Notas iniciais
Um pouco de percabeth para vocês! Sou totalmente fã desse casal. Desculpe a demora para postar.

Anteriormente:

Ao terminar a frase ele me puxou pela cintura me abraçando de lado, e eu apenas pude retribuir o gesto, pensando que mesmo com nossas intrigas era bom ter ele por perto. Sorri com o pensamento, apertei-o mais contra mim e assim continuamos até o fim do trajeto.

Cheguei em casa meio dia e alguns minutos, era ruim ter que andar praticamente meia hora só para poder chegar em casa, pelo menos hoje, minha mãe está em casa para a hora do almoço.

–Oi mãe — cumprimentei-a quando cheguei a cozinha, ela estava esquentando a comida.

–Oi, e então como foi a escola? — perguntou.

–Como sempre, as meninas estão no 9B, mas pelo menos o Percy está na mesma sala que eu — disse.

–Huum, e o resto da turma, continua a mesma? — perguntou interessada.

–Sim — respondi enquanto me sentava ao redor da mesa, esperando o almoço ficar pronto.

–Já faz algum tempo que você estuda com as mesmas pessoas, acho que já vai fazer uns 3 anos que não entrou ninguém de novo...-comentou.

–Na verdade, tem um aluno novo na minha sala — contei — o nome dele é Luke — Por um momento notei que ela levou um certo susto, mas antes que eu pudesse dizer algo ela perguntou:

–É mesmo? Luke do que?

–Sim, Luke Castellan...pelo que sei faz uns 6 ou 8 meses que ele está na cidade...e sabe que ele é bem parecido comigo!? Uma professora até perguntou se eramos irmão gêmeos, vê se pode — dei uma risadinha leve, pela coisa impossível de Luke e eu sermos irmãos, contei a ela enquanto me servia. Quando olhei para ela, percebi que estava estática, como se absorve-se uma notícia ruim. Do nada, ela saiu em disparada pela casa, falando que estava atrasada e coisas do tipo, só que antes de passar pela porta ela parou e me disse:

–Annabeth, é bom você ficar longe desse garoto.

E sem dizer mais nem uma palava, saiu, fingindo das minhas possíveis perguntas.

Se eu achei aquela atitude estranha? Pode se dizer que sim. E a expressão de surpresa que ela fez, foi a mesma quando anos atrás perguntei do por que as outras crianças tinham papais e eu não, ela fingiu que nem me ouviu, na época acabei deixando de lado porque já começava a entender as coisas ao meu redor. Mas acho que em relação a Luke, preciso entender o porquê desse espanto.

Terminei de almoçar e fiz meu serviço. Era recém 13 hrs da tarde, "até que fiz tudo rápido" pensei; assim peguei meu celular e fiquei nas redes sociais até dar a hora de ir para a casa do Percy.

–-//--

10 min. faltando para as 14 horas e lá estava eu na frente do portão dele, esperando que eu pude-se entrar sem ser atacada pela cachorrinha dele.

Chamei por seu nome, mas em vez dele aparecer, apareceu Rachel na janela, o que foi totalmente estranho.

–Oi Annabeth, o Percy disse que você pode entrar, a cachorrinha está presa — ela disse um tanto alegre e logo saindo da janela. Espera, ela está sendo alegre comigo? aposto que é ceninha. Enfim, acabei atravessando o portão e fui em direção a porta da casa.

–Obrigado Percy pelo caderno, amanhã te devolvo — disse ela dando um abraço de urso nele, sério, qual a necessidade disso? mereço — Tchau Anna — se despediu, passando por mim, antes que eu pudesse dizer algo.

Me virei para Percy.

–Sério isso? Rachel Elizabeth Dare vindo pegar o caderno emprestado? — Perguntei com sarcasmo.

–Sim, ela faltou na aula hoje, mas veio pegar para não ficar atra...Aí — gritou ele, por eu ter atacado minha bolsa do curso nele.

–Helloou Perseu, não precisa mentir, não acredito que você trouxe ELA para a sua casa, que pegou ela, AI MEUS DEUSES, você comeu ela, agora entendi porque ela me atendeu da janela do seu quarto, PERCY seus pais estão em casa? espera, você sabia que eu viria e mesmo assim ficou com ela!? AI MEUS DEUSES eu vou embora!! — depois de eu ter gritado isso e ter dado vários tapas, me virei para trás. A questão era que eu não sabia do porquê do meu ataque, ele não era nada meu, eu apenas queria que fosse. Ele estava assustado pela minha reação. Eu estava caminhando em direção ao portão, quando braços me prenderam pela cintura me fazendo virar novamente para olha-lo.

–Annie — ele falou baixinho — você não vai embora, quero que fique aqui, comigo.

–Eu não vou ficar aqui! — disse, tentando desviar meus olhos do dele, tentando.

–Ah, vai sim, nem que eu precise te amarrar numa cadeira e coloque uma fita na sua boca — disse a última frase passando o polegar da mão direita na minha boca, o que me fez arrepiar por inteira, ele ainda mantinha o braço na minha cintura, me puxando mais para si, deixando nossos corpos colados, de frente um para o outro.

–Não quero ficar em um lugar, aonde você ficou com ela — disse ríspida.

Eu não entendo o porquê deste carinho repentino, depois do meu ataque o mínimo seria ele ficar irritado comigo.

–Acontece Annie — ele começou a explicar — que eu não fiquei com ela, muito menos "comi" ela, e ela realmente veio pegar o caderno, ela mora aqui perto agora.

–Sério? — perguntei.

–Sim — respondeu.

No impulso o abracei.

–Então você continua virgem? — perguntei baixinho, quase sussurrando, não queria sair daquele abraço nunca mais.

–Tanto virgem, como bv — respondeu da mesma forma que eu.

–Você não é bv, vi a Rachel te beijando na sexta série! — falei aquilo sem pensar, apenas escapou da minha boca. De repente, como eu estava abraçada com ele, meu rosto estava de frente para o pescoço dele e pareceu tão tentador beija-lo naquele lugar, não sei como mas fiz isso, beijei o pescoço dele e instantaneamente ele se arrepiou, eu fiz ele se arrepiar e, em seguida ele afastou meu cabelo e repetiu o gesto, beijando o meu pescoço, e é claro, que me arrepiei.

–Sabe Annie, eu não vou negar que na sexta série a Rachel me beijou, talvez eu seja apenas bvl então — ele disse puxando meu rosto para olha-lo, sem sair de seus braços — se bem que meu primeiro selinho/beijo foi na terceira série...com você — e assim, ele havia fechado os olhos, aproximando o nariz para minha bochecha, fazendo um certo carinho desta forma — nunca vou esquecer deles — disse trazendo os dedos da mão, para tocarem meus lábios, na hora fechei meus olhos, definitivamente eu não estava mandando no meu corpo, seu toque me fez suspirar.

Então ele trouxe sua boca para perto da minha, fazendo as roçarem e assim, ele me deu o segundo selinho da minha vida, fazendo com que eu tremesse, meu corpo esquentasse e meu coração desse uma cambalhota dentro de mim.

–Você não faz ideia de como eu queria lhe dar seu primeiro beijo, que o meu primeiro beijo fosse contigo, a garota que me causa arrepios e me deixa louco de ciúmes...-ele me contou aquilo, como um segredo, sussurrando.

–Igualmente — sussurrei.

Não acredito que eu causava a mesma sensação que ele causava em mim. Não acredito que estou desta forma com ele, não acredito que meu corpo não me obedece. Eu não sei o que esta acontecendo comigo, minhas mãos estavam em seu rosto, nossas testas grudadas, de olhos fechados, simplesmente lhe dei mais um selinho, acho que ele sorriu, e me beijou de novo, e quando ia virar realmente o primeiro beijo, ouvimos alguém pigarrear e nos soltamos de repente.

–Desculpe interromper os pombinhos, mas preciso sair para trabalhar e vocês estão no meu caminho. — disse a senhora Jackson. Só naquele momento notei que estava na porta da cozinha.

–Não, tudo bem, o quê, não, já estava de saída, tchau sra. Jackson, tchau Percy — eu disse aquilo muito rápido, estava gaguejando, droga Percy o que você fez comigo? Já estava saindo de lá, quando novamente os mesmos braços de antes me rodearam, roubando mais um beijo.

–Tchau — ele disse sorrindo.

Da maneira que eu estava, um tomate teria inveja de mim.

Eu literalmente não entendo o que acabou de acontecer, meu planejamento era ir para a casa do meu melhor amigo, assistir algum seriado e em seguida ir para o curso. Mas aconteceu tudo diferente, em partes claro. Fui para a casa de Percy e depois de um ataque histérico sem motivo, ao invés de assistirmos o seriado, tive o meu segundo, terceiro...beijo com ele e ainda por cima, a mãe dele nos flagrou. O problema era, mesmo que um momento especial inesperado tenha acontecido a dúvida da reação da minha mãe, referente ao Luke ainda martelava na minha cabeça. Mas por hora vou focar no meu quase primeiro beijo de verdade, com o garoto que imagino ser meu príncipe encantado, enquanto mato tempo na rua até dar a hora do curso inciar.

Notas finais
Espero que tenham gostado, me falem se gostaram!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.