Silêncio.

As criaturas de Roza voltaram a se retrair para as sombras. Elias fechou os olhos com força, e começou a rezar. Aos poucos, Roza voltou ao normal. Seu rosto começou a se grecizar, e logo ela era uma adolescente de novo, nua, cheia de sangue.

— Por favor, não me mate – sussurrou Elias – Por favor. Eu tenho uma filha.

Roza sorriu.

— Já estou saciada – respondeu – O cruel já foi devorado. E sinto muito por Joachim… meus filhos ficaram impacientes. Uma pena.

Ela se afastou, e as sombras completamente a engoliram.

Os pedaços de Linden agora seriam adubo para a floresta.