramos um e assim fomos para o endereço da antiga casa que Sakura morava. Londres realmente é uma linda cidade, com um toque medieval, seus castelos e pelo brilho que Sakura tinha nos olhos ela gostava de estar ali de volta.
- Você gosta daqui Sakura?
- Ahn? O que você disse Yusuke-kun?
- Se você gosta daqui?
-Gosto sim eu tive bons momentos aqui mesmo passando por alguns problemas. Sabe minha mãe foi uma grande dançarina ela dançou em vários lugares, mas o preferido dela era aquele estúdio. – Sakura apontou para um antigo estúdio que estava sendo reformado, o nome era Moulin Rouge.
- Entendo, você deveria ama-la vendo dançando não é?
- Não ela parou a carreira assim que eu nasci eu só a vi dançando pelos vídeos. Chegamos Yusuke.
O táxi parou enfrente a uma casa antiga pintada de azul e branco. A sacada era linda com um antigo trançado em azul claro, os detalhes do jardim davam graça e beleza a simples residência. Não sei por que, mas quanto mais eu me aproximo de Sakura mais eu desejo sempre estar ao seu lado.
Tudo a sua volta é tão simples e repleto de tanta beleza que fica muito difícil de acreditar que ela se importe somente com dinheiro.
“Eu já disse ela é uma boa moça, não é uma interesseira conte a verdade sobre o nome. Ela vai amar saber que o ídolo dela é você.”
“Não conte nada, não dê ouvidos a essa consciência romântica e sonhadora. Você acha que ela só vai admira-lo quando souber da verdade? Você está indo tão bem assim por que estragar tudo agora.”
“Sasuke estragar tudo vai ser quando essa garota tão especial descobrir que você mente sua verdadeira identidade. Conte tudo.”
“Eu vou pensar no que fazer está bem consciências? Agora me deixe aproveitar esses momentos com ela. “
Minhas consciências calaram-se me deixando sozinho com minhas confusões em relação a essa rosada.
Sai de meus devaneios quando ouvi a voz dela me chamando, ela estava parada na porta da casa acenando para mim. A segui e entrei no recinto.
A casa era simples, mas muito bem decorada e arrumada de um modo impecável. Havia várias fotos espalhadas pela sala, à casa mesmo sendo simples tinha dois andares. E o de cima ficavam os quartos, Sakura deixou suas malas no antigo quarto dela e o meu ficava de frente para o dela.
- Bom Yusuke-kun esse é o quarto de hóspedes, você pode colocar suas roupas nesse guarda roupa, aquela porta no final do corredor é o banheiro, aqui é sua cama e tem uma cômoda se quiser colocar algo. Eu sei que está casa não é igual a que você mora, mas sinta-se a vontade.
- Obrigado Sakura.
- Fique a vontade eu vou ao hospital.
- Eu vou com você.
Não permiti que ela protesta-se e sai segurando ela pela mão. As mãos finas e delicadas se apertaram contra as minhas e nesse momento desejei que aquela mão nunca se solta-se da minha.
Pov’s Sasuke off.
Sakura e Sasuke agora estavam no hospital, no andar aonde se encontrava Samy. Sakura saiu correndo pelos corredores sem nem perceber que sua mão e de Sasuke/Yusuke ainda permaneciam entrelaçadas.
-Por favor, Dr. Kabuto como está minha mãe?- Kabuto é o médico de Samy em Londres; ele que cuida de sua doença desde que Sakura a internou no hospital. A mãe de Sakura tinha sérios problemas nos pulmões que dificultavam sua respiração, a mesma vivia no hospital praticamente e sempre era ele que a tratava.
- Sakura há quanto tempo. Não vou mentir para você a Samy está mal, muito mal ela pegou uma grave pneumonia, e aqui faltam recursos para o tratamento dela. Ela está internada, mas já saiu da U.T.I. O que recomendo agora é que você a leve para...
-É isso eu vou leva-la para Tóquio. Quando posso leva-la?
- Preciso fazer uns últimos exames nela para garantir que ela suportará uma viagem assim tão extensa. Mas garanto que daqui a alguns dias ele poderá ir.
- Posso vê-la?
- Claro minha querida, acompanhe-me.
- Esse é meu amigo Yusuke ele pode entrar?
- Prazer Yusuke-dono, ele pode sim.
- Prazer Dr. Kabuto.
Os três seguiram para o quarto 532, a porta se abriu e Sakura acompanhada de Sasuke entrou no quarto. Ela sentou-se numa cadeira e segurou na mão de sua mãe. Gelada e pálida é assim que a brilhante bailarina se encontrava.
Sakura acariciou as costas das mãos de sua mãe e beijou sua testa. Começou então um curto dialogo.
- Mamãe você mais uma vez veio para cá? Sabe eu vou te levar para ir morar comigo em Tóquio não posso mais vir a Londres toda vez que você fica gravemente doente. Dói-me tanto vê-la nessa cama assim tão debilitada. Um amigo está aqui comigo ele está me acompanhando, o Yusuke-kun quer muito conhece-la então vê se melhora logo. Por favor, não me deixe sozinha. Eu te amo mamãe.
Algumas lágrimas rolaram pelo rosto de Sakura e Sasuke como um instinto a abraçou forte entrelaçando sua mão na dela. Sakura se virou para Sasuke, agarrando-se a ele fortemente tentando sentir mais daquele calor.
Os olhos esmeraldinos já marejados foram se fixando nos ônix, Sasuke enxugava as lágrimas que ainda insistiam em cair pela face alva.
- Não chore Sakura eu estou aqui.
Sasuke sem se dar conta aproximou-se de Sakura segurando seu queixo se aproximando de seus lábios. Os olhares se cruzaram e Sakura fechou os olhos para logo sentir os lábios de Sasuke sobre os seus.
O beijo era apenas um roçar de lábios, algo terno e calmo. Sakura se entregava aquele beijo e Sasuke se embriagava com o sabor doce que os lábios da rosada tinham.
Os lábios se tocavam com delicadeza apenas se conhecendo um ao outro e antes que Sasuke pudesse aprofundar o beijo a porta foi aberta assustando ambos.
- Desculpe-me Sakura, mas vocês precisam ir sua mãe precisa descansar.
- Claro doutor amanha eu volto.
Assim os dois saíram do quarto sem dizer nada, mas também não precisava, pois seus olhares já diziam tudo e desejando em pensamento Sasuke/Yusuke e Sakura saíram do hospital de mãos dadas, sendo ligados por um único fio. O fio vermelho do destino.
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Enquanto isso Ino se encontrava em casa cuidando de Hana, com a viagem de Sakura ela se afastou por um tempinho do escritório, mas não dizia que Gaara e ela estavam afastados, pois o ruivo agora estava indo para a casa da loira.
Ino ainda se sentia estranha com a situação de mais cedo. Aimi? Quem seria essa mulher que Gaara estava falando? E por que ele ficou tão agressivo? Seus pensamentos fluíam e quando se deu conta à campainha tocava e deveria ser Gaara.
Ela levantou-se e se dirigiu a porta, a abriu e deu de cara com um lindo buque de lírios brancos acompanhado de uma cabeleira ruiva.
- Gaara o que é isso?
- Um pedido de desculpas por hoje mais cedo. – Gaara lhe estendeu o buque e Ino o pegou em mãos sentindo o perfume das flores.
- Não precisa, entre. – Gaara lhe deu um selinho e assim que entrou na casa foi recebido com um agarram em sua perna.
- Oi princesinha, você deve ser a Hana. – A garotinha foi pega no colo e começou a fitar o ruivo com seus olhinhos curiosos. A doce garotinha começou a acariciar a face do ruivo e Ino ficou observando tudo da soleira da porta. Gaara beijou a face de Hana e aproximou- se de Ino a abraçando pela cintura. A loira sorriu em ver que sua querida sobrinha aceitara Gaara e mais ainda que o ruivo aceitara sua sobrinha. Dando um beijo em Gaara e depois na testa de sua sobrinha a loira mais uma vez sorriu só que dessa vez por ver através de Hana o rosto iluminado com um sorriso que ela conhecia tão bem. Ino sentiu um arrepio lhe correr no pescoço e escutou um sussurro.
“Arigato imouto”
- De nada Asami.
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Izuna e Cris agora já estavam fora do quarto de Itachi, os dois se encontravam na lanchonete do hospital. Conversaram sobre assuntos incomuns, sobre alguns gostos em comum, e um assunto em comum, Sasuke.
Izuna queria saber mais sobre o sobrinho, pois assim quem sabe ele não consegue uma aproximação com o mesmo.
- O Sasuke-sama não é tão fácil assim de lidar, ele tem o jeito dele, mas no fundo é uma ótima pessoa.
- Eu sei disso agora e me arrependo muito por não ter dado o valor que ele merecia.
Izuna ia perguntar mais alguma coisa quando seu irmão apareceu atrás de si e uma chamada para atender um paciente foi anunciada.
- Aniki que bom vê-lo aqui, uma pena que já estou indo atender um paciente.
- Tudo bem otouto, eu vou ter uma ótima companhia. Não sabia que você conhecia a Cris.
- Eu a conheci no quarto do Itachi, ela veio visita-lo.
- Ah sim eu a encontro algumas vezes aqui, como vai Cris?
- Bem Madara-sama e o senhor?
- Bem obrigado, mas sem formalidades.
Izuna saiu da mesa e deixou seu irmão acompanhando Cris, mas antes de partir ele se permitiu olhar para trás á tempo de ver um lindo sorriso se formando no rosto de Cris, mas ele não era para seu irmão e sim para si. Quem sabe a vida não estaria lhe dando uma chance de recomeçar através dela. Quem sabe.
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Hinata ainda tentava esquecer o fiasco que foi aquele encontro, como aquele loiro ousava dizer-lhe tudo aquilo e ainda deixa-la sozinha. Neji iria paga-la por isso a si ia.
Estava indo agora a sala de Nagato o diretor do hospital. Sua cabeça estava confusa, mas não sabia por que só que não conseguia parar de pensar naquele loiro irritante, talvez fosse apenas por ele ter sido tão grosso e ela quisesse lhe dar uma resposta à altura. Sim é apenas isso.
Não isso era o que sua mente lhe dizia, mas seus sentimentos falavam outra coisa. Espantando esses pensamentos ela adentrou a sala de Nagato e como ele lhe pediu sentou-se para ouvir o que ele queria lhe dizer.
- Hinata eu a chamei aqui para ter uma conversa com você. Fique calma você não será despedida se é o que pensa.
- Me sinto mais aliviada assim.
- Você é uma excelente médica, seu trabalho aqui é excepcional e por isso conversando com meu pai eu resolvi transferi-la.
- Me transferir? Mais eu amo trabalhar aqui me acostumei com esse local.
- Calme querida você ainda trabalhara para nossa rede só que no hospital onde seu primo trabalha.
- Eu vou poder trabalhar junto com o Neji?
- Sim minha querida e não só com ele, mas com meu sobrinho também.
- Não sabia que o senhor tinha um sobrinho, ainda mais que é médico.
- Sim ele é fisioterapeuta e neurologista. Você vai gostar muito dele.
- Qual o nome dele?
- Naruto, Uzumaki Naruto.
Os olhos de Hinata se arregalaram em surpresa, seus lábios secaram e suas mãos suavam. Isso só podia ser brincadeira teria que conviver com aquele ser? O destino estava brincando consigo.
Mas quem sabe essa brincadeira não acabe se tornando um delicioso jogo do amor no tabuleiro do destino.
O destino muitas vezes nos trás pessoas e nos oferecem momentos que ficam marcados para sempre. Nossas mãos interligadas pelo fio vermelho do destino é um desses momentos. Se ainda puder lhe fazer um pedido eu peço: Continue segurando minha mão e não a solte, pois no dia que você solta-la eu cairei e somente você poderá evitar minha queda.
(Black Swan- Colecionista de Canções)
Continua...
Notas finais
Minhas leitoras andam sumindo, meninas aiai não me deixem hein. Os reviews da semana passada estou respondendo aos poucos é que minha semana foi super corrida e cheia então não pude responder de imediato por isso desculpas.
Quem viu o episódio de quinta feira do Naruto? Muito massa fazia tempo que eu não via um episódio tão bom e a partir do próximo nosso Sasuke-kun irá aparecer e terá o encontro dele e do Itachi. Estou ansiosa por isso. E vocês?
Me digam o que acharam do capítulo de hoje. Mereço reviews? mais recomendações? Criticas? Vejo vocês no próximo capítulo.
Beijos minhas Colecionadoras
Black Swan
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