Coisas Para Se Fazer Em Um Dia ...
3 Em Um Daí De Chuva.
Notas iniciais
Emma mal podia esperar para chegar em casa, o dia ate tinha começado bem, mas de uma hora pra outra o tempo fechou e uma intensa chuva começou a cair bem na hora em que a xerife ia sair para almoçar e pelo visto não ia parar tão cedo. No caminho até o Granny`s a chuva ficou mais forte com vários raios e trovões, ao chegar no restaurante a loira entra sacudindo a água de sua jaqueta vermelha e foi recebida por Red, que sorria dando boas vindas a amiga.
—Oi xerife, caçando muitos bandidos nessa chuva?
—Oi Ruby, nem me fale, nessa hora que agradeço Storybrooke ser uma cidade tão parada.
As duas caíram na risada, logo depois a loira faz o seu pedido, quando estava quase acabando de comer leva um susto ao ver David entrar correndo e chamando por seu nome, o homem estava todo molhado e meio pálido, alguma coisa havia assustado David e a xerife sabia que deveria ser algo serio, pois seu pai não se assustava com bobagens.
–Emma ainda bem que eu te achei, você tem que vir comigo imediatamente. –Disse David muito nervoso quase atropelando as palavras.
–Calma, o que aconteceu? –Disse a loira.
–Houve uma grande explosão pros lados da casa da Regina, eu estava perto e fui ver o que tinha acontecido , chegando lá deu para ver claramente que um raio atingiu a casa ...
–David esta tudo bem, a essa hora não tem ninguém em casa, depois do expediente a gente vai lá e vê o prejuízo.
–Emma esse é o problema, tinha alguém na casa na hora da explosão, o carro da Regina esta parado na porta e eu duvido que ela tenha voltado para prefeitura a pé no meio dessa tempestade, eu chamei na porta, gritei o mais alto que pude e nenhuma resposta.
A xerife ficou pálida e sem reação por um momento, em seguida pegou as chaves do seu carro e saiu correndo, durante todo o caminho implorou a todas as forças superiores que Regina estivesse bem, o medo foi se tornando cada vez maior, a loira corria sem se importar com o risco que dirigir em uma tempestade traziam, tudo que ela queria era chegar em casa e ver que tudo estava bem.
–Regina!!!!! , meu amor cadê você???
A loira gritava em desespero sem receber resposta alguma, procurou por toda casa, quando de repente ouviu fracos soluços vindo do jardim, seu coração se aliviou ao ver Regina ajoelhada aos pés de sua amada macieira, a morena tremia de frio e tristeza, estava molhada ate os ossos e parecia hipnotizada com a visão de sua árvore favorita destruída por uma raio. Emma se a joelha por trás de sua amada e em silencio a abraça, a prefeita não fala nada, só se entrega ao carinho de sua xerife.
–Meu amor podemos plantar outra macieira no fim de semana, vai ser um programa legal em família, um pouco de jardinagem vai ser divertido...
–Emma você não entende, essa árvore esta na minha vida desde do o dia em que meu pai soube que minha mãe estava me trazendo em seu ventre, foi um presente dele, é tudo que me resta do homem que mais amei no mundo. –Regina gritava aos prantos agarrada a loira.
–Você ainda pode restaura-la com sua magia , nada esta perdido minha querida. –Disse Emma tentando consolar sua prefeita.
–Não posso, prometi ao Henry não usar magia, não vou quebrar minha promessa e decepcionar o nosso filho. –Disse Regina inconsolável.
-Eu tenho certeza que Henry não ia ficar decepcionado se você usasse magia para trazer felicidade. –Diz Emma com um sorriso nos lábios.
-Se você salvar a árvore vai ficar feliz e em consequência Henry e eu também ficaremos felizes oras, é tão simples amor, vamos lá, eu te ajudo.
Emma toma Regina em seus braços, fazendo a morena se levantar, a olha com amor e segura em seu ombro, a morena respirando fundo se concentra, uma nuvem roxa começa a se formar ao redor da árvore, uma luz esverdeada emana da xerife e envolve a magia lançada pela prefeita e em meio a tempestade o casal começa a restaurar a macieira, em poucos minutos a árvores estava linda e carregada de frutas como se nunca tivesse se machucado, os olhos de Regina brilhavam de alegria diante daquela visão e Emma sorria ao ver que sua amada mesmo tão forte e imponente podia agir feito uma doce criança diante de algo que tanto amava.
-Bom eu acho que mereço uma recompensa não acha madame prefeita?, já que fiquei aqui na chuva com todo amor e carinho. –Diz a xerife deslizando sua jaqueta vermelha para fora de seu corpo encharcado.
-Claro que merece meu amor, uma doce e sex recompensa. –Diz a prefeita ao empurrar loira contra a árvore e atacar com volúpia o pescoço alvo e molhado de sua namorada.
Emma gemia ao contato dos lábios quentes de Regina em sua pela gelada, a água escorrendo pro seus corpos e a madeira fria em suas costas deixava a xerife em êxtase, suas mãos agora dentro da blusa da morena, massageavam os seios firmes da prefeita enquanto se entregavam a um beijo ardente, o mundo poderia acabar naquela tempestade e ela morreria feliz, a essa altura todas as roupas já haviam sido retiradas e jogadas ao redor das amantes que se consumiam em caricias ardentes, beijos intensos e leves mordidas. A loira foi a primeira a sucumbir ao desejo e se ajoelha de frente a sua amada afastando de lado a calcinha da prefeita ao iniciar um longo e delicioso beijo em seu sexo úmido e quente, aqui era o paraíso, o gosto de Regina era doce como o mais puro mel, seu corpo tremulo ameaçava desabar a qualquer momento sobre a xerife, que agora estocava forte três dedos no sexo de Regina, que gritava de prazer ao sucumbir ao orgasmo intenso que varreu seu corpo minutos depois, sem esperar que seu corpo se recuperasse a morena gira entorno de Emma fazendo a xerife ficar presa entre a macieira e o corpo da prefeita, que ondulava maliciosamente enquanto penetrava a loira.
. Não demorou muito para a xerife sucumbir as investidas de sua amada e se entregar a um orgasmo incrível, o frio cortante em fim começou a incomodar o casal depois que elas estavam recuperadas do êxtase inusitado de transar na chuva lhes proporcionou.
-Devemos entrar ou vamos acabar congelando aqui fora. –Diz Regina abraçada a Emma e dando beijinhos e mordidas pelo ombro da xerife.
-Vamos sim, estou morrendo de fome também, poderia devorar essa árvore inteira. –Diz a loira dando um risinho safado.
Nesse momento um trovão ecoa e em um piscar de olhos varias maçãs caem em cima da xerife e Regina não consegue segurar o riso e apanha uma maçã do chão e oferece a loira.
-Bom de fome você não morre meu amor.
-Isso não é justo, essa árvore só pode me odiar, não caiu nenhuma em você. –Disse Emma com um ar ofendido e coçando a cabeça, local onde três maçãs caíram em sequencia.
Notas finais
Espero que tenham gostado e façam suas sugestões, sem pedidos não tem mais capítulos = /
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