Notas iniciais
N/A: Paula Margon;
Olá minha queridas mundiças, pervas e pervos, como estão?

Bem não vou prolongar muito pq ninguém aqui quer ler essa notas, mas...

quero agradecer a jjbebe pela maravilhosa recomendação e dedico esse cap tbm para o Xandy, sim para ele tbm. Xandy não queria te assustar ok, vc é mais que bem-vindo aqui. Sem mais... (leiam as notas finais)

BORA LER O CAP TÃO ESPERADO LOOOOOOOOOOOOOOOOOL

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** Advogado do Diabo**



Maldito seja aquele puto do Gideon. Isso não podia estar acontecendo. Não comigo que estava fechado para balanço para qualquer mulher que tenta ir mais a fundo comigo.


Ah Gideon seu bastardo filho de uma puta, você tinha que profanar aquela praga para mim. E ainda teve ajuda Divina. Sim, porque assim que o ordinário me rogou aquela praga a Divindade deu seu aval soando aquele trovão. Olhei para cima e conversei com o Ser Divino.

– Sério vocês dois só podem estar conspirando contra mim.

Meu motivo por estar agitado e totalmente fodido e descontrolado era que a única mulher que eu realmente amei em toda minha maldita vida, e não nego que ainda sinto algo por essa parenta do cão. Ela estava bem aqui. Bem na minha mira. Bem na minha frente, no salão principal do clube.

Nome da diaba? Isabella.

Depois que o vadio do Gideon foi atrás do Grey. Outro puto por sinal fui fazer minha ronda pelo clube. Gabriel estava dando um de “barman” enquanto os outros eu não fazia ideia onde estavam. Mas não vou me preocupar com isso agora não. Minha preocupação e demônios estavam voltados para aquela pequena mulher a quem eu olhava de longe.

Vi um dos Dons do clube, no momento não me lembro de seu nome, mas o que aconteceu me deixou com um sorriso safado e de desdém no rosto. Dei meu sorriso de lado anunciando que tinha gostado de vê-lo sendo dispensado por ela. Nosso clube é de BDSM, mas isso não quer dizer que uma submissa é obrigada a aceitar quem a chame para um sado. Entre quatro paredes a mulher tem que ser submissa, mas fora dele, cada uma escolhe quem será seu Senhor.

Minha satisfação em vê-lo sendo dispensado por ela fez meu sorriso aumentar ainda mais, mas no minuto seguinte, ele foi se desfazendo e sendo tomado por algo que a muito estava adormecido.

Fui até o bar e me servi um copo duplo de Uísque puro. Tomei em um gole só. O liquido desceu queimando por minha garganta, como se alguém a estivesse rasgando-a com fogo.

Meus olhos voltaram para ela que continuava sozinha. Devo confessar que ela está lindamente linda no que eu diria ser um vestido preto colado em seu corpo. Eu sempre amei roupas pretas em seu corpo, principalmente se fossem lingeries. Levantei-me de onde estava e fui em sua direção. Sem saber realmente o que dizer. Fazia anos que não a via.

A cada passo que eu dava, mais perto dela eu estava.

Bella, virou seu rosto para o lado, por onde eu caminhava até chegar perto dela. Era incrível como algumas coisas nunca mudam. Sempre que eu chegava perto dela, na época em que nós namorávamos, era sempre assim que ela ficava. Rosto em uma coloração vermelha, e olhos surpresos. E era exatamente assim que ela estava neste momento, foi impossível não sorrir.

Decisão tomada. Faria Bella ser minha essa noite.

A surpresa dela em me ver ali no clube foi até um pouco engraçado de se ver. Parecia que ela ia passar mal, ou que estava vendo um fantasma na sua frente. Opto pelo fantasma.

Sem dizer uma palavra puxei uma cadeira e sentei-me bem próximo a ela que continuava a me encarar de olhos e boca abertos. – meu Deus essa boca... Como eu sinto falta de tocá-la. Quer dizer... sentia falta. Isso, eu sentia falta. Ela estava linda, ainda mais a vendo de perto.

Nenhum dos dois proferiu nem uma palavra até que ela pegou sua bolsa-carteira e começou a se levantar. Parei seus movimentos segurando em seu pulso fazendo-a sentar-se novamente.

– Espere. – ela voltou a se sentar e olhou dessa vez, diretamente em meus olhos.

Eu não sabia para onde olhar, se olhava seus olhos chocolates ou sua boca vermelha, que agora se encontrava fechada. Seus olhos se moviam diante dos meus nunca deixando de olhá-los. Bella tentou soltar-se do meu aperto em seu pulso e quando ela estava quase conseguindo foi quando eu há vi. Bella era uma submissa. Ela estava usando um de nossas pulseiras, a dela era da cor preta. Agora quem estava surpreso era eu.

Quando ela ganhou isso? Quem a deu essa pulseira preta? Como eu nunca havia a visto aqui no clube? Desde quando ela era uma praticante de BDSM? A quanto tempo ela estava nisso? Mas que droga. Eram tantas perguntas rodando em minha cabeça.

Não é sempre que venho aqui, todos os Mestre são chamados por Gideon quando o clube esta cheio, e eu ainda me pergunto. Como nunca a vi aqui antes?

– Desde quando você pratica BDSM Bella? – falei entre os dentes, eu estava puto com isso, mas um puto muito excitado.

– Solte-me Edward. – porra, essa voz que sempre me deixou doido quando ela falava sério comigo, fez meu pau endurecer ainda mais.

– Primeiro me responda, a quanto tempo você pratica BDSM e frenquenta o Club dos Prazeres?

Perguntei olhando diretamente em seus olhos, sem fazer nenhum desvio, apesar de querer e muito, desviar meus olhos para sua boca. Bella não me respondeu, apenas seu peito subia e descia de uma forma bem ofegante. Pressionei para que ela falasse, apertando mais seu pulso em minha mão.

– Nada na minha vida te interessa mais Edward, mas vou lhe responder. – disse-me com uma voz aveludada – Não sei bem quando que eu entrei nesse mundo, mas aqui. – apontou seu indicador ao redor do clube indicando-o – Aqui faz poucos meses.

Poucos meses e eu nunca a vi aqui! Puta merda.

– Posso te oferecer alguma coisa, alguma bebida. Seu copo já está vazio! – não sei bem, mas eu a queria para mim hoje de qualquer forma. Essa mulher já era um inferno na cama, imagina sendo uma sub. Porra, meu pau que a cada olhada pra ela ele saltita de felicidade em vê-la, doido para pular para fora e dar-lhe saudações.

– E você? A quanto tempo você frequenta este lugar? – perguntou-me fugindo da minha pergunta.

– Desde a semana seguinte de nosso término.

Posso dizer que foi satisfatório ver mais uma vez seu olhar de surpresa. Avistei um garçom de longe e assim que ele se virou fiz sinal para que me trouxesse dois drinks, não seria necessário que ele viesse até aqui para saber qual drink que deveria nos trazer. Pedi as bebidas sem dizer-lhe nada, mas quando virei meu rosto para ela, seus olhos estavam focados em meu pulso olhando minha pulseira dourada. A indicação que somente os Mestres as possuíam.

– Surpresa! – disse arqueando as sobrancelhas para cima e levantando meu pulso direito.

– Bem... Não, quer dizer... Sim. Sim muito surpresa. Okay, me corrija se eu estiver errada tudo bem? – acenei positivo para ela –Todos que tem as pulseiras pratas e pretas aqui no clube, são os Dominantes e Submissas, certo? – mais uma vez acenei positivamente – Okay, então... as de cor dourada são os... Os...

Era até engraçado vê-la se enrolar toda nas palavras.

– Sim Bella. Eu sou um Mestre. E aqui você com certeza já deve saber que neste clube possuem apenas seis deles, e eu sou um deles. Prazer, Mestre Cullen. – dei meu costumeiro sorriso lateral para ela, isso foi de propósito, pois eu sabia que isso antigamente a afetava de um jeito que ela as vez, perdia a cabeça.

– Oh Deus. – jogou suas mãos para os cabelos tapando seu lindo rosto. – Isso só... – a parenta do cão mordeu o lábio inferior? Puta que pariu ela se esqueceu do efeito que tinha sobre mim sempre que fazia isso? ou era apenas uma vingança ao meu sorriso? Droga, essa mulher voltou para me atormentar. Fato.

Está na hora de jogar como minha profissão manda. Já que sou um excelente advogado, deve usar de todos os meus recursos para com ela.

– Sim minha querida. Mas como nos conhecemos e não é de hoje, não precisa me chamar de Mestre Cullen aqui. Pelo menos não aqui no salão.

Suas mãos caíram e seus olhos mostraram, nem que por um segundo, um brilho diferente neles.

– Como assim “pelo menos não aqui”. Você está achando que...

– Não Bella. Eu estou apenas abrindo uma exceção para você. Aqui no clube, todos nos chamam de Mestres, todos que usam as pulseiras douradas, todos, sem exceção. Mas uma regra é clara, a submissa escolhe quem quer ser seu Dominante aqui e caso você... – cheguei mais perto dela e sussurrei em seu ouvido – Se você aceitar ser minha sub, você deverá me chamar apenas de Mestre.

Segurei em seu queixo levantando seu rosto para olhar em seus olhos. Aquele mesmo brilho que rondava há alguns minutos atrás voltou, mas dessa vez ficaram mais tempo que o esperado. Respirei fundo, pois Bella também me queria.

– Vamos mudar de assunto? – merda, ela sempre tem que fazer isso.

– Bella, Bella, Bella. Você não muda nunca não é mesmo?

– Do que você está falando?

– Preciso mesmo dizer? – dessa vez ela ficou pensativa antes de me responder.

– Não. Você não precisa dizer nada, da mesma forma que eu não preciso te dizer que eu não serei sua submissa. Hoje eu só vim aqui para beber acompanhada de uma prima minha, que até sumiu daqui. Só estou a sua espera para podermos ir embora. Então...

– Será que não Isabella – falei bem perto de seu ouvido, tendo o privilégio de ver seus pelinhos da nuca se eriçarem. Eu já não estava aguentando mais, minhas bolas já estavam doendo de tão duro que eu estava por essa diaba do meu passado.

– Cer-Certeza. – ponto pra mim. Gaguejou, isso é sinal de que sua mente já não condizia com o que sua boca pronunciava.

Aproveitei a abertura dela e soprei um ventinho leve em seu pescoço, e pela minha visão periférica, vi que ela fechou os olhos. Não adiantava mais negar, por mil demônio e infernos, eu ainda era apaixonado por essa mulher. Não poderia negar mais. Maldito Gideon e sua boca maldita. Tomara que ele seja laçado com uma coleira hoje.

– Edward... Por favor não. – sussurrou ela. Essa era minha deixa.

– Seja minha essa noite Bella. – sussurrei deixando um leve encostar de meus dentes em sua orelha – Seja minha submissa. – desci por seu pescoço roçando a ponta de meu nariz nele, sentindo-a se arrepiar toda. – Tenho certeza que farei você esquecer-se de todos os Dons que já tocaram em sua pele.

– Por favor... não. – okay, sei que cada submissa aqui tinha o seu livre-arbítrio, mas não vou ceder a ela. Jamais. Vou tomar o que é meu por direito que deixei escapar de minhas mãos há alguns anos atrás.

Levantei seu queixo com meus dedos, virando para mim mais uma vez.

– Diga olhando para mim que você não que quer. Diga olhando para mim que você não me deseja. Diga para mim que não sente minha falta, que não sente falta do meu pau arrombando sua boceta aperta e quente como um inferno. Diz olhando para mim Bella.

Não a deixei responder por que não precisava, seus olhos e sua boca diziam as palavras não pronunciadas.

Sem perder mais tempo e louco de desejo por ela, minha boca cobriu a dela. – nossa, que saudades dessa boca – sua boca se abriu para a minha que prontamente começou a fazer sua preliminar labial. Queria degustar o quanto eu pudesse destes lábios divinos e quentes.

Minha língua se infiltrou dentro de sua boca chocando-se com a sua – puta que pariu – não queria nada delicado agora. Segurei sua nuca com minha mão esquerda e com a direito seu queixo.

Praticamente fazíamos sexo com nossas línguas, elas praticamente estavam trepando e isso era uma coisa maravilhosa. Bella mordia meu lábio inferior e eu a retribuía. Segurei sua boca, fazendo seus lábios se formarem quase uma boquinha de peixe e comecei a fode-la com a minha língua. Bella tentava chupar a minha, mas eu não permitia.

Suas mãos foram para os meus cabelos, os puxando com força. Isso só estava me excitando cada vez mais.

Suguei sua língua o quanto eu pude e no final suguei seus lábios mordendo-os no processo final. Ainda a segurando desse jeito, voltei a passar minha língua no contorno de seus lábios. Enquanto eu fazia isso, eu olhava para seus olhos que estavam fechados. Mais uma vez os mordi de leve a excitando-a. Como sei disso? Simples. Eu sou um Mestre dos prazeres e seu quando uma mulher esta excitada além de estar vendo seus olhos agora.

Seus olhos estavam banhados por luxuria e eu os meus não ficavam para trás. Eu a desejava como o fogo precisa de água.

Nossos olhos estavam conectados e sem mais nada comecei a dar lambidas em sua boca. Puxei seus cabelos que estavam soltos para trás e comecei a explorar seu pescoço perfumado com sua excitação que era exalada pelos poros.

A cada mordida ou beijo dado, no pescoço ou em sua boca maravilhosa, eu recebia um gemido dela em troca.

– Edward... – Bella gemeu.

– Não baby. Mestre Cullen a partir de agora. – disse-lhe trazendo de voltar para para olhar em seus olhos. – Diz Bella. Diz que serei seu Mestre. – eu estava ofegante por conta do beijo. Ela não estava diferente de mim.

– Você de fato é o advogado do diabo... Mestre Cullen.

Puta que o pariu. Caralho, sua voz era puro desejo e pervisse.

– Realmente eu sou. Acho que tenho que fazer jus a minha profissão você não acha?

– Sim Mestre Cullen. – sussurrou a diaba me levando ao meu limite.

Sem perguntar nada a ela, levantei-me a levando junto comigo para um dos quarto onde as paredes eram de vidro. A teria para todos verem a quem ela pertencia. Mesmo ela não sabendo que não tinha intenção nenhuma de deixá-la ir novamente.

Segurando sua mão, encontrei um “quarto de vidro”, assim que passamos pela porta, também de vidro, os outros casais que estavam por perto pararam para olhar. Então já que tínhamos platéia, era melhor dar o meu melhor. Mas com um diferencial. Daria o meu melhor para ela. Daria o melhor sexo de sua vida. Faria esquecer-se de todos que já passaram na sua vida. A partir de agora só existira eu para ela.

Fechei a porta atrás de mim, voltando-me para ela. Levantei seu queixo mais uma vez para que eu pudesse beijar-lhes os lábios mais uma vez. Dessa vez foi um pequeno encostar de lábios.

– Acho que não preciso ditar as regras não é Isabella? – esperando por sua resposta, ela abaixou sua cabeça e me respondeu.

– Não Mestre. – porra, a cada vez que ela diz “mestre” meu pau parece que vai sair do meu corpo e se enfiar sozinho em sua boceta.

O quarto era todo de vidro, menos os tetos, claro. Nele tinha tudo o que eu precisava. A cada quarto usado, os instrumentos de dominação e tudo mais, eram esterilizados. Sorte minha porque eu não ia atrás dos meus instrumentos nem a pau. Não agora, não dava pra deixá-la e ir.

Fiquei olhando aquela Deusa a minha frente e nem conseguia acreditar que mais uma vez, depois de anos ela seria minha novamente. Dessa vez ela não me escapa. Não mesmo.

Cheguei perto dela e dei uma volta de 360º em torno de seu corpo que tinha um aroma todo seu, parando novamente em sua frente. Dei um passo a mais, quase encostando nossos corpos, segurei em seu queixo elevando sua cabeça para olhar em seus olhos. Seus olhos estavam brilhando, sua boca estava me chamando e não esperei que me chamasse novamente.

Meus lábios tocaram levemente nos seus, saboreando a cada gota de nossas bocas. Sugava bem devagar seu lábio inferior. Minha boca se mexia vagarosamente numa leve e tortuosa tortura.

– Por favor. – Bella sussurrou tentando aprofundar o beijo, só que eu não permiti isso e me afastei dela dando dois passos para trás.

– Não. Vamos a algumas regrinhas básicas aqui Bella. Você não terá permissão de soltar nenhum ruído, e só poderá gozar quando eu permitir e caso você esteja com uma necessidade extrema em dizer alguma coisa, você deverá pedir permissão primeiro. Estamos entendidos?

Seus olhos eram luxúria pura. Meu pai, só espero aguentar até o final dessa transa dominante.

Virei as costas desabotoando minha camisa e ligando o aparelho de som pequeno que consistia no quarto. Essa caixa luxuriante era a prova de som, então quem via de fora não ouvia nada do que se falava aqui dentro. Coloquei uma musica que me fazia bem neste momento, não importa a letra, eu queria a melodia.

Sou assim, as vezes eu escolho a musica pela letra, mas muitas vezes, a melodia dela é que chama minha atenção.

– Tire seu vestido tentador. – disse virando-me para ela.

Bella virou-se de costas para mim e começou a descer o zíper de seu vestido. A diaba tava me provocando, mas eu deixaria ela fazer isso por agora, queria ver até onde isso vai dar.

Ela começou a descer sua peça de roupa bem devagar e isso estava me excitando cada vez mais. Isso não é normal. Um pau ficar tão duro quanto o meu. Tenho certeza que ele já está marcado pela porra do zíper da minha calça. Inferno de mulher.

Ao término dessa gostosa tortura, sua lingerie fora revelada e eu quase tive um AVC. Essa porra de mulher estava com um conjunto de renda preta. Caralho. Ela fica, aliás, sempre ficou perfeita nessas pequenas peças de renda preta.

Peguei o chicote que estava em cima de um móvel que nem reparei mais nas coisas que tinham aqui depois que ela começou a se despir. Só a vejo nua amarrada sendo chicoteada por mim nesta enorme cama.

Fui andando calmamente mirando seu traseiro mais que perfeito e dando-lhe uma deliciosa chicotada sem aviso.

– Ah. – seu pequeno grito foi musica para meus ouvidos.

– Delícia. – apertei sua bunda forte — Eu não consegui resistir, mas você está proibida de dizer qualquer coisa, até mesmo de gemer. Bella somente meneou sua cabeça afirmadamente.

Deslizei minhas mãos por todo seu corpo, sem pudor nenhum. Apesar deste corpo se muito bem conhecido por minhas mãos, eu sentia um frenesi todas as vezes que o tocava. Seu corpo era perfeito e eu morria de saudades dele. Sentia falta de seus peitos médios que cabiam perfeitamente em minha mão.

– Eles sempre irão caber perfeitamente em minhas mãos Bella, veja como eles ficam perfeitos. Seus seios foram feitos para minhas mãos Bella.

Olhei de lado e seus olhos estavam fechados. Ela estava apreciando meu toque.

Continuei minha inspeção. Meu corpo sentindo o reconhecimento tão desejado de cada toque meu. Não somente meu corpo, mas o de Bella também reconhecia o meu corpo. Meu toque.

Deslizei minhas mãos por sua barriga, rodeando meu indicador direito no seu umbigo a fazendo contrair-se. Continuei descendo minhas mãos por ele passando por cima de sua renda preta minúscula e levando cada uma delas para suas coxas descendo um pouco mais e voltando minhas mãos para cima com as pontas de meus dedos. Senti seus pêlos se arrepiarem e mordisquei seu pescoço fazendo-a gemer. Sem pensar duas vezes, elevei seus braços para cima e prendi os numa corrente que ficava dependurada no teto.

Dessa forma, Bella era obrigada a ficar na ponta dos pés. Seu corpo estava bem esticado e suas curvas estavam mais saborosas ainda.

– Perfeita. – sussurrei bem rente ao seu rosto. Bella abriu seus olhos e eu pude contemplar todo o prazer que ela estava sentindo. – Isso mesmo minha querida, é esse prazer que quero ver em seus olhos a noite toda.

Bella mordeu seu lábio inferior no momento em que ela iria dizer algo.

– Você tem permissão para falar Bella. – ordenei

– Obrigada Mestre Cullen. Noite toda?

– Sim minha pequena. Você não acha que eu deixaria você sair assim que acabarmos por aqui não é?

– Edward!

Errado. Dei-lhe um tapa em sua boceta e senti sua quentura.

– Cullen. Mestre Cullen meu bem.

– Sim. Mestre Cullen.

Depois de minhas mãos passearem por seu corpo, comecei meu tour com o chicote. Esfreguei o chicote em sua bocetinha que ao levantá-lo sua ponta estava brilhando com o tesão que escorria por entre suas pernas. Delícia.

Subi com ele parando em seus seios, enfiando-os por debaixo da renda, colocando-o bem no meio desses deliciosos montes. Levei a ponta do chicote até sua boca co a parte que estava melada para ela.

– Lambe. – ordenei.

Bella abriu sua boca e como seus braços estavam amarrados para cima, ela teve um pouquinho de dificuldade em por a ponta do chicote na boca e eu saboreei este momento.

Primeiro essa parenta do cão passou a língua bem devagar para depois colocá-lo dentro de sua boca e puta que pariu, isso mandou uma mensagem diretamente para meu pau duro e grosso e o pior, ele estava muito dolorido.

Retirei a porra do chicote de sua boca rapidamente. Ela é minha ré e eu o advogado, ela fará o que eu mandar e não o que ela quer. A conheço muito bem para saber que ela estava me tentando.

Deixei o chicote de lado e comecei a retirar suas peças íntimas de renda. Continuei de frente para ela olhando em seus olhos. Por mais que ela fosse minha sub neste momento, não a queria de cabeça baixa. Queria estar sempre olhando para esse mar luxuriante da cor chocolate.

Retirei seu sutiã tomara que caia que com certeza estava caindo neste momento. Joguei-o em qualquer lugar. Voltei minhas mãos para sua cintura descendo mais e mais chegando na ponta de sua calcinha rendada descendo ela bem lentamente.

Era muito prazeroso vê-la tentando se equilibrar na ponta dos pés.

Me ajoelhei em sua frente e cheirei sua delícia despudoramente. Bella nunca perderia sua essência, ela tinha um cheiro único. Cheiro que somente essa mulher me deixava mais que louco, praticamente alucinado.

Após retirar sua pequena calcinha comecei a subir minhas mãos por suas pernas languidas tendo o prazer de mais uma vez vê-la perder o foco e gemer.

– A partir de agora você pode apenas gemer, entendeu?... Pode falar.

– Sim Mestre, entendi perfeitamente. – e voltou a morder o lábio.

Minhas mãos estavam bem perto de seu mais tentador pecado. Ela estava toda lisa, sem nenhum pêlo em sua boceta. Levei minhas mãos para seu traseiro apertando-o e sem aviso, dei uma lambida na sua boceta brilhosa.

– Hum... Puta que pariu Bella. Seu gosto nunca irá mudar. Continua muito saboroso. – e voltei a masturbá-la com minha língua.

Bella começou a se mover para frente e para trás, seus gemidos só iam aumentando cada vez mais e minha língua agradecia por estar cada vez mais molhada, cada vez mais saborosa. A cada mexida dela minhas mãos apertavam sua bunda contra meu rosto, e nem lamento por isso. eu queria cada vez mais desse néctar dos Deuses.

– Porra Bella, que delícia de boceta. – disse e voltei a lambe-la.

Olhei para cima enquanto movia rapidamente minha língua em seu grelo que estava durinho de tesão e a vi morder seus lábios bem forte.

– Algum problema minha querida? – perguntei na maior cara de pau, eu sabia muito bem por que ela estava maltratando sua boca dessa forma. Ela queria gozar. E ela vai, mas não agora.

– Por favor Mestre...

Comecei a masturbá-la com meu dedo polegar. Era delicioso vê-la prender a respiração e morder os lábios para me obedecer.

– Está desconfortável assim Bella? Dependurada e prestes a gozar na minha língua? – ela não respondeu, então abri seus lábios vaginais e mordisquei seu grelo, fazendo-a gritar. Hum, isso é bom. – Responda-me.

– Si-sim, quer dizer, não, acho que não, Mestre. – seu tesão era tanto que ela não sabia mais o que dizer.

– Decida-se. Está ou não?

– Por favor Mestre, permita-me minha liberação.

Era divino vê-la suplicar-me para gozar.

– Você fica linda suplicando pelo seu gozo sabia? – voltei a masturbá-la com meu polegar – você irá gozar muito esta noite Bella.

Voltei com minha língua para suas dobras mais que quentes e encharcada de tesão. Abri aqueles lábios e toquei somente minha língua na ponta de seu clitóris movimentando-o rapidamente. Seu gozo estava na porta pronto para ser liberado quando de repente o mordi e suguei em seguida fazendo-a literalmente gritar.

Chupei aquela boceta como se estivesse chupando chupeta. Era deliciosamente prazeroso.

Levantei-me do chão beijando cada centímetro de seu corpo parando em seus seios. Dei umas lambidas e chupadas em cada um. Não era só em minhas mãos que eles cabiam perfeitamente. Em minha boca também.

Enquanto chupava um, o outro era massageado por minha mão. Bella estava mole pendurada pelas correntes.

Abandonei seus peitos suculentos e levei minhas mãos para soltá-la das correntes. Bella não se aguentava em pé, minha sorte era que eu tinha uma percepção boa e a segurei antes que atingisse o chão. Eu fui obrigado a rir disso.

Levei-a para cama colocando-a de barriga para baixo. Levei minha mão direita para o bolso de minha calça e retirei Dali minha gravata da cor vinho prendendo-a em seu pescoço. Não a apertei, lógico, senão eu acabaria enforcando-a. Deixei de um modo que não a incomodaria.

– Fique de quatro para mim. – ela atendeu prontamente – Abra bem suas pernas para mim. – feito – Agora vou por uma coisa em você que tenho certeza de que você nunca o sentiu, pelo menos não comigo.

Fui até a cômoda abrindo a segunda gaveta e retirando dali um plug anal e um vibrador. Peguei-os e voltei para a cama, me posicionado atrás dela.

Como sua boceta estava tremendamente lubrificada, passeis meus dedos nela levando sua lubrificação até seu buraquinho intocável por mim.

– Já sentiu prazer aqui amor. – sussurrei

– Sim, Mestre. – puta merda, quem foi o puto que tirou sua virgindade aqui?

– Posso saber quem foi o vadio quem fez isso?

– Perdão Mestre, mas se isso te agrada, foi uma única vez, e uma vez muito mal feita. – como?

– Quer dizer então que você não sentiu prazer aqui – disse massageando seu rabinho com meu dedo – Você sentiu dor não foi? Sim foi! Mas comigo você terá somente prazer. Confia em mim Bella?

– Sim Mestre. – respondeu sem pestanejar.

– Ótimo.

Depois de muito lubrificar este local com seu próprio gozo, peguei o plug e comecei a introduzir em seu pequeno buraco. Bella se contraía a cada centímetro que o plug era enfiado em sua bunda.

– Clama amor, você vai gostar, apenas relaxe que tudo vai ser do jeito que lhe disse.

Puxei minha gravata para trás, trazendo-a até suas costas encostarem em mim e levei uma mão para sua frente, mais precisamente, para sua boceta que assim que encostei meu dedo, Bella deu um impulso para trás fazendo o plug entrar todo nela, deixando somente seu cabo para fora.

A cada movimento que meus dedos davam em seu grelinho, Bella rebolava gostoso nas minhas mãos. Comecei a rodar o plug em sua bunda.

– Quer gozar mais uma vez quer? – perguntei dando uma leve mordida em sua orelha.

Bella não respondia, somente gemia sob minhas mãos.

– Goza gostosa, goza pra mim vai. – aumentei o movimento de meus dedos enquanto ela se mexia e gritava de prazer enquanto gozava mais uma vez.

Aos poucos sua respiração voltava ao normal e sem tirar o plug, mandei que deitasse de barriga para cima.

Levantei-me da cama e retirei minha calça, foi uma porra de um alívio ficar livre dela, e realmente constatei uma marca na cabeça do meu pau. Deitei-me ao seu lado.

– Quero chupar sua boceta mais uma vez, só que agora enquanto eu te chupo, você vai foder sua boca com meu pau que está muito dolorido.

Posicionada em cima de mim, era muita cosa vê-la tão entregue a mim assim, mesmo sendo minha submissa. Era excitante demais isso.

– Porra! Que caralho de boca gostosa inferno! – exclamei assim que sua boca tocou a cabeça do meu pau. Merda, se eu não me controlar vou gozar logo, e na sua boca. Então cai de boca em seu clitóris enquanto eu movia cuidadosamente o plug anal.

Eu estava indo do inferno ao céu com essa sessenta e nove, Bella fazia um boquete como poucas. Peguei o vibrador que estava perto de mim e introduzi em sua boceta. Dessa vez Bella gozou que nem ela mesma percebeu.

– Puta que pariu! – disse ela e como castigo recebeu uma bofetada na bunda, deixando-a bem vermelha. Caralho, ela estava linda assim. Dei mais uma bofetada, depois outra e mais uma, enquanto Bella só gemia e gritava de prazer. Ela tinha até abandonado meu pau.

– Pare de gemer e chupe a porra do meu pau. – apesar de que estava luxuriosamente excitante, não podia deixar que fizesse o que quisesse. Não aqui. Não agora.

Dei mais algumas palmadas na sua bunda enquanto ela me chupava. Comecei a levantar meu quadril para foder sua boca melhor. Nossa, era muito gostoso.

Voltei minha atenção para o vibrador e o plug movendo-os e dando lambidas em seu clitóris. Eu estava quase gozando, mas não queria isso agora, então, retirei de cima de mim e ao mesmo tempo em que ela deitava de costas no colchão, retirei o vibrador jogando-o para longe e ocupando meu lugar de direito. Meu pau em sua boceta.

Seu interior estava fodidamente quente pra porra. Puta que pariu essa mulher era um vulcão por dentro, e eu fazia questão de me queimar fodendo-a.

Levantei suas pernas enquanto me enterrava cada vez mais fundo dentro desde mar de larva. Abaixei uma de suas pernas e inclinei-me para frente sugando um de seus seios maravilhosos que se balançavam com a nossa dança de corpos se chocando cada vez mais forte. Droga, ela estava me apertando com sua boceta, isso era um sinal de que ela estava prestes a gozar mais uma vez. Retirei-me de dentro dela a fazendo morder os lábios.

– Calma, você vai gozar mais uma vez, mas não será assim, quero você montada em mim e de costas. Quero ver meu pau entrando e saindo de sua boceta enquanto eu mexo no seu plug anal.

Após dizer isso, Bella não sabia se gemia, se mordia os lábios ou se tentava dizer alguma coisa.

Deitei-me e ela veio se encaixar em mim.

– Espere! – pedi me lembrando de uma coisa que queria usar com ela. Levantei-me rapidamente da cama pegando as bolinhas de prata voltando rapidamente para a cama.

– De joelhos.

Bella ficou ajoelhada a minha frente com aquela bunda empinada para mim. Sua bunda estava com uma visão impecável.

Sem esquentar as bolas de prata, introduzi nela, fazendo se curvar para trás com o choque térmico que dava as bolas geladas com sua boceta fervente.

– Agora sim você pode montar em mim.

Bella foi se encaixando em mim, descendo em meu pau lentamente. A sensação da sua boceta com as bolas era muito bom. Era delirante demais. Trouxe suas pernas para trás, fazendo com que ela se apoiasse com as palmas das mãos na cama.

Puta que pariu, estava muito mais que gostoso.

– Rebola vai. Rebola no seu pau gostosa, rebola pro seu mestre. – sem mais Bella rebolava alucinadamente enquanto eu movia o plug anal. Eu estava a beira do abismo. Sua boceta começou a me apertar cada vez mais forte, e isso fazia com que as bolas de prata também.

Eu não iria suportar mais, comecei a erguer meu quadril batendo em sua boceta quente como o inferno, puxei um pouco o plug para fora e voltei para seu rabo. Isso foi demais pra mim, sua boceta estava me esmagando.

– Isso gostosa, goza no pau do teu mestre, goza, me da seu leitinho que te dou o meu.

Minha voz quase não saiu de tão rouco que estava. Porra que delícia.

Comecei a gozar dentro dela sem medo nenhum.

Quando Bella gozou, seu corpo se enxergou para trás e eu a trouxe para meu peito, com nossas respirações normalizadas, ajeitei-a na cama e retirei o plug anal com cuidado para não machucá-la.

Deitei-me ao seu lado mais uma vez, trazendo-a para meus braços me lembrando da época em que éramos namorados. O pior foi lembrar o motivo que nos separou.

– Bella?

– Sim?

Levantei seu queixo para olhar em seus olhos. Eles me mostravam o mesmo que eu estava pensando.

– Não quero você longe de mim Bella. Não mais.

– Nem eu Edward.

Beijei-lhe os lábios carinhosamente enquanto a trazia cada vez mais para mim. Foi impossível não dizer.

– Eu sempre te amei Isabella. Sempre e não importa o que aconteça, você sempre será o meu amor, a minha vida, mesmo que isso nos separe mais uma vez, porque o que aconteceu naquela época acaba de acontecer.

– Naquela época eu tinha muito medo de uma gravidez indesejada, mas hoje, caso aconteça seria muito bem-vinda... Eu também sempre te amei Edward e sofri muito pelo nosso rompimento.

Eu estava surpreso? Sim, eu estava, porque na única vez em que transamos sem camisinha, ela ficou paranóica pensando que poderia estar grávida a que acabou nos distanciando e nos separando. Então eu estava sim, muito surpreso com sua resposta.

– Então você quer dizer que... Que o que aconteceu aqui, agora... Se você... Não se importaria?

– Não, desde que seja seu. – disse ela sorrindo, sorriso esse que me deixava louco – Mais não se iluda ainda Edward Cullen, eu uso um Dil então...

Não me importo, tudo o que ela disse simplesmente foi que queria ficar comigo e nada mais. Oh Deus, como eu amo essa mulher.

Beijei-lhes os lábios mais uma vez e rolei para cima de seu corpo.



Notas finais
N/A: Paula Margon;

e aí, tem gente viva no recinto? se tem acho melhor TODAS, quando eu digo TODAS é TODAS MESMO, principalmente as fantasmas que eu vou te contar em PQP, acho que esse capítulo nosso Mestre Cullen merece mais do que pontinhos e duas ou três palavras nos reviews não é mesmo?
Mestre Cullen também deseja Recomendações, TODAS QUE COMENTARAM PEDIRAM MUITO ELE, E AI ESTÁ, AGORA, FAÇAM SEUS DEDOS MÁGICOS, NOS ALEGRAR.

Bj bj e aprontem bastante pq nosso próximo Mestre será.... GIDEON CROSS o dono do nosso Club mais pervertido que tudo neste mundo.