Colecionista De Canções
11 Capítulo XI- Quédate a mi lado
Notas iniciais
Estou bem chateada, pois capítulo passado muitas leitoras sumiram e o número de comentários caiu. Gente só porque atrasei um dia vocês me abandonam? Por favor, não em deixem se não eu não terei sentido de postar Colecionista e sei que ela é querida por vocês.
Outra coisa peço desculpas por não estar respondendo os reviews, é que essas semanas são de provas trabalhos ai meu tempo encurta. Mas prometo que até o fim de semana eu responderei todos.
Gente estou muito feliz, pois recebi mais duas recomendações da KiryuGlenda e da VitoriaUzumaki. Meninas obrigada pelas lindas recomendações o capítulo de hoje é dedicado a vocês.
Quando a Sakura começar a cantar ouçam essa música também da banda Camila. Amo a músicas deles.
https://www.youtube.com/watch?v=kgUC4eVAKy0
Eu amei fazer esse capítulo devo dizer que é um dos meus favoritos, espero que gostem e sem mais delongas deixo vocês com mais um capítulo de Colecionista. Nos vemos nas notas finais.
Quédate a mi lado
Hinata se mantinha estática com o choque que recebeu isso não poderia estar acontecendo, ela e aquele loiro trabalhando no mesmo hospital?
Sua mente trabalhava deliberadamente, ainda tentava processar tudo o que havia acabado de escutar.
– Nagato-san vai ser uma honra trabalhar com seu sobrinho. – Forçou um sorriso no rosto e levantou-se da cadeira, curvando-se em respeito àquele que fora seu chefe por tanto tempo. — Agora se me der licença vou arrumar minhas coisas.
– Claro, mas antes eu quero um abraço Hinatinha.
Nagato lhe estendeu os braços e assim Hinata se despede de seu tão querido chefe.
– Sentirei sua falta Hina.
– Também sentirei a sua Nagato-san, você é um ótimo chefe. – Nagato a abraçou mais forte e assim a soltou em seguida para vê-la partir, fechando a porta para não voltar.
– Eu realmente vou sentir sua falta meu amor.
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Enquanto isso em Londres Sasuke e Sakura se encontravam na antiga casa da rosada, os dois desde do incidente no hospital não conseguiam mais se olhar. Talvez o constrangimento fosse muito, principalmente vindo de uma Sakura bem confusa.
Ela agora estava no banho enquanto Sasuke preparava alguma coisa na cozinha para eles almoçarem, quando de repente o telefone toca.
– Alô?- Pergunta Sasuke com sua voz rouca.
–Alô, por favor, a senhorita Sakura está?
– Quem gostaria?
– Aqui é Yume, eu sou amiga dela que trabalha aqui no hospital. É referente à mãe dela.
– A Sakura está no banho, mas vou ver se ela terminou só um minuto.
Sasuke subiu até o andar onde Sakura se encontrava, mas uma de suas consciências dizia para ele esperar, pois não seria boa ideia ele ir chama-la. Será que ela está certa, ou Sasuke vai ter uma grande surpresa ao invadir o banho de Sakura?.
Pov’s Sasuke.
Eu estava no corredor do andar de cima da casa de Sakura. Fui seguindo na direção que ela havia me mostrado mais cedo, cheguei à porta do banheiro.
Meio incerto se abria ou não á porta fiquei parado em frente a ela, com o telefone na mão fazendo a moça do outro da linha esperar, e claro minhas consciências brigavam mais uma vez entre si.
“Sasuke espere ela sair, vai que ela ainda está no banho.”
“Melhor ainda se ela estiver no banho entra vai.”
“Não entra”.
“Entra”
“Não entra.”
“Dá para ficarem quietas? Vocês não me deixam em paz! Eu vou entrar e qualquer coisa eu peço desculpas.”
“Yes esse é o meu garoto”.
Assim mais uma vez ignorei minha boa consciência e entrei no banheiro.
Ao entrar fiquei parado na porta surpreso com o que via. Pelo box eu podia ver bem a silhueta curvilínea de Sakura. A sombra projetada no box me deixara boquiaberto.
A cintura fina, o quadril avantajado, os seios nem muito grandes e nem muito pequenos eram perfeitos aos meus olhos. As mãos passeavam por cada parte do corpo belo.
Sakura parecia dançar, as mãos elevadas e o quadril se mexendo, ela estava hipnotizante. No mesmo instante um som suave e agradável me invadiu os ouvidos.
Era uma voz encantadora e muito bem sincronizada com as melodias da música que eu conhecia bem. Era uma de minhas composições. E era Sakura quem a cantava.
Busco portas até mim
Inventar algum caminho,
Outra força pra seguir e chegar até ti
Buscar o céu em você e despertar.
Sem me dar conta acabei entrando no pequeno banheiro, me aproximei do vidro do box que para minha sorte era um pouco escuro assim ela não me via.
Sua voz era linda e graciosa, minha música ficou tão boa na sua voz ao ponto de fazer todos os meus sentidos congelarem somente para se concentrar em seu timbre harmonioso.
Quero tempo para mim
Escutar-me no silencio
Novas pontes que se cruzam e chegam a você
Buscar o céu em você e despertar por você.
Um anjo era assim que eu poderia descreve-la nesse momento, como um anjo.
E acariciar o vento (por você)
Sentir amor em vez de medo (por você)
Soltar, já sei que nada é meu hoje,hoje,hoje,hoje.
Embriagado é assim que me sinto totalmente embriagado pela voz de Sakura. Fiquei tão inerte em pensamentos escutando-a cantar que não percebi que ela havia desligado o chuveiro. Afastei-me depressa do box e sai do banheiro rapidamente.
Ouvi uns sussurros e quando me dei conta percebi que havia deixado à moça esperando.
– Desculpe-me a Sakura está no banho, é Yume não é? Eu peço para ela ligar.
– Obrigada, peça para ela ligar o mais rápido possível.
– Pode deixar.
Desliguei o telefone e desci para a cozinha, a fim de terminar o almoço.
Logo eu ouvi alguns passos nas escadas e eu nem precisava me virar para saber que era ela. Sakura apareceu atrás de mim segurando em meus ombros tentando ver o que eu cozinhava.
O perfume suave de flores que ela tem me eleva as mais puras emoções, eu perco os sentidos. Não sei o que acontece comigo, são tantas coisas acontecendo que me deixa confuso e perdido. E quando sinto sua fragrância é como se qualquer problema sumisse.
Virei-me para frente e dei de cara com uma rosada trajada em um short jeans e meu moletom.
Tenho certeza que em meus lábios um imperceptível, mas ainda sim sorriso se formou. Toda vez que eu a havia trajando meu moletom me sentia bem. É como se de alguma forma estivemos conectados através desse simples moletom.
Mas sem querer minha mente vagou pela recente lembrança do banho, e eu comecei a ter pensamentos nada castros. Como eu desejei arrancar peça por peça que ela vestia e leva-la para cama. Sentir seu corpo rente ao meu chamando meu nome, como todas faziam.
Espera ela não é todas, ela é a Sakura e só isso a já torna diferente diante dos meus olhos. Droga o que está acontecendo comigo?
“Eu já disse você está apaixonado.”
“Queridinha Uchiha Sasuke não se apaixona, isso é apenas desejo e atração e cá entre nós ela é um espetáculo. Leva ela logo para cama e acaba com isso.”
“Sasuke se você fizer isso eu juro que você irá se arrepender. A Sakura é especial e merece ser tratada com carinho. Se você a quer somente para satisfazer seus desejos e suas necessidades então se afaste, pois ela não merece ser tratada com desrespeito.”
“Cara não escuta essa...”
“Eu sei que ela merece muito mais do que uma simples noite de prazer. Eu não sei o que acontece comigo, mas sei que ela é a razão disso e desejo tê-la ao meu lado. Não quero que ela se afaste.”
“Muito bom esse sim é o meu Sasuke. Ouviu isso consciência idiota.”
“Prefiro ficar na minha então me deixa.”
Pela primeira vez durante esse pequeno convívio eu ouvi minha primeira consciência. Sakura parece ser muito especial e merece alguém assim, mesmo que não seja eu.
De repente meu peito se apertou e não sei explicar, mas só de pensar Sakura com outro sinto um aperto e uma sensação de vazio.
O que será isso que estou sentindo por ela? Seu sorriso me encanta, só de olhar em seus olhos me sinto bem e confiante. Seja lá o que for isso eu espero que dure, pois a sensação é muito boa.
Pov’s Sasuke off.
Os sentimentos de Sasuke começaram a se formar, sua mente viajava por entre os momentos com ela e como desejava que a sensação que estava tendo durasse para sempre.
É tão engraçado ver como as coisas e as pessoas mudam com um simples convívio. O orgulhoso Uchiha Sasuke, que só se importava com seu próprio prazer e seus sentimentos agora se encontra no meio de um fogo cruzado entre a razão de suas consciências e a inocência de uma jovem e sonhadora garota.
Pov’s Sakura.
Eu me encontrava agora almoçando com Yusuke. É uma sensação tão boa que me invade quando estou com ele ao meu lado.
Ainda me pergunto como o destino pode brincar tanto com a gente. Se aquele acidente não tivesse acontecido, eu nunca teria sido salva por ele e com toda certeza não teria o prazer de estar com ele agora.
Conversamos algumas coisas, sem muita importância até que ele se lembra de algo.
– Sakura eu já estava me esquecendo. Uma moça chamada Yume ligou e disse que queria muito falar com você.
– É sobre o que?
– Sua mãe.
Assim que ouvi essas duas palavras eu corri até o telefone e procurei no detector de chamada à última ligação recebida. Liguei para o número e logo a voz doce de Yume atende.
– Alô?
– Yume sou eu Sakura, aconteceu alguma coisa com a minha mãe?
– Sim Sakura aconteceu.
– O que ela piorou?
– Sim e precisamos transferi-la imediatamente. O Dr. Kabuto já terminou os exames ele disse que ela pode aguentar a viagem mais você tem que leva-la hoje mesmo.
– Claro eu já estou indo ai busca-la, só vou comprar as passagens. Obrigada Yume logo eu chego ai.
– Por nada Saky, espero que sua mãe melhore.
Desliguei o telefone e subi as escadas correndo, arrumei minhas roupas de volta na mala. Meu desespero toma conta de mim agora, e se minha mãe morrer? O que será de mim? Vou ficar sozinha?
As perguntas invadiam minha mente frequentemente, eu estava tão perdida dentro da minha própria mente que nem percebi que Yusuke estava encostado na porta me observando com aquele olhar terno que ele sempre direciona para mim.
Ele se aproximou de mim e parecendo que ele já sabia do que eu precisava me abraçou forte contra seu peito e uma de suas mãos acariciava meus cabelos.
Contra a minha vontade algumas lágrimas começaram a rolar por meu rosto e eu me segurava mais forte contra Yusuke.
Em seus braços eu me sinto bem, segura e protegida é como se nele eu encontrasse um porto seguro a qual sempre posso retornar. Pra mim isso tudo que está acontecendo é tão diferente, é tão novo, mas ao mesmo tempo é bom uma sensação de conforto que sempre me vem quando estou com ele.
Nós dois ainda somos dois desconhecidos, mas aos meus olhos é como se eu já o conhecesse há muito tempo, é como se já convivêssemos há muito tempo.
Sua voz, seus abraços, seu sorriso, seu olhar tudo me acalma e me faz sempre querer estar assim perto dele. Aos meus olhos Yusuke não é somente um desconhecido, mas sim algo a mais.
Talvez um amigo, não sei explicar ... É um turbilhão de sentimentos que se passam dentro de mim, ninguém nunca conseguia me passar tanta segurança como sinto quando estou com ele.
Somente uma pessoa me passa tanta segurança assim e é o Sasuke-kun. Quando escuto sua voz toda tormenta que se passa dentro de mim se estabiliza e volto a me sentir bem.
Mas o Yusuke tem algo em especial que me faz querer tê-lo sempre por perto. Ah o que está acontecendo comigo? Será que é assim que nos sentimos quando estamos apaixonadas?
Sai desses meus devaneios e me soltei dos braços de Yusuke, fiquei o fitando me perdendo dentro daquela imensidão que são seus olhos. Ele tocou meu rosto e secou as lágrimas que ainda insistiam em cair. Sorriu-me mais uma vez. Ah se ele soubesse que esse sorriso causa tanto impacto sobre mim.
– Sakura o que foi? Aconteceu algo com sua mãe? – Ele me perguntava preocupado.
– Sim a Yume disse que ela piorou e precisa ser internada logo. O Kabuto disse que ela pode viajar, mas será que ela suporta tanto tempo de voo?
Yusuke me olhou sério e saiu dizendo que já voltava o que será que ele vai fazer?
Enquanto isso na sala.
– Alô, tio Madara?
– Sasuke? O que foi? Você me ligando é surpresa para mim.
– Tio eu não posso dar muitas explicações, mas preciso de um favor o senhor pode enviar o meu jatinho para Londres?
– Londres? O que você está fazendo ai Sasuke? O que está acontecendo?
– Tio eu não tenho tempo para explicar nada agora, por favor, confia em mim e quando eu chegar ai te conto tudo.
– Está bem eu vou pedir pro Idate dar partida.
– Vai demorar?
– Creio que não para sua sorte eu pedi para ele ir ver algumas coisas sobre um evento que vai ter ai. Ele está no bairro Chelsea. Onde você está?
– Em Fitzrovia
– Sasuke espero que tenha uma boa explicação para estar ai.
– Me encontre no hospital onde o Itachi está e providencie uma internação urgente para uma paciente de nome Samy Haruno.
– Quem é essa?
– Tio depois te explico, por favor, ela está com pneumonia e em estado grave. É mãe de uma amiga, por favor.
– Está bem, está bem Sasuke encontre o Idate no heliporto de Londres.
– Tudo bem. Obrigado Tio.
– De nada meu querido.
Yusuke voltou depois de uns 10 minutos dizendo que não precisava comprar passagens de avião que ele já resolveu tudo que só precisamos pegar minha mãe no hospital e o resto era para deixar por sua conta.
Outra coisa que sempre sinto quando estou com ele, é a sensação de que Yusuke me esconde alguma coisa. Algum segredo não sei. Talvez seja só impressão minha. Pois se tem uma coisa que não perdoou são mentiras.
Deixando essa hipótese de lado eu e Yusuke pegamos nossas malas e descemos as escadas. Um táxi já nos esperava na saída, fechei a casa e dei uma última olhada na simples residência que morei há tanto tempo.
Entrei no táxi e Yusuke também, o taxista deu a partida e assim seguimos para o hospital.
Não demorou muito e já estávamos na recepção do hospital. Yume e Kabuto já me esperavam.
– Onde está minha mãe?
– Venha Sakura.
Segui Kabuto e Yume até o quarto onde ela estava. Minha mãe estava ainda desacordada, sua pele estava um pouco rubra deveria ser febre. Os lábios pálidos e as mãos gélidas. Vê-la assim me partiu o coração. Eu preciso salvar ela custe o que custar.
– Sakura eu creio que ela não vai suportar uma viagem tão intensa de avião.
– Mas a Yume disse..
– Ela piorou depois da Yume ter falado com você. Está com febre alta, tosse e ela estava acordada até agora, mas não conseguia respirar direito e reclamava de muita dor no tórax por isso a sedamos. Sintomas da pneumonia. Resolvemos leva-la no helicóptero do hospital. Ele é simples, mas tem os recursos necessários para ela suportar a transferência.
– Claro e eu posso ir?
– Sinto muito Sakura, mas não o helicóptero só cabe ela e mais uma pessoa e eu tenho que acompanha-la.
– Tudo bem eu vou com o Yusuke.
– Vocês vão de avião?
– S....
– Não de jatinho.
Yusuke me interrompeu e disse algo que me fez ficar surpresa e espantada. Como assim jatinho?
– Yusuke como assim? Que jatinho?
– Eu liguei para o meu amigo e pedi para ele mandar o dele, é mais rápido e confortável, como pensei que sua mãe iria com a gente seria melhor para ela.
– Yusuke não precisava incomodar o seu amigo.
– Garanto que para ele não é incomodo. E ele fez questão que sua mãe vá para o melhor hospital de Tóquio. Os Uzumaki’s.
– Não esse hospital é muito caro.
– Por favor, Sakura sua mãe está num estado critico e lá ela vai ter tudo o que precisa aceite.
– Está bem, mas eu faço questão de pagar tudo ao seu amigo. E não aceito não como resposta.
Assim sem mais delongas todos partimos para Tóquio. Minha mãe foi com o Dr. Kabuto e eu agora estava entrando no jatinho do amigo de Yusuke.
Ao entrar ali tive uma sensação que algo não estava certo, não sei por que mais alguma coisa me diz que Yusuke esconde muitas coisas de mim, só espero que seja um engano, pois não suportaria perde-lo por causa de mentiras.
Pov’s Sakura off.
Enquanto isso em Tóquio uma certa morena de olhos perolados se encontrava a caminho do seu novo local de trabalho. A ansiedade de trabalhar com seu primo era enorme, mas também existia a raiva por ter que aturar aquele loiro irritante.
Se Nagato soubesse como ela odiava seu sobrinho talvez não tivesse mandado ela para esse hospital, pensou a pobre Hinata.
Não demorando muito o táxi parou em frente ao hospital. Pagou a corrida e desceu do veículo com suas coisas em mãos.
Começou a andar para dentro do hospital e logo chegou à recepção.
– Boa tarde sou Fuugi no que posso ajudar?
– Boa tarde, meu nome é Hinata e eu fui transferida para trabalhar aqui.
– Ah assim Hinata-sama a nova pediatra. Por favor, queira me acompanhar até seu consultório.
– Obrigada.
Hinata foi acompanhando Fuugi até aonde trabalharia agora. Subiram até o 4º andar, as portas do elevador se abriram e assim as duas começaram a andar o longo corredor.
Hinata não se espantava com o tamanho, nem com o luxo do local, afinal o hospital que trabalhava antes era igualzinho. Os mesmos detalhes em mármore e as paredes pintadas de tons pastéis. Os corredores longos e cheios de salas sentiu até certa nostalgia ao andar por ali.
Logo elas chegaram ao seu novo consultório. A moça educada abriu a porta para si e ela ficou deslumbrada com a elegância, mas ainda sim simplicidade que seu novo consultório tinha.
As paredes pintadas de um azul glacial possuíam alguns desenhos de crianças e bebês. As persianas amarelas contrastavam bem com os moveis de marfim. Cada detalhe parecia ter sido escolhido especialmente para ela.
– Gostou?
– Amei é lindo.
– Nagato-san ficará feliz em saber, ele mesmo fez questão de escolher tudo para a decoração.
– O Nagato-senpai que escolheu tudo isso?
– Sim parece que você é alguém bem especial para ele. — Fuugi deu uma piscada para Hinata que a deixou confusa sem entender o que aquelas palavras significavam. Como assim alguém especial para ele? – Vou deixa-la se adaptando, a senhorita tem três pacientes para hoje, daqui à uma hora. Por enquanto eu vou agendando e marcando suas consultas, estamos procurando uma secretária ainda para a senhorita.
– Claro tudo bem. Obrigada.
– De nada licença.
– Espere é Fuugi não é?
– Sim.
– Meu primo Neji está em consulta?
– O Neji-san é seu primo? Bem que achei à senhorita parecida com alguém daqui. Ele está em horário de almoço, pode encontra-lo na lanchonete. Quer que eu a leve?
– Não acho que consigo achar sozinha.
– Como queira.
Assim Fuugi se retirou do local deixando Hinata arrumando suas coisas. Ao abrir as persianas Hinata deu de cara com o lindo jardim que havia no hospital.
Terminando tudo ela foi encontrar seu primo. Se o hospital fosse o mapa exato do outro ela saberia bem onde ficaria a lanchonete. Pegou o elevador e apertou o botão do térreo.
Não demorou muito e já estava aonde queria, começou a andar e assim acertou em cheio e encontrou a lanchonete.
Foi indo em direção ao seu primo, estava chegando perto quando parou no meio do caminho. Não podia estar acontecendo logo agora, Neji estava acompanhado daquele loiro.
Hinata ia dar meia volta quando ouviu a voz do seu primo a chamando. Colocou no rosto seu melhor sorriso e foi se dirigindo até a mesa.
Chegou lá cumprimentou seu primo e se sentou a mesa. Assim que se sentou Naruto gritou.
– VOCÊ? O QUE FAZ AQUI?
– Ah Naruto-kun minha prima Hinata irá trabalhar aqui conosco agora.
– O QUEEE?
– Naruto-san, por favor, para de ser escandaloso. A ideia de trabalhar no mesmo ambiente que você não me agrada nada também.
– Metida.
– Convencido.
Os dois começaram a se ofender e nem perceberam o sorriso que se formava nos lábios de Neji.
“Ah se eles souberem que fui que a trouxe aqui Hinatinha.”.
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Gaara andava de um lado para outro em sua casa, por que sua irmã demorava tanto? Pensou. Precisava conversar com alguém sobre o que estava acontecendo e somente ela ou Kankuro podiam ajuda-lo. Como seu irmão estava fazendo uma conferencia fora do país só restava Temari.
A campainha tocou e ele correu para abrir a porta dando de cara com sua irmã. Temari entrou e logo se acomodou no sofá.
– Qual o problema irmãozinho?
– Temari ela voltou.
– Quem voltou Gaara?
– Aimi.
Temari congelou, aquele nome lhe causava repulsas e um ódio tremendo. Como odiava essa mulher, por causa dela seu querido irmãozinho ficou em depressão, dependendo de remédios fortes que só o faziam dormir.
Aquela mulher fora a ex- noiva de Gaara, ambiciosa ela foi capaz de roubar tudo e abandona-lo no altar no dia do casamento para fugir com um amante. Gaara a amava mais que tudo e a traição dupla o deixou destruído.
O ruivo demorou muito tempo para se recuperar do golpe emocional e financeiro. Depois de alguns anos Gaara reconstruiu seu império de advocacia e recuperou tudo aquilo que havia perdido financeiramente, pois até agora o ruivo tinha medo de se apaixonar de novo e acabar se magoando outra vez.
Quando Gaara conheceu Ino todo aquele medo havia se transformado em um sentimento bom e agora ele está perdidamente apaixonado pela loira. Temari nunca agradecera tanto aos céus por ter colocado Ino na vida de seu irmãozinho.
Agora que tudo havia começado a melhorar para ele essa biscate volta para atrapalhar tudo? Ela não permitiria isso.
– Onde ela está? Eu vou acabar com aquela vagabunda.
– Temari se acalme ela não voltou para a cidade não que eu saiba, ela voltou a me atormentar. Eu vi a Aimi na Ino e eu a agredi.
– Você bateu nela?
– Não, mas gritei com ela e segurei seu braço com força. Temari aquele monstro está me assombrando. Chega de fantasmas da Aimi, me ajuda nee-chan.
– Calma Gaara eu não vou deixar que nada machuque você de novo nada. Eu prometo.
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Sakura e Sasuke já haviam chegado a Tóquio, Samy e Kabuto também. Os quatro pousaram no hospital e assim os enfermeiros vieram rapidamente buscar a paciente.
Sakura não soltava por nem um momento a mão de sua mãe. Enquanto a sua também não era soltada por parte de Sasuke.
Assim que entraram no hospital Samy foi mandada para a emergência aonde Izuna a aguardava.
Como Izuna era pneumologista foi encarregado de cuidar do caso da mãe de Sakura. Ele agora se encontrava na sala de emergência examinando Samy.
Seus olhos se fixaram na beleza que a mãe de Sakura possuía. E nesse momento Izuna sentiu algo dentro de si bater mais forte.
– Rápido tragam Moxifloxacino¹ e Azitromicina² precisamos salvar essa paciente.
Estar ao seu lado é a única razão que ainda tenho para me manter estável. É como se você fosse a minha estrutura que sempre me mantém em pé. Sei que chegará o dia que não estarei mais ao seu lado, mas sinceramente espero que esse dia nunca chegue, pois ter você é a única prova que me resta para eu saber que ainda estou viva.
(Black Swan- Colecionista de Canções)
Continua...
Notas finais
Vocês viram coloquei algumas surpresas nesse capítulo para compensar a demora. Nagato é apaixonado por Hinata? Será? E a Aimi vocês conheceram um pouco dela e garanto que esses fantasmas vão atrapalhar o Gaara e muito e somente nossa Ino o salvará desse tormento. Final com o Izuna encantado pela Samy a mãe da nossa rosada. Para quem lembra eu disse que ela iria causar um briga entre dois personagens da fic. Muitas falaram que era o Sasuke e a Sakura, mas erraram, agora vocês conseguem adivinhar quem são esses personagens que iriam brigar por ela? Deixem suas hipóteses
Gostaram da frase? O capítulo de hoje quem me inspirou a fazê-lo foi o Guilherme meu paquera que vocês me ajudaram com conselhos. Então espero sinceramente que ele tenha agradado vocês.
Falando em paquera meninas eu em declarei a ele semana passada numa carta e até agora estou aqui na expectativa torçam pela autora baka de vocês. E preciso de mais um conselho vocês acham que devo falar com ele, ou dou mais tempinho para ele pensar? O que vocês fariam?
Eu queria ter postado antes, mas como disse não deu eu também fui inventar de fazer um rocambole em cima da hora ai atraso mais ainda.
Eu fiz uma drabble para o desafio das 5 drabbles da And Allegra queria que vocês lessem ela ficou bem kawaii.
Aqui está o link para quem quiser ler. http://fanfiction.com.br/historia/416301/Minha_Obra-prima/
Pessoal queria pedir que não me abandonem deixem suas opiniões. Mereço reviews? Recomendações? Criticas? Falem tudo, pois estou aqui para vocês. Dúvidas só perguntarem.
Beijos, até o próximo capítulo minhas colecionadoras amo vocês.
Black Swan
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