Coisas Para Se Fazer Em Um Dia ...
5 Em Um Dia Em Que Você Se Perde No Meio Do Nada.
Notas iniciais
Foram duas semanas perfeitas, Emma e Regina depois de um longo planejamento resolverem tirar umas merecidas férias de suas obrigações com a cidade e aproveitar um pouco a vida de casadas, Mary Margareth e David ficaram felizes em cuidar de Henry durante a viagem da filha e da nora, porque mesmo que não fosse oficial a xerife e a prefeita se consideravam casadas e todos aprovavam essa relação, não que isso tivessem muita importância, pois já que tinham o apoio de seu filho e dos pais de Emma nada mais importava. O destino da viagem foi escolhido de comum acordo entre Henry, Regina e Emma, pois o garoto queria participar da escolha do lugar já que não iria junto, depois de tudo pronto partiram em uma manhã de sábado, iriam passar os próximos dias em Nova Iorque, e nas próximas duas semanas a vida do casal Mills Swan foi puro divertimento, passeios e horas intermináveis fazendo amor, tudo era tão novo e fascinante para a prefeita, jamais havia saido de Storybrooke e a cidade a deixou completamente maravilhada, mas o melhor de tudo era estar ali com Emma, as duas curtiram tudo o possível das grandes atração que a Big Apple oferecia, viram alguns shows na Broadway, caminharam pela quinta avenida de mãos dadas, foram a barzinhos e vários pontos turísticos.
Mas tudo que é bom dura pouco e fim das férias haviam chegado, carregadas de lembranças, fotos e vários presentes o casal volta para casa, depois de um voo agradável pegam a estrada e ficam felizes por estarem quase chegando ao lar quando de repente uma chuva começa a cair, o tempo fecha rapidamente e uma pequena tempestade vai se formando, ventos fortes , raios e trovões se manifestam com força.
–Emma acho melhor pararmos um pouco, essa chuva esta muito intensa, mal conseguimos ver um metro a nossa frente. –Disse Regina preocupada.
–Você tem razão meu amor, vou ver se consigo um lugar onde tenha menos arvores, assim evitamos os raios. –Disse Emma com um sorriso, tentando acalmar sua amada.
Não demorou muito para acharem uma clareira e estacionarem o carro, a chuva cai sem piedade e o clima abafado dentro do carro começa a incomodar a prefeita que já havia se livrado do sobretudo, luvas e cachecol, a visão da morena se despindo, mesmo que não fosse totalmente, era o suficiente para despertar os mais libidinosos desejos na xerife, que sem demorar fica apenas de camiseta e calças e começa a atacar a morena, a primeira abordagem é sutil, caricias no rosto de Regina, seguidas por uma leve passada de lábios em cantos estratégicos, garganta, cantinho das orelhas e nuca, ahh sim a nuca, ponto fraco da poderosa Evil Queen e um dos lugares mais apreciados por Emma.
–Ouça bem Miss Swan isso não é uma boa hora para o que esta pretendendo fazer ouviu bem. –Disse Regina entre sussurros e gemidos, perdendo todo o controle ao sentir a língua da xerife em sua nuca e as mãos afoitas dentro de sua blusa, descartando a peça sem demora.
–Não é mesmo senhora prefeita, tem toda razão, quando estamos presas em uma tempestade no meio do nada, trancadas em um carro com a mulher de nossas vidas, fazer amor é realmente uma coisa bem imprópria a se fazer. –Disse a loira entre lambidas e mordidas na nuca da prefeita e sem parar de acariciar os seios da mesma.
Senso de responsabilidade, alto controle e qualquer atitude adulta e madura foram por água abaixo junto com a chuva, a temida Evil Queen e a nobre Salvadora estavam totalmente fora de si e entregues ao amor e a luxuria que emanavam de seus corpos quentes e tão necessitados um do outro, não demorou muito para que as duas estivessem apenas de calcinha, riram da forma desastrada na qual as roupas foram tiradas e logo voltaram a se beijar com toda intensidade que seu amor permitia, corpos queimando de desejo dentro de um carro apertado em meio a uma forte chuva que gelava o ambiente em volta, aquilo era tão excitante, com certa dificuldade Emma consegue deitar total os bancos de no momento seguinte esta sobre Regina, beijando seus seios e iniciando um gostoso vai e vem no centro úmido de sua amada, dois dedos fortes e firmes iam e viam dentro da morena que gemia alto e arranhava as costas da loira, que dominavam totalmente sua rainha, que não demorou a ser consumida por uma onde forte de prazer.
A visão de Regina totalmente desgastada e exausta pelo orgasmos que a loira havia lhe dado deixava a xerife se sentindo a mais importante das pessoas, o sorriso bobo e ofegante que a prefeita lhe deu depois do coito foi o melhor troféu que ela poderia ostentar e então quando se aconchega ao corpo de sua amada Emma estremecesse toda com as palavras proferidas por Regina ao se virar por cima do corpo da loira.
–Você vai me pagar Miss Swan, não pense que sua travessura vai passar impune, você foi uma menina muito malvada e agora vai ser castigada.
Nesse momento os olhos verdes da xerife se arregalam e um grito de prazer e susto saem por entre seus lábios ao ser penetrada por dois dedos deliciosos, que invadiam seu sexo em um vai e vem intenso, mal teve tempo de pensar no que estava sentindo quando sentiu-se molhar mais ainda de tesão quando seus seios, alternadamente, iam sendo chupados pela boca quente de Regina, se continuasse assim logo atingiria o auge do prazer, mas de repente tudo cessou, o frio invadiu o carro e ao abrir os olhos viu que sua esposa estava no meio da chuva, sorrindo de forma predadora.
–Vem Emma, ta uma delicia aqui fora, vem saciar minha sede de você e te amar na chuva. –Disse a prefeita ao estender a mão para a loira, que maravilhada com aquela visão vai de encontro a sua rainha.
Com toda malicia e tesão, dignos de uma rainha má, a jovem xerife e jogada contra o carro e seu corpo e preso pelas curvas fatais de sua prefeita, os lábios da morena corriam por todo corpo da loira, suas mãos massageavam firme os seios fartos de sua amada, Regina estava sendo muito má com a pobre Emma, a penetrava devagarzinho e depois com rapidez, mordia e lambia as mamas suculentas como se fosse matar uma grande sede, ficou assim por um bom tempo ate que sentiu o mel quente escorrer entre seus dedos, sua amada em fim havia chegado ao gozo máximo.
–Você é realmente a rainha má sra Mills Swan, muito má. –Era tudo que a xerife conseguia dizer enquanto se recuperava daquela deliciosa travessura na chuva.
–De onde veio esse tem muito mais meu amor. –Disse Regina puxando Emma para dentro do carro, por sorte havia uma mala no banco traseiro e dentro dele uns jogos de lençóis que Emma havia comprado.
Quando a chuva parou, David e Snow, junto com um grupo de buscas encontram o carro da prefeita no meio da estrada, Mary Margareth é a primeira a correr em direção a ele e quando olha pela janela fica totalmente sem graça com o que vê, Regina e Emma nuas abraçadas uma a outra com um sorriso enorme nos lábios e apenas um lençol lhes cobrindo.
–Snow elas estão ai?. –Disse David se aproximando assustado do carro e já ficando nervoso ao ver a expressão de sua esposa.
–Fique ai David, não se aproxime, elas estão aqui sim e acredite, elas estão muito melhor do que imaginamos, vamos embora. –Disse Mary puxando David pelo braço , prometendo explicar tudo a ele quando chegassem em casa.
Fale com o autor