Closer
15 Cap 15 - O início da pancadaria.
Notas iniciais
Fiz o cap hoje durante à madrugada. Foi cansativo ter que ver os episódios e ter uma ajudinha do mangá pra poder escrevê-lo, mas espero que gostem!
Ah, eu decidi cortar muita coisa do anime porquê... Bem, não tem a ver com a história de Closer mesmo ._.
Coloquei só o necessário. ♥
Boa leitura, SEOSLINDS!
Alguns momentos antes...
Com o objetivo de salvar Orihime que foi levada por ordens de Aizen, Ichigo e seus companheiros se infiltram no Hueco Mundo e entram no QG dos Arrankars, o palácio Las Noches.
E lá começa a luta contra os Arrankars.
Nnoitra, que já estava bem melhor depois de sua punição, se encontra com Sado, o encarando com seu costumeiro sorriso psicótico e olhos estranhamente macabros.
- Olá...
Sado parece se assustar com a presença do Espada, que apenas o encarava.
- Então, você é o primeiro?
Enquanto isso, Aaroniero assumira a forma de Kaien Shiba, e se encontrava em uma batalha com Kuchiki Rukia.
- Devore tudo, Glotonería!
E em instantes, abaixo da altura de sua cintura começa crescer a parte de sua ressurécion, uma espécie de criatura repulsiva com tentáculos repletos de ventosas.
A Shinigami Rukia Kuchiki demonstra seu desespero.
Szayel aporro sorri, encarando o ruivo à sua frente. Desembainhando sua zanpakutou, uma energia começa a envolvê-la, que o mesmo lança contra Abarai Renji, que é acertado em cheio.
- Você só estava dançando na palma de minha mão.
- Não me subestime! — E o ruivo grita envolto em fúria. — Uive, Zabimaru!!!
E o ruivo lança em direção ao 8º sua fúria.
Enquanto o mesmo demonstrava uma apática feição tediosa.
E então, Ulquiorra aparece no caminho de Ichigo.
Ao sentir Rukia em perigo, Ichigo decide ignorá-lo e seguir em frente. Porém Ulquiorra faz uma provocação.
O ruivo com cabelos espetados atacara Ulquiorra com fúria, que simplesmente defendeu-se com o pulso.
- Eu sabia! A Inoue não veio para cá por vontade própria!
Ele se afasta, e encara Ulquiorra.
- Vou atacar com toda minha força...
Ele manuseia sua Zanpakutou, maior que seu corpo e a aponta em direção à Ulquiorra, e com uma fúria aparente na face, grita.
- Bankai!
Envolvido em chamas negras que demonstravam a liberação de sua reiatsu, o rapaz não surpreende nem um pouco o tédio aparente de Ulquiorra, que apenas observava.
Ele pula, e ja era visível que suas vestimentas haviam mudado. Porém seu rosto ainda estava coberto.
- Bankai hein? — Ulquiorra diz com um desinteresse aparente. Definitivamente não era a primeira vez que vira uma Bankai.
O rosto do ruivo finalmente fica descoberto pela fumaça. E revela algo que surpreendeu completamente Ulquiorra.
Uma máscara Hollow, na face de um Shinigami.
O Shinigami estende sua zanpakutou para cima, que começa a ser envolta em chamas negras que passam a acobertar todo seu corpo. Ele lança a si mesmo em direção à Ulquiorra, que defende com a mão subestimando-o.
O chão racha, algo que surpreende Ulquiorra. A força do Shinigami estava completamente diferente de sua última luta com o mesmo.
O ruivo avança mais e mais, quebrando o chão aos poucos. Ulquiorra estava se sentindo estranho, era algo que ele não podia explicar.
Ele estava completamente surpreso...
Kurosaki Ichigo logo empurra Ulquiorra, que levanta vôo mas permanece de pé. Ele choca-se com um pilar, atravessando-o...
A cena se repete com mais dois pilares, e no terceiro dá um giro e recosta os no sólido pilar de pedra, usando-o como impulso para ir em direção à Ichigo.
"Que aparência é aquela?!" — Ulquiorra se envolve nos próprios pensamentos. — "E que poder espiritual é esse? Até parece um de nós!"
Ele se surpreende, e observa Ichigo impregnar novamente seu poder espiritual negro na espada.
- É o fim! — Ele estende para o outro lado, pegando mais impulso. — Getsuga Tenshou!
Ele lança o ataque.
Ulquiorra calmamente põe os pés no chão, e estende a mão para bloquear.
O ataque inimigo aproximava-se. Ele poderia desviar, mas subestimando o poder da habilidade de Ichigo, decidiu permanecer firme e defendê-lo.
Finalmente o ataque choca-se com sua mão. Ele segura, porém seus pés escorregam um pouco. Lutando para mantê-los no lugar, o chão começa a rachar-se.
Ulquiorra permanecia na mesma posição, porém quando se dera conta que não aguentaria, utilizou sua outra mão livre.
- Não é possivel!
E o Getsuga Tenshou consome toda a àrea.
Ichigo, arfava. Sua respiração estava tensa. E o mesmo suava frio. Sua máscara hollow, se partira em pedaços. Com apenas metade em seu rosto, ela se quebra completamente.
Sua capa esvoaçava, e ele encarava em direção à Ulquiorra buscando-o. Se aprendeu algo em suas lutas, é que não se deve subestimar um inimigo.
- Itsugo! — Uma voz infantil clama em meio ao campo de batalha.
- Nell?
Ele vira o rosto para trás, a direção de onde o grito veio.
E se surpreende com a cena de uma pequena arrankar jogando-se aos seus braços.
- I-TSU-GO!
A máscara da pequenina de cabelos esverdeados choca-se diretamente com o rosto do rapaz, que rola em direção à um pilar.
Assim que o mesmo absorve o impacto, observa a pequena chorando em seu colo. Ela o agarrou pela gola da camisa e começou a sacudí-lo para frente e para trás.
- Pensei que você ia morrer Itsugo! — Ela diz chorosa.
- Mas agora você tá me...
- Você usou aquele poder tão imenso com esse corpo enfraquecido! Não pode abusar! A Nell ficou muito preocupada!
O rapaz encarou os olhos chorosos da mesma. E ficou pasmo. No fim das contas a pequena só estava preocupada.
- Não vá... Não vá morrer! — E o ruivo esboça um sorriso calmo e gentil.
Ele põe a mão na cabeça da pequena e acaricia gentilmente.
- Desculpa Nell... Por te deixar preocupada.
- Itsugooo....!
E... Algo escamoso e pegajoso saiu do nariz da mesma.
- Meleca! Meleca de nariz! — Ele grita desesperado.
- Hã? — Ela puxa toda a "meleca" de volta para seu nariz. — Engoli!
- Ah, tá... — Ele diz com uma feição enojada. — Bem... Vamos? — Diz ele pondo a pequena no chão e se levantando com certa dificuldade.
- Você tá bem, Itsugo?
- Estou bem, não podemos perder tempo aqui...
Porém, em meio à fumaça, um vulto levanta-se. Ichigo o encara apavorado.
- O-Oquê?!
- Ora ora, nem usando as duas mãos consegui parar aquilo. — Ele diz encarando o ruivo, que estava atónito. — Fiquei um pouco surpreso.
Ele dá uma pequena pausa.
- E aquilo... Foi todo o seu poder?
Ichigo não conseguia sequer falar. Estava completamente pasmado com a situação. Ele encarou profundamente nos olhos sem brilho de Ulquiorra, que apenas fechou-os e começou a limpar suas vestes.
- Parece que sim. — E ele estende o dedo em direção à Ichigo. Que mal se movia. — Que pena.
Algo esverdeado começou a formar-se em seu dedo. Uma esfera esverdeada. Que aumentou drásticamente seu tamanho, e lançou-se contra o ruivo.
O disparo esverdeado atravessou o cômodo e não parou na parede. Atingindo, em uma distância mediana dali, o chão desértico do teto falso.
A explosão que atingira o chão desértico cria uma fumaça atordoante, e dela, sai um pequeno e estreito corte.
Ichigo, corria com Nell em seu braço.
- Nell, você está bem?! Espere que vou achar um lugar pra descansar!
No mesmo instante, Ulquiorra aparece ao seu lado. O mesmo fica apático e demonstra seu desespero.
Ele encara Ichigo, e alguns instantes depois ele o lança ao ar com sua mão direita.
A fumaça feita pela areia era enorme, e Ichigo ainda no ar voou em direção à um dos pilares gigantes e vermelhos do lado de fora.
Quando o mesmo atravessa a parede, se depara com uma espécie de cômodo, onde o rapaz fica atolado em concreto.
Ele remove as pedras pesadas sob si, e arfante permacerea de joelho. Assim que o mesmo olha, Ulquiorra estava à sua frente, parado, encarando-o.
- Quando você defendeu meu cero, fez aquela máscara aparecer por um instante. — Ulquiorra diz com seu timbre sério costumeiro, encarando Ichigo como lixo. — Foi uma boa velocidade de reação.
O Arankar começa a andar em direção ao Shinigami, que arfava e mal conseguia se manter de pé.
- Mas as máscara se despedaçou logo em seguida. Não conseguirá fazê-la aparecer de novo. Desista.
Ichigo no mesmo instante aponta sua zanpakutou em direção à Ulquiorra, que por um momento se surpreende.
- Quem vai me fazer desistir...?
A espada estava encostada no ombro direito de Ulquiorra, que apenas quieto, o encarava.
- Você é o maioral dos Espadas não é? Então se eu te derrotar, será como se eu tivesse vencido essa guerra! — O sorriso se esboça na face do rapaz, que parece animado com sua própria especulação.
Ulquiorra o encarou durante alguns segundos.
- Você acha? Então é uma pena... — Ulquiorra agarra a zanpakutou de Ichigo com suas próprias mãos. Tirando-a de seu ombro.
E o número Quatro se revelou em seu peito. Deixando o ruivo pasmo.
- Quatro? — Ichigo disse completamente surpreso.
- Sim, Cuarto Espada. Ulquiorra Schiffer. Na sequência entre o maior e o menor poder entre os Espadas, estou na quarta posição. — Ele levanta sutilmente sua mão, e atravessa o torso de Ichigo, que mal pôde se defender.
Ichigo mal podia falar. A dor que o dominava era intensa, seus músculos pararam, e sua respiração mal respondia.
- Kurosaki Ichigo. Você não vai me vencer. E mesmo que conseguisse, ainda haveriam três Espadas acima de mim. — O brilho nos olhos castanhos do ruivo começaram a sumir. — Mesmo que se levante novamente mil vezes...
Ulquiorra remove sua mão do peito de Ichigo, que jorra sangue. Sua mão ensanguentada demonstra sua vitória, e o corpo imóvel de Ichigo, sua derrota.
- Vocês nunca sairão vencedores. — O Cuarto encara o shinigami aos seus pés. Com certo desprezo. — Parece que eu esperei demais de você. A sua evolução não chegou ao que eu esperava ver.
Encarando o corpo frio do ruivo, ele fica alguns segundos em silêncio.
- Aqui é o fim da linha. — Ulquiorra vira-se e começa a retirar-se do local. — Se ainda conseguir se mover, saia já daqui. Mas, se não conseguir... Morra aí mesmo. O seu caminho termina aqui, Shinigami.
A reiatsu negra cobre o corpo do ruivo, removendo sua segunda liberação.
Enquanto isso, Szayel entretia-se com Abarai Renji.
Ele pressiona um botão vermelho em uma espécie de dispositivo. A parede se racha, e inúmeros Arankars começam a sair de todos os lados possíveis.
- O quê? — Renji diz dando um passo para trás, surpreso com tal cena.
- Fraccións. — Szayel diz com um sorriso leve. — Como prova do poder dos Espadas, podemos escolher os Arrankars acima do número 11, como nossos subordinados diretos. Esses são os Fraccións.
Szayel ajeita seus óculos, ou sua máscara Hollow, e continua sua explicação.
- Alguns Espadas escolhem só um, outros escolhem um monte. Eu diria que meus Fraccións são únicos. Aizen-sama transformou em Arrankar os Hollows que eu modifiquei.
- E daí...? — Renji diz recuperando sua pose hostil.
Porém, algo sai do chão bem onde o mesmo posicionava-se, lançando para trás. Era um dos Fraccións de Szayel.
- Bem, vamos parar de conversa fiada. Seja como for, no final das contas, não vale a pena eu acabar com você pessoalmente.
O Fracción que saiu do chão, aproximava-se lentamente de Renji.
- Bem... Esse é o ato final. — Szayel cobre um dos olhos.
E o Fracción que saira do chão ataca Renji. Que é lançado longe. O golpe foi bruto e o mesmo estava posicionado em uma cratera no chão, com o corpo dolorido da pancada.
O Fracción agarra Renji com sua mão.
- Desgraçado! — Renji grita num ato de fúria, o Arrankar aproxima o rosto de Renji. — Me solta!
E, bem, o Fracción o solta. O joga no chão.
Outra cratera, e agora Renji cospe sangue.
Os outros Fraccións de Szayel ficam animados. Szayel estende a mão à frente deles.
- Não entrem na luta. — Ele encara Renji, que mal se movia. — E claro, eu também não vou. Pelo menos deixem o epílogo emocionante.
Ele ajeita levemente seus óculos.
Orihime sente a presença de Ichigo sumir.
- Kurosaki-kun... — Ela diz pasmada.
Ela encara o nada por algum tempo. Não podia acreditar.
- Não é verdade! — Ela se deita no sofá azul bebê à sua frente. — A Kuchiki-san... E até o Kurosaki-kun... Não pode ser...
Ela permanecera quieta. Encarando o nada. Ela estava sentindo-se culpada.
Orihime ouve rangidos pela porta.
- Ulquio--
A porta abre, e uma voz ecoa.
- Olha isso, a Princesa está sozinha!
Risadas maliciosas começam a preencher a sala.
- Orihime-chaaan...! Vamos brincar um pouco?
E o desespero se espalha pelo corpo da ruiva.
Sem permissão, duas arrankars com máscaras parecidas adentram na prisão de Orihime Inoue.
Ambas as três se encararam por alguns instantes.
As mesmas Arrankars que continham tapas e chingamentos tanto em Angela quanto Savannah assim que as duas chegaram, pareciam agora querer saciar a sede de brutalidade em uma outra vítima.
Loly Aivirrne e Melony Mallia. Números. 33 e 34.
- Ei... — Orihime diz encarando-as.
- Oooh... — Melony diz num tom provocativo e maroto, enquanto Orihime continha-se em medo e espanto, dando leves passos parta trás.
Melony e Loly passaram enfileiradas e em perfeita sequência ao lado da Orihime. Com ambas um sorriso maroto e sarcástico no rosto.
- Que interessante... — A loira diz.
- Que belo quarto ela está usando, não é mesmo? — Loly, com seus cabelos negros, longos e presos em marias-chiquinhas comenta sarcásticamente.
- Não é mesmo...? — Melony diz concordando provocantemente.
Loly caminha em direção ao sofá com uma cor azul bebê.
Ela logo toca suavemente com a mão, esboçando um sorriso e espreitando os olhos.
Se jogando no sofá, ela vira e deita de bruços apoiando os cotovelos para permanecer erguida, enquanto Melony se aproximava. Ela cruzara seus braços e lançou seu olhar para Orihime.
- Um quarto muito' belo. — Loly complementa com um toque de inveja e sarcasmo.
Melony permanecia de pé ao lado de Loly. A ruiva, permanecia estática e assustada.
- Aizen-sama gosta de você, né? — Loly diz provocantemente, enquanto Orihime se assustava.
Loly, encosta sua mão em uma das almofadas, aproveitando do conforto.
- É isso mesmo. — Ela acaricia a almofada.
Orihime fica pasma.
- Afinal, todos estão concentrados em você! — Loly diz aumentando o tom de voz. — Você é super popular! Incrível não é? Disseram que cinco pessoas vieram para resgatar a princesa!
Orihime sente o peso da culpa em suas costas. Ela observara o tempo todo a reiatsu de seus amigos, e sentiu-se completamente inútil por si mesma.
Seus amigos.
Rukia...
Sado...
Ishida...
Abarai Renji...
e Ichigo.
A culpa aumentou ainda mais sobre os ombros da mesma.
- Não...! — A jovem lamenta-se, encurvando o olhar ao chão.
Loly a observa por alguns instantes.
- Ei, Orihime-chan, você acha que você é gostosa? — Loly levanta-se, e observa a mesma.
- Que besteira. — Melony discorda.
- Ou será que pensa que é lógico fazerem isso por você? — Loly diz rodeando Orihime. Ela pára encarando-a e começa a de maneira hostil dar passos frontais, fazendo a jovem recuar.
- Não penso isso...
- Oquê? Oquê você disse? — Loly contém os passos hostis. Até a mesma se recostar a parede. — Eu não pude te ouvir.
- Eu não penso isso! — Orihime se recolhe, e diz num tom mais alto.
- Hey, Melony, você ouviu isso? — Loly se vira e encara Melony, que estava de braços cruzados o tempo inteiro. — Ela disse que não pensa assim!
- Não? — A loura corresponde num tom sarcástico.
Loly, de repente bate com a mão na parede, assustando Orihime.
- Eu vou te ensinar uma coisa... — Loly começa a usar um tom baixo, amedrontando Orihime. — O-ri-hi-me-chan.
A morena agarra uma mecha dos cabelos ruivos de Orihime. De início ela os acaricia, mas depois ela lança Orihime com uma brutalidade forte ao chão.
Os gemidos dolorosos de Orihime ecoam a sala.
- Não pense que está com tudo, desgraçada! — Loly grita com um timbre raivoso. — Não passa de uma humana!
Ela começa a caminhar até Orihime, espatifada no chão. Os passos de Loly assustavam cada vez mais a pequena e frágil moça.
- Não fique se aproximando do Aizen-sama! — Ela pisoteia a cabeça de Orihime com seu pé direito.
Orihime as encara com um teor de pena.
- Oh, oquê é isso? — Loly diz num tom infantil e sarcástico.
- Ela me dá nos nervos. — Melony diz já ao lado de Loly, observando a ruiva a seus pés.
- Quer espancá-la? — A morena diz com um sorriso infantil no rosto.
- Tudo bem. — Melony responde. — Pararemos quando ela chorar.
E as gargalhadas de Loly ecoam o cômodo.
- Boa idéia! Orihime-chan, mostre-nos quão feia você é quando chora!
Loly começa a pisotear frenéticamente a cabeça de Orihime.
- Angela, oquê foi? — Savannah encarava a rosada preocupada.
Ela não obteve resposta. Ela sentou-se na cama e acariciou sutilmente a cabeça da pequena, que puxou o ar para explicar.
- Savie-chan, eu tô me sentindo tão estranha... Eu quero o Grimmjow-sama conosoco agora! — Angela diz com o olhos já recheados com lágrimas.
- Angela... — Savannah a olha com um teor de pena. — Aquele idiota só sabe te deixar preocupada...
- Algo dentro de mim tá doendo... Dizendo pra não deixar ele ir...
Savannah encara Angela durante alguns segundos. Ela sabia que por Angela estar apaixonada por Grimmjow, oquê ela sentia era medo e saudade. Mas, ela sentia pena da mesma de toda forma.
- Eu também estou com esse sentimento...
Alguém bate na porta, e as duas se surpreendem.
Angela levanta, e atende. Savannah se levanta e observa o seu visitante.
Alto, magro. Cabelos castanhos, que estendiam-se até seu pescoço. Savannah soube de cara quem era.
- Ah, foi mal... Quarto errado. — Ele diz com uma voz sonolenta e desamparada. Bocejando logo em seguida.
- Starrk, não enrola, oquê quer? — Savannah diz com certo desinteresse.
Angela se surpreende. Parecia já ter ouvido esse nome em algum lugar. E ela, lembra como num estalo de onde.
- Ele é o Primeiro? — Angela o encara surpresa.
- Em carne e osso. Se me derem licensa... — Ele entra no cômodo, e põe as mãos nos bolsos.
Savannah o encara de cima à baixo. Nota-se que não estava aqui por vontade própria, visto que parecia ter acabado de acordar.
- Pelo menos tem um pouco de educação. — Savannah diz indo até a direção do mesmo.
- Oquê houve, Primeiro...? — Ela diz o encarando com certo respeito. Savannah comportava-se como sempre.
- Aizen mandou avisá-las para não saírem daqui... Bem, até mais. — Ele diz saindo andando em direção à porta.
Angela e Savannah ficaram sem reação durante um tempo. Não entenderam um comportamento tão estranho e desleixado.
- Só isso? — Savannah diz o encarando.
- Ahmm... Cuidado com o Quinto. Rumores que ele tá atrás de vocês. — Ele acena.
Porém, assim que vira Angela mais de perto, ficou um tempo encarando-a. Olhando fixamente seus olhos esmeraldados.
A mesma se assusta, e logo fica envergonhada. Ela apoia as entrelaça os próprios dedos num ato de nervosismo.
Savannah apenas observava estranhando tal comportamento. Ela cruzara os braços insinuando estar incomodada com essa situação. E, claro, não deixaria Starrk tirar Angela de Grimmjow.
- Oquê foi, Primeiro? — Angela diz envergonhada.
- Nada. As pessoas comentam muito sobre como vocês são belas. — Ele disse segurando a maçaneta da porta. — Mas nunca imaginei que você, em particular fosse tão bela.
- E-Eu?
Angela atinge todos os tons de vermelho possíveis. Enquanto Savannah o encarava desamparada.
- Acalme-se, autoritária-san, você também é tão bonita quanto, mas não faz meu tipo. — Ele sai.
- Não é isso, seu idiota. Não chegue perto da Angela, ela é só do Grimm--
Savannah tapa a própria boca. E Angela praticamente vira um tomate ambulante.
Savannah sorri. De um modo sarcástico e maroto.
O homem sai do cômodo, e Savie começa a encarar a porta pensativa. Parecia algo.
- Savie-chan, você está bem? — Angela a encara preocupada, recuperando-se da vergonha.
Angela não tem uma resposta, Savannah apenas assentiu positivamente com a cabeça.
A rosada encara a dona dos fios roxeados e também fica pensativa.
- Você ouviu oquê ele falou sobre o Nnoitra...?
O silêncio domina o cômodo. Ambas ficaram quietas. Estranhamente e pavorosamente quietas.
- Sim... Isso de certa forma me deixa apavorada.
Ela suspira, e põe uma das mãos no rosto.
- Eu também... — Angela senta na cama, encarando o nada. — Onde será que o Grimmjow-sama está...?
- Vamos confiar naquele idiota. — Savannah encara os olhos sem brilho de Angela.
Orihime encontra uma forma de escapar, e assim que chega perto da porta, uma bala vermelha a atinge, fazendo-a ser lançada todo o seu caminho novamente.
- Desculpa! — Loly diz com uma voz mentirosamente penosa. — Você queria sair, né? — Ela continua com suas provocações. — Bem, pensei em abrir a porta para você! Eu exagerei um pouco na força!
Orihime, caída ao chão sentada, se vira e as encara.
Loly se incomoda, e dá dois passos para frente.
- Ah, você tem algo a dizer?
Orihime tenta falar, mas parecia que sua voz não saía.
- Se quiser falar algo, use a boca! As Onee-sans aqui irão te ouvir. — Loly tenta "encorajá-la.".
Orihime as encara.
- Se vocês não querem nada de mim, saiam.
Melony e Loly se espantam. Aquilo foi o máximo para aguentarem.
A morena se aproxima em passos até Orihime, e se agacha.
- Quem diabos você pensa que você é? — Ela aproxima seu rosto da ruiva, e a encara por poucos segundos. Ela vira um pouco o rosto para encarar Melony. — Melony?
- Mas que coisa... — Melony diz preparando um cero e sorrindo.
Orihime fica pasma.
- Ultimamente, o Cero da Melony não anda bem. Parece que ele anda disparando sozinho! Se não tomar cuidado, pode ser que acabe disparando agora! — Orihime fica assustada, ela sabia onde elas iriam chegar. — É diferente daquela bala, Alguém é capaz de morrer!
Ela espera a reação de Orihime, que apenas fica quieta.
- Oquê foi? Diga algo!
- Eu jurei ao Aizen-sama, pela vontade dele...
- Você não tem direito de citar o nome do Aizen-sama!!! — Loly agarra o queixo de Orihime, furiosa. — Só porquê Aizen-sama dispensou algumas palavras a você, não pense que está com essa bola toda!
Orihime a encara séria.
- Que olhar é esse?! — Loly comenta furiosa.
Ela agarra Orihime pelo pescoço.
- Levante-se! — E ela puxa a ruiva pelo pescoço.
- Pare, por favor! — Orihime agarra os pulsos de Loly, e os lança longe de seu pescoço enquanto levantava-se.
- Sua...! — Loly dá um tapa na face da mesma, que solta um grito doloroso e é lançada longe, até o sofá.
A morena anda em direção à caída Inoue, que ainda se recuperava do choque.
Loly agarra a mesma pelos cabelos, e estende seu rosto até a mesma encará-la.
- Hah! Que pena, hein? Uma humana não vai conseguir vencer de uma Arankar na força! — Ela encara Orihime, que devolve o olhar penoso para Loly.
A morena se irrita ainda mais.
- Maldita... Que cara é essa?! — Ela fica ainda mais furiosa. Enquanto Orihime a encarava com um teor penoso. — Eu vou te deixar de um jeito que não possa mais aparecer na frente do Aizen-sama!
- Loly! — Menoly diz avertendo a morena. — Pare agora, se exagerar nós vamos...
- Não enche! — Loly diz nervosa. Ignorando Menoly. — Se não quiser fazer isso, não faça!
- Calma, Loly!
Uma explosão as surpreende. Principalmente Menoly, que se encontrava bem em frente à mesma.
- Oquê?! — Loly grita num ato desesperoso.
A fumaça toma conta do local. A surpresa foi grande para todos presentes.
Um passo abafado, revela o dono de tal confusão.
Menoly o encara completamente atónita e sem reação.
- Gri... — Menoly interrompe a si mesma.
Loly também estava estática. Mal se movia. Orihime, na mesma situação de ambas.
Em meio à fumaça, cabelos azulados se revelam. E os passos ecoam pelo cômodo.
- Grimmjow?
- Yo! — E ele lança um sorrio maroto de volta.
Todos ficaram quietos. Principalmente Menoly, que nem sequer podia respirar.
- Resolveram aparecer enquanto o Ulquiorra não está aqui? — Ele pergunta num timbre debochado. — E estão fazendo algo bem divertido, hein?
- O quê quer? — Menoly pergunta atónita.
- Que lugar é esse por onde você entrou? — Loly diz completamente surpresa e apavorada.
- Que lugar? — Ele diz debochadamente.
A porta, quebrada, aparece ao lado de Grimmjow. A mesma aberta poderia ser uma maneira fácil do mesmo entrar...
Mas ele optou por fazer a própria porta.
- A parede, não é? — Ele responde com uma voz desinteressada.
O silêncio domina o ar durante uns segundos.
- Que brincadeira é essa? — Loly pergunta.
- Qual é? Não sei quem fez aquilo, mas a porta da frente estava quebrada.
Ele começa a andar em direção às duas Arankars, que começam a desesperar-se.
- Desgraçado... Pare de brincadeiras!
Ele passa direto por Menoly, que por alguns instantes sentiu-se salva.
Ele pára na frente de Loly, estendendo a mão.
- Sai da frente. — E ele lança um golpe horizontal na mesma. Que levanta vôo até o outro lado da sala.
Ele se vira, e a encara com desprezo.
- Ahm? Exagerei na força?
Loly se levanta levemente, porém ainda permanecia no chão. Tossindo, ela ainda estava se recuperando do golpe.
- Grimmjow! — Menoly num ato de fúria corre até o mesmo com seu Cero preparado.
Porém, ele fácilmente segura com uma das mãos o ataque da mesma.
Ela fica surpresa, e ele simplesmente estreita os olhos.
O desespero toma o corpo da loira, que começa à vê-lo formando um Cero por cima do seu. Ela solta gritos de desespero, enquanto sentia seu corpo ser dominado pela aura verde do cero violento do mesmo.
- Menoly!!! — Loly grita desesperada.
Orihime observava quieta. Era difícil saber se ela estava satisfeita ou não concordava com o comportamento do Espada à sua frente. Mas, claro, ele não se importava, mesmo que ela protestasse, oquê a desencorajou ainda mais a tornar a dizer algo.
- Que perigo... Tem que tomar cuidado para usar o Cero.
O corpo de Menoly cai instantâneamente no chão. Ao menos, a parte abaixo da cintura.
- Aizen-sama não vai deixar passar isso que está fazendo conosco! — Loly diz tentando intimidar o Sexto.
Ele vira seu rosto para ela, e começa a hostilmente dar passos na direção da mesma.
- O quê? O que foi? — Ela inútilmente clama por um resposta. O mesmo apenas continuou andando. — Ei, oquê você vai fazer?
Ele ainda a ignorava.
- Não venha! Não! Não! — A morena grita desesperada.
Ele pára.
- Bu!!!
Ela grita, completamente amedrontada.
- Idiota. — Ele diz parado.
- Você deve morrer! Aizen-sama vai te matar! Te matar! — Ela diz desesperada.
Enquanto o Sexto, simplesmente entrega-lhe um chute na face enquanto os berros desesperados dela consomem suas energias restantes.
Orihime o observava. Também estava com medo, mas sentia que ele não lhe faria mal.
- Idiotas... — Ele diz sério. — Acham que Aizen vai levantar um dedo por vocês?
- Porquê? — Orihime cria coragem, e o questiona.
Grimmjow faz a mesma pergunta em sua mente. Não sabia porquê agira tão brutalmente com ambas.
Ele pensou durante alguns segundos, e lembrara da primeira vez que vira Angela, chorando, clamando socorro enquanto ambas aproveitavam-se da fraqueza de suas atuais Fraccións.
Ele sentiu a pura ira dominar seu corpo. Claro que não diria o real motivo, e a única coisa que saiu de sua boca foram palavras que fácilmente seriam aceitas.
- Foi pelo meu braço esquerdo.
Orihime fica surpresa, mas ela entende os motivos dele. Ao menos acha que sim.
Ela recorda o momento que curara o seu braço. E aceita tal resposta.
Ambos ficam em silêncio durante poucos segundos, até que o mesmo a agarra pela gola de suas vestimentas.
- O quê? — Ela diz espantada.
- "O quê?". Acha que vim só para te salvar? — Ele diz com um timbre irritado. — Claro que não!
Ela fica surpresa.
- Eu não tenho mais dívida com você. Agora não tem do que reclamar.
O sorriso no rosto do mesma a apavora. E ele apenas estreita os olhos demonstrando como aquilo o animava.
Ele levanta um pouco mais o sorriso.
- Agora, você vai me dar uma ajuda para os meus interesses.
Orihime permanecera calada. Não podia discordar. Poderia ser fácilmente morta.
Sem falar, que ela sequer havia chances de permanecer viva se recusasse.
- Nnoitra-sama...? — Uma voz clama o Quinto, que esta apenas sentado, encarando um corpo estilhado ao chão.
- Tesla?
- Sim.
O louro olha para o corpo inconsciente, e vira novamente sua atenção ao Espada à sua frente.
- Você não irá dar o golpe final? — Ele diz com certa curiosidade na voz.
- É claro que não.
Tesla permanece quieto por alguns segundos. E fecha seus olhos.
- Mesmo eu matando mil fracotes... Quem irá dizer que sou forte, só por causa disso?
Tesla encarava-o atentamente. Observando cada palavra cheia de ira pela parte de Nnoitra.
- Eu não estou interessado em ficar matando esses fracos. Oquê eu realmente quero-- Tch!
A face de Nnoitra demonstrava sua irritação.
- Aconteceu algo, Nnoitra-sama?
- A reiatsu mais perto daqui já foi pega pelo Aaroniero.
Nnoitra se levanta, começando a dar passos lentos.
- Vamos.
- A-Aonde? — Tesla diz começando a acompanhá-lo.
- Eu encontrei alguém com uma reiatsu grande, vou lá esmagá-lo.
- Es... Espere!
Nnoitra vira seus olhos, e encara pelo canto dos ombros Sado, que levantou-se com suas últimas forças.
- Não permitirei... Que dê sequer mais um passo...
- Heeh, ainda consegue se mover? — Nnoitra esboça um sorriso largo.
Sado vai em direção à Nnoitra preparando um ataque com seu Brazo Izquierdo del Diablo.
Porém, Tesla o intervém.
- Você achou mesmo que seu ataque em suas condições iria atingir o Nnoitra-sama?
- Dro.... Ga...
Sado desmaia.
- Vamos indo, Nnoitra-sa--
Nnoitra coloca sua foice posicionada em uma forma hostil sob o corpo de Tesla.
- Quem foi que pediu a sua ajuda?
- Me... Me perdoe... Mas os inimigos dão tudo de si no último golpe. Se houvesse uma chance entre mil dele acertar aquele golpe, Nnoitra-sama poderia--
- Não! Isso é impossível! Não existe ninguém capaz de derrotar esse corpo, nem no céu nem na terra!
Nnoitra cria uma face de ira.
- Nunca se esqueça disso! Eu sou... O Espada mais forte!
Notas finais
Mano, ultimamente não sei oq deu, que eu só posto caps com mais de 2000 palavras ._.
LEGAU KRA, HUEEE
Nnoitra, você não é o mais forte. Não chega nem aos pés do Grimm-sama
-w-
E...
"Vem me dar uma ajuda nos meus interesses"
HOMI, SEU SAFADO AHEUAHEUAH
Eu sempre penso merda quando leio isso kra. ♥
~Kissus! :3
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