Coincidências do Amor
14 Paixão Intensa!
Notas iniciais
POV ALLY
Já fazia três dias que Spencer está fora de casa, e hoje o bonitinho não me deu sinal de vida. Estou preocupada, principalmente por conta do aperto em meu coração que estou sentindo havia algumas horas. Já passa das onze e se ele não me ligar vou dar uma de mãe e ligar pra perguntar, onde está e quando volta?! Estava prestes a pegar meu celular para fazer a ligação quando ouço batidas na porta. Instantaneamente fico com medo, será que aconteceu algo com ele e vieram me avisar? Porque se fosse ele, simplesmente abriria aporta.
Sem mais delongas vou até a porta e abro com medo do que posso encontrar.
ALLY – AHHHHHHHHHH! – grito de felicidade por ser meu amor ali. – Meu amor! Estava preocupada, você não me ligou. Como foi lá? – o abraço forte, empolgada com sua volta, porém ouço um gemido de dor, o que me alerta imediatamente. – O que houve?
S.R – Levei um tiro no braço, nada grave meu amor. Ossos do ofício. – meus olhos estão arregalados de pavor, e para me distrair ele me puxa para um beijo. Ele grudou sua boca a minha, pedindo passagem com a sua língua que eu rapidamente concedo. Minhas mãos agarravam seus cabelos, enquanto ele me empurrava contra a porta de entrada logo depois de entrar e fechá-la, uma mão em minha nuca me mantendo presa a ele, e a outra em minha cintura nos deixando mais colados. Podia sentir o calor que emana de mim para ele, assim como dele para mim, meu corpo todo vibrou, eu estava excitada, não de felicidade por vê-lo, isso também, mas minha excitação, era tesão pelo meu homem, desejo puro e carnal.
ALLY – Senti sua falta. – eu digo não que isso não seja obvio já que estou ofegante, apenas por seu beijo. – Te Amo. Me beija de novo.
E assim ele fez me beijou intensamente. Mostrando-me que nosso destino é estarmos juntos.
Eu estava com os braços ao redor de seu pescoço, subi para seus cabelos compridos e sedosos e os puxei com vontade o fazendo gemer em meus lábios. Desci minhas mãos para seu peito firme e comecei a guiá-lo para meu quarto sem deixar de beijá-lo. Tropeçamos por todo o caminho até chegarmos onde queríamos, quando estávamos ao lado da minha cama desci a minha mão, para baixo, descendo e descendo até perto de seus quadris, mas parei, por sobre o seu estomago. Necessitávamos de ar, então ele passou para meu pescoço.
S.R – Correndo o risco de você me achar um tarado. – ele disse ofegante ainda me beijando. – Porque parou? – sorri com seu lamurio de decepção
Grudei meu corpo ao dele e tirei sua camisa. Suspirei, eu podia sentir o seu peito duro contra os meus seios sem sutiã, os meus mamilos endureceram automaticamente, ao senti-los duros Spencer ofegou e senti seu membro contra minha barriga e imediatamente eu estava molhada.
ALLY – Spencer... – sussurrei quase gemendo com a situação. Mas aparentemente ele não entendeu minha reação. -
S.R – Me desculpe. – ele disse se afastando envergonhado. Balancei a cabeça em negação levando a mão para baixo e o apalpando. Ele arregalou os olhos, lambi os lábios sentindo todo o seu tamanho em minha mão.
Ambos fechamos os olhos e suspiramos. Nosso relacionamento há algum tempo está nesse nível de suspiros e arquejos. Ele me puxou para si já nos deitando na cama, eu por cima dele.
ALLY – Você parece grande, posso ver? – não pude evitar corar, mas eu quero tanto avançar em nosso relacionamento. –
S.R – O que? – ele engoliu em seco e sorri, nós estávamos nos descobrindo. -
ALLY – Eu posso vê-lo? – perguntei sem dizer nomes, mas já estava abrindo os botões de sua calça, já estava quase chegando onde queria, quando ele agarrou as minhas mãos me parando. – Tem medo? Não sou eu quem tem que sentir medo?
S.R – Na verdade eu não sei bem o que estou sentindo. – tive uma idéia, não sei o que aconteceria essa noite, mas estava na hora de avançarmos. –
ALLY — Que tal se for uma moeda de troca? – disse e tirei sua camiseta que usava como pijama, pela primeira vez ele me viu nua, mesmo que somente na parte de cima. – Agora você me deixa vê-lo? – perguntei de novo. – Só uma espiada. – sussurrei bem próximo do seu ouvido e me esfreguei em sua ereção. –
Sua boca se abriu e fechou varias vezes, feito a de um peixe, eu sorri, seus olhos pareciam que iriam soltar para fora, ele tentava desviar os olhos, mas eles sempre voltavam para os meus seios.
ALLY – Você quer tocá-los? – disse num sussurro com a voz exalando excitação. – Responda Spencer.
S.R – Hein?! – ele disse totalmente confuso, rindo peguei as suas mãos e as coloquei sobre eles, ambos gememos.
Spencer respirava com dificuldade, enquanto apertava e amassava os meus seios, gemi baixinho me sentindo alagar lá embaixo.
Suas mãos grandes estavam em mim, apertando, massageando, beliscando os meus mamilos. Eu iria desfalecer a qualquer momento se ele continuasse, e era bom que continuasse, pois sonhei com o momento em que ele me causaria esse tipo de sensação. Tentando me concentrar e aproveitando a sua distração com os meus peitos, voltei a me concentrar no zíper de sua calça, sem que ele esperasse e para a minha surpresa, eu agarrei o seu membro duro e ele arquejou.
S.R – Ally... – ele grunhiu excitado. –
ALLY – Você é grande. – disse e senti respirar fundo. – O que será que acontece se eu colocá-lo na boca? – ele engasgou com minha pergunta. –
S.R – Quem é você e o que fez com a minha doce e tímida namorada? – ele perguntou e me puxou para que nos beijássemos. –
Quando nossos lábios se tocaram, foi como fogos de artifício explodindo em minha pele, ambos gememos com a sensação. Sua língua se empurrou em minha boca e foi assim, eu já era... O seu beijo começou calmo, mas logo ficou forte e exigente, a língua dele parecia estar em toda parte, chupando a minha, chegando ao céu da minha boca, eu me parecia com uma gelatina em seus braços, quando ele finalmente afastou os lábios dos meus, ambos nos encontrávamos ofegantes.
Spencer pareceu se recuperar rápido, pois desceu os lábios beijando o meu pescoço, agarro os seus ombros com força, quando ele começa a descer os seus beijos até chegar aos meus seios.
Ele ergue os olhos para me fitar, imagino que esperando ver se eu quero que ele pare... Mas essa hipótese nem passou por minha cabeça. Ele deve ter captado essa resposta em meus olhos, pois logo sorriu satisfeito, um pequeno e sexy sorriso tímido e em seguida pegou um de meus mamilos na boca. Não pude evitar gritar de prazer com a sensação, ele chupou um bico com força, mordiscando, lambendo, me deixando louca, me deixando ainda mais úmida. Ele largou um seio e passou para o outro, mas sem deixar de provocar o seio anterior com os dedos.
ALLY – Oh... – arfei através dos lábios, Spencer olhou para cima e sorriu.
S.R – Essa posição está um tanto desagradável para mim. – ele disse e deu um impulso sem forçar muito seu braço esquerdo e subiu um pouco mais na cama, me levando junto com ele. Deixando-me ainda montada nele. – Assim está melhor.
Sem esperar que ele pensasse muito, eu o abracei pelo pescoço o grudando a mim, ele gemeu quando os meus lábios tocaram os dele. Beijamo-nos com sofreguidão...
Suas mãos grandes deslizaram por todo o meu corpo chegando até a minha bunda, local em que ele deu um bom apertão que me deixou feito maria-mole em suas mãos, precisando de ar, eu afastei a minha boca da dele, a minha respiração saía em arfadas, assim como a dele, mas ele pareceu não querer parar de me tocar, pois a sua boca foi parar no meu pescoço. Seus lábios passearam por minha pele, lambendo e chupando por todo o caminho até os meus seios, o meu corpo arqueou-se quando a sua língua lambeu o meu mamilo novamente. A sua boca nos meus seios, estava me deixando louca.
ALLY – Spencer... – arfei agarrando os seus cabelos e os puxando fortemente. –
S.R – Porra, a sua pele tem um gosto tão bom. – gemeu passando a chupar o outro seio, e eu apenas gemi com sua boca suja. –
Grunhi me esfregando nele. Spencer tirou uma das mãos da minha bunda, indo em direção a frente do meu corpo, ofeguei quando senti sua mão entrando em minha calcinha. E estremecemos com o contato, ofeguei novamente e rindo ele afastou as minhas dobras e esfregou o meu clitóris, sem deixar de chupar meu seio, um grito mudo saiu da minha boca quando senti seu dedo descendo para minha entrada.
S.R – Jesus! Tão molhada. – ele começou a deslizar um dedo dentro de mim, enquanto eu arranhava seu peito com força pela sensação maravilhosa. –
POV REID
Ela estava com os braços ao redor de meu pescoço, subiu para os meus cabelos e os puxou com vontade me fazendo gemer em seus lábios. Desceu minhas suas mãos para meu peito começou a guiar-me para seu quarto sem deixar de me beijar. Tropeçamos por todo o caminho até chegarmos onde queríamos, quando estávamos ao lado da sua cama desceu a mão, para baixo, descendo e descendo até perto dos meus quadris, mas paro, no meu estomago. Necessitávamos de ar, então passei a beijar seu pescoço e perguntei.
S.R – Correndo o risco de você me achar um tarado. – disse ofegante ainda a beijando. – Porque parou? – ela sorriu com meu lamurio de decepção
Grudou seu corpo ao meu depois que tirou minha camisa. Ela suspirou, eu podia sentir seus seios, sem sutiã, contra meu peito. Seus mamilos endureceram automaticamente, e ao senti-los duros ofeguei e mesmo com vergonha de admitir me senti endurecer de excitação e com mais vergonha ainda por ela ter percebido, já que eu a estava mantendo colada em meu corpo.
ALLY – Spencer... – ela sussurrou com certeza de pavor por sentir meu estado, mas eu simplesmente não podia evitar, foi involuntário. –
S.R – Me desculpe. –disse me afastando envergonhado. Ela balançou a cabeça em negação levando a mão para baixo e apalpando aquela minha região. Arregalei os olhos quando a vi lamber os lábios após me sentir em suas mãos.
Ambos fechamos os olhos e suspiramos. Nosso relacionamento há algum tempo está nesse nível de suspiros e arquejos. Eu a puxei para mim já nos deitando na cama, ela por cima de mim.
ALLY – Você parece grande, posso ver? – ela corou ao perguntar isso e eu tive que questionar pensando não ter ouvido direito. –
S.R – O que? –engoli em seco e ela sorriu, nós estávamos nos descobrindo. -
ALLY – Eu posso vê-lo? – perguntou indiretamente evitando dize claramente, mas já estava abrindo os botões da minha calça, e assustado segurei suas mãos, apavorado. – Tem medo? Não sou eu quem tem que sentir medo?
S.R – Na verdade eu não sei bem o que estou sentindo. – e era verdade, eu não sabia o que estava sentindo naquele momento. –
ALLY – Que tal se for uma moeda de troca? – disse e tirou a minha camiseta que usava como pijama, pela primeira vez eu a vi nua, mesmo que somente na parte de cima. – Agora você me deixa vê-lo? – perguntou de novo. – Só uma espiada. – sussurrou com a boca próxima do meu ouvido e se esfregou em minha ereção. –
Minha boca se abriu e fechou varias vezes, feito a de um peixe, ela sorriu, eu tentava a todo custo desviar meus olhos em outras direções, mas sempre voltava para seus seios, era como se eles atraíssem meus olhos.
ALLY – Você quer tocá-los? – ela disse num sussurro com a voz exalando excitação. – Responda Spencer.
S.R – Hein?! – disse totalmente confuso, rindo ela pegou minhas mãos e as colocou sobre seus seios e gememos.
Eu respirava com dificuldade, enquanto apertava e amassava os seus seios, ela gemeu conforme eu continuava com isso e senti o seu calor se intensificar sob a calcinha, fechei os olhos para não revirá-los.
Continuei apertando, massageando, beliscando seus mamilos. Acabei me distraindo completamente com a sensação de estar tocando nela de forma tão íntima, e ela se aproveitando disso abriu o zíper da minha calça, sem que eu esperasse ela tomou meu membro em sua mão me fazendo arquejar.
S.R – Ally... –grunhi excitado. –
ALLY – Você é grande. – respirei fundo. – O que será que acontece se eu colocá-lo na boca? – engasguei. O que está acontecendo aqui?! –
S.R – Quem é você e o que fez com a minha doce e tímida namorada? – perguntei e a puxei para beijá-la apaixonadamente. –
Quando nossos lábios se tocaram, foi como uma explosão de sentimentos, ambos gememos com a sensação. Empurrei minha língua em sua boca o beijo começou calmo, mas logo ficou forte e exigente, a minha língua parecia estar em toda parte, e ela estava feito gelatina em meus braços, quando finalmente afastei os lábios dos seus, estávamos ofegantes.
Eu nem mesmo consegui me recompor e comecei a descer os lábios beijando o seu pescoço, senti quando ela agarrou meus ombros com força, quando desci meus beijos até seus seios.
Ergui os olhos e a fitei, esperando ver uma reação que contrária ao que eu pretendia fazer, porém nada vi. Então logo sorri satisfeito e em seguida capturei um de meus mamilos na boca. E me deleitei ao ouvi-la gritar de prazer, com o incentivo chupei um bico com força, mordiscando, lambendo, deixando ela fora de si.
Abandonei um seio e passei para o outro, sem deixar o outro, agora mantendo uma de minhas mãos nele.
ALLY – Oh... – não pude evitar sorrir, olhando para ela após seu suspiro.
S.R – Essa posição está um tanto desagradável para mim. – disse e segurando ela, subi um pouco mais na cama, ainda com ela montada em mim. – Assim está melhor.
Antes mesmo que eu entendesse a ação ela me abraçou pelo pescoço me grudando a ela, gemi quando os seus lábios tocaram os meus. Beijamo-nos com sofreguidão...
Deslizei minhas mãos por todo o seu corpo chegando até a sua bunda, onde fiz questão de apertar, a sentindo amolecer em meus braços, precisando de ar, ela afastou sua boca da minha, enquanto respirávamos rápido e forte, mas não parei de tocá-la, e passei a beijar seu pescoço. E tudo o que conseguia alcançar sentindo o gosto de sua pele, gemendo e fazendo meu caminho até seus seios novamente. Sabendo que isso estava deixando ela fora de órbita, assim como eu, já que não estava pensando logicamente, ou melhor, não estava pensando de jeito nenhum. A não ser nela, em tocá-la, beijá-la... Senti-la. Nada além de fazer com que ela se sentisse como eu estava me sentindo naquele momento, flutuando. Como se não houvesse gravidade naquele quarto que nos mantivesse no lugar.
ALLY – Spencer... – arfou, agarrando meus cabelos e os puxando fortemente. –
S.R – Porra, a sua pele tem um gosto tão bom. – gemi passando a chupar o outro seio, mesmo que estivesse assustado com o palavrão que disse. –
Ela grunhiu se esfregando em mim e tirei uma das mãos da sua bunda, indo em direção a frente de seu corpo, e simplesmente coloquei minha mão dentro de sua calcinha, nós dois estremecemos ela novamente ofegou, desta vez rindo com a minha ousadia e falta de vergonha afastei suas dobras e esfreguei o seu clitóris, sem deixar de chupar seu seio, seu corpo arqueou para frente e sua cabeça se curvou para traz com a boca aberta em um grito mudo quando sentiu meu dedo descendo para sua entrada molhada.
S.R – Jesus! Tão molhada. – externei meus pensamentos enquanto ousadamente introduzia meu dedo em sua intimidade, sentindo ela arranhar meu peito. –
Sem nem pensar se era o certo a se fazer comecei a mexer meu dedo dentro dela, e nem cinco segundos depois ela começou a gemer e tremer em cima de mim, enquanto sua excitação descia por minhas mãos. Eu não pude deixar de gemer também sabendo que fui o causador do seu orgasmo.
POV ALLY
Fora de órbita. Era assim que eu me sentia naquele momento, depois que Spencer me causou um orgasmo. Eu estava sobre seu peito, respirando com dificuldade, assim como ele, seu peito subia e descia rapidamente entre arquejos. Senti sua mão deixar o interior da minha calcinha e num ato, provavelmente impensado, ele chupou seus dedos, sentindo o gosto da minha excitação, o sabor do que ele fez comigo. Gemendo eu grudei meus lábios nos seus sentindo nossos gostos misturados, e como aquilo era sexy. Sem pensar duas vezes, deixei de beijá-lo e desci para seu pescoço, mordendo na intenção de marcá-lo ali, como já havia feito em seu peito, porém agora um pouco mais visível. Enquanto meus lábios viajavam por todo seu corpo, desci minha mão para sua cueca, abaixando-a, fazendo com que seu membro saltasse para fora, mesmo com vergonha o segurei firme, ele grunhiu baixo e manteve os olhos fechados. Sorrindo passei a mão em toda sua extensão, queria colocá-lo na boca e apenas esse pensamento me fez molhada novamente. Continuei com minhas carícias, subindo e descendo minhas mãos por ele e apertando-o levemente.
S.R – Ally... – Ele gemeu e eu sorri por fazer isso para ele. –
ALLY – Quer que eu continue? – sussurrei em seu ouvido. –
S.R – Não pare!
ALLY – Está gostoso Garotão? – perguntei novamente, aquilo estava me excitando.
S.R – Muito, continue. – ele gemeu em resposta. -
ALLY – E você acha que minha boca não seria melhor? – disse, de repente cheia de coragem. –
Ele apenas gemeu em resposta, e eu desci em direção ao seu membro. Ao chegar onde queria o segurei pela base, me inclinei e passei minha língua na cabecinha provando o gosto do pré-gozo que estava ali, o tomei na boca chupando e lambendo-o todo, ele grunhiu me deixando excitada com o som rouco vindo de sua garganta, segurei suas bolas ainda o chupando, sentindo ele se contorcer em baixo de mim, respirando com força, sua mão agarra um punhado de meus cabelos e começa a guiar-me no ato, na velocidade que ele quer. Sinto seu membro batendo em minha garganta e apenas relaxo para recebê-lo. Continuei massageando suas bolas que estavam pesadas, sua respiração se acelerou ainda mais enquanto o sentia inchar-se ficando mais quente e logo depois se derramar em minha boca.
S.R – Ally... – ele sussurrou me fazendo sorrir, e depois de beijar seu membro subi pelo se corpo ficando em cima dele. -
ALLY – Você gostou? – perguntei, mordendo o lóbulo da sua orelha. –
S.R – Hummm... Muito.
ALLY – Você é uma delícia, acho que posso fazer isso sempre.
S.R – Ally... – ele sussurrou de novo. – Isso por um acaso foi um sonho?
ALLY – Se foi, quero sempre ter essa sensação quando sonhar com você. – disse convencida de que foi a melhor sensação do mundo. -
S.R – Hamm... Eu deveria retribuir o que acabou de fazer? – ele perguntou com o rosto atingindo vários tons de vermelho. –
ALLY – Talvez em outro momento.
Ele sorriu me beijando castamente eu suspirei contra seus lábios, quando ele se afastou e voltou a deitar, me deitei sobre ele relaxando para que nós dormíssemos, eu o amo tanto. E assim nós nos entregamos aos braços de Morfeu.
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