Meu pesadelo começou assim.

Uma tempestade castigava um dos portos da Inglaterra, estava escuro, então não conseguia dizer onde ele se localizava. Os ventos fortes eram tão fortes que parecia que até eu mesma sentia. Os pingos de chuva eram grossos, não me surpreendia o fato de que o lugar estava praticamente alagado. Basicamente, a sensação era de que o céu estava caindo.

O mais estranho era que não havia nenhum guarda por ali, mesmo com uma tempestade desse porte, sempre havia alguém.

Não. Espera. Havia sim alguém ali.

Duas sombras corriam sobre as grandes poças. De longe, pareciam apenas silhuetas pretas, mas eu tinha consciência de que uma era maior que a outra, aliás, parecia que uma era uma criança. A visão se focalizou nas duas silhuetas e pude finalmente ver seus traços.

A silhueta mais alta era de uma garota não tão mais velha que eu, daria 17 ou 18 anos, no máximo. O capuz da capa vermelha estava caído, mas ela não parecia se importar com a chuva dificultando sua visão. A saia do vestido estava molhada e suja de lama, imagino por onde as duas passaram até chegar aqui, mas ela também não parecia se importar. Ela olhava toda hora para trás e, quando ela se virou para frente, eu consegui ver seu rosto.

Ela era bonita, isso é fato, mas o que mais me chamou atenção foram os brilhantes olhos cinza. O cabelo negro molhado grudava em sua pele alva e quando ela respirava pela boca avermelhada saía àquela fumacinha, o contraste do ar quente de seus pulmões com o ar frio de fora.

Quanto à pequena silhueta, era de uma criança que parecia um querubim. As bochechas grandes estavam vermelhas de frio; os cabelos loiros eram cacheados e alguns fios saíam do capuz da capa que parecia grande demais para ela. Embaixo da capa, parecia que usava um pijama de flanela e sua expressão de confusão e sono indicavam que tiraram a pequena da cama em um horário não muito propicio. Os pequenos pés não eram o suficiente para acompanhar os paços largos da outra garota. Não devia ter quatro anos direito. Seus olhos olhavam confusos para os lados, sem entender o que estava acontecendo.

Ela também tinha olhos cinza.

– Mamãe o que está acontecendo?

A morena olhou para baixo, seu sorriso terno não se refletia nos olhos, esses que estavam alarmados a qualquer coisa.

– Vai ficar tudo bem querida.

– Mas, mamãe... – sua voz inocente já ficava descompensada – Não foi o que eu perguntei.

A morena não respondeu.

Ela olhou para trás novamente, sempre olhando para trás, e pegou a garotinha nos braços assim que chegaram à muralha de pedra. Um barulho de passos e gritos de comando ecoou dos portões e a mulher subiu desajeitamento no muro, com a filha ainda nos braços. Ela olhava para baixo, para o mar totalmente revolto, e olhava para a pequena. Parecia que ela estava tomando uma decisão.

Não sabia se ela estava chorando ou se era a chuva em seu rosto, nem sabia se ela estava tremendo por causa do frio. Mas quando ela engasgou para falar alguma coisa, se tornou óbvio. Ela sorriu para a filha e acariciou o delicado rosto da pequena, a colocou sentada no muro e se levantou, olhando diretamente para ela.

E caiu, por conta própria.

Minha visão começou a ficar turva, como se eu tivesse me distanciando dali, as únicas coisas que pude distinguir foram os gritos da garotinha e um dos guardas tendo dificuldades em segurá-la, pois ela se esperneava para se soltar e reencontrar a mãe. Eu conseguia ouvir as palavras de alguns guardas também “ela está morta” e “levem-na para o rei”.

Mas a única frase que ficou na minha cabeça foi a da morena, antes de cair. Foi quase inaudível, mas eu ouvi o que ela murmurou.

“Desculpe, minha pequena Annabeth”.

***

Acordei em um salto, arfando em busca de ar e sentindo algumas lágrimas percorrerem meu rosto.

O pesadelo parecia tão real que dava a estranha impressão que aquilo era uma lembrança antiga, resguardada aos poucos, uma lembrança que me fez sofrer tanto que eu reneguei tanto dentro de mim que acabou se tornando apenas um pesadelo.

Eu não sonhava com a minha mãe fazia... O quê?... Dez, oito anos. Mas ainda podia me lembrar de acordar gritando e chorando, ocasionalmente despertando a todos em um raio de 50 metros. Lembro-me de meu pai entrar correndo porta dentro, mandar Alicia fazer um chocolate quente e ficar abraçado a mim até eu adormecer profundamente. Nem mesmo a asiática que ele fez de esposa o fazia sair de lá. Nada contra asiáticos, vocês são legais.

Ali, no escuro, eu estava sentindo tanto frio que parecia que eu abrira uma porta naquele pesadelo e voltei para o mundo dos vivos. Tanto que fiquei aliviada em saber que não estava morta, que havia alguém quente o suficiente para fazer com que eu volte à vida real.

Suspirei e me inclinei para trás, apoiando minha cabeça na curva de seu pescoço e tomando coragem o suficiente para chorar na sua frente. A cada lágrima que caía eu me encolhia cada vez mais em seus braços, que me reconfortavam de forma que chorar não era exatamente a única saída.

– Ei. – a voz de Percy parecia se sobressaltar entre meus soluços – Está tudo bem. Só foi um sonho ruim. Eu estou aqui. Nada de mal vai te acontecer. – olhei para cima e pude ver o reflexo de seu sorriso, senti sua mão ir da minha perna até meu rosto, acariciando-o com o polegar enquanto secava as lágrimas de meu rosto. – Só foi um sonho ruim.

– Não foi só isso, foi como uma lembrança e... – minha voz embargada foi interrompida por um breve beijo.

– Não importa, acabou certo? – eu assenti, parecia que as palavras saíram da minha boca e foram dar uma voltinha em sabe-se lá onde. Ele sorriu. – Então, está tudo bem, só foi um sonho ruim. Pelo que sei, sonhos ruins não podem te machucar.

– Só um sonho ruim. – repeti quase como se tivesse em transe. – Você está me hipnotizando ou o quê? – gostaria de sentir raiva, porém eu estava sorrindo e quando ele riu também dei uma tapa nele, o que só contribuiu para ele rir mais. – Eu odeio você seu, seu... Seu idiota.

– Nossa – ele disse zombeteiro – Você gaguejou, demorou um tempo para pensar e a melhor ofensa que vem em sua cabeça é “idiota”? Sinceramente, Annabeth, você tem que aprender algumas coisas novas.

– Ah, é? Que tipo de... – mas antes de continuar, eu vi um sorriso de malicia brilhar na escuridão, o que me fez revirar os olhos e bater nele novamente. – Porque eu ainda pergunto?

– Não que você precise saber mais coisa. – ele mordeu o lábio e sorriu para mim – Até porque, você teve um ótimo professor.

Revirei os olhos e baguncei ainda mais o seu cabelo, ele parecia indignado, mas ainda sorria.

E foi ali, com eu ainda em seus braços, com ele me beijando aqui e ali, que percebi uma coisa. Parecia que eu estava sem vida, com frio, assustada, até perceber que Percy estava ali. Somente o brilho de seu sorriso me fazia sorrir também e toda vez que ele me tocava a sensação era que eu não podia existir sem ele. Minha vida estava um labirinto de perguntas embaralhadas, um verdadeiro caos, e a única coisa ao qual eu me importava era que ele ainda estava aqui.

Isso era quase doentio, mas eu estava cansada de me sentir indecisa. E não estava nem um pouco com vontade de ficar igual àquelas garotas que ficam pensando se o ser está pensando nelas naquele momento.

Eu estava mais apaixonada por ele do que eu gostaria de admitir, mas, de certa forma, eu queria expressar de alguma forma. Não sou tímida para dizer o que sinto, mas sempre fui bastante reservada nesse quesito.

Nunca os deixe saber, era o que minha mente sempre dizia.

É agora ou nunca, certo? Quem tem que tomar a atitude é eu e...

– Eu amo você. – falei sem nem ao menos pensar.

Cedo de mais.

Ele ficou estático. Piscou os olhos várias vezes e tentou dizer alguma coisa em certas ocasiões, mas nenhum som saia. Ele parecia surpreso, um pouco assustado talvez, e totalmente perdido. Fazia algumas caretas e bufava quando não conseguia formular uma frase inteira.

– Vo-você... Você disse o quê? – perguntou, engolindo em seco.

– Que eu te amo... – repeti, Percy me olhou atentamente. – O que há de surpresa nisso?

Ele se endireitou, se afastou de mim e me olhou com curiosidade e espanto. Posso me considerar boa em ler expressões, Percy estava curiosamente perdido. Do jeito que ele era, teria ouvido isso mais de uma vez. Mas, acho eu, que falei tão verdadeiramente que deixei o pobre coitado doido. Eu apenas disse um fato que eu julgava óbvio, mas o Percy era lerdo, então não devia exigir muito dele.

Eu não falei que era cedo de mais?

– É que... –ele engasgou com a própria saliva. – Eu estou tentando dizer isso há um tempo. Mas eu nunca conseguia. — ele tossiu como se estivesse se preparando para falar algo longo. -Porque eu não sei se o que eu sinto por você é amor. Sinto que é algo bem maior que isso e bem mais legal. O que eu sinto é que “eu te amo” nunca vai ser o suficiente. Eu só sei que estou perdido e a única que pode colocar minha cabeça no lugar é você. Apaixonei-me por você da mesma forma que alguém cai no sono, sem nem ao menos perceber, lenda e gradativamente. Sinto que você tinha que ser minha no momento em que ouvi seu nome. E não sei como expressar isso, mas... – ele sorriu constrangido – Acho que eu te amo é um bom começo.

Eu assenti.

EU ASSENTI!

Depois disso tudo e a única coisa que você faz é assentir? ANNABETH CHASE CRIA VERGONHA NESSA CARA, MULHER!

Consciência, você é responsável pela minha vergonha, amorzinho, e vamos combinar que nos últimos dias você não tem feito seu trabalho direito.

Detalhes... Vai responder o garoto ou vai deixa-lo com cara de cachorro sem dono? Ou vai tomar uma atitude e virar dona definitiva desse pedaço de mau caminho?

E você quer mesmo me falar sobre tomar vergonha na cara?

Ele tá olhando estranho para você, é melhor voltar para o mundo real. Onde você se deita com ele na luz do luar e fica pensando inconscientemente em cada parte do seu corpo onde ele a beijou...

Consciência.

Ah, e ainda tem calafrios só de lembrar-se de ele falando com a sua voz rouca no seu ouvido... Ui, socorro.

Definitivamente, necessito de um exorcismo.

– Annabeth. – a voz de Percy me fez voltar à realidade. – Posso me arrepender da pergunta, mas porque raios você está fazendo careta?

– Por que... – estava batendo um papo com a minha consciência, mas tudo bem, não se preocupe não precisa me mandar ao manicômio. Pessoas que dizem que não precisam de um manicômio são porque elas precisam ir ao manicômio, então podemos descartar a ideia. Espera, eu acabei de pensar que era só por isso que eu preciso de um médico? – Por que eu estou tão louca de amores por você que eu estou conversando comigo mesma, pensando em uma forma de dizer o que eu sinto por você sem que você me ache louca, mas isso não deu certo. Simplesmente porque você está em meus pensamentos inapropriados, você está bagunçando minha mente e eu acho que eu não consigo viver sem você. E eu também sei que isso não é o suficiente, mas eu não encontrei algo para me expressar. E, sim, eu te amo é um bom começo e, sim, eu te amo mais do que eu deveria admitir e por alguma razão eu me sinto aliviada em dizer isso porque eu sou louca por você. Eu também senti que eu era sua no momento em que você disse que estava se apaixonado por mim, não precisa se sentir um bobo. – só quando respirei fundo foi que percebi que estava prendendo a respiração. – Eu te amo, e sei disso desde o momento em que te conheci. – sorri, ainda tinha mais coisa para falar, mas iria simplificar – Eu te odeio por me fazer amar você, realmente te odeio, odeio tanto que eu acho que isso só pode ser amor verdadeiro. – suspirei, ele sussurrou alguma coisa como “garota bipolar”, mas eu não liguei. Até porque, se ligasse, ele iria apanhar. – Pronto falei.

Dava para ver o brilho em seus olhos, o sorriso tímido de lado e a expressão estava tão radiante que parecia ter brilho próprio. Senti-me ainda mais aliviada por estar escuro, e que eu não tinha o poder supernatural que ele tinha, porque provavelmente estava vermelha.

– Eu... – falou ainda um pouco abobado — Não sei o que dizer...

Inclinei-me para ele, acariciando seu rosto e o fazendo olhar para mim. O beijei sem nem pensar, como alguém respirando: inconsciente e sabendo que era essencial para a própria vida. Meus dedos brincavam com seus cabelos enquanto o puxava para perto de mim, senti suas mãos puxando minhas pernas e minha cintura para si e me sentei em seu colo, aprofundando ainda mais o beijo. O frio que senti antes parecia apenas uma parte do pesadelo.

Suas mãos foram das minhas pernas nuas para os botões da fina blusa branca, ao qual eu estava desesperada para tirar, mas ele não fez nada ao qual eu pensei. Na verdade, ele desabotoou alguns botões, mas depois pareceu sem paciência para fazer isso com todos e simplesmente rasgou a blusa. Bem, a blusa é dele mesmo, ele pode fazer o que ele quiser com ela.

Bem, tecnicamente, você é dele também...

Consciência.

Eu mesma.

Calada.

‘Cê que manda.

Percy enrolou o indicador em uma das extremidades do pano que eu tive decência de colocar nos meus seios, e me rodou. Eu girei sorrindo como uma retardada, até me chocar novamente contra ele, sentindo seus braços me envolverem impedindo que eu caísse como uma tonta. Voltou a me beijar com a mesma veracidade, indo da boca para o maxilar e deste para o pescoço. Puxou minhas pernas para si, me fazendo quicar no colchão.

Quando seus beijos desceram pelo meu pescoço, aproveitei para descer sua calça com os pés e pegar a força escondida em algum lugar em mim e trocar de posição.

– Achei desnecessário. – ele bufou.

– O que posso fazer? – dei de ombros – Você mesmo disse que tive um ótimo professor. – ele fez um careta, como se não tivesse entendido. Balancei a cabeça e revirei os olhos – É você, Cabeça de Algas.

– Ah, sim.

Melhor fingir que isso nunca aconteceu.

Sempre que ele tentava ficar por cima novamente, eu o impedia, mas ainda tinha a sensação que ele estava deixando. Nem mesmo quando desci meus beijos pelo seu tronco, deixando um rastro de mordidas e arranhões, ele tentou.

Retirei definitivamente sua calça e quase babei olhando para ele. Não me julguem. Ele era um pecado em pessoa sim, o que eu podia fazer?

Mordi o lábio e sorri, me inclinando para mais perto dele enquanto imitava alguém andando com meus dedos pela extensão de sua coxa. Fiz isso até chegar a sua virilha, sorrindo maliciosamente enquanto continuava o trajeto pelo seu membro. Inclinei-me quando eles chegaram à cabeça, sugando a mesma. Lambi toda a sua extensão até a base e voltei pelo mesmo trajeto, engolindo o que podia e o masturbando devagar, tentando fazer o mesmo que consegui fazer no telhado.

Nunca pensei que diria isso.

– Começou a tortura... – ele gemeu me fazendo rir e continuar no mesmo ritmo.

Depois de um tempo, aumentei o ritmo, retirando-o de minha boca e apertando mais sua base e tendo a visão perfeita de Percy se contorcendo de prazer, suspirando e gemendo. Quando ele finalmente gozou, sorri de lado e inclinei-me para recoloca-lo em minha boca novamente, engolindo o que conseguia.

Gostoso em todas as maneiras, céus, que homem perfeito.

– Já me torturou o bastante? – neguei com a cabeça, sorrindo brincalhona – Imaginei.

Antes que pudesse fazer qualquer coisa, ele me pegou pela cintura e me beijou com uma urgência inexplicável, tipo querido, temos tempo.

Percy passou seus beijos direto para os meus seios, não que eu esteja reclamando, sugando, mordendo, acariciando, acho que até se ele estivesse só olhando eu suspiraria. Assim que terminou com ambos, ele deixou um rastro de chupões por toda a minha barriga até sentir sua respiração em minha intimidade; enquanto eu me inclinava para trás, de modo que minha cabeça ficou a centímetros do chão, mas eu não me importei muito.

Como sempre, quando eu o “torturava” ele tinha o prazer de fazer o mesmo. Passando direto do meu sexo, mordendo o interior das minhas coxas, massageando minhas pernas e, sempre que podia, apertando minha bunda.

Eu não vou implorar, eu não vou implorar, eu não vou implorar...

– Percy... Por favor... – ouço-me gemer.

Que coisa digna.

Senti-o sorrir contra a minha pele. Mas ele fez o que pedi? Claro que não.

Ele beijava e mordia minha virilha, batia em minha coxa e logo depois apertava, fazia de tudo, menos parava com a tortura. Inclinei meu corpo para trás, sentindo a ponta de meu nariz encostar-se à madeira, quando ele finalmente fez algo para me agradar e... Passou a língua por toda minha entrada.

Vingança, teu nome é Percy Jackson.

Ele fez isso umas cinco vezes, me fazendo arfar toda vez, até que senti penetrar um dedo. Dois. Três. Depois que ele chegou ao quarto, quando eu achava que àquele maluco ia por a mão inteira, ele começou a fazer o que ele faz de melhor: fazer-me gemer.

Percy continuava batendo e apertando minhas coxas e minha bunda, aumentando cada vez mais a velocidade, até que senti sua língua me preencher e meus membros relaxarem por ora.

Ele soltou minhas pernas, o que não foi exatamente a ideia mais esperta do mundo.

Com praticamente todo meu corpo para fora da cama e inclinado de prazer, eu quase dei uma cambalhota para trás. Lindo. Mas o bom é que consegui me inclinar para frente o suficiente somente para cair de costas no chão, não é exatamente melhor, mas pelo menos não morri.

– Você está bem? – Percy parecia preocupado, mas pela sua voz indicava que ele estava segurando uma risada. Sinceramente, eu também acharia cômico se não fosse trágico.

– Estou viva. – murmurei, sentindo uma pontada de dor nas costas. – Bem, bem, não estou não. Mas o suficiente para você me fazer gozar.

– Ah, isso é bom – ele se inclinou para frente, colocando seu peso nas mãos, andando para mim como uma pantera. Sério, parecia que ele queria me engolir. O sentimento é recíproco se querem saber. – Garota eficiente, gosto assim.

Eu ia me inclinar para beijá-lo, mas a pontada nas costas não deixou fazer isso, então apenas bufei e o puxei para mim. Senti suas mãos em minhas coxas e abri as pernas quase por instinto, sentindo-o deslizar para dentro de mim. Entocadas fracas no começo, mesmo eu achando que minhas costas permitiriam isso, para depois ser frequentes e rápidas.

A pontada perto do ombro continuava, mas eu não me importava, apenas me importava de continuar beijando-o até o ar não permitir e eu só conseguir gemer e arfar, de que apenas estar em contado com a pelo dele me proporcionava um prazer sem igual.

Gemi alto até demais quando cheguei ao ápice e depois de algumas entocadas fortes de mais até para mim, Percy desabou ao meu lado.

Enquanto minha respiração começava a se controlar, sentia a dor no alto das costas se intensificar, fiz algumas caretas de dor bem constrangedoras, mas a dor não passava. E o prêmio para maior idiota vai para...

Braços me envolveram, e senti ser puxada para cima, uma superfície macia me envolver comigo de bruços e senti o frio novamente, mas isso só durou até sentir os cobertores me cobrirem até a cintura.

– É aqui? – ouvi Percy perguntar, enquanto sentia seus dedos pressionarem gentilmente aonde doía, mas mesmo assim senti uma pontada e o meu pequeno grito serviu de resposta.

Percy fez um círculo em volta do possível hematoma com o polegar, massageando levemente e deixando-me em um estado de relaxamento bom de mais. Sua mão ia até a base das costas e fazia uma leve força até o ombro doído, não sei como isso funcionava, mas que isso realmente diminuiu a dor, ah diminuiu. Além disso, minha adrenalina diminuiu consideravelmente e senti meus olhos pesarem.

Esse garoto tem mãos milagrosas, repassem.

Minha última lembrança antes de dormir foi de um beijo de boa-noite na testa e seu corpo se entrelaçando ao meu. Não sei se era possível, mas ele se transformou em um tipo de escudo contra pesadelos para mim.

– Eu te amo – sussurrei antes de pegar no sono – Cabeça de Alga.

Notas finais
AND I HATE YOU, I REALLY HATE YOU, SO MUCH THAT I THINK MUST TO BE TRUUUUUUUUE LOVE, THAT THING MUST TO BE TRUUUUUUE LOVE, TRUE LOVE OHOHO NÃO ME PERGUNTEI PORQUE ESTOU CANTANDO TRUE LOVE EM UM CAPÍTULO QUE SE CHAMA UNCONDITIONALLY, NEM EU SEI. Vocês devem ter ficado assim: Gente, cadê Victória? Então, é que seu eu colocasse as notas iniciais perderia a magia da coisa. Mas vai ser só esse capitulo. anyway EU TÔ MUITO FELIZ COM VOCÊS, MANO! NO ÚLTIMO TIVEMOS QUATRO Q-U-A-T-R-O PÁGINAS DE COMENTÁRIOS!!! Isso nunca aconteceu o.O mas estou feliz com vocês, estou feliz com os fantasmas que apareceram, vocês entraram na minha lista dourada de pessoas que tem a chave para Nárnia. VEJO VOCÊS NOS REVIWES, pq esse capítulo foi especial, esse capítulo foi o maior até agora. GENTE EU PRECISO DA AJUDA DE VOCÊS! MANDEM PARA MIM TODAS AS HISTÓRIAS DE TERROR QUE VOCÊS TEM, SE FOR FATOS REAIS MELHOR AINDA! ME MANDEM POR MENSAGEM, EU TÔ NECESSITADA DISSO! VLW? VLW. You Know You Love Me mesmo I singing True Love in capítulo que se call Unconditionally XOXO Gossip Girl