A coisa ta complicando pro meu lado, pois o meu “Amigo Travesso” quer “Brincar” e eu quero dar um tempo pra não levantar suspeitas e além do mais foi muito recente a última “Travessura” e pode haver policiais por perto. Fiquei num impasse do caralho. Resolvemos “Brincar” fora da Base, foi outro pedófilo na qual a Policia não conseguiu colocar as mãos, mesmo sendo um Padre de uma Igreja. Ele acabou caindo em nossas “mãos”, quero dizer “nossas Travessuras”... Arrumamos tudo no nosso “estúdio de Travessuras” pra aquela noite, ficamos bastante excitados. Decidimos que a Josi iria ficar de fora. Nada do “Amigo Travesso” dela sair voando sozinho pela noite, mas não quer dizer que ela não ficaria olhando. Eu devia colocar um nome decente no meu “Amigo de Travessuras”, mas to sem inspiração. Ficou tudo pronto como sempre, levamos os “brinquedinhos” e fomos “Caçar”...

Utilizei os métodos que já utilizava como atirador de Elite (pelo menos alguns), o ALVO 11, o Padre Pedófilo já estava agindo de modo nojento com uma criança de alguns anos de idade, que estava dentro do carro. Abrimos a porta com violência, com um fio de náilon nas mãos enrolamos em seu pescoço e apertamos com força pra tirar o ar, o garoto que estava com o pedófilo arregalou os olhos e ficou petrificado de medo, fizemos sinal com a cabeça pra que saísse do carro e fosse pra casa (estávamos vestidos pra não sermos identificados pela possível testemunha), a criança fez exatamente que ordenamos que fizesse e saiu correndo. O Alvo tentou argumentar, apertamos o pescoço com força, pra dizer que estávamos no comando, fizemos ele dirigir até o local pré determinado, ele olhava com esguela pelo retrovisor tentando nos identificar, com o nosso olhar frio e assassino ele mudou de idéia rapidamente, sorrimos com satisfação sádica, pudemos sentir o fedor do medo, misturado com o cheiro da criança que ele estava estuprando, isso nos deixou furiosos. Esqueci de mencionar que o meu olfato é super aguçado, posso sentir cheiros a longa distancia. Como isso ocorreu, não faço a mínima idéia, não sei se já veio comigo ou não, pois não lembro e eu não quero ir por essa esmiúça...

Levei-o pelo caminho mais longo pra verificar se estávamos sendo seguidos, estacionamos o carro dentro da garagem subterrânea, levamos pelo garrote em seu pescoço até o “Estúdio de Travessuras”. Fizemos que o Padre pedófilo desmaiar (é o 3º alvo civil) sem ar, aguardamos que ele acordasse embrulhado num casulo de fita adesiva transparente, quando acordou não pôde falar nada pois estava amordaçado com fita adesiva e estava bem assustado na qual nos deliciamos com a sensação de desconforto do desgraçado. Englobando o agravante do crime desse Cuzão, não vou usar os métodos convencionais que sempre usamos em nossas “Travessuras Sombrias”. To pensando em algo mais “criativo”, como sou um péssimo desenhista, vou explicar através de um croqui o que vamos fazer nesse desgraçado filho da puta. Vou fazer uma apucuntura radical, usando o que eu encontrar de pontiagudo atingindo as partes mais delicadas e doloridas do corpo humano. Infelizmente eu já experimentei em primeira mão o quanto DOI. O que eu levei foi uns choquinhos e agulhadas, mas não foi menos dolorido.

Como foi explicado no desenho 01 logo abaixo, foram colocados pregos, parafusos, chaves de fenda, facas de todos os tipos e tamanhos e inúmeras funcionalidades, lascas de madeira, agulhas, bisturis de vários tipos, sonda no ânus, tesouras etc. foi realizado a anexação lentamente com o alvo desperto e sem anestesia, com a “Cobaia” desse experimento não poderia gritar, pois tava bem amordaçado, inúmeras vezes desmaiou de dor, pacientemente aguardamos que acordasse pra continuar a tortura

— Temos todo o tempo do mundo, pode desmaiar a vontade, só vai prolongar a dor. * Dissemos a Cobaia*

Com um bisturi bem afiado, fizemos uma incisão transversal de cima para baixo no pênis da cobaia, onde foi enfiado vários espinhos de cactos pré selecionados como explicado em vermelho, seccionamos o nervo peniano para que não conseguisse mais ter uma ereção. Mostrei-lhe as fotos de todas as suas vítimas, o motivo da tortura, ele estava mais inconsciente do que consciente. Apenas assentiu com a cabeça, os olhos já estavam desfocados causa da dor, dei-lhe uma facada no coração entre as costelas proximal do esterno.

Para nos livrarmos do corpo que já estava bem preso na mesa com fita adesiva que servia como isolante pra que o sangue não vazar ou deixar algum vestígio no local, colocamos o corpo dentro de um saco pra cadáver que foi colocado num utilitário roubado já preparado e foi deixado em um lugar já pré-destinado. Dentro do utilitário também tinha uma corda com laço pra que fosse erguido pelo pescoço, antes colocamos uma coleira presa a uma placa dizendo: Estupro crianças, por isso morri dessa maneira. Mereci o que aconteceu comigo causa de meus pecados e que o capeta vem buscar a minha alma.

Deixamos o local tranquilamente e depois desovamos o carro nos pântanos num local bem distante do resto do corpo (o que restou dele). Foi tão excitante.

Medicamentos anticoagulantes:

Aceclofenaco: Risco de sangramentos. Recomendação a administrar com precaução;

Ciclostazol: Ilosprota (monitorar estado de coagulação);

Silastatina: (monitorar o tempo de protombina);

Ticarcilina: Aumento do risco de hemorragias inibe a agregação plaquetária

Ácido acetilsalicílico + Anticoagulante: evitar ação conjunta;

Ácido acetilsalicílico + Ceflacor: Maior risco de sangramentos. Efeito inibitório aditivo sobre a coagulação (as cefalosporinas produzem hipoprotrombiemias);

Cefadroxila, cefaloxina, cefalozolina, cefotaxima, cefpodoxima, cefprozila, entre outros.

Voltei pro meu esconderijo, terminei de fazer a “faxina”, depois das “Travessuras” eu fico com muita fome mesmo.

Eu to ficando descuidado ao me expor pra outra pessoa, deve ser o que eu to sentindo pela Josi, preciso ter mais cuidado. Se ela tornar uma ameaça pra missão, vou matar-la mesmo que eu esteje sentindo algo de modo indiferente. A Missão em primeiro lugar. Apesar dela não saber os meus verdadeiros motivos que eu estou aqui, não pretendo envolver-la nisso. Não gosto de sentir desse jeito, por um lado estou sentindo algo novo que não sei se jamais serei capaz de sentir de novo, mas por outro lado estou me expondo-a aos meus inimigos. Não preciso transformar-la em minha “Ancora” como o meu companheiro Eliseu.