Clown of crime
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Olá, esse é o primeiro capitulo...
Espero que gostem.
Espero que gostem.
Sai da sala com sangue nas minhas botas e com o cabelo desgrenhado, "ótimo, devo estar parecendo uma miss universo e ainda vou ter que limpar minha bota favorita." pensei em quanto passava por varias pessoas que me olhava como se eu fosse louca, mal sabiam que eu realmente era.
Entrei dentro do carro e coloquei o pé no acelerador, comecei a sentir a adrenalina passar pelo meu corpo e o vento bater contra meu cabelo, via pessoas olhando o carro e falando pra eu ir mais devagar por que poderia matar alguém, mal sabiam elas que era exatamente o que eu queria.Passei por vários lugares, parecia que eu conhecia o Rio de Janeiro como ninguém, mas só parecia mesmo. Entrei em uma rua e quando me dei conta não estava mais nas ruas "normais" do Rio, estava em uma rua quase deserta, a rua era suja e as casas já não eram mais tão bonitas.Continuei com o carro e me percebi que era uma rua sem saída, só tinha um escadão no final. Me preparei para sair do carro, peguei duas armas e as coloquei na minha cintura, coloquei o soco inglês na minha mão e vi se minhas facas continuavam nas botas, peguei meu taco já usado a alguns minutos atrás e sai, caminhei até o escadão e subi até o meio da escada quando senti algo se mexer atrás de mim. Dei um sorriso de lado, meu jogo iria reiniciar e eu venceria mais uma vez. Peguei as armas na minha cintura e virei bruscamente apontando a arma para dois dos três caras que estavam atrás de mim com suas próprias armas.— Larga suas armas, lindinha. E não vai se machucar.— Acho que seria apropriado vocês abaixarem as armas, por que antes de me machucarem eu consigo acabar com vocês três. Como eu iria fazer isso? Eu também não sei, só sei que não tenho medo e quero acabar com os três. Mas antes que eu pudesse atirar naqueles imbecis algo me segurou e me levantou, não fiz guerra e nem me debati, simplesmente deixei aquele ser humano (se é que eu posso chamar aquele infeliz disso) me levar e antes dele conseguir pisar o ultimo degrau eu me debati e peguei quatro faquinhas da minha bota e enfiei na parte do seu peito, ele urrou de dor e eu sai de seus braços aproveitando que ele estava distraído com suas dores e peguei sua arma e atirei e dois dos três homens que estavam logo atrás, foi algo tão rápido que nem tiveram a chance de defender o brutamonte que estava me segurando e nem eles mesmos, o terceiro me olhou já com sua arma em mãos, mas percebeu que era melhor permanecer quietinho. — Tudo bem seu babaca, que tal fazer algo de útil e me levar até seu chefe? E nem ouse tentar algo contra mim, sou capaz de tirar os seus órgãos com você vivo e dar pra um cachorro comer, quer pagar pra ver? Ele balançou a cabeça de forma negativa e passou por mim com medo, passou por vielas e ruas escuras até que chegou em um enorme casarão.Passei pela entrada da grande casa e fui direcionada para um escritório, chegando nele avistei em uma cadeira enorme um cara moreno, cabelos negros e lisos, com músculos e uma cara de maníaco.— Quem é ela, Willian?- O cara sentado no trono falou. — Chefe, essa maluca aqui estava subindo o morro e bem o Jorge pegou ela, mas ela matou ele e mais dois dos caras. Ela me obrigou a trazer ela até aqui para ver o Sr. — Tá, caí fora então.Willian saiu e me deixou sozinha com aquele cara.— Então você matou um dos meus caras? — Pois é, você não os treina muito bem. Eles deveriam saber que primeiro se revista a pessoa, depois amarra as mãos ou pelo menos manda deixar as mãos aonde se pode ver e depois você ainda tem que ter duas armas para o caso da pessoa fazer gracinha.Falo enquanto ando pela sala enorme e vejo armas e mais armas.— É, realmente isso é verdade. Mas por mais que seja verdade eu ainda tenho que te matar, então poderia me falar algum motivo para não te matar?— Claro que posso, bom se você ainda não me matou é por que me deseja, o que está bem óbvio já que você não para de mexer os quadris e não para de olhar pra minha bunda. O segundo motivo é que eu sou esperta e se eu quiser eu posso me livrar de você em dois segundos e ainda fingir que não foi culpa minha.Falo e o olho com cara de inocente. Ele sorri e abaixa a cabeça.— Então pode me dizer seu nome? Na hora minha mente vaga para o passado, mas me recuso a lembrar disso. Passeio por uma época não muito distante, me lembro do meu nome, mas de alguma forma ainda não o consigo pronunciar, sinto que se o fizer algo vai me fazer voltar para a época mais horrível da minha vida. A palavra estar na ponta da língua, mas não sai. Lembro de uma personagem, é, é isso, a personagem que eu sempre sonhei em ser.— Harley, meu nome é Harley Quinn e o seu? — Demon. {...}Pouco tempo depois, eu me tornei grande amiga de Demon e depois me tornei sua namora. O triste era que eu não sentia nada por aquele crápula, ele era só um meio para chegar aonde eu realmente quero, pra quer ser namorada do chefe sendo que você pode ser a chefe, certo?— Bom dia minha princesa.- Demon acorda e me dá um beijo, me puxa para ele e coloca sua cabeça no meu ombro. É mais um dias de fingimento, um dos últimos.
— Bom dia amor.- falo me espreguiçando e saindo da cama.— Hoje vamos jantar fora, vamos para onde você quiser ir. Para onde quer ir?— Não sei, me surpreenda.- falo enquanto tiro o sutiã e entro no banho.— É meio complicado te surpreender lindinha.- ele fala enquanto encosta no batente da porta.A noite foi até que agradável, fiz de tudo para ser legal já que era o ultimo dia de vida do meu amorzinho. {...}Era de manhã já e eu estava com um ótimo bom humor, do meu lado da cama estava Demon roncando que nem um porco, sai da cama e fui para a cozinha quando alguém bateu na porta, sorri por que sabia quem era.— Olá meu amor.- era o Jonas, ele me beijou com paixão e foi até a cozinha.Nos últimos meses eu tive que me aproximar dele, fiz de tudo, prometi tudo o que poderia e quase tive que prometer lhe dar a lua. Ele é um babaca, mas vai fazer o que eu preciso.— Está tudo certo? — Sim, está tudo certo.- peguei a arma dele e olhei se realmente estava tudo certo, nada poderia dar errado. E tudo estava nos conformes, uma única bala para uma única cabeça.Ele saiu em direção ao quarto, eu fiquei na cozinha tomando meu suco de laranja natural. Ouvi um tiro e sorri sabendo que meus problemas acabaram, peguei minha arma que estava na gaveta e senti Jonas chegar na cozinha comemorando.— Pronto amor, como combinamos. Bem na cabeça.— Que ótimo amor, e você? Também quer na cabeça?— Harley, amor, que que é isso? Esta brincando comigo? Não temos tempo para brincadeiras, temos que sair daqui rápido.— Nananina não, não vamos a lugar nenhum. Mas tenho que agradecer, obrigada por ser livrar do meu problema, mas agora tenho que me livrar de você.— Sua vagabu...E só pude ouvir o estouro, corri para o quarto para chorar falso é claro, daqui a poucos minutos alguém vai aparecer. Depois de dez minutos eu pude ouvir Matheus, Felipe e o Léo passarem pela porta já gritando.— O que está acontecendo aqui? Eles chegaram no quarto e olharam para o chefe e depois para mim com uma arma na mão e sangue nas roupas, cabelo desgrenhado e chorando muito.— E-eu tive que matar ele, ele matou o meu home.- falo soluçando.- Eu t-tentei i-impedir, mas ele atirou nele antes, eu só pude me defender...— Você matou o Jonas?— S-iim...- Falo chorando mais alto.— Calma, a gente vai dar um jeito.Nós quatro ficamos ali decidindo o que faríamos. Eles queriam jogar o corpo de Jonas nos poucos lugares vazios do morro para tacar fogo, mas aquilo chamaria muita atenção, então decidiram jogá-lo na porta da casa que ele morava com os pais. Eu não estava com um pingo de remorso, essa era a melhor parte. Providenciamos um velório para Demon e praticamente todos foram, logo a notícia chegou aos jornais, um dos caras mais temidos do Rio de Janeiro estava morto, aquilo era um alívio para os policiais e a minha deixa para me tornar a mandante de tudo. Matheus queria ser o novo chefe, mas todos os outros homens concordaram que Demon iria querer que eu ficassem em seu lugar, porque desde o dia que me vira me acolheu. Cheguei em casa naquele dia, depois de ser oficialmente a rainha do lugar, e estourei a minha champagne preferida mesmo estando sozinha. Eu podia conseguir qualquer coisa que quisesse. Fui até o banheiro e abri uma das gavetas do armário branco em baixo da pia, minhas duas caixinhas estavam lá, eu prometi para mim mesma que conseguiria comandar toda essa porcaria, agora sim eu seria a pessoa que eu sempre quis ser. Começo a descolorir o cabelo até ele ficar quase branco, depois pego uma mecha do cabelo e pinto de rosa e na outra pinto de roxo. Agora sim, posso ser chamada de Arlequina.
Notas finais
Se gostarem coloquem para acompanhar as próximas atualizações e comente muito.
#iamArlequina
#iamArlequina
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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