Eu e a Josi ainda nos encontramos fora da Base, entre trancos e barrancos. Isso ta ficando muito explosivo pro meu gosto. Sexo explosivo entre nós. Pura nitroglicerina. Acho melhor nos afastarmos por um tempo, mas achei que iria esfriar o que távamos sentindo um pelo outro iria esfriar, mas não, só ficou mais incendiário. Tento não pensar com o pau, mas ta complicado. Tenho sonhado com a Josi a noite, acordo com o pau duro, até tomei inúmeros banhos gelados aqueles de trincar os bagos, mas NADA tem funcionado.

— Cobra. To com um problemão: desde que a Josi entrou na minha vida, tenho um tesão explosivo por ela que me deixa com o pau duro, o tempo todo fico pensando nela. Como se o mau pau tivesse vida própria, fica complicado como os outros soldados ficam olhando o pro meu volume nas calças. * Puxo conversa ao chegar ao campo de trabalho*

— Já fez punheta?

— Já e até banho congelante e nada resolveu. To endoidando de tesão.

— Realmente é um problemão. Não sei como te ajudar.

— To me sentindo um aborrecente. Até onde eu sei essa fase já passou e não tenho mais idade pra me comportar como um adolescente de 15 anos.

— Sem querer colocar mais lenha na fogueira, ta vindo a Josi. Vai lá antes que você exploda que nem uma granada. * O Cobra fazendo sinal com a cabeça*

— Caralho!

— Vou te acobertar em quanto você se “alivia” com ela. Além do mais não quero ser agarrado por marmanjos e nem ser cano de escape pra ninguém.

— És melhor tu não dar muitas idéias... * Dando um sorriso reptiliano mal disfarçado*

— Epa! Nem vem...

— Tu ainda dá prum caldo... * Soltando gargalhadas*

Eu e a Josi nos agarramos selvagemente num dos tanques, ela me puxa pra mais perto do corpo, toda molhadinha, apalpando bruscamente o meu pau que já se encontrava duro. Agarro o cabelo e prenso o corpo dela contra o tanque com o meu corpo, verifico com o olhar se tem alguém nos olhando, mas não vejo ninguém. Mordisco e dou lambidas nas orelhas dela.

— Dessa vez eu não estou usando nada por baixo da roupa, sou toda sua, me possua...

O que sai da minha garganta é um rosnado, afasto a bermuda ela, toco com os dedos na xana dela que está realmente toda molhadinha. Penetro com o meu pau com vontade e selvagemente, ela geme de prazer.

— Adoro esse seu lado bestial quando transamos.

Transamos em várias posições e gozamos inúmeras vezes juntos, nossas transas são cada vez mais selvagens e bruscas. Chega um soldado que não conheço ou que não consegui reconhecer, tenta entrar na “Travessura Gostosa” com a Josi. Aqui não tem lugar pra ser uma transa a três e não deixo ele se aproximar e começo a rosnar e mostrar os dentes dizendo que ela é minha. Não sei o que ele fala, a única coisa que sai da minha garganta são rosnados e “demarcando” ela com o meu cheiro apimentado. Talvez algo em meu olhar o fez arregalar os zoios, borrando as calças. Os cheiros que senti vindo dele foi o de merda e o do medo. Se ele não tivesse afastado eu o teria atacado. Ninguém toca na Josi além de mim. ELA É MINHA! O que sinto é algo tão intenso que não consigo controlar e não gostei como o soldado me olhou. Eu só tava defendendo o que é meu. Transamos mais algumas vezes e gozamos mais do que posso contar nos dedos. Eu tava tomado pelo meu lado bestial e não estou disposto de dividir a Josi com mais nenhum outro macho. Deixo o meu cheiro nela pra dizer aos outros machos que ela tem dono, é um cheiro apimentado parecido com cheiro de canela em pau. Meu cérebro demora um pouco pra voltar ao normal. Fomos juntos ao vestiário onde tomamos um banho, o meu macacão tava todo lambuzado da atividade sexual com a Josi. Fui trocar de roupa e se o soldado resolver abrir a boca sobre o que rolou entre mim e a Josi, vamos ser o assunto por um bocado de tempo aqui no Quartel, na verdade não to nem ai. Foda-se a RFB.

OBS: continuo trabalhando como faz-tudo e mecânico do Quartel. Eu ouço de longe os soldados treinando no estande de tiro, sinto falta de dar uns tirinho, mas não posso pensar no passado, senão fico deprimido ou sinto o meu sangue ferver de ódio, se isso acontece me dá vontade de fazer “Travessura Sombria”. Quando eu to com a Josi não sinto vontade de matar, por um lado isso é bom, mas por outro... Será que ela é tipo uma “criptonita” pra mim?

O Tucano continua impune pelo que fez comigo e com o meu Irmão, Eliseu. Recebi depois de vários dias os meus “Suvenires” que guardei com carinho junto com o restante dentro de uma caixa de madeira em ordem por data das mortes com o nome de cada um que despachei pro Outro Lado. De certa forma a Josi me mantém sob controle, não sei bem como isso funciona na qual deixa o meu “Amiguinho de Travessuras” bem calmo e satisfeito.

Volto ao serviço como se nada tivesse acontecido e não vejo o Cobra em lugar algum por perto, procuro por ele no alojamento e nada, como se ele tivesse escafedido do Quartel. Ele tá com a mania de sumir e eu não to gostando nem um pouco dessa historia, pois me deixa desconfiado. Ouço um barulho, me próximo silenciosamente, me esgueirando entre os tanques, encontro o Cobra se “aliviando” com a Mao (na verdade seja dita: tocando uma punheta), sei lá o que me deu, fico observando nas sombras. Devo confessar que já transei com homens antes, porque fui obrigado, não me considero um gay (nada contra os homossexuais). Quando eu tava lá apenas sendo um observador, tive a louca vontade de transar com o Cobra (não sei o que tá me dando ultimamente pra eu ter esse tipo de comportamento – além de outros atípicos de mim). Acho que to agindo por instinto, seria a única explicação pra todas essas sensações que eu tenho sentido ultimamente. Esse cheiro emaranhado de sexo ta me deixando maluco. Chego perto e dou um pigarro da minha presença, guase mato o Cobra de susto e com o pau na mão. Como é que vou explicar pra policia que o Cobra morreu de susto com o pau na mão? Hehehehehehe

Coloco a Mão na boca pra não soltar um grito e chamar atenção do Quartel, e acabo me identificando.

— Porra! Sub-Zero, tu quer me matar do coração aproximando sorrateiramente desse jeito?

— Foi maus, Cobra. * Falei com uma cara de culpa no rosto*

— Só estou me aliviando...

— Eu to vendo. * Dando risinhos bem sarcástico estilo Mutley*

— Vai se ferrar, Sub-Zero. Não faça mais isso, senão vou pra fita.

— Fiquei te imaginando gritando pelo Quartel que nem uma mulherzinha com o pau na mão, isso seria muito hilário. Adoraria filmar isso e toda vez que eu me lembrar desse episódio vou ficar rindo sozinho, isso sim daria um bom vídeo cassetada... * Dando um sorriso divertido no rosto*

— O que você quer, Sub-Zero? Além de querer me matar de susto e vai se ferrar!

— Transar com você. É algo atípico de mim, mas ultimamente tenho agido com umas esquisitices que não sei explicar o que realmente ta acontecendo comigo. Só sei que é isso que quero no momento e foda-se o resto.

Aproximo-me do Cobra, beijando-o na boca, com uma das mãos eu apalpo o corpo dele e com outra esfrego-a no pau dele e ele faz o mesmo comigo.viro de costas pra ele e esfrego o meu corpo nele que me deixa doido na qual dou gemidos de prazer. No começo ele reluta bastante pra transar comigo, mas acaba cedendo a tentação. Quero sentir aquele volume todo na minha bunda. Ele coloca uma camisinha e enfia com calma pra não doer, sendo que é um lugar delicado, mas faço de um jeito que vai com tudo, nisso ele já havia tirado o restante do macacão da cintura pra baixo. Dou mais alguns gemidos de prazer e acabo gozando na mão do Cobra enquanto fode gostoso a minha bunda.

— Mete com vontade... *Dando a voz de comando quando to nas “Travessuras Sombrias” sinto que o meu Dark Passenger tá comigo naquele momento*

Aproximo mais o meu corpo junto ao dele, mudando a posição do meu corpo ficando frente a frente pra ele, e o beijo ardentemente, ergo uma das minhas pernas dando a entender que quero ser penetrado naquela posição. Ele entendeu o que quero dizer e faz muito melhor, acaba me prensando contra o tanque, erguendo as minhas pernas e mete o cacete fundo na minha bunda, jogo a minha cabeça pra trás e dou gemidos de prazer, sussurrando algumas obscenidades na orelha do Cobra, tipo: “Como você fode gostoso”; “Mete com tudo” e entre gemidos de prazer de ambos.

Eu nunca havia transado dentro de um tanque de Guerra, digo isso a ele, na qual entramos num ao lado, fecho a escotilha e tiro completamente a roupa, faço ele sentar com a voz de comando, na qual sento no colo dele, mas antes faço ele me chupar segurando a cabeça pelos cabelos com uma das mãos e com a outra enfio o cacete dele na minha bunda, quando eu faço isso, o Cobra goza dentro de mim, eu lhe digo que não estou saciado. Mantenho o controle da transa, tentamos não fazer muito barulho, o beijo novamente, ditando o ritmo com o meu corpo como nós gostamos e queremos (eu e o meu Dark Passenger), depois de um tempo gozo na boca dele e o meu lado bestial ruge dentro de mim. Trocamos de posição na qual vou encacetar o Cobra. Eu o chupo com vontade enquanto enfio o meu pau no traseiro dele. É agora quem dita o ritmo é o Cobra, mordisco as orelhas dele.

— Sub-Zero, você está fervendo de tão quente... * O Cobra diz entre gemidos de prazer*

— É que aqui dentro do tanque está muito quente.

Gozamos algumas vezes juntos, teve um momento que o Cobra saltou pra trás batendo as costas nos controles do Tanque e fica com os olhos arregalados, totalmente pelado. Não sei o que ele viu, mas não gostei da cara que ele fez ao me olhar.

— É melhor pararmos por aqui * Falou o Cobra ofegante*

— Eu ainda não tamos saciados.

Sinto o cheiro do medo misturado o cheiro de sexo.

— Também acho... * Acabo respondendo ao recuperar normalmente a respiração*