O laboratório estava mais escuro que antes, ela continuou a olhar os vidros com baratas, viu um que tinha o número 11 e viu baratas comendo umas as outras e um caderno ao lado, ela começou a folheá-lo e viu uma página com o número 11 e viu a seguinte anotação:


Passou-se um mês e 3 semanas e observa-se um comportamento canibal entre os insetos, os mais fortes atacam os mais fracos, tenho que entende por que nenhuma delas atacou a zero.

Ela arrepiou-se com o que viu, e continuou a olha as vitrinas parou em uma com o número 28 e viu uma barata e vários recipientes com todo o muitas coisa dentro: Queijo, graxa, manteiga, fezes, carne, pele e um com um líquido amarelado. Ela pegou o caderno e olho até a página com o número 28 e leu uma nova observação:

Observa-se que os insetos podem comer coisa inimagináveis, mas por motivos desconhecidos demonstram uma preferência incomum por cerveja azeda quente.

Ela sabia que não deveria esta ali, mas tinha que descobri mais sobre elas. Continuo olhando e viu um vidro pequeno totalmente lacrado nas arestas e uma pequena caixa dentro com uma barata que era verdadeiramente negra brilhante, ela pensou que o inseto estava morto, pois não se mexia, porem quando se aproximou ela começou a mexe as antenas e viu que ao lado tinha uma placa, sim ela havia encontrado a número zero, folheou o caderno novamente e parou na página com o número zero:

O espécime é muito agressiva, quando colocada junta das outras, demonstrar-se totalmente feroz e comete canibalismo, mesmo não ficando muito tempo se comida, não come o mesmo que as outras, come apenas pedras, apenas se movimenta de noite.

Como assim? Aquilo era totalmente mórbido, ainda é de dia ela tinha que sair dali.

Notas finais
Se gostou comenta, desde já, obrigada por ler.