Cold Sun

12 Capitulo...


Notas iniciais
EU VOLTEI BABYS!! Sim eu sei que tinha excluido a fic mais era ate eu ter como continuar ai hoje no meu total tedio resolvi postar. Para as pessoas que não entenderam o que é essa nova etapa é o seguinte eu apaguei TODAS as minhas fics e vou voltar com cada uma delas quando eu resolver que o capitulo que eu escrevi está a altura dela e de vcs. Essa nova etapa vai consistir 1-Volta de umas das minhas antigas fics 2-Continuação de algumas das já esquecidas 3-Nova fanfic que estou trabalhando com os temas Sobrenatural e Romance 4-Algumas One shorts e Shorts Fics bem bom proveito do capitulo e nos vemos la em baixo

Um combinado foi estabelecido, Diego iria para casa com o coração na mão, temendo que Marco acordasse no meio da noite e contasse tudo, rezando internamente pelo contrário. Arrumaria mantimentos na mochila e roupas quentes o suficiente para os dois.

Saiu do casebre, esbarrando naquele número pregado a soleira da porta. Francesca lhe contou uma breve história sobre aquela escritura numérica. 190649. Uma lembrança, do seu pai, caso houvesse algum incidente e ele ficasse irreconhecível.

O reconheceria pelo braço.

Passou pelas ruas com a cabeça baixa para se proteger do frio que descia.

Com aquela proximidade de Novembro, logo começaria a nevar.

''Diego!''

Levou um susto que o desarmou, só conseguiu se recompor quando percebeu que a pessoa que o interrompia era Violetta, correndo com o rosto distorcido.

A menina se jogou ao redor de Diego num abraço mudo.

Ele ainda está desacordado. Falou com a voz embargada. ''Eu sei que não foi você. Mas o que aconteceu para ele ficar desnorteada daquela maneira?''

Sentaram num degrau sujo de lama e musgo, Diego soltou que não podia dizer exatamente o que havia ocorrido, mas confirmou não ter nada haver com história de jogar Marco na frente do carro.

O tempo correu.

E eles permaneceram parados.

''Sinto tanta falta dele.'' Violetta sibilou baixinho, como uma canção de ninar.'' Se eu tivesse um lugar para encontrá-lo sem que ninguém soubesse, poderia ser o nosso segredo. Ficaríamos juntos. ''

Diego pensou um pouco. Foi estranho uma ideia como aquela lhe abater. Marco estava destruindo a sua felicidade e como que por ironia faria exatamente o oposto.

''Talvez eu possa ajudar.''

–ooooooooooo-

A casa dos Dominguês estava na penumbra da noite fria. Pablo estava ao telefone quando a porta da cozinha foi aberta, ele bateu continência e recolocou-o no gancho. Puxou um maço de cigarros gasto e levou um aos lábios quebrados, saboreando o gosto da fumaça que fazia cócegas em sua garganta.

''Pai?''

''Temos que conversar.'' Indicou a cadeira mais próxima. O assunto, Diego já imaginava. Mais um pouco de Marco e carros desgovernados. Ele contou exatamente o que tinha acontecido.

''Certo.'' Tragou uma ponta da nicótica e expeliu depois de um tempo. ''Irei amanhã até a escola, aquelas crianças não tem provas de que jogou o rapaz na frente do carro, são somente alegações sem fundamento. Não terei problemas em me entender com a Diretora Jade.''

Diego sabia que parte da patente do pai seria responsável por livrar sua cara.

E agradeceu silenciosamente por isso.

''Mas uma coisa...'' .Dessa vez a conversa teve um tema mais sério.

“Eu sei da garota Judia”Diego sentiu vontade de gritar.Aquilo não podia ser verdade podia? Era uma brincadeira que o seu cerebro lhe aplicava.

“Achou que ia me enganar por quanto tempo?” Diego estava paralizado. Ele só conseguia pensar em como Francesca estava se seu pai sabia dela significava que ela estava em perigo “Responda quando eu lhe perguntar Diego” os olhos de seu pai faiscavam odio

“Ela é diferente” Foi o que consegui responder tendo como resposta um riso ironico de seu pai

“Diferente? É claro que ela é são seres que não deveriam sequer terem existido. Seres nojentos que são estão aqui para terminar de destruir o nosso mundo. Eles conseguem ter mais sangue em mãos do que nós que recebemos a missão de erradica-los” Diego observava seu pai transtornado a sua frente e imaginava como ele pensava exatamente assim antes de tudo aquilo acontecer

“Não foi ela que matou a mamãe”Diego falou fazendo seu pai olha-lo com espanto

“Se lembra? Do dia da morte de sua mãe?”Diego engoliu em seco e assentiu”Esse e outro motivo para odia-los Diego”

“Não foi ela”Diego gritou sentindo o medo se misturar com a raiva

“Mas foi o povo dela”Pablo respirou fundo ajeitou os cabelos que estavam desgrenhados foi ate a porta pegando na maçaneta antes de gira-lá olhou para o filho que estava de cabeça baixa na cadeira onde ainda estava sentado”Você a ama por isso vou deixar se despedir por que eu sei o que amar alguem” Despedir? Será que Diego entendeu direito? Ele não teve muito tempo para pensar so ouviu a porta tornar ser aberta e alguem ser empurrado para dentro.

“Francesca?” Ele ajoelhou ao lado da judia que estava amarrada caida aos pés dele” Francesca olhe pra mim” Ele pediu mais ela permanecia de cabeça baixa” Por favor olha pra mim Francesca”Ele implorou mais se arrependeu ao ver o rosto de Francesca com um roxo a redor do olho esquerdo e um corte em sua bochecha que sangrava

“ Me perdoa por favor” Diego desabou chorando a abraçando”Não queria que isso lhe acontecece

“Não fale assim Diego. Você não tem culpa eu sabia que um dia isso aconteceria”Ela sorriu de leve” Você fez a minha vida ser maravilhosa nesse ultimos meses e eu agradeço” Diego que ainda chorava limpou o rosto e segurou nas mãos dela

“Você me fez deslumbrar a luz no meio da escuridão em que eu me afundei. Devo a minha vida a você. Seja forte eu vou te encontrar eu não vou me esquecer de você” Ele sorriu entre as lagrimas “Eu te amo Francesca”

Ele então a beijou um beijo rapido mais com muito mais emoção do que qualquer beijo de despedida que já fora trocado por que aquele beijo poderia ser o ultimo pois os dois sabiam que a proxima parada dela era para um campo e para a possivel morte.

–ooooooooooooo-

Horas se passaram e Diego ainda estava no mesmo lugar desde que Francesca fora arrancada de seus braços chorando e gritando o lugar era escuro assim como a alma de Diego naquele momento mais ele não ia deixar a tristeza lhe dominar como na morte de sua mãe ele ia encontra-lá mesmo ela o implorando minutos antes de ser levada para que ele a esquece-se e fosse feliz. Mais ele seria capaz de conviver com aquilo? Com a perda de Francesca conviver com o possivel assasino dela? Agora Diego conseguiu entender um pouco a dor que Pablo carregou sozinho desde a morte de Priscila.

–oooooooooo-

(Autora)

Dois anos se passaram. Mais de 500 dias desde o desaparecimento de Francesca. Muitas coisas mudam em dias, meses imaginem em anos?

Mais naquele inverno o homem de cabelos negros e pele palida com a sua tunica cinza devidamente alinhada que representava sua patente e a suatica em seu braço direito no meio daquela imensidão de neve olhando para os restos de madeira que estavam ali.

“Deveria ser mais cuidadoso Vargas” Sorriu ainda olhando em direção aos destroços

“Eu desisto não tem como te surpreender Dominguês” Leon olhou na direção que o amigo olhava “ O que estamos olhando Diego? “Diego abaixou a cabeça e sorriu

“Reelembrando o passado” Olhou para o amigo rindo da sua cara de confusão “Seja um pouco mais sensível Vargas. Agora vamos você não quer chegar atrazado em seu noivado com Violetta quer?” Diego sentia-se feliz pela a amiga depois da morte de Marco ele pensou que ela nunca superaria mais bastou um pouco de força dada por Diego um passeio onde encontrou o seu futuro marido Leon Vargas da qual virou um grande amigo de Diego

“Não quero mais não podia começar sem o padrinho” Leon foi andando com Diego em seu encalso montando no cavalo que estava parado a sua frente “Ta esperando o que pra pegar o Lux?” falou se dirigindo ao cavalo de Diego que olhou para o seu maior orgulho Lux um cavalo Quarto de Milha que seu pai havia te dado assim que entrou para a cavalaria do exercito. Assobiou fazendo o cavalo ir ate ele e montando “Vamos antes que Violetta arranque minha cabeça” Riu para o amigo enquanto corriam com os cavalos por mais que Leon não soubesse quais eram as lembranças de Diego ele lembrava e isso doia por mais que o tempo tivesse passado doia por não ter a sua Judia ali.

Notas finais
Observações: Marco morreu naquele triste acidente( QUE LEONETTA REINE) Diego entrou para o exercito e é comandando da cavalaria por isso o uniforme o Cavalo dele se chama Lux que significa Luz em Latim( fãs de Harry Potter tão ligados que eu sei) Francesca bem vamos mais pra frente pra saber o que aconteceu com ela A fic começou a se passar em 1941-contando os 2 anos-Estamos em 1943 faltando 2 anos para o fim da guerra...
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.