Colégio Eton- Interativa
16 Capítulo 16
Notas iniciais
Pov. Autor
O colégio havia recebido mais um aluno: Jason Wintrab de 17 anos.
De Lena: Onde vc tá?
Para Lena: No col. Cheguei agr.
De Lena: Qual col. Vc vai estudar?????
Para Lena: Um chamado Eton, tem alguns cursos e tal... E vc?
De Lena: NÃO BRINCA! COLÉGIO ETON? Aqui da Inglaterra! N creio, onde vc ta vo te encontra :D
Para Lena: Vc tmb estuda aqui, serio q lgl, to no portão.
De Lena: Me espera que to chegando Jay..... ♥
—AHHHHHHHHH- Mylena gritou e saiu correndo para abraçar Jason- Você... Eu... Ah que saudade- ela gritava pendurada no pescoço do menino.
—Lena você vai derrubar o meu toddy- ele falou fingindo preocupado.
—Idiota, Lena esse é Jason e Jason essa é Selena- Mylena apresentou a menina, que estava atrás dela com uma cara confusa.
—Oi- Selena disse acenando com a mão.
—Olá my lady- Jay falou se curvando.
Pi...Pi...Pi, um celular pitou.
De Ge: LENA EU ENTREI PRO TIME. VAMOS COMEMORAR =)
—Vamos ter festinha- Lena¹ disse sorrindo- Vem vou te apresentar para algumas pessoas- Jay foi puxado pela Mylena para o dormitório de Geovani.
—Musica alta? O que o Ewerton fez com o Geovani- Lena² questionou antes de entrar.
—OI- Lena¹ gritou entrando no quarto.
—Oi Lena, vem dançar- a menina foi puxada pelo nerd, para cima da cama.
Selena corre até o som e o desliga, com isso recebeu dois pares de olhos raivosos.
—Porque desligou?- Ewerton perguntou intrigado com a atitude da menina.
—Meninos esse é o Jason, Jason esse é o Geovani e esse o Ewerton- Lena¹ disse com um sorriso enorme no rosto, abraçava o ombro do amigo.
—Oi- os três rapazes disseram juntos.
Pov. Carson
Eu e o Ian Infantil Vasconcelos, estávamos dentro de um ônibus com 27 crianças cantando/ gritando a musica dos indiozinhos, a criança mais velha (Ian) entrou na laia e começou a cantar junto, acho que é contagiante, pois até o motorista começou a cantar. Eu de fato sou o único responsável aqui. Enfim nós chegamos ao lugar, bom eu literalmente não imaginava que seria um parque de diversões, tipo tem tudo aqui, mas as crianças não têm nem um metro e meio, isso significa que elas vão brincar no que? No elefante voador? Nos cavalinhos rodantes?
—Ian você sabia que as crianças só tinham seis anos?- perguntei quando avistei o lugar
—Sim, mas e dai? Para de ser chato e entra na onda!- ele disse para mim e logo se virou para o fundo do ônibus- Pestinhas chegamos, quero todo mundo em fila indiana- Ian gritou.
—Chaga de índio por hoje!- falei descendo do ônibus irritado, já estava com dor de cabeça com tantos índios, é serio eles falavam 10 indiozinhos e não milhares.
—Ei coloca essas pulseiras nas crias que vou lá pagar as entradas, ok?
—Porque isso? É um presentinho?- debochei das pulseiras coloridas.
—Não idiota, isso é para mostrar que são vips e tem rastreador, não quero perder ninguém!
—Vips- dei uma risada sarcástica- tudo bem- Indiozinhos, vamos ter algumas regras- eu subi para o ônibus, as crianças já estavam com sorrisos de orelha a orelha- Numero um: Não podem correr. Numero dois: Não podem tirar as pulseiras. Numero três: Não façam nada, extremamente nada sem falar comigo ou com o tio Ian. Entenderam?
—Sim- elas gritaram e fui colocando pulseira no pulso de cada um.
Pov. Sarah
Eu estava com a Cassidy na sala de musica. Ise, Lyssa e Tainá estavam fazendo não sei o que, mas acho que elas vão tentar escrever uma musica para Tics.
—Hum, então liga para ele logo- Cassie me falou, a gente estava andando sem rumo pelos corredores do colégio.
—Mas eu não tenho o numero dele- retruquei como se fosse obvio.
—Mas você não quer terminar com isso de uma vez, então, enfim tenho o numero do Carson.
—Como você tem o numero dele e porque ligaria para ele?- perguntei
—Simples ele esta me ajudando em algumas matérias e porque o senhor “chatice pura” esta com ele- ela me respondeu naturalmente
—Hum, ok, mas olha lá se apaixonar pelo professor não é fácil!- disse rindo da cara dela.
—Olha quem fala não se esqueça de que quem é apaixonada pelo prof. é você- ela me empurrou fraco e eu continuei rindo.
—Liga você e eu falo- propus.
—Ok- ela digitou uns números e logo me entregou o celular.
Ligação on (Cassidy/ Carson)
—Alô?- uma voz grossa respondeu do outro lado da linha.
—Oi, Carson?- perguntei
—Sim, e você é quem?
—Sarah
—A tá, tudo bem?- ouvi alguns gritos de crianças no fundo e a voz de Ian as mandado ficarem quietas.
—Tudo, posso falar com Ian?
—Só um pouco- disse e logo ouço falar com o amigo.
—Já sentiu minha falta Sasah?
—Não me chama de Sasah, onde você está? Se quiser sair tem que ser agora!
—Eita, calma ai, agora não posso estou ocupado.
—Não estou nem ai, daqui 10 minutos na lanchonete do Lin’s- ordenei
—Uou, nossa- ele vez o som de um rugido de leão- Ok, senhorita, peço que a madame não se atrase, pois tenho mais o que fazer- desligou o telefone.
Ligação off
—Então- Cassie me perguntou quando entreguei o celular.
—Quer ir junto?- perguntei com um grande sorriso.
—Não, obrigado, vou encontrar as meninas.
Despedimos-nos e fui até a lanchonete, ele estava encostado na moto.
—Atrasada! Isso que passei na delegacia para pegar minha moto- ele estava um completo bad boy, com óculos escuros, jaqueta de coro, enfim um Elvis talvez?
—Boa tarde para você também! Diga o que aconteceu com Ed e a ex- namorada.
—Direto ao ponto, vai com calma, toma vamos dar algumas voltas- ele jogou um capacete para mim.
—Não vou andar de moto com você- estendi o capacete de volta.
—É um seguinte, você me pediu para vir e aqui estou eu, e também quero matar a saudade da minha moto e não falo nada até eu andar nela.
—Ta bom, mas nada de correr!
Montamos na moto e ele começou a acelerar (mulher em moto é igual sapo com bunda empinada, odeio porem aquela moto é diferente então nada de sapo ou bunda empinada).
Estava até legal até que ele resolve aumentar a velocidade de 70 km/h para 200 km/h.
—Para- gritei desesperada.
—Se liga abre os braços- ele gritou de volta.
—Não, não quero morrer- sentimento do momento: Medo!
—Vai logo ou eu empino a moto- ele me ameaçou.
Com muito medo fui me desgrudando da cintura dele e abrindo os braços, realmente era uma sensação incrível, o vento no capacete (aberto obvio) dava a liberdade. Ian fez a mesma coisa e com uma gargalhada contagiante, comecei a rir junto.
—Bom Eduardo foi casado com uma mulher chamada Rafaela, eles tiveram uma filha chamada Isabelly, mas em um acidente de carro que ele dirigia as duas morreu, isso faz dois anos, então ele resolveu fazer teatro para distrair a cabeça e pensar menos no luto, com o tempo ele foi pegando amor para com o teatro, até que resolveu voltar na antiga escola para dar aula e ali esta ele- Ian falou quando voltou a pilotar normalmente com uma velocidade mais reduzida.
Não disse nada, apenas fiquei em silencio então ele continuou.
—Mas sinto muito, pelo o que eu sei ele gosta de você a não ser como uma aluna sabe isso é difícil. Para ele e para você, não quero que ele sofra mais ou algo do gênero, mas tenho certeza que você é uma boa pessoa, porem digamos que não para ele.
—Porque você diz isso? Acha que sou boa para quem então?
—Sei lá, espere seu príncipe encantado de cavalo branco na janela, algum dia ele vai aparecer.
—Não acredito em príncipes!
—Sinto mundo, pois não sei como você consegue viver nesse mundo sujo sem acreditar em encantamento.
—Vai falar que você acredita em contos de fada.
—Não é isso que quero disser, quero disser que mesmo que o tempo passe e você envelheça você não pode deixar a criança que vive em você morrer.
—Me deixa no colégio- pedi, agora estou confusa e triste, mas não sei o verdadeiro motivo dessa tristeza.
Ele me deixou no colégio e logo partiu, falando que tinha que cuidar das pestinhas.
Pov. Viktoria
Eu e Dante tínhamos acabado de chegar ao colégio, às crianças gostaram do cinema e principalmente dos sorvetes, foi um dia e tanto.
Mal pisei meu pé no meu quarto a secretária do diretor, falou que tinha uma “visita” para mim.
—Pai?- falei ao ver ele na sala do diretor.
—Boa tarde filha.
—Vou deixar vocês conversarem- o diretor disse e logo saiu da sala.
—Como está?- meu pai me perguntou, seus olhos estavam à pura falsidade.
—Como se realmente importasse!- cruzei os braços.
—Não fale assim, eu me importo com você. Vim aqui para te informar que sábado vamos viajar.
—Eu não vou! Minha guarda está com a minha mãe e já sou maior de idade sei me cuidar!
—Você quem sabe, mas saiba que não estarei aqui quando precisar- ele pegou a maleta e caminhou até a porta.
—Não vou precisar!- disse e olhei ele sair, logo em segui fui tomar um banho e me deitar.
...
Fale com o autor