Colecionista De Canções

3 Capitulo III- Un nuevo comienzo


Notas iniciais
Olá pessoal como vão vocês? Espero que bem. Bom mais um sábado, mais um capítulo de colecionista.

Gente eu to muitooo feliz com vocês pois recebi mais de 20 comentários no capítulo passado e fiquei surpresa vocês entenderam bem o recado sobre comentar.

Queria dizer também que obrigada a todos os reviews eu amei cada um deles, mesmo aqueles tão pequenos com poucas palavras fazem diferença, e todos foram muito fofos cheios de elogios outros criticas mais construtivas e isso pra mim é ótimo.

Falando em criticas construtivas eu quero agradecer a Vanessa-vvf e a Bella21 pelas dicas dos parágrafos eu arrumei vocês vão ver isso e continuem dando dicas, sugestões, pois são elas que fazem a fanfic progredir. Queria agradecer também a linda review que me mandaram ontem comparando a fanfic com Death Note esse anime é perfeito, com personagens de alto QI e fiquei honrada com a comparação obrigada.

Sobre o "quiz" que eu fiz com vocês sobre o casal que iria se formar fiquei bem surpresa com os palpites, pois foram todos Naruhina só duas pessoas apostaram no Sasusaku e fique surpresa, bom não vou revelar aqui qual é o casal só vou dar uma dica quem aposto no Sasusaku fez mal porque não são eles ainda. Isso vocês vão ver logo abaixo

Essa fanfic é postada no Animespirit também só que lá é um capítulo a menos do que aqui. Por que? Porque eu não postei ela no mesmo dia que aqui eu postei uma semana depois e não quis postar logo dois de cara então quem viu a fanfic lá não ache estranho okay hoje eu vou arrumar isso e postar o 2 e o 3 logo assim fica tudo igual.

Leiam as notas finais pois vocês terão uma surpresinha lá.

Sem mais delongas eu deixo vocês com mais um capítulo de Colecionista

Beijos&Boa Leitura

Já se passavam das 20hs00min, o restaurante estava lotado, repleto de milionários e grã-finos. Sakura já não sabia mais o que era descansar, aquela uma hora de almoço já não era suficiente para restabelecer o cansaço físico e mental que o trabalho lhe impunha, os clientes calmamente esperavam seus pedidos e a pobre rosada só sabia correr, entrar e sair da cozinha para as mesas. Tsunade observava tudo calmamente de seu escritório e lhe doía ver como a rosada estava se matando, estava prestes a dar um basta naquilo, quando de repente a própria Sakura acaba com a sua tortura caindo desmaiada no chão exausta como Hinata tinha alertado horas antes.

Tsunade saiu correndo de seu escritório e foi de encontro a sua funcionária, pedindo para alguém ajuda-la a leva-la até seu carro. Um rapaz ajudou a loira a carregar Sakura até seu carro, colocando-a no banco de trás com cuidado. Tsunade entrou no carro e deu a partida às pressas. O hospital não era tão longe do restaurante, assim em menos de 20min chegaram ao local, pedindo por ajuda Tsunade tirou Sakura do carro e entrou com a rosada nos braços, na recepção todos observavam a cena e não davam muita importância até que Fuugi reconheceu a dona do restaurante e mais que depressa pediu a um enfermeiro para trazer uma maca. Depositando Sakura na maca os enfermeiros passavam correndo pelos corredores. Yahiko e Konan davam os primeiros socorros à moça até o Dr. Nagato chegar. Hinata trabalha no mesmo hospital onde sua amiga estava e quando soube da noticia foi correndo ver a rosada.


– Sakura? O que houve com ela?



– Ela desmaiou- Disse Tsunade.



– Sério que ela desmaiou?- Hinata falou irônica. – Isso é culpa sua, ela está trabalhando desde cedo e com certeza não para. Eu disse que isso ia acontecer. O que você quer, que ela morra?



– Sua pirralha quem você pensa que é para falar assim comigo?! Eu já disse, ela trabalha assim porque quer, não a obrigo a essa situação. Você acha mesmo que eu gosto de ver ela se matando de trabalhar? Se eu quisesse que ela morresse eu não a traria no melhor hospital desse país. Eu me importo muito com ela e não é você que pode negar isso. Sua pirralha prepotente.



– Escuta aqui sua velha...



– Hinata-sama acalmasse aqui é um hospital e não devemos ficar discutindo.



– Desculpe Nagato-san.



– O que a paciente tem?



– Ela desmaiou doutor.



– Deixa-me examina-la. Saiam todos, por favor.



Não demorou muito para Sakura acordar e assim o médico começou a ver como ela estava. Mediu sua pressão e estava baixa 8por5, a pele pálida, as mãos frias e o olhar abatido tudo indicava cansaço, má alimentação e stress. O médico deu algumas vitaminas para Sakura e lhe pediu repouso absoluto. Mas claro que a rosada tinha que relutar.



– Não doutor eu não posso ficar tanto tempo sem trabalhar. Preciso de dinheiro.



– O mais importante no momento, é você cuidar da sua saúde, de nada vale o dinheiro se sua saúde estiver debilitada. – Sakura abaixou a cabeça e com a ajuda do Dr. Nagato levantou-se da maca saindo do consultório.



– Sakura amiga você esta bem?



– Sim Hina.



– Sua louca eu já disse para você parar de se matar de tanto trabalhar. Você não pode pensar somente em trabalho.



– Desculpe-me intrometer, mas eu disse a mesma coisa a mocinha, você precisa descansar, precisa de uma semana de repouso para recobrar as energias, você está com pressão baixa, com stress do trabalho e uma alimentação ruim, tudo isso lê casou excesso de fadiga que a fez desmaiar. Você está com desnutrição precisa se alimentar melhor, dei essas vitaminas como um complemento, mas elas não substituem uma alimentação adequada, beba bastante liquido e não fique só comendo fast food. Aproveite esse tempo que te dei para descansar e tirar uma folga disso tudo.



– Mas...



– Nada de mais Sakura, eu e a Ino vamos ficar encarregadas de cuidar de você e faze-la seguir a risca as recomendações do Nagato-san. E tenho certeza que Tsunade-sama não se importará.



– Claro que não. Eu já ia dar a ela uns dias de folga e agora que o doutor mandou ela vai ficar sem trabalhar essa semana. E sem reclamações Sakura, você vai receber seu dinheiro mesmo afastada e aumentarei 10% o que prometi pelas horas extras como um humilde pedido de desculpa.



– Arigato Tsunade-sama.



– Sakura eu vou pedir pro meu primo Neji cuidar da sua alimentação ele é nutricionista e vai saber cuidar dessa desnutrição.



– Não precisa Hina.



– Claro que precisa. Agora vamos, eu vou te levar para casa.



– Tudo bem, e mais uma vez obrigada Tsunade-sama, eu serei muito grata à senhora.



– Apenas descanse.



Hinata levou Sakura até seu carro, as duas colocaram o cinto e Hinata deu a partida. O caminho todo Hinata advertia Sakura pelo excesso de trabalho e que somente assim ela pararia de trabalhar tanto, só após ter desmaiado de cansaço. A morena odiava o jeito que a amiga se tratava, trabalhando feito uma escrava sem pensar nela própria. Tudo bem ela querer ajudar Ino com as despesas, mas precisa acabar com si mesma para conseguir isso?


Então Hinata lembrou-se de quando ela e Sakura se conheceram, foi no dia que a sobrinha de Ino nasceu, ela a amiga e a irmã de Ino estavam tão felizes, o pequeno embrulhinho nos braços de Asami fez com que os corações delas se aquecessem. Pena que alguns dias depois do nascimento da pequena Hana, Asami a mãe da garota morreu assassinada deixando Sakura e Ino sozinhas para cuidar da garotinha.

Uma semana depois as duas chegaram desesperadas no hospital pedindo por ajuda, pois a garotinha estava muito doente, por obra do destino Hinata foi quem as atendeu, depois disso ela se tornou a médica da pequena Hana sempre cuidando dela, e entre ela, Sakura e Ino nasceu uma grande e linda amizade. Depois de voltar dos seus pensamentos Hinata percebeu que já estava no apartamento de Sakura, ajudou a amiga a descer do carro e a chegar até o seu andar. Não pôde ficar para ver Ino, pois ligaram para ela pedindo para a morena correr para o hospital, pois mais uma criança acabara de entrar na emergência. Despediu-se da amiga e seguiu para sua rotina.

Enquanto isso Sakura abria a porta do seu apartamento e o adentrava, encontrando Ino sentada na mesa da cozinha com a mão na cabeça e lendo alguma coisa, se aproximou e viu o que tanto preocupava Ino, sua falta de emprego.


– Oi Ino, como foi seu dia?



– Sakura? O que faz em casa essa hora? Você não iria vir mais tarde? E que palidez é essa?



– Calma Ino quantas perguntas. Eu passei mal no trabalho e Tsunade-sama me mandou ficar em casa já que o médico que me atendeu me deu uma semana de repouso.



– Meu Deus Sakura, sabia que isso acontecer. Sente-se aqui eu vou fazer algo para você comer, aposto que está sem comer o dia todo. Você não pode se matar de tanto amiga eu não quero perder você também.



– Ino você sabe que nunca vai me perder.



– Sei, mas do jeito que você trabalha... E pior eu tenho uma certa culpa não consigo arrumar trabalho e quero tanto te ajudar sabe. Eu não aguento te ver trabalhando sozinha. Eu quero ajudar Saky. – Ino começou a chorar e eu a abracei.



– Ino você não tem culpa eu tenho certeza que você vai encontrar um ótimo trabalho tenha fé. Você é uma ótima secretaria, fala vários idiomas, acredite em mim quando menos você esperar estará trabalhando para um chefe bonitão, boa pinta que ainda vai te chamar para sair.



– Sakura você não tem jeito. Obrigada amiga pela força eu não vou desistir.



– Estaremos para sempre juntas.



– Para sempre.



– Eu vou tomar um banho e dormi okay?



– Nada disso a senhorita vai tomar um banho e depois comer, aí sim poderá dormir. Eu vou fazer um creme de abóbora com pedacinhos de carne, eu sei que você gosta. Vai tomar um banho para comer vai.



– Está bem mamãe.



– Tome banho direitinho viu filha.



Sakura riu da ironia da amiga, pegou suas coisas e se dirigiu ao seu quarto para pegar uma roupa e poder tomar banho. Estava exausta os ombros doloridos, os pés com bolhas por causa do salto, e os músculos tensos. Precisava de um bom banho, só esperava que o chuveiro somente dessa vez lhe desse um banho quente. Separou sua roupa que era um baby dool rosinha bebê de rendinhas e uma calcinha de algodão vermelha, pegou a toalha e foi para o banheiro. Quando ligou o chuveiro para sua sorte havia água quente, assim Sakura pode relaxar e deixar que todas as suas preocupações fossem embora com a água, mas a vida não é tão simples assim.


Só que Sakura nem imagina que sua vida estará prestes a virar de cabeça para baixo. Desligou o chuveiro, pegou a tolha secou-se e enrolou-se na mesma, caminhando até o quarto pegou sua roupa e a vestiu. Sentou-se na velha penteadeira e começou a escovar as madeixas róseas, quando terminou Sakura abriu a gaveta da penteadeira e retirou uma pequena caixinha, subindo em sua cama depositou o pequeno objeto sobre os lençóis, abriu a tampa da caixa e pegou em mãos as anotações que tinha, eram canções daquele pianista e compositor, Sakura amava suas letras eram sempre tão profundas e tocantes pareciam ter sido feita para o público, ou melhor, pareciam ter sido compostas para ela. Imaginava como seria esse músico, seria ele jovem ou velho? Bonito? A curiosidade lhe assombrava, lendo cada palavra e frase anotada nos papéis Sakura se perdia e viajava até que ouviu Ino lhe chamar para jantar. Guardou as canções dentro da caixinha, e colocou a caixinha na gaveta, trancou e foi para a cozinha a fim de comer e depois cair em um delicioso sono a qual não tinha há muito tempo.


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A noite havia caído rápido, aquele dia passou tão depressa que não tinha percebido. Já se passavam das 20hs00min e Sasuke ainda não tinha saído do lado do irmão, ele sabia que Itachi não podia vê-lo ali, mas podia senti-lo e talvez ouvi-lo. Estar ali com ele o fazia se sentir um pouco melhor, queria que o irmão acordasse logo, quantos anos ele estava assim perdendo o melhor da vida.


Os cabelos estavam mais compridos do que antes, a barba era visível, a pele pálida e um pouco fria, características normais para um “morto-vivo”. Como sentia falta dos momentos de brigas e de brincadeiras ao lado de seu querido nii-san. Mesmo sabendo que estava tarde ele queria ficar ali se sentido protegido, mas seu amigo Naruto o convenceu de voltar para casa e descansar que de nada adiantaria ele ficar ali sendo que Itachi não acordaria agora.

Sasuke então resolveu ir embora, passando pela recepção a garota que ele destratara horas antes já não estava mais ali para sua sorte. Foi até seu citroen c5, entrou no veículo e deu a partida. Estava cansado, queria só um banho e cama, mais nada. Durante o caminho a mente de Sasuke viajava, pensava como seria bom se nada do que aconteceu há 14 anos tivesse acontecido. Se não tivesse insistido tanto para ir à casa do tio com certeza sua mãe ainda estaria no piano tocando para si, seu irmão teria se tornado um famoso artista e não estaria imóvel em uma cama de hospital, seu pai continuaria lhe enchendo para ser igual à Itachi.

Uma nostalgia lhe veio de repente e quando deu por si já estava em casa. Estacionou o carro na garagem, desceu e dando o alarme se virou em direção ao hall de entrada, quando colocou a chave na porta e girou a maçaneta Sasuke teve uma surpresa, as luzes estavam acessas e o cheiro de comida invadia o ambiente. Quem poderia ser? Cris não era, essa hora ela já deveria estar em casa brincando com o filho, então quem estaria na sua casa? Quando olhou para o lado viu um veículo conhecido, mas não poderia ser quem ele pensava, poderia? Adentrou o recinto e deu de cara com aquela figura carismática, mas ao mesmo tempo fria.


– Sasuke que bom que chegou! Está com fome?



– Tio Madara? O que faz aqui?



– Oi sobrinho também senti sua falta sabia. Vem cá me da um abraço. –Esse é o meu tio Madara, um homem de 45 anos, pele clara, olhos pretos, cabelos pretos também repicados e longos, características comuns dos Uchihas. Depois da morte dos meus pais meu tio Madara ficou responsável por mim, do meu irmão e dos meus bens. Claro ele também cuida da minha carreira assim sendo meu agente. Faz uns três ou quatro anos que não o vejo. O motivo? Simples isolação da minha parte obviamente.


Meu tio convive com pessoas muito antipáticas e sem dignidade alguma, pessoas que só se importam com dinheiro, aparência, títulos de nobreza etc. Ainda lembro como era chato ficar sentado naquelas mesas de reuniões de negócios, eu sufocava por dentro me sentindo deslocado em um mundo que não era meu e que eu nem fazia questão de pertencer.

Tudo que eu queria naqueles momentos era que alguém me resgatasse daquilo tudo e me levasse para um lugar bem longe, mas como ninguém fez isso eu mesmo me retirei daquele mundinho podre a qual meu tio infelizmente pertencia. Mas tirando tudo isso ele é um bom homem, de ótimo caráter e de boa índole, digno do meu respeito, ele me deu uma ótima educação me ensinou muita coisa sobre a vida e que nem tudo que queríamos poderia ser dado assim com a facilidade de um estalar de dedos, e o mais importante, ele preencheu um pouco daquele vazio que tinha dentro do meu coração, mais nunca admiti isso afinal ainda sou um Uchiha com meu orgulho impenetrável.


– Tio você sabe que não sou de fazer esses atos de carinho.



– Eu sei, mas sou seu tio e não te vejo a séculos desde que você decidiu se isolar no seu mundinho inatingível.



– Eu não tenho um mundinho inatingível. Apenas não quis mais fazer parte daquele teatro que é a sua vida. Você é rodeado de gente podre e isso me causava repulsas. Se eu ficasse mais um dia vivenciando aquilo morreria.



– Mesmo assim devia vim nos visitar mais. Obito e Shisui sentem sua falta.



– Hun. – De repente a barriga de Sasuke roncou alto o deixando corado de vergonha.



– Vejo que está com fome. Vamos comer fiz seu prato favorito. Ravióli.



– Vou lavar as mãos. A propósito como adentrou aqui?



– Sua empregada me deixou entrar.



Não demorou muito para Sasuke descer e Madara servir o jantar, Sasuke tinha que admitir, sentia falta daquele gostinho de comida caseira que somente a comida de seu tio e sua falecida mãe tinham.



– Está uma delicia.



– Que bom que gostou. – Depois desse pequeno diálogo o jantar ficou no silêncio, vez ou outra Madara quebrava o gelo contando sobre como as coisas estavam, de como seus primos sentiam falta dele e etc. O jantar terminou, Sasuke lavou a louça e seu tio a secou e a guardou. Ambos foram para a sala de estar bebericarem um bom e fino café. Um gosto comum dos dois, ambos são amantes do café. Os dois trocaram poucas palavras até que Madara de longe avistou alguns portas retratos abaixados na estante, curioso levantou-se e foi até onde os objetos estavam, ao chegar lá pegou um porta retrato na mão e entendeu o porque deles estarem abaixados. A foto estava antiga mais era Sasuke, Itachi e Fugaku brincando na piscina da antiga mansão Uchiha.



– Você ainda se culpa?- Perguntou Madara sem tirar os olhos da fotografia.



– Não quero falar sobre isso. — Sasuke disse um pouco alterado, não queria remexer naquele baú de lembranças que tinha trancado em sua mente.



– Até quando vai ficar se martirizando por algo que não fez? Você sabe que não foi sua culpa. Mikoto só queria o seu bem sempre e você sabe disso.



– Chega tio não quero ouvir mais nada. — Sasuke se levantou da poltrona de estofado azul marinho e foi se retirando do local, mas seu tio o impediu lhe segurando pelo braço. — Solte-me tio.



– Não dê as costas para mim quando eu estiver falando. Já estou cansado de ver você se culpando, se fazendo de coitado a ponto das pessoas sentirem pena de você. Você é um Uchiha ou um covarde? Ou melhor, você é um homem ou um gatinho assustado? Sua mãe e seu pai morreram por um acidente não por sua culpa e Itachi quis lhe proteger e é assim que você agradece a chance que eles lhe deram, passando a vida amargurado, sozinho sentindo-se culpado por algo que não fez? Acorde Sasuke, existem pessoas com problemas bem piores que o seu e mesmo assim não fazem esse showzinho por 14 anos de suas vidas!!



– Cale a boca! Você não sabe de nada, DE NADA SOBRE MIM!.



– Realmente não sei de nada sobre você, porque esse medroso com quem eu falo não é o meu doce e amado sobrinho. Eu não te reconheço mais Sasuke, e Mikoto com certeza também não, se ela te visse agora não teria orgulho de você.



– NÃO FALE DA MINHA MÃE!! SAIA DAQUI EU NÃO PRECISO DE VOCÊ! SAIA DAQUI.– Sasuke se soltou do braço do tio e lhe deu as costas apontando a saída de sua casa. Madara deixou a xícara na mesinha de centro, pegou seu casaco e se dirigiu a porta, mas antes disse a Sasuke.



– Você não partiu para esse isolamento por causa das pessoas que convivo, você fugiu para ocultar da vista de todos o fraco que você é. Espero que um dia alguém te faça ver o lado bom da vida que você está perdendo, só espero que não seja tarde demais. Eu te amo Sasuke.



Dizendo isso Madara fechou a porta e logo Sasuke ouviu o barulho do motor arrancando para longe. Sasuke se jogou na poltrona e ficou pensando no que seu tio disse, e de alguma forma suas palavras alcançaram uma parte dolorida dentro de si. E mais uma vez lá estava Uchiha Sasuke na sua solidão se martirizando por algo que não fez e somente ele mesmo não percebia isso.



Espero que um dia alguém te faça ver o lado bom da vida que você está perdendo, só espero que não seja tarde demais. Eu te amo Sasuke.



– Será que essa pessoa existe tio Madara?



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Ino terminava de colocar o jantar para ela e a amiga, as duas conversavam enquanto se serviam, o clima era sempre o mesmo, Sakura contava como foi seu dia no trabalho e Ino falava das várias entrevistas que fizera durante o dia e de como nenhuma das empresas a aceitava, tudo por que Ino precisa de um emprego de meio período por causa de sua sobrinha. Ninguém entendia sua situação e essa falta de trabalho só frustrava a loira, não gostava da ideia de Sakura sustentar à casa sozinha e mais ainda de ficar dependente dela.

Ino tinha seu orgulho e lhe doía bem lá no fundo toda essa situação. Queria poder fazer mais só que estava incapacitada de fazer qualquer coisa já que a vida parecia querer brincar consigo a impedindo de encontrar um emprego, por mais simples que fosse contanto que lhe pagassem e desse para ela cuidar da sobrinha/filha estava bom. Depois que acabaram de comer Ino lavou a louça e Sakura a secou para guardar, as duas conversavam animadamente mesmo com tantos problemas, as duas amigas são bem unidas e já aprontaram muita coisa quando Asami ainda era viva, mas depois de sua partida as coisas pareciam ter pedido a graça.

Terminaram de arrumar a cozinha e foram escovar os dentes para dormir, Ino ainda deu uma última olhada em Hana, tudo estava bem, ela colocou mais um cobertor sobre a menina já que aquela noite estava mais fria do que as outras, deu-lhe um beijo na testa, apagou a luz deixando apenas o abajur ligado e saiu do pequeno quarto. Dirigiu-se até seu quarto, despiu-se, pegou uma roupa e foi até o banheiro para tomar um bom e relaxante banho. Quando terminou seu banho passou um hidratante no corpo e vestiu um pijama para dormir. Apagou a luz e deitou-se na cama e dormiu. Não antes de pensar. Amanhã será mais um grande dia.

Na manhã seguinte Ino levantou-se cedo e foi fazer sua higiene matinal. Adentrou no chuveiro e logo a água gelada lhe percorreu o corpo fazendo todos os seus pelos se eriçarem e um calafrio lhe percorrer a espinha. Desligou o chuveiro logo, se secou e enrolando a toalha no corpo se dirigiu ao seu quarto procurando no guarda roupa algo para vestir. Hoje Ino iria mais uma vez a sua batalha por um emprego e não sabia por que, mas sentia dentro de si que algo bom iria acontecer e quem sabe não é um sinal de que tudo dará certo, a loira de lindos olhos azuis optou por uma saia longa com algumas pregas branca, uma camisa social com alguns botões coral e uma sapatilha preta de lacinho. Penteou os longos fios loiros e fez um coque frouxo com a franja solta de lado, passou um brilho, um lápis marrom dando uma leve esfumada e passou seu perfume, deu uma última olhada no espelho e saiu do quarto indo direto para cozinha tomar café. Quando chegou ao cômodo se assustou por ver a amiga acordada tão cedo, hoje ela não iria trabalhar então por que levantou assim tão cedo?


– Ohayo gozaimasu Ino. – Sakura lhe sorriu docemente estendo uma xícara de café Ino pegou e agradeceu em seguida.



– Ohayo Saky-chan. Por que está acordada esta hora? Você está de folga não é?



– Sim só que me acostumei acordar cedo e fiquei sem sono, então vim tomar um pouco de leite com canela. – Quando as amigas ficavam com insônia elas sempre esquentavam o leite e colocavam canela e açúcar e bebiam, logo em seguida caiam no sono.


– Ino já que vou ficar em casa essa semana não precisa levar a Hana para a escolinha eu cuido dela.


– Sério Saky? Obrigada fico muito mais segura com ela em casa com você do que na escolinha. Não que eu não confie nas cuidadoras, mas você tem mais jeito com a Hana. Bom eu já vou sair antes que eu perca o ônibus, me deseje sorte.



– Sei que vai dar tudo certo Ino. Boa sorte



Ino se despediu de Sakura e foi até o quarto da pequena Hana lhe dar um beijo, em seguida pegou seu casaco e sua bolsa, assim saindo porta fora para mais uma caminhada a procura de emprego.



– Guie meus passos Asami-nee-chan.



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Ino já passara por três empresas e todas disseram aguarde que iremos lhe ligar, mas o problema é que eles nunca ligavam. Estava já perdendo as esperanças, andando distraída ela não percebeu alguém vindo em sua direção e acabou esbarrando em alguém caindo no chão.



– Gomenasai. Eu estava distraída e não vi... — Ino parou quando viu na sua frente um jovem e belo rapaz. Ele parecia um Deus grego, pele clara, olhos verdes, cabelos vermelhos e o sorriso mais lindo que ela já virá. Será que estava tendo uma visão do paraíso? O belo rapaz se agachou e ajudou Ino a pegar seus documentos que haviam caído.



– Tudo bem senhorita eu estava distraído também. Aqui me deixe ajuda-la.– A voz do rapaz era linda, um rouco suave capaz de encantar qualquer pessoa. Ino não se incomodaria de virar a noite no telefone conversando com ele. – Você é secretária?



– S-ssiim.



– Hum e fala quatro idiomas. Inglês, Alemão, Francês e latim?



– I--ss--so mesmo.



– Qual o seu nome?



– Ino.



– Ino um belo nome para uma bela dama. Sabe Ino eu estou procurando uma secretária para o meu escritório de advocacia, a última que eu demiti era muito incompetente. Gostaria de ir lá amanha para uma entrevista?



Só podia estar sonhando pensou Ino. Um gato daqueles advogado e ainda por cima precisando de uma secretária? Talvez o destino estivesse jogando com Ino só que dessa vez com os movimentos certos.



– Claro eu adoraria estou precisando muito. Mas não sei onde fica seu escritório senhor...



– Sabaku, Sabaku Gaara. Tome aqui meu cartão tem o endereço e telefone vou aguardar a senhorita lá por volta das 07hs00min. Foi um prazer Ino.



– O prazer é todo meu Gaara-sama.



Ino levantou-se e seguiu seu caminho indo direto para casa contar a Sakura as novidades. Ela iria gritar de felicidade. Ino sentiu-se vibrar por dentro de tanta emoção, realmente aquela sensação de que tudo ia dar certo era verdadeira. Então Ino lembrou-se das palavras de sua amiga.



Acredite em mim quando menos você esperar estará trabalhando para um chefe bonitão, boa pinta que ainda vai te chamar para sair.



“É Saky-chan quem sabe suas palavras não foram escutadas. Arigato nee-chan você me trouxe ao caminho certo.”



Existe uma linha vermelha, invisível aos olhos, que conecta todos que estão destinados a se encontrar. E não importa o tempo, o lugar ou as circunstâncias. Esse fio pode ser apertado, ou emaranhado, mas nunca rompido.



(Pensamento Oriental)


Notas finais
Então pessoal gostaram do capítulo de hoje? Quem diria o casal era GaaIno e ninguém acertou que triste, mas não desanimem, pois vou dar mais uma oportunidade a vocês.

Como capítulo passado vocês me deixaram muito felizes eu vou fazer uma brincadeira com vocês. Bom primeiro aqui vai um trechinho do capítulo que vem.

Solte-me seu sujo não ponha a mão em mim. Ela gritava e o homem rasgou sua blusa ela deu um tapa nele e o agressor pegou ela pelos cabelos e a jogou no chão desferindo um tapa em seu lindo e delicado e rosto. Um filete de sangue escorreu e o jovem rapaz não se aguentou mais e foi para cima do homem.

- Deixe-a em paz. Disse frio e ríspido.

- Quem é você? Não se intrometa. O homem segurou a jovem com mais força no cabelo e quando o rapaz ouviu os gritos de dor da moça avançou para cima do homem e começou a lhe desferir vários chutes e socos. Eu mandei solta-la seu porco imundo. Ele bateu várias e várias vezes até o homem desmaiar. Então ele correu até a moça e ela estava desacordada.

Bom quem ficou super curiosa(o) com o próximo capítulo ai vai a surpresa. Eu pensei numa brincadeira para fazer com vocês e é assim.

Para as cinco primeiras pessoas que comentarem e acertarem o que vai acontecer no próximo capítulo e qual casal vai aparecer eu vou fazer uma drabble com o casal que a pessoa quiser.

No comentário vocês coloquem dessa seguinte forma o casal que vai aparecer na fanfic, a cena que vai acontecer com eles e o nome do casal que vocês querem na drabble.

Exemplo: Casal: Neijten, Cena: Ele está saindo do hospital e de repente ouve um grito numa rua escura e acaba indo lá e o Neji viu a Tenten sendo atacada e tals..... Casal da drabble: Naruhina

Ps: Pessoal o trecho do capítulo que eu mostrei eu fiz umas modificações para colocar aqui porque no capítulo mesmo eu já tenho nome do jovem rapaz e eu até tinha deixado aqui só que ficaria fácil saber o que ia acontecer e por isso eu tirei e coloquei esse jovem rapaz então não fiquem crazys okay.

Tentei notificar todas vocês mais gente esse novo sistema do Nyah é uma droga não da pra mandar mensagens avulso por isso sempre lembrem sábado é dia de colecionista.

Espero que tenham gostado deixem suas opiniões, sugestões, criticas reviews. O importante é que comentem e façam essa autora baka feliz.

Kissus de chocolate para vocês. E não esquecendo feliz dia do amigo. Naruto e Sasuke.