Notas iniciais
Olá amores, olha eu aqui de novo estou com várias ideias e acho que minha história vai ser maior do que eu estava planejando. Bom pra vocês não é? kkkkkkkkk Bom eu estou postando hoje, porque terei uma série de coisas para fazer nesse fim de semana pra faculdade e talvez eu volte com um super capítulo no domingo, mas não prometo nada. Bom chega de lenga lenga e vamos ao capítulo. No vemos lá em baixo.

09 de março de 2015, segunda-feira 21h30min

POV ALLY

ALLY — Desculpe, estava esperando a pizza. Você veio falar com o Spencer?
P.G — Sim, você é a Allyson não é? Fico feliz em saber que estão tão próximos. Ah me desculpe, sou Penélope Garcia. Trabalhamos juntos.
ALLY — Claro, ele já me falou sobre você. Pode entrar, ele está no banho. — vi que ela me olhou assustada, e me impeli a explicar. — Não, nada disso. Ele estava indo antes que eu chegasse, só seguiu seus planos.
P.G — Claro. Nossa você é mais bonita pessoalmente. — como assim? — Eu já tinha visto você, quando sua carta chegou, o Spencer pediu para que eu procurasse o Eduardo. E como ele acabou dizendo seu nome, procurei sua ficha. É claro que quando soube que vocês estavam se conhecendo eu pesquisei mais. Sou super protetora com todos eles. — eu também seria-
S.R — Até demais. Oi Garcia. — disse o meu amor, como ele está cheiroso -
P.G — Oi lindinho, eu vim saber como está?!
S.R — Muito bem, obrigada. Você fica pra comer com a gente?
P.G — Não, só queria saber como está. Agora vou sair com o Sam. Tchau, tenham uma boa noite. Divirtam-se.
ALLY — Obrigada, tenha um ótimo encontro.
S.R — Até Garcia. Diga aos outros que estou com saudade. — ele disse, enquanto me abraçava pelos ombros, inconscientemente —
P.G — Digo sim. Tchauzinho. – pude ver os olhos dela brilharem com o gesto dele -
Enquanto ela descia as escadas o entregador subia com a pizza, pagamos e entramos indo em direção a cozinha.
ALLY — Ela é diferente, mas parece ser adorável.
S.R — Ela é o mais próximo que eu tenho como referência de irmã. Ainda não decidi se mais velha ou mais nova. Acho que depende do ponto de vista. — nós rimos-
ALLY — Posso te pedir uma coisa?
S.R — Claro o que quiser. — respirei fundo — O que foi Ally, ainda é sobre meu descontrole enquanto estávamos...
ALLY — Não, nada disso. Eu gostei daquilo, você me faz sentir desejada, mas com carinho, eu sinto que você me ama na mesma intensidade que me deseja. Eu queria pedir pra dormir aqui, esses dias. Enquanto decoro o apartamento.
S.R — Claro você fica com meu quarto e...
ALLY — Não, olha Spencer eu sei que nada de intimidade vai rolar entre nós por enquanto, porque não estou preparada pra isso. Mas eu quero e acho que não tem problema dormir com você, ou tem?
S.R — Dormir comigo? Eu nunca dormi com uma mulher, pelo menos não desse jeito.
ALLY — Tenho certeza que você aprende rápido. Então amanhã eu fecho a conta no hotel. Você me ajuda com as malas?
S.R — Claro. Bom, vamos comer?
ALLY — Tava demorando já.
Comemos enquanto conversávamos sobre baboseiras da nossa infância e ríamos muito. Agora já havíamos acabado de comer.
S.R — Quer que eu acompanhe você até o hotel? — delicado igual um elefante-
ALLY — Mas, você disse que eu podia dormir aqui.
S.R — Ah, você vai começar a dormir aqui hoje? Como você disse que fecharia a conta amanhã, pensei que...
ALLY — Spencer, se você acha que não é uma boa idéia, eu entendo...
S.R — Não meu amor, quanto a isso não se preocupe. — eu com certeza não consegui disfarçar meu sorriso de contentamento ao ouvir ele me chamar de meu amor- O que está fazendo?
ALLY — Você está cheiroso — disse enquanto começava a morder a pele do seu pescoço. — Acho que está na hora da sobre mesa.
Não foi preciso que eu agisse. Ele me beijou com muita vontade. Estávamos em pé no meio da sala, ele me ergueu e fez com que eu abraçasse seu quadril com minhas pernas. Enquanto nos beijávamos ele caminhou em direção ao sofá, e sentou comigo ainda em seu colo, uma perna de cada lado do seu corpo. Espalmou as mãos uma em cada coxa e apertou com força me fazendo gemer. Subiu um pouco mais e surpreendentemente suas mãos se apoderaram do meu bumbum e ele apertou minha carne macia por cima do fino pano do meu vestido, mas desta vez, ambos gememos.
ALLY — Sabe, você é tímido e eu amo isso em você — dizia ofegante entre nossos beijos — Mas gosto mais quando deixa a timidez de fora. Eu Te Amo.
E ele gemeu mais uma vez, desta vez deitou por cima de mim no sofá e começou a me beijar com mais urgência, até sentirmos falta de ar e, ele descer para o meu pescoço.
Quando estou com o Spencer parece que nunca aconteceu nada comigo. Será que tudo o que nós dois passamos foi um caminho para nos encontrarmos? Quando mais uma vez enrosco minha mão em seus cabelos e os puxo com muita vontade, deixamos de nos beijar. Mas ele continua por cima de mim.
ALLY — Quem diria que Spencer Reid teria um lado homem das cavernas.
S.R — Devo admitir que você desperta o pior de mim. -ah baby se você soubesse-
ALLY — Se esse é o seu pior, nem quero estar por perto quando estiver em seu melhor momento.
S.R — Porque você insiste em me deixar sem jeito?
ALLY — Minha missão de vida. Olha não é por nada, mas seu sofá não é confortável, você faria a gentileza de me carregar no colo até a sua cama Garotão?
S.R – Tem certeza que você quer dormir junto comigo? Eu posso dormir no sofá, não o acho tão desconfortável assim.
ALLY – Não senhor. Anda escravo, me carregue. – mesmo rindo ele fez o que pedi, mas ainda não estou satisfeita, e quando ele me coloca no chão depois de me dar um beijo, eu decido agir. – Han, você se importa de me emprestar uma camiseta pra eu poder dormir?
S.R – Claro. Mas só uma camiseta? –ele perguntou enquanto ia para seu closet, o impedi – O que foi não quer a camiseta?
ALLY – Sim, eu quero. Mas quero essa que está usando. E não se preocupe, olha o seu tamanho e olha o meu, no mínimo ela vira uma camisola, mas comprida do que esse vestido.
S.R – Não é mais fácil eu pegar outra para você, do que te dar essa e pegar outra pra mim? – meu bebê inocente -
ALLY – Não, porque quero você sem camisa, Garotão. Faça-me uma mulher feliz e me deixe dormir com a cabeça em seu peito ouvindo seu coração.
S.R – Você quer dormir abraçada... – o interrompi —
ALLY – Spencer, menos perguntas e mais ação, tira a camiseta. – ele estreitou os olhos enquanto me olhava, mas me obedeceu, bom garoto. – Isso mesmo, foi fácil viu só Garotão. – ele estava de frente para mim, e eu puxei a bainha do vestido e tirei o mesmo na frente dele, ficando somente de lingerie, sorri ainda mais com seus olhos arregalados. – Gosta do que vê?
S.R – Han, você quer uma escova de dente? Acho que tenho uma nova em algum lugar. – ele tentava desviar o olhar do meu corpo, mas sem sucesso -
ALLY – Spencer, você pode olhar o quanto quiser não se preocupe com isso. E sim, quero uma escova sim.

Assim que ele me deu a escova de dente, fui ao seu banheiro, que até então era desconhecido para mim, e fiz minha higiene. Quando voltei ao quarto ele estava deitado com os olhos fechados. Hora da grande pergunta. Aproximo-me e me sento perto dele, e olho para seu rosto de menino e espero até que ele tenha vontade de me olhar.
ALLY – Spencer, você é virgem não é? Você não parece ser habituado a estar tão cerca de uma mulher. – ele abriu os olhos e me olhou com a testa franzida —
S.R – Cerca? O que é isso?
ALLY – Me desculpe, é perto em espanhol. Às vezes eu esqueço.
S.R – Tudo bem, eu não entendo muito espanhol, mas sou fluente em Russo. E eu não sei exatamente como responder sua pergunta. – quando viu que fiquei confusa, ele respirou fundo e se pôs a explicar – Só fiz uma tentativa até hoje e não obtive sucesso, por isso não sei exatamente.
ALLY – Descobriremos juntos, em algum momento meu amor.
Ele sorriu e me puxou para um beijo.
E enquanto nós namorávamos, eu pensava em como podemos ter tantas coisas em comum, e se seríamos um casal feliz, com filhos quem sabe. Eu sei que eu quero uma família grande, com muitos meninos como ele. Deus, não deixe que esses desejos que tenho de um futuro ao lado dele me façam sofrer, eu simplesmente não sei por que em tão pouco tempo todo esse sentimento se tornou maior que eu.
ALLY – Que tal continuarmos de onde paramos?
S.R – Onde paramos o que? – ele me olha com a testa franzida e eu simplesmente não resisto e dou a maior gargalhada em anos – O que foi?ALLY – Bom, acho que se você ficar por cima, talvez se lembre do que estou falando. – a verdade é que tenho tanta vergonha quanto ele -

Nos virei na cama, deixando ele por cima de mim, como estávamos no sofá anteriormente. E dessa vez ele entende o recado.
Desceu uma de suas mãos grandes e quentes pela minha perna enquanto a outra se infiltrava nos meus cabelos. Agora que ele estava entre minhas pernas, podia sentir seu tesão por mim. E eu me senti quente e úmida, ele
também deve ter sentido meu calor, pois começou a se esfregar em mim, gemi em sua boca e ele segurou meu quadril e o esfregou em sua ereção gemeu e minha respiração falhou, e ele parou, o olhei confusa e ele sorriu esfregando sua excitação em mim, dessa vez mais forte e não consegui segurar um suspiro de contentamento.
S.R – Eu sei que é difícil pra você, mais do que é pra mim. Mas você não quer assumir o controle?
ALLY – Não sei Spencer, tenho medo. Confio em você, mas não confio em mim. Não sei o que isso pode fazer com lembranças que estão tão escondidas dentro mim. – ele nos virou me deixando por cima, e sorriu -
S.R – Então vou deixar você comandar, siga seu instinto, quando quiser, eu só quero que você acredite que pode ser diferente, mesmo que eu não saiba exatamente como é.
Respirei fundo estava muito corada, não sabia ao certo o que fazer, eu estava sentada em seu membro. Spencer percebendo minha relutância segurou minha cintura fazendo um atrito em nossos corpos, mordi o lábio inferior, ele sorriu me incentivando mexi devagar meu quadril, ele fechou seus olhos. Fiquei satisfeita por poder dar prazer a ele, rebolei agora mais rápido e gememos. Ele apertou minhas coxas com os olhos cobertos de desejo, fiquei esfregando nossos corpos sentindo o calor concentrado no meu baixo ventre, Spencer começou a me ajudar segurando minha cintura a apertando. Ele levou uma mão ate minha nuca e eu me abaixei o beijando ele apertou sua mão em minha coxa e eu rebolei. Gemeu e eu enterrei meu rosto em seu pescoço, continuei rebolando até sentir o calor se intensificando no meu baixo ventre.

ALLY – Spencer... – gemi baixo ainda com o rosto enterrado em seu pescoço. Parei de me mover e ele segurou meu quadril esfregando nele sem parar estávamos ofegantes Spencer começou a gemer mais, ele intensificou os movimentos e
eu ofeguei, meus gemidos começaram a sair mais altos, senti meu corpo estremecer e ele estremeceu debaixo de mim. Nossos corpos começaram a relaxar. Fiquei deitada em cima dele ate que nossas respirações desaceleraram. – Isso foi... Obrigada, não por me mostrar que pode ser diferente, mas sim por você ser o a pessoa certa pra mim.
S.R – Ally, eu posso esperar, acredite em mim, mas como eu disse você desperta o pior de mim. – ah esse sorriso – Mas não sei, podemos praticar não podemos?
ALLY – Acho que sim, podemos praticar Garotão. Boa Noite Spencer.
S.R – Boa noite meu amor.
Satisfeita com o termo carinhoso, me aconcheguei em seu peito nu para dormir, sentindo o cheiro delicioso e quente que exalava de sua pele.

POV REID

Eu ainda estava inseguro com o que estava acontecendo, mas feliz. Um pouco inseguro talvez, com medo de assustá-la, ou sei lá simplesmente com medo de perdê-la, eu não suportaria nada assim.
Ter ela em meus braços agora estava me deixando mais calmo e relaxado, parece que tudo estava no lugar, senti o corpo dela relaxando sobre o meu e decidi que tinha que fazer uma pergunta pra ela antes que ela dormisse de vez. Espero que ela me de a resposta que eu quero.
S.R – Ally acorda, eu preciso falar com você, anda quero te perguntar uma coisa. – falei divertido enquanto ela enterrava o nariz no meu peito e seu cabelo cobria seu rosto – Você está parecendo uma gatinha manhosa, anda acorda Neném.

ALLY – Do que me chamou? – ela estava com um olho apenas aberto e eu ri novamente, mas dessa vez inseguro, não percebi o que tinha dito -
S.R – Te chamei de Neném, se quiser não chamo mais, foi sem querer.
ALLY – Não, eu gostei, de verdade.
S.R – Que bom – murmurei envergonhado -
ALLY – Mas isso não muda o fato de você ter me acordado Garotão, o que você quer me perguntar? – ela perguntou com um sorriso sapeca, e eu até retribuiria se não fosse o meu nervosismo -
S.R – Você... Você quer namorar comigo?

Notas finais
E aí o que estão achando? Decepcionei vocês colocando a Garcia naquela porta? Eles estão ficando safadinhos não estão? Eles estão lindos se descobrindo juntos. Comentem o que estão achando e o que não estão achando também. Beijinhos de Luz e até o próximo.