Notas iniciais
{Milhões de desculpas pela demora, eu realmente prometo que vou tentar postar mais rápido! Sério.}

Always flirting

Smiles soul

Those stroke my heart

It doesn’t beat no more

Athena desistiu de tentar entender o que estava acontecendo poucos minutos antes de entrarem no bosque.

No lugar disto ela fez uma lista mental de coisas que sabia:

1º Afrodite, a mulher mimada e arrogante não era tão mimada e arrogante quanto ela havia pensado. Ao contrário, ela era boa e gentil.

2º Afrodite havia se apaixonado por um padeiro. E por isso voltou a ser boa e gentil.

3º A mesma citada nas outras duas outras coisas estava tentando encontrar um marido para ela, pois a)sentia remorso por tudo que havia feito e b) sabia que seriam expulsas da casa mais dia menos dia.

4º O amigo de Hefesto, também conhecido como mon amour de Afrodite, vivia no palácio.

5º Ela, Athena Sagasse, estava perdida.

Pós estas contatações mentais, Athena andou mais rápido, ficando atrás de Hefesto e Afrodite que pareciam discutir baixo. O garoto de cabelos escuros estava bem na frente, guiando-lhes para dentro do bosque.

— ... você deveria ter me dito! — Afrodite sussurrou para Hefesto, não irritada ou raivosa, apenas magoada. — Athena me matará quando descobrir... Ela não queria nem vir encontrar garotos e você traz o...

— Eu sei, ma cherie — Hefesto devolveu, o tom baixo mas a voz cheia de amor e cuidado. — Eu só estava tão feliz por saber que você viria que devo ter esquecido os detalhes...

— E que detalhes... — Afrodite resmungou pensativa.

— Estas brava comigo? — Hefesto perguntou, preocupado.

— Nunca! — Afrodite apressou-se à dizer. — Surpresa talvez, mas jamais ficaria brava com você, mon amour.

Athena desligou-se da troca de carinhos enquanto corria. Sua cabeça cada vez mais confusa com as informações que recebia. Afrodite sabia quem era o garoto dos cabelos escuros e estava surpresa por Hefesto... O que? Conhecê-lo? Convidá-lo?

Muita informação. Muita coisa para uma simples criada... pensava Athena.

E ainda tinha aquela fala de Afrodite... Dizendo que ela era dona da casa, dizendo que ela era quem deveria receber todas as honrarias e não... Bem, e não a madrasta e suas filhas. Será que Afrodite havia pensado para falar aquilo? Ou apenas queria mostrar para Hefesto que era bondosa? Será que tudo aquilo era fingimento? Mas se sim, para o quê? Com que fim ela iria fingir ser boa com Athena?

Athena mal percebeu quando o céu claro foi substituído por grandes folhas verdes, ela só constatou que estava dentro do bosque quando quase caiu, tropeçando nas raízes de uma árvore.

Graças aos deuses, nenhum dos três pareceu perceber e Athena conseguiu o equilibrou novamente. Aquele dia estava sendo uma bagunça. A jovem adoraria ter ficado em casa, ordenhando vacas ou levando ovelhas para pastar... Mas não, Afrodite tinha que aparecer e bagunçar seu dia.

Novamente, tão imersa em pensamentos que quase passou reto pelo local onde os três haviam parado. Afrodite riu, uma risada deliciosa, ao ver a irmã postiça parando com expressão confusa, os cabelos, antes presos para trás, caídos envolta de seu rosto, dando a jovem um ar ainda mais belo do que antes.

— Ora, Athena, pretende voltar para casa correndo? — Riu delicada a doce mulher dos cachos escuros.

— Se assim compreendesse o que estas acontecendo assim, iria até o reino vizinho correndo, lad... — Athena reparou na careta de Afrodite e como não desejava ouvir outro discurso sobre ser a dona da casa e a verdadeira lady, resolveu corrigir-se. — Afrodite.

Hefesto riu, sentando-se nas raízes de uma grande árvore e puxando Afrodite levemente para seu lado.

— Paciência, Srt. Athena, que em breve lhe explicaremos. — Athena quase pediu para Hefesto lhe chamá-la apenas de Athena, mas não conseguiu encontrar as palavras quando olhou para o modo como Afrodite olhava o homem. A mulher, que Athena sempre considerou a rainha da beleza, estava ainda mais bela. Os olhos multicolores brilhavam com um ar apaixonado, a expressão no rosto era suave e leve, como uma verdadeira apaixonada, suas mãos estavam repousando entre as mãos do cavalheiro e um sorriso genuíno encontrava-se em seus lábios. Era como se de repente, ela encontra-se um bom motivo para viver e estivesse satisfeita com isto.

— Você tem certeza que são confiáveis, Hefesto? — Perguntou o homem com vestes de cozinheiro.

— Ora, Poseidon, elas nunca falariam nada, certo, Dite? — Hefesto passou uma mão pelo seduzo cabelos de Afrodite, sorrindo contente.

— Longe de mim — Afrodite falou, mas não para Hefesto e sim para o outro homem, parado mais atrás, perto das árvores como se planejasse fugir. — Vossa Alteza.

Athena quase caiu para trás.

O homem parado mais longe havia retirado a roupa de cozinheiro e estava agora mostrando um belo terno real, mil vezes mais arrumado e bonito do que os que os guardas vestiam. Seus cabelos escuros como a noite brilhavam levemente com o bater do sol. Seu rosto era simétrico, largo e másculo como um perfeito modelo de alguma escultura antiga. E seus olhos, aquelas lindas safiras brilhosas e do tom do mar, fixavam-se exatamente nela.

Athena não sabia exatamente o que fazer, ela pensou em se curvar, em se jogar no chão e em sair correndo, mas seu corpo não a obedeceu em nada. A única coisa que ela queria fazer era continuar encarando o príncipe. Oh sim, aquele era mesmo o herdeiro do reino, o filho do Rei Cronos, Poseidon.

Depois do que pareceu longos minutos de choque e mais um ou dois de encantamento, Athena desviu os olhos sem graça na direção de Afrodite e Hefesto, mas estes dois pareciam presos em seu próprio mundo. Fazendo carinho um no outro e sussurrando palavra tão baixas que Athena não conseguia ouvi-las.

Como era possível o amor fazer isto com alguém? Athena simplesmente não entendia o quão sortuda Afrodite era. Poder amar sem medo de ser infeliz, poder se entregar sem medo de que algo ruim acontecesse, poder apenas crer que no final tudo daria certo.

Athena jamais poderia fazer aquilo. Todos que ela amou alguma vez na vida foram brutalmente tirados dela. Sem uma única ou rara exceção, e agora que Athena voltava a ver Afrodite como uma irmã temia que a mesma fosse embora para sempre.

— Eles formam um belo casal, certo? — A voz grave e bela que ela já ouvira falou ao seu lado. Athena pulou para trás, levemente assustada pela presença do príncipe.

— Vossa Alteza — Athena curvou-se, tentando ao máximo não ficar muito intimidade pela presença do outro.

— Ah, por favor, não me chame assim — o belo moreno dos olhos verdes pediu. — Me chame de Poseidon, hoje não sou príncipe de nada. Apenas um cozinheiro querendo conversar um pouco.

Athena riu, embora ainda se sentisse desconfortável com o outro.

— Certo, Sr. Poseidon. — Falou, se afastando um pouco dele para ir sentar-se em outra árvore. Ela não queria ficar perto dele, embora soubesse que jamais iria se apaixonar pelo príncipe. Ela não era idiota o suficiente a ponto de cometer tão ato. Athena nunca foi do tipo sonhadora.

— Devo considerar que não deseja conversar comigo e retirar-me? — Questionou o donos dos olhos verdes. Athena os achou encantadoramente belos, mas jamais admitiria aquilo nem em pensamentos.

— Creio que não, sr., longe de mim querer retirá-lo de algum lugar — replicou ela, sem emoção na voz. — Apenas não quero incomodá-lo com a minha presença.

— Mas não incomoda. — Poseidon tratou de dizer, sentando-se ao seu lado. — Bem pelo contrário, sua presença me alegra. Caso não estivesse aqui, eu estaria sozinho para encará-los. E não seria nada gentil com Hefesto.

Athena mordeu a língua, tentando segurar a pergunta tão afiada que já queria sair, mas no final, sua curiosidade sempre vencia seus modos.

— Se não for de muita ousadia minha, pode informar-me de onde conhece Sr. Forgeron? — Ela piscou levemente, fazendo seus olhos cinzas brilharem com a luz do sol que entrava entre os topos das grandes árvores.

— Certamente não é ousadia alguma — Assegurou-lhe o príncipe. — Hefesto cresceu junto comigo, foi criado para ser um grande nobre, mas, quando completou 18 anos, decidiu que preferia abrir uma padaria.

Athena não se conteve em caiu em uma sonora gargalhada, daquelas do tipo que só saiu de si quando seu pai ainda estava vivo. A garota se assustou com o som segundos após tê-lo soltando, parando abruptamente e colocando os dedos nos lábios, uma ruga de curiosidade formando-se em sua testa.

— Oh, não — o príncipe proferiu. — Por favor, não pare de rir por achar mais adequado, há tempos ninguém ri tão verdadeiramente perto de mim e o som disto alivia meus ouvidos.

— Não me entenda mal, Vossa... Ahn, Sr. — Athena pediu. — Mas não paro por temer sua repreensão, não gargalho assim desde a morte do meu pai, na verdade, praticamente não riu mais desde a morte do meu pai.

O príncipe pareceu tomado por uma imensa compaixão no mesmo instante. Os olhos verdes transbordando uma preocupação que Athena considerava desnecessária. Ele aproximou-se dela, parando ao lado da raiz vizinha e colocando uma mão em seu braço, um gesto inocente e puro.

— Sinto muito por sua perda, Mademoiselle. — Ele lamentou, sorrindo triste e carinhoso para ela. Athena queria pular e se afastar dele. Afinal, era o príncipe! — Minha mãe morreu quando eu era pequeno — contou ele, embora Athena lembrasse do ocorrido. Havia sido dias depois de sua própria mãe falecer. —, até hoje eu ainda olho para os lados e espero vê-la. Minha sorte que tenho o meu pai, ele é realmente muito... — O homem se interrompeu, olhando dentro dos olhos cinzas dela novamente. — Sua mãe casou-se novamente?

Athena sorriu, triste.

— Minha mãe morreu anos antes de meu, Sr. — O príncipe parecia sem fala, observando a face dela com uma incrível preocupação gritante. — Mas meu pai se casou novamente após a morte dela, vivo com minha madrasta hoje em dia.

Ele tentou sorrir, mas parecia chocado demais para fazer tal ato. No fim, acabou apenas encontrando voz para perguntar:

— Ela lhe trata bem?

Athena pensou naquilo por alguns segundos. Ela nunca reclamou da maneira como era tratada. Talvez uma ou duas vezes tenha chorado, mas aquilo foi no começo. A dor da perda de seu pai ainda estava muito presente e a dispensa dos empregados, a partida de Ártemis e Héstia... Tudo aquilo ainda estava lhe perturbando o sono. Talvez não tenha chorado por a madrasta ser má com ela, talvez havia sido apenas a perda. E também, a madrasta ensinou-lhe a ser fria. A não sentir amor por ninguém. Ela não poderia ser mais grata a este fato.

Mas ao mesmo tempo... Quando Afrodite lhe dissera que sentia muito. Athena não havia compreendido sobre o que ela estava falando até Afrodite jogar em sua cara todas as coisas que ela nunca se tocou. Afrodite abrira seus olhos.

— O melhor que conseguem.

E Poseidon assentiu, fracamente.

Closed For Love

No final, Athena havia compreendido o quão boa companhia o príncipe poderia ser. Eles haviam caminhado até uma clareira, deixando os dois pombinhos à sós e ficado jogando papo para o ar até seus estômagos roncarem.

Athena no começo estava receosa, ela nunca havia recebido tanta atenção na sua vida e também nunca havia conversado com um homem antes. Mas metendo na sua cabeça que jamais iria se apaixonar pelo príncipe ou ele por ela, as coisas ficaram mais fáceis. Era como desabafar, finalmente, com alguém que nunca mais veria.

Ela contou-lhe sobre seus mais secretos sonhos, como viajar para outros reinos, enquanto escondia detalhes como o fato de Afrodite ser sua irmã postiça e de trabalhar como empregada em sua própria casa.

O príncipe não poderia estar mais satisfeito com a companhia que Hefesto lhe arrumou. Athena era doce e esperta, fechada e aberta. Ela era o meio termo de perfeito de todas as coisas que ele gostava, embora ele sentisse quando ela não gostaria de falar sobre algum assunto, fato que o fazia mudá-lo rapidamente para receber um sorriso animador da parte da loira.

Ele falou sobre seu pai e compartilharam a dor da perda de alguém que amam, mas ao passo que o príncipe estava aberto novamente para o amor, Athena parecia julgá-lo algo tolo e sem sentido. Embora o príncipe só tenha percebido isto quando lhe fez a pergunta crucial:

— Pretende casar-se logo, Athena? — Ele amará o nome dela, tão raro e belo. E a maneira como ele pronunciava deixava Athena satisfeitíssima.

— Certamente não — a garota informou, pegando uma pequena flor que estava ao seu alcance. — Não creio que fui feita para o matrimônio, vossa... Ahn, senhor.

Diante daquelas palavras Poseidon ficou desarmado. Um misto de alegria, por ela não ter nenhum pretendente em vista, e frustração, por ela desprezar algo que ele tanto queria, passou por seu coração. Todavia sua face se mantinha calma, com a bela pratica de um futuro governante.

— Por favor, Athena, chame-me de Poseidon! — Suspirou exasperado o rapaz. — Se continuar com esses modos todos sinto que deverei levá-la para o castelo e tomar chá comigo e não conversar com você atirada na terra suja.

— Não penso que a terra seja suja — informou-lhe. — Acho que ela é algo limpo e lindo, como a água e os demais elementos, o ar e o fogo. Eu acredito que o ser humano é que corrompe-a, como fez com três destes elementos. Apenas o fogo, por ser destruidor demais, parece não ter sido corrompido, mas eu tenho certeza que quando antes descobrirem uma maneira, nem mesmo o fogo estará a salvo dos seres humanos.

Poseidon sorriu, amando ouvir o som de reflexão que aquela doce menina usava em suas falas, como se estivesse ponderando algo em pensamentos.

— Embora tenha achado a sua fala muito inspiradora — Poseidon falou, vendo a garota a sua frente corar. — Creio que apenas está protelando por temer chamar-me de Poseidon.

Athena lançou-lhe um pequeno sorriso, desviando seus olhos e virando seu rosto para a orla da floresta. Poseidon tratou de ocupar-se com aquele pequeno tempo para analisá-la, deliciado com a beleza da jovem. O nariz arrebitado, as orelhas levemente maiores do que o esperado, mas aquilo apenas lhe deixava ainda mais bonita, os cachos dourados que brilhavam com o tocar do sol, os lábios carnudos e convidativos... Tudo naquela garota o encantava. E quando ela se virou, seus olhos cinzas afundando nos verdes dele, ele sabia que nunca havia visto garota mais bela.

— Poseidon. — Foi tudo que os carnudos lábios dela falaram, fazendo-o parar para pensar por instantes antes de finalmente entender.

— Athena.

Closed For Love

Não demorou muito para que os dois casais se despedissem, o sol baixando no horizonte enquanto as duas damas entravam na carruagem. Em momento algum Poseidon percebeu que Afrodite era irmã de Athena, e mesmo quando a mesma atou um pano em seus cabelos ele sequer imaginou que ela trabalhasse como empregada. Ele apenas a admirava mais e mais. Simplesmente encantado com a beleza daquela jovem criatura.

Afrodite cantarolou e sorriu o caminho inteiro de volta para a casar, ajudando Athena com alguns vestidos que realmente pegaram na costureira.

Athena se aproveitou que a irmã postiça estava totalmente concentrada em sonhar acordada e deixou-se lembrar de cada momento daquele dia. Ela sabia que havia se contrariado completamente, ela agora pensava no príncipe com um carinho que não deveria existir. Mas ela estava certa e reconfortada que o sentimento não era mutuou e estava encantada em ter algumas lembranças para aquecer-se a noite.

Já em outro caminho, indo na direção contrária do que as da jovem donzelas, se encontrava um certo príncipe muito pensativo. Afinal, aquela não fora a tarde que ele tanto esperou para ter? Uma tarde inteira longe do palácio e das pessoas fúteis que viviam em seu redor? Então, ele podeira voltar para a sua vida renovado, esquecer totalmente a jovem loira e se casar com alguém que o Conselho Real achasse adequada... Certo? Ou talvez não.

Os olhos cinzas brilhantes e inteligentes não saiam-lhe da cabeça. Os cachos dourados como ouro fixados em seus pensamentos. A voz linda como a de uma musa presa em seus ouvidos, como ecos de sua dona. A maneira graciosa e o que falava suavemente atrapalhando-lhe os pensamentos.

Ah, deus, o que aconteceu com o príncipe? Ele se perguntava, loucamente. Será que uma tarde com uma mulher foi o suficiente para fazer-me apaixonar-me por ela? Oh, certamente não! Isso não pode acontecer...

Mas aqueles pensamentos só lhe vieram tardiamente, pois seu coração já estava totalmente entregue para a dama dos olhos cinzentos.

Closed For Love

A notícia de um baile real chegou na manhã seguinte. Um baile ao qual todas as jovens solteira acima de 16 anos deveriam comparecer, por ordem do rei.

Todas as moradoras da casa ficaram animadas. Hera e Deméter mal conseguiam se conter com a ideia de conhecer o príncipe. Hera tinha certeza absoluta que uma de suas duas filhas o havia por encantar, ao passo que Deméter mal conseguia se conter com a ideia de ser princesa. Afrodite animou-se por saber que poderia finalmente ver Hefesto em público, e tinha certeza que o apresentaria para sua mãe na noite do baile, e, mesmo se ela não aceitasse, eles se casariam em menos de uma semana.

Agora a quarta moradora da casa tentava esconder a sua animação, ela não admitia nem para si mesma que se encontrava em uma agonia por vê-lo novamente. Sim, iria ver Poseidon novamente! Ah, como ela queria aquilo...

Mas não poderia querer, era meio óbvio que ele nem ao menos notaria nela, com todas as outras damas bonitas e bem apresentadas. Mas ela poderia vê-lo. E de repente, era só o que ela desejava, poder vê-lo nem que fosse dançando com alguma outra qualquer.

Mas ainda restava um problema, a madrasta jamais deixaria. E ela descobriu isso quando, naquela mesma tarde, a madrasta lhe mandou fazer três vestidos maravilhosos para o baile.

— Eu poderia fazer um quarto vestido, madame? — Perguntou Athena, com a voz inocente e os olhos cheios de esperança.

Com a sua fala a madrasta riu desesperadamente, enquanto Deméter lhe acompanhava. Afrodite observava as duas com um certo ar de nojo, mas ela nada poderia fazer antes de sair daquela casa. E isso seria em breve. Só então conseguiria ajudar Athena.

— Você? No baile? — A madrasta riu ainda mais. — Só podes estar ficando louca. O sol tens lhe feito muito mal mesmo!

— Ou ela simplesmente nasceu assim, mãe — Deméter sugeriu, rindo e sendo acompanhada por sua mãe.

Athena segurou as lágrimas e assentiu minimamente com a cabeça.

Seu sonho de reencontrar o príncipe deveria ficar para outra vida. Ela não nascera para ser feliz nesta e agradecia a madrasta e a Deméter por lembrá-la disto.

Notas finais
{ Falta um ou dois capítulos para terminar está fanfic no máximo dos máximos. A fanfic que corresponde a letra "D" do "ABC songfic's", o projeto que "Closed for Love" participa, já foi postada *opps* e é uma oneshot Afrodite+Hefesto. A letra "E" será postada assim que eu terminar aqui, mas não será sobre os deuses ou sobre pjo *ri* Mas quem quiser ler, saiba que está convidado. Deixem-me saber o que vocês acham da fanfic, beijos.}
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.