Closer to the Edge

25 All I Want is the Taste that your Lips Allow


Notas iniciais
MY MY MY OH GIVE ME LOVE 2X GIVE ME LOVE LIKE NEVER BEfoRE 'CAUSE LATELY I'VE BEEN CRAVING MORE AND IT'S BEEN A WHILE BUT I STILL THE SAAAAAME MAYBE I SHOULD LET YOU G- LERIGOU NADA PORQUE AQUI PERCABETH TÁ MAIS GRUDADO IMPOSSÍVEL! enfim, olá meus amores tudo bem com vocês? ENTÃO EU SEI QUE VOCÊS NÃO VÃO LER ISSO PORQUE VOCÊS PREFEREM PUTARIA, MAS EU QUERIA ESCLARECER QUE HOJE mentira, foi ontem MAIS AINDA ASSIM É O MEU ANIVERSÁRIO ENTÃO QUERO PARABÉNS. E COMO VOU COMEMORAR? ISSO MESMO, CARO LEITOR, COM O MELHOR HENTAI QUE EU JÁ FIZ NA VIDA. já podem ler.

P. o. V Percy

Senti como se meu coração desse cambalhotas.

Posso sair agora? , meu coração suplicou.

Não, fica ai, respondi.

Por favor...

Cale a boca.

– Hm – Percy Jackson e seus argumentos brilhantes atacam novamente – O-o que?

Tudo bem. Esperem. Um momento, por favor.

Eu nunca fui de gaguejar, mas Annabeth estava parecendo uma deusa.

Literalmente.

Ela cheirava a morangos frescos. A boca estava coberta com algo vermelho brilhante, e eu tive certeza que tinha dedo de Afrodite no meio, ela sabia que eu tenho um fetiche por mulheres com algo vermelho e azul. O vestido branco era algo como usado na Grécia antiga, com fendas dos dois lados do corpo, tornando impossível Annabeth se movimentar sem mostrar as pernas. As rosas que rondavam sua cabeça eram um vermelho puxado para o rosa, fazendo um belo efeito no cabelo dourado. Os ofuscantes olhos cinza pareciam brilhar mais com a boca vermelha.

Annabeth sorriu e se levantou graciosamente, se posicionando a minha frente. Ela suspirou antes de dizer:

– Não, é sério – ela fez uma careta que não entendi de imediato e rodou os calcanhares para ficar de costas para mim – Afrodite dera-me um vestido apertado de mais ou algo assim, eu realmente não consigo retirar o vestido, por mais que eu tente – Annabeth praticamente rosnou de frustração quando não conseguiu afrouxar a roupa pela cintura – Então... será que... – ela deu um gemidinho e, certo, ela provavelmente nem estava conseguindo respirar direito, mas mesmo assim deixou-me levemente excitado – Por favor...

Fiquei um pouco sem graça ou até mesmo culpado por pensar que ela insinuara algo como “por favor rasga minha roupa, me joga na sua cama e deixa-me sem andar por uma semana”, mas o que realmente queria era ajuda para tirar um vestido. Sem nenhuma malícia para minha total infelicidade.

Deslizei os dedos pelas suas costas nuas rente às alças, assim, sem nenhuma segunda intenção agindo como o santo que eu sou. Minhas mãos deslizaram pelos braços dela levando a alça junto, mas algo conteve o vestido de sair exatamente na cintura.

– Percy, se você puder ir um pouco mais rápido – Annabeth pediu, formando um “x” com os braços na frente do tronco, segurando os ombros com a ponta dos dedos – por favor.

– Posso rasgar? – perguntei, já que o modo de retirar o vestido gentilmente não deu certo – Como você conseguiu por isso?

– Vou ignorar o fato que está me chamando de gorda...

– Você tem mais curvas do que a maioria, é diferente.

– ...Mesma coisa, Jackson, mesma coisa. – ela deu de ombros – Acho que Afrodite pensa que eu e seu grande e se temos o mesmo número. Deveriam dar algum óculos para melhorar a vista daquela mulher, eu não sou tão desnutrida como a Merengue lá.

– Annabeth – a puxo pela cintura ao meu encontro, de modo que meu queixo encaixe em seu ombro e o que eu for falar seja perto do seu ouvido – Quantas vezes eu...

– Eu já ouvi. – ela me interrompeu, pelo seu tom parecia que rangeu os dentes – Só estou relembrando.

– Não é necessário e nem tão pouco saudável sentir ciúmes por Calipso por ela achar que algum dia significou algo para mim. – virei a cintura do vestido na parte da sua barriga para o lado de fora, achando o nó que teria que desatar – Afinal, até mesmo Afrodite lhe pôs em algo que nem uma das meninas dela já usou.

– E porque não? – Annabeth se mostrou levemente interessada, obviamente gostava de ser a única.

– É... como posso dizer? – cocei a cabeça – Um vestido de virgem.

– O que? – Annabeth segurou o riso.

– Afrodite guarda um desses para que se um dia um milagre de uma virgem apareça por aqui, mas até agora, o mais perto disso foi... Bem, você. – o nó finalmente se soltou e o vestido caiu como uma pluma ao redor dos pés de Annabeth. Eu poderia ficar com aquela expressão de bobo olhando aquela bunda maravilhosa, mas algo me fez ficar realmente surpreso – Fez uma marca?

Annabeth me olhou por cima do ombro e sorriu.

A tatuagem era de uma coruja, não dessas que dá vontade de pegar no colo, mas dessas que pareciam mecânicas e que davam medo; era totalmente negra e tinha o que parecia labaredas a rodeando. Estava localizada no fim das costas e meio escondida pelas pontas do cabelo loiro, as asas estavam abertas e iam até aos lados do corpo de Annabeth.

– Fiz mal?

– Claro que não.

Annabeth sorriu de lado com a minha resposta e, ao em vez de tirar o vestido de cima dos pés como uma pessoa normal, ela ainda fez a graça de rebolar ainda com o corpo perto ao meu.

Decisão perigosa Annabeth Chase, decisão perigosa.

Ela andou até a porta do banheiro, do outro lado do meu quarto e jogou as flores da cabeça ao longe, ainda que algumas pétalas ficassem grudadas ao cabelo. Annabeth parou no batente da porta e olhou novamente acima do ombro para mim:

– Não quero tomar banho sozinha, você vem?

A incrível habilidade que Annabeth tem de fazer coisas extremamente maliciosas parecem as mais inocentes me assusta.

– Espera – digo ainda zonzo com a surpreendente retirada da inocência de Annabeth – O que você quer dizer com isso?

Ouvi Annabeth dar uma risadinha e um barulho de água, como se algo estivesse entrando levemente em um lago. Saí do meu transe momentâneo e corri para o outro lado do quarto, chegando à porta do banheiro a tempo de ver Annabeth surgindo na água da gigantesca banheira branca.

– Você não vem? — ela fez um biquinho, como se fosse chorar, pondo as pernas para cima como um convite para que eu me aproximasse – Não quero ficar sozinha.

– Annabeth – digo em um tom alarmante. Entre a porta e a banheira, minhas roupas ficaram caídas no chão atrás de mim e quando cheguei perto dela só restava a calça no meu corpo – Se eu fosse você não provocaria tanto, não gostaria de me ver sem a gentileza.

Annabeth mordeu o lábio e mergulhou as pernas de volta na água, dando um impulso fraco para que ficasse cara a cara comigo, encostando brevemente seus lábios aos meus.

– Não me lembro de ter pedido a você que fosse um perfeito cavalheiro – ela passou o indicador pela minha boca e fez uma trilha molhada até o cós da minha calça, já com um volume considerável – Deve estar desconfortável aí em baixo.

– Você não sabe o quanto está correndo perigo, Chase – rosnei.

Annabeth riu, mas não aquela risada infantil que ela normalmente tinha, era mais o tipo de risada que você tem orgasmos múltiplos só de ouvir.

– Correrei o risco. – falou assim que parou de rir, passando a língua pelo próprio lábio tirando o excesso de água.

Annabeth ainda fez o favor de grudar o corpo encharcado ao meu, a sensação de sentir os seios molhados da garota junto à minha pele era extremamente prazerosa. Eu já não responderia por mim se ela fizesse mais alguma travessura, mas assim que desabotoou minha calça, deixando-a cair, deixei de responder por mim.

Sorri ao perceber sua expressão de surpresa quando a agarrei pelas coxas e a fiz cair na água sem espuma, o que foi uma saiba decisão. Entrei na água e a beijei até mais do que meus pulmões permitiam, mas eu não ligava, Annabeth estava claramente pedindo para ficar sem folego, sem voz, sem movimento das pernas, etc.

Deixei que ela tomasse o controle pelo menos por um instante, subindo em cima de mim e arranhando minhas costas, peitoral e abdômen.

– Desistindo assim tão fácil, Jackson?

– Ainda nem comecei, Chase. – digo, apertando suas coxas e subindo minhas mãos entre apertos e dando-lhe um tapa na bunda, ela demonstrou surpresa momentaneamente.

– Isso é... – qualquer coisa que ela fosse falar, a interrompi introduzindo quatro dedos de uma vez, a fazendo arfar de surpresa e, para minha alegria, gemer alto – Jackk-son, você vai pagar por isso.

– Sério? – provoquei, movimentando os quatro dedos dentro dela, suas mãos agarraram o mármore da banheira e gemia sem se importar com o volume ao meu ouvido. Crueldade, Annabeth, crueldade. – E quando exatamente pretende fazer isso?

– Vai para o inferno... – ela suspirou.

– Resposta errada. – digo, penetrando quase minha mão inteira e ainda me movimentando. – Creio que o que você queria dizer era algo parecido com “Peeeerrrcy”.

Annabeth me olhou com um misto de raiva e de luxuria, e eu percebi que ela seria teimosa e não faria o que eu queria tão fácil.

Suspirei e retirei os dedos de uma vez, fazendo-a dar um gemido baixo com o ato repentino. Peguei sua cintura e a levantei, sentando-a na coluna da banheira, deixando só do joelho pra baixo na água. Suguei sua intimidade toda, parando na entrada e começando tudo de novo, fiz isso algumas vezes até que finalmente enfiei minha língua dentro dela, Annabeth arfou e arqueou as costas.

Suas mãos foram parar no meu cabelo e gozou em minha boca, praticamente gritando o meu nome.

Isso, Annabeth. Gosto assim, garota comportada.

– Estava ficando com saudades. – comentei.

Annabeth não respondeu, o que me deu a chance de ver o quanto ela era mais irresistível quando estava molhada e totalmente nua. A boca vermelha estava um tanto borrada por quanto do beijo e levemente aberta, ainda arfando baixinho, os olhos estavam fechados. As bochechas estavam vermelhas, mesmo com a água escorrendo sobre elas.

Assim que ela abrira os olhos escurecidos de desejo e me olhou como um felino observa sua presa, percebi que ela não seria a única a gemer para os quatro ventos ali.

– E você acha que não estou? – falou, mordendo o lábio e entrando novamente na água, me guiando lentamente para a outra extremidade da banheira – Eu quero que você rosne, gema, grite meu nome para que todos nessa ilha saibam que você é meu.

Quando ela falou o “meu”, imediatamente me empurrara para trás e eu tive que segurar minhas mãos firmemente nas extremidades de mármore para não bater minha cabeça na parede. Annabeth sorriu e engatinhou até minha, fazendo o favor de empinar a bunda e rebolar os quadris.

Ela me beijou do mesmo jeito que a beijei: no intuito de me ver sem folego, enrolando sua língua na minha e a puxando. A coisa é que para Annabeth não bastava só isso – até parece que ela se contentaria com uma perca de ar – ainda senti sua mão ir da minha nuca para minha clavícula, fazendo uma trilha com a unha levemente afiada até a minha coxa, sorrindo assim que o fez. Sua mão fora direto para o meu membro, me estimulando tão divagar que parecia tortura.

Annabeth me fez senta igual a ela com um sinal com a mão, não pestanejei quanto a isso.

Ela estava cara a cara com meu membro agora, mas a única coisa que eu pensei que ela iria fazer foi sugar a cabeça. Depois disso ela jogou o cabelo para trás, tornando totalmente visível seu seio direito, ela o apertou e rodou o bico em volta da cabeça e ir até a base. Fizera isso pelo menos três vezes e depois repetiu isso com a língua, engolindo o que podia logo depois. Eu gemi seu nome mais rápido e mais alto que gostaria, mas o que ela fez era extremamente prazeroso, por mais que simples.

Eu estava prestes a gozar quando ela parou e se distanciou.

Desgraçada.

Parou, por que desgraça?

Estava bom – muito bom – catiço de menina.

Annabeth se inclinou para trás, se apoiando no outro lado, seus olhos estavam mais escurecidos do que eu me lembrava de que havia visto. Ela sorriu maliciosa e fez um sinal com o indicador para que fosse até ela, mordendo o mesmo dedo logo depois.

Se eu recusaria isso? Claro que não, não sou idiota.

Depositei um beijo rápido em seus lábios e deslizei tudo para dentro dela. Annabeth arfou e gemeu ao mesmo tempo, pondo seus braços em volta do meu pescoço. Apoiei minhas mãos no mármore atrás dela, entocando firme, porém devagar, dando-lhe beijos breves às vezes.

Suas mãos foram para o fim das minhas costas, fazendo movimentos circulares com o dedo, incitando-me a ir cada vez mais rápido e mais forte. Não demorou muito para Annabeth gemer consideravelmente alto, suas pernas se abriam cada vez mais e sua cabeça estava tombada para trás, dando-me oportunidade para morder seu pescoço, mas logo depois a única coisa que conseguia era gemer. Minha mão direita foi para a cintura dela, que rebolava ao meu encontro, tornando tudo mais prazeroso.

Annabeth chegara ao seu ápice não tanto antes de mim, que desabei ao seu lado. Mergulhei por meros dois segundos antes de voltar a superfície, ainda quente e arfando. Annabeth não estava tão diferente, o seu pescoço já havia começado a ficar roxo e ainda estava em busca de ar.

Nossos olhos se encontraram e ela sorriu, ninguém precisou dizer mais nada.

Notas finais
Então gente, eu fiz o Percy caracterizar como a Annabeth estava DE NOVO porque eu gosto de escrever o Percy babando na Annabeth. Não sei. É legal, experimentem. AH ALIÁS PRA QUEM FICOU CURIOSO EM SABER eu sei que ninguém ficou porém falarei mesmo assim EU FIQUEI DUAS SEMANAS NA GRÉCIA, E COMO LÁ O SEXO É EXPLICITO, MEIO QUE ME DEU UMA CRIATIVIDADE SINISTRA PRA ESSE CAPÍTULO. ALIÁS GALERA, EU TÔ MUITO TRISTE PELO FLAMENGO TER GANHADO DO BRASIL NOSSA TÔ KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK MUITO TRISTE MESMO SÉRIO KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK AI CARA MUITO TRISTE KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK Enfim amados, vejo vocês nos reviwes ALIÁS, PROMETO RESPONDER TODOS ASSIM QUE PUDER PESSOAS AQUI TÁ O LINK DAS FICS PERCABETH PARA ALGUÉM SABE QUE NÃO LEU SABEM http://fanfiction.com.br/historia/512161/Contos_Percabeth_-_Especial_dia_dos_namorados/ E AQUI TÁ O LINK DA HISTÓRIA DA LINDA DIVA GOSTOSA COM UMAS PERNAS DE DAR ÁGUA NA BOCA MINHA AMIGA ISABELLA e luiza http://fanfiction.com.br/historia/513245/Regnet_Exitium/ é original mas pra quem gosta de divergente vai gostar BJO NO CORE You know you love me XOXO Gossip Girl