Cold Blood
26 Capítulo 25 - Ótimo, Agora Faz Menos Sentido Ainda
Notas iniciais
Se eu tiver mtos reviwes eu posto um bônus hoje ok?
Não chorem please u.u
Boa Leitura
"Por mais descobertas que se tenham feito nos domínios do amor-próprio, ainda ficarão muitas terras por descobrir.”
François de La Rochefoucauld
Sabe aquele momento da sua vida em que parece que nada faz sentindo e você começa a duvidar se está no corpo da pessoa certa? Pois bem, era o que acontecia agora.
Katherine e eu entramos na sala praticamente rasgadas da luta que nós havíamos travado a pouco, assim que cruzamos a porta todos nos olharam inclusive Damon agora já acordado e me olhando malignamente.
-O que vocês estavam fazendo? – perguntou Stefan.
-Era exatamente isso que eu iria perguntar – disse tio Elijah arqueando uma das sobrancelhas.
-Precisamos conversar – disse Katherine simplesmente.
-Katherine… — tentei argumentar.
-Fica quietinha Charlotte, pode vir também Caroline? – pediu ela.
-Está bem – disse Caroline desconfiada.
Katherine apenas fez um sinal para o meu tio o mesmo entendeu e nós seguimos escada acima, nós fomos para a biblioteca Katherine fechou a porta, Caroline e eu nos sentamos no mesmo sofá e os dois a nossa frente.
-Pode falar logo? – perguntei menos animada.
-Antes eu quero dizer que sinto muito, nós sentimos muito – disse tio Elijah.
-Vocês não são filhas da Liz – disse ela abaixando a cabeça – São nossas filhas.
-O que? – eu e Caroline perguntamos juntas.
-Isso não é possível, eu sou filha dos meus pais – disse Caroline confusa.
-Não Caroline você é minha filha, vocês são gêmeas – disse ela sorrindo.
-Como isso é possível? Caroline é meses mais velha – disse.
-Não é não, vocês duas fazem aniversário daqui um mês, 22 de agosto.
-Como somos registradas diferentes então? – perguntei.
-Quando vocês nasceram por um milagre, nasceram hibridas, Klaus queria vocês de todo jeito ele sábia que eu não iria ser a caçadora dele e ele precisava urgente de alguém que trouxesse os Salvatore e a Elena.
-Então nós decidimos dar vocês a Liz e o Bill Forbes, eles não podiam ter filhos e nós sabíamos que eles iriam cuidar de vocês duas, era uma cidade longe uma vida nova vocês seriam felizes, pedimos que colocassem as datas de aniversário diferente, Charlie sempre fora menorzinha então não havia problema em dizer que eram meses de diferença uma da outra – disse Elijah.
-Eles não podem ter filhos? – perguntou Caroline confusa.
-Não, mas, seriam ótimos pais ainda mais levando em consideração que eles eram do conselho contra vampiros, vocês seriam protegidas por eles e nós poderíamos cuidar de vocês de longe – disse Katherine.
-Graças a um feitiço da Lorena Fell, vocês não precisaram de sangue para viver por isso foram crianças normais, mas, com habilidades incríveis porque o sangue de caçador estava começando a aparecer.
-Klaus então descobriu onde vocês estavam, conseguiu pegar apenas uma de vocês, ele havia encontrado as melhores pessoas para treinar você, inclusive eu, só que ele diferente de tudo ficou apaixonado pela garotinha de cabelos longos e cacheado de olhos escuros, embora ele soubesse que era filha da Katherine nunca soube que era minha filha também, ele amava de mais você Charlie e é por isso que ele esqueceu graças aos céus Caroline.
-O sonho, você disse Lorena e Honoria eram vampiras e nossas tias.
-São tia de vocês de fato, elas eram minhas irmãs – disse tio Elijah – Mas, foram mortas só que eram bruxas assim como Esther.
-Você sábia disso o tempo todo e mesmo assim deixou-me perder minha vida caçando vampiros e desperdiçando cada hora da minha vida vivendo uma mentira, deixou que ele falasse comigo daquela forma,que apagasse minha memória deixou eu quase morrer para fazer ele ter orgulho de mim, quando o tempo todo você poderia ter me salvado? – perguntei rangendo os dentes.
-Era melhor, ele não machucaria você pelo menos não fisicamente, nós conseguiríamos um lugar para viver com vocês duas só que você ficou igual a mim Charlie, fria, sem amigos, sem coração e esses vampiros lhe fizeram tanto bem – disse Katherine se aproximando.
-Não me toca, eu passei anos sendo alguém que eu não era, eu tive vários nomes, matei pessoas que poderiam ser inocentes vocês o viram acabar com o meu casamento – disse entre lágrimas de raiva.
-Filha, era o melhor para vocês duas antes vivas do que mortas – disse Katherine.
-Não me chama assim, eu não sou sua filha e nem sua – rosnei.
-Porque nunca voltaram para nos procurar saber se eu estava viva?
-Não era tão fácil quanto vocês duas pensam – disse Elijah – Queríamos estar com vocês desesperadamente, mas, vocês corriam perigo, Liz e Bill cuidariam bem de vocês.
-Estou até assustada querendo saber qual é a próxima mentira – disse saindo.
-Charlie espere – pediu Elijah.
-Eu preciso de ar – disse ignorante.
Sai da sala batendo os pés passei pela sala e todos me olharam curiosos, mas, não queria falar com ninguém agora não por enquanto olhei mortalmente para Valentina que ajudava Bonnie com alguns feitiços.
-Charlie? – alguém me chamou e eu me virei para ver quem era.
-Jer – disse feliz, pelo menos isso não havia mudado, ele sempre seria o mesmo Jeremy de sempre, andei até ele e o abracei forte ele logo respondeu ao abraço de forma calorosa.
-A história toda, por favor – disse ele sabendo que algo estava nitidamente errado.
Fomos para o meu quarto, eu contei a história toda ao Jer lhe poupando meus dramas adolescentes e a parte em que eu queria matar Damon até porque mais cedo isso ficou bem claro, ele mal acreditava que eu e Caroline não éramos gêmeas idênticas, mas, éramos parecidíssimas não só fisicamente, ele não acreditava assim como eu que eu era filha do Elijah meu tio e da Katherine.
Ambos estávamos deitados no meio da cama um do lado do outro, com os pés para fora da cama e um vento gostoso que vinha da minha sacada batia em nosso rosto.
-E foi isso que aconteceu – disse olhando para o teto.
-E eu achava que minha vida era bagunçada – sorriu tentando me fazer melhor.
-Eu só queria ter normal, ter amigos, um cara legal como namorado, algumas amigas para fofocar, uma casa pequena, com um pai, uma mãe e alguns irmãos – disse.
-É impossível alguém como você ser normal, porque você nasceu para ser especial Charlie nada nem ninguém pode tirar isso de você – disse ele sorrindo.
-Ah Jer, a vida tem que ser tão difícil? — perguntei.
-Porque se a vida fosse fácil não se chamaria vida – sorriu.
-E você o que tem feito? – questionei.
-Jogado com a Kayla ou com o Lucian, nada de muito interessante desde que você me deixou – sorriu.
-Com a Kayla? – perguntei enciumada.
Jeremy pegou minha mão, sua temperatura era tão quente e gostosa como a minha já fora um dia, eu gostaria de voltar a virar humana se isso fosse possível sem me deixar louca.
-Você é quente – sussurrei – Eu gostava de quando eu era assim.
-Para mim você ainda é a mesma Charlie – sussurrou de volta – Só melhorada.
-Você é desse mundo Gilbert? – questionei sorrindo.
De repente a porta do meu quarto abre brutalmente e Damon aparece sorrindo daquele jeito que deixa minhas pernas bambas.
-Pode sair Gilbert – disse Damon – Quero falar com ela.
-Eu não quero falar com você – disse.
-Sai daqui Salvatore ela não quer falar com você – rosnou Jeremy.
-Sai Gilbert – disse Damon – Ou eu arranco seu pescoço.
-Por favor, Jeremy – pedi sabia que Damon não brincava.
Jeremy saiu encarando o Damon e logo o mesmo fechou a porta.
-O que você quer Damon? – perguntei.
-Sobre ontem à noite… — começou ele.
-Eu sei o que eu vi, mas, tudo bem Damon eu entendo que ela é muito mais do que eu posso ser para você.
Damon se aproximou de mim e colocou as mãos nos meus ombros.
-Charlie, eu quero você.
-E enquanto eu estava fora o bom e sair beijando qualquer vadia.
-Eu preciso de ajuda – implorou ele.
-Que tipo de ajuda?
-Por favor, Charlie me ajuda – pediu novamente.
-Damon você está me assustando, sobre o que você quer ajuda?
Mas, Damon não me respondeu e transformou-se em predador, suas presas saíram e as veias saltaram de sua face, seus olhos ficaram vermelhos e ele veio para cima de mim, estava mais forte que o normal e eu não conseguia me soltar.
-Solta Damon, você está me machucando, me solta – gritei enquanto ele começava quebrar meus braços – Por favor, me solta.
-Eu não consigo Charlie – disse ele quase chorando e voltando a forma humana que não demorou muito.
-Ei, sou eu – disse colocando a mão em seu rosto – A Charlie, o que está acontecendo Damon?
Ele não me respondeu e continuou a tentar me matar, o que estava acontecendo com ele? Ele começava a me sufocar e tentava arrancar meu coração com as suas mãos.
-Para Damon – gritei.
Então graças aos meus gritos Caroline, Stefan, Katherine e Jeremy viram correndo e abriram a porta do meu quarto, logo conseguiram tirar ele de cima de mim, enquanto me recuperava eles seguravam ele impedindo de vir para cima de mim novamente.
-O que está acontecendo? – perguntou Stefan.
-Não sei – disse andando até onde Damon estava sendo segurado por eles.
-Fica longe Charlie – disse Caroline.
-O que está acontecendo Damon? – disse pegando em seu rosto.
-Eu preciso de ajuda – rosnou ele.
-Com o que? – perguntou Stefan.
Mas, logo ele voltara a apenas se mexer saiu do aperto dos dois braços e voou para cima de mim, foi direto para o meu pescoço ninguém conseguiu tirar ele de cima de mim, Damon sugava meu sangue que fluía diretamente para o seu corpo eu estava ficando cada vez mais tonta até que por fim, tudo escureceu.
[…]
Abri meus olhos lentamente, meu corpo inteiro doía assim como minha cabeça, o que estava acontecendo? Vampiros não podiam sentir esse tipo de coisa, tentei levantar minha cabeça, mas, doeu tanto que eu voltei a deita lá.
Olhei em volta tudo ainda rodava um pouco, Caroline e Elena estavam sentadas na cama ao meu lado, me olhando com piedade e preocupação.
-Onde está o Damon? – perguntei com a voz rouca.
-Em um lugar onde ele não poça de machucar – disse Caroline.
-O que aconteceu? – perguntei levando a mão a testa.
-Damon por algum motivo teve um surto, mordeu você até perder o a consciência – disse Elena com ternura.
-Toma, vai ajudar você a se recuperar – disse ela olhando para o meu pescoço – Ainda não cicatrizou.
Ela me entregou uma bolsa de sangue, eu tomei tudo estava com cede não havia caçado desde que tomara do sangue do Damon, joguei para o lado a bolsa vazia e voltei a me deitar, mas, não demorou mais que cinco segundos depois de termina lá o sangue embrulhou meu estomago, voei para o banheiro e coloquei tudo para fora.
-Porque minha cabeça dói? – rosnei levando a mão a mesma, assim que me deitei.
-Eu não sei Charlie, também não sei por que ainda não cicatrizou – disse Elena.
De repente Katherine entrou junto da Bonnie e da Valentina.
-Porque não cicatriza? – questionou Katherine.
-Não sabemos – disse Caroline.
-Charlie, me de sua mão – pediu Valentina e receosa eu estendi a mão.
Ela pegou minha mão e no mesmo instante uma forte corrente elétrica passou pelo meu corpo, tentei tirar minha mão, mas, não conseguia e algumas imagens desfocadas do Damon vieram a minha mente e depois de Valentina.
-Fica longe de mim – pedi me encolhendo na cama e escondendo minhas mãos.
-Charlie o que foi? – perguntou Katherine.
-Onde está o Damon? – perguntei novamente.
-Longe de você – disse Caroline – Você precisa descansar Charlie.
-Me digam onde está o Damon – implorei.
-É melhor você descansar – disse Elena.
-Acho melhor, estou com muito sono – disse me deitando.
Aos poucos tomo muito foi saindo, me virei na cama Katherine jogou um cobertor por cima de mim e saiu talvez ela não fosse uma má mãe, talvez eu apenas imaginasse de mais e então eu cai no sono.
POV Caroline
Charlie havia caído no sono, algo errado estava acontecendo com ela.
Todos desceram para a sala, os meninos que haviam ficado lá embaixo e a Kayla queriam saber o que estava acontecendo com a Charlie.
-Ela está bem? – perguntou Stefan.
-Não está – disse Katherine sinceramente sentando-se no colo de Elijah.
-O que há de errado? – perguntou Elijah.
-A mordida não cicatriza – disse Elena.
-Há outro detalhe – disse.
-Que detalhe? – perguntou Katherine.
-Ela está rejeitando sangue, assim que eu lhe entreguei a bolsa de sangue não durou nem cinco minutos no seu estomago – disse.
-Algo está errado com ela, foi depois da mordida – disse Elena.
-O Damon não é um lobisomem a mordida dele no mínimo a deixaria inconsciente – disse Stefan.
-Temos que esperar independente do que for, se não melhorar até amanhã nós vemos o que iremos fazer, não vamos querer recorrer a Esther – disse Elijah.
[…]
Tyler estava abraçado comigo, no sofá todos haviam saído claro que nós limites até onde o localizador de bruxa ou sei lá o que da Esther não nos rastrearia, na casa estávamos apenas eu, Tyler e a Charlie que ainda dormia.
-Calma Carol, ela vai ficar bem – disse Tyler beijando minha bochecha.
-Eu sei é que é muita coisa pra minha cabeça agora e ela é o que faz tudo parecer real – sorri.
-Você é uma ótima irmã Caroline Forbes – sorriu.
Tyler pegou meu rosto em suas mãos e beijou minha boca docemente, como se estivéssemos presos em um sonho infinito e bonito, mas, de repente para estragar tudo Damon volta para casa, parecendo que havia apanhado, suas roupas estavam meio rasgadas e seu cabelo bagunçado.
-Onde está a Charlie? – perguntou ele ofegante.
-A deixe em paz – rosnei – Vá embora, você já causou desgraça de mais para ela.
-Eu preciso vê lá – disse ele vindo para cima.
-Você não vai tocar mais um dedo na minha irmã? Entendeu Salvatore? Nenhum dedo, porque se você fizer isso eu vou arrancar seu coração e almoça ló entendeu?
-Eu só quero conversar com ela – implorou ele.
-Não vai falar com ela, Charlie está descansando porque você quase a matou, onde você esteve? Seu sangue é como um veneno para ela, vai embora Damon, esqueça a Charlie – disse.
-Por favor, Caroline eu prometo ir, mas, antes me deixa falar com ela, eu preciso de ajuda – disse.
-Eu não sei para o que você quer ajuda mas, tomara que morra esperando alguém te ajudar, eu pensei que você gostasse dela um pouco para não trata lá como qualquer uma, pensei que ao menos um pouco você gostasse dela mas, eu estava enganada – disse irritada.
-Você não entende eu preciso falar com ela, eu não vou machuca lá, porque eu amo ela Caroline, você entende? Eu sei que eu não mereço, mas, eu tenho que falar com ela pedir desculpas.
- Sabe por que ela gosta muito de você, mas, você não merece que ela goste nem um pouco, então quer mesmo demonstrar que ama minha irmã? Suma e a deixe viver o que sobrou de uma vida normal.
Damon ficou quieto apenas me olhando e então rapidamente sumiu porta a fora, espero que agora ao menos ele deixe minha irmã em paz, ela merece viver.
-Ele me deixa louca – disse irritada.
Tyler me pegou em seus braços e me abraçou como uma criança, beijou minha boca e sorriu.
-Calma Carol, você é linda de mais para se preocupar com alguém como ele.
POV Charlie
Estava sozinha no quarto havia escutado alguns ruídos lá embaixo, mas, continuei deitada meu corpo doía tanto que preferia assim, olhei melhor e em cima da minha penteadeira havia um buque de rosas vermelhas era enorme e lindo a janela estava aberto certamente alguém havia entrado por ali.
Levantei lentamente me esgueirando nas paredes, peguei o buque e voltei até a cama, no meio das rosas vermelhas havia uma única rosa negra, linda eram difíceis de encontra lás afinal era uma beleza esplêndida.
No meio das rosas havia uma carta, a retirei do meio das rosas e abri cuidadosamente, na carta a letra era antiga e clássica chegava a ser romântica como na época de Romeu e Julieta.
Charlie,
Queria ser corajoso o suficiente para merecer você ou simplesmente conseguir dizer isso olhando nos seus olhos, mas, eu não consigo, sou apenas mais um covarde que infelizmente cruzou seu caminho, me desculpa por estragar sua vida, pequena.
Eu sou egoísta e só sei cuidar de mim, não posso ser responsável pela vida de outra pessoa.
Caroline tem razão, se eu quero mesmo mostrar o quanto eu te amo, eu tenho que ir embora para deixar você viver sua vida da maneira mais normal possível.
Sinto muito pequena, só te peço uma coisa, não me procure não tente me achar, porque eu não quero ser encontrado é melhor eu ficar longe de você e você longe mim.
Não fique triste, você vai ver que vive melhor sem mim e que alguém vai poder te dar aquela vida humana que você tanto quis.
Damon
Um desespero tomou conta do meu corpo inteiro, meu coração parecia que iria sair pela garganta, uma dor imensa surgiu no meu peito como se um buraco tivesse sido aberto.
-Você não pode me deixar – disse entre lágrimas, embora elas não fizessem a dor passar aliviam minha alma – Você não pode, eu amo você.
POV Damon
Escute: Mads Langer — Beauty Of The Dark
Estava encostado na sacada da Charlie de um lugar onde ela não podia me ver, doía a ver chorando daquele jeito ainda mais por alguém como eu que não merecia nem o amor daquela garota, meus olhos até chegaram a lagrimejar, mas, não passou disso eu sábia que tinha que ir embora.
Por um instante meu coração parou, ela havia dito que me amava.
Eu estava fora de mim, eu acreditava que Valentina tinha algo a ver com isso, mas, eu não conseguia me lembrar de o que acontecera naquela noite depois que saímos da cozinha só sei que depois disso, algo dentro de mim diz que eu tenho que matar a Charlie.
[…]
Charlie havia pegado no sono, entrei lentamente dentro do seu quarto sem fazer barulho fui até onde ela estava deitada, afastei o cobertor e vi a marca da minha mordida, fechei os olhos afastando o pensamento de que aquilo poderia mata lá.
A cobri com seu edredom rosa, beijei sua testa, Charlie se remexeu na cama, mas, felizmente não acordou me despedir pessoalmente seria mais inconveniente.
-Eu também te amo Pequena – sussurrei.
Como alguém podia amar tão intensamente? Será que essa sobre esse tipo de amor que a Elena sempre falava? O amor que consumia, o amor que era capaz de tudo, que era capaz de proteger a pessoa amada e garantir a felicidade dela mesmo que não fosse com você, será que era sobre isso que ela falava?
Sai do seu quarto transformei-me em um corvo e sumi, esperando ir o mais longe possível da Charlie, a partir de agora seria o Damon de 1860, o ano em que tudo parou de fazer sentido.
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